sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Grupo RCCista toca funk durante Missa

3 comentários:

Anônimo disse...

A música carnal e mundana.Sinceramente se não fosse esse "concílio" falivel vaticano II essa seita prostestante que se chama Reonovação carismática "católica" já teria sido excomungada a muito tempo.
Hoje em dia o verdadeiro católico (a) tem que tomar cuidado dentro da sua própria casa.
Saudações Tradicionais!!
In Corde Jesu, semper.

Renan disse...

RCCs: PENTECOSTALISMO PROTESTANTE DISFARÇADO DE CATOLICISMO!
Satanás esforça-se a subverter os católicos alienando-os, mais ainda nos inúmeros de fé mal formados ou deformados por alguns leigos e (ou) sacerdotes apostasiados e da marxista Teologia da Libertação-TL, espiritismo, mídia, etc., infestando ainda mais a Igreja de dissidências.
Doutro lado, as seitas evangélicas quase todas pentecostais, dezenas de milhares dissensas entre si, similares a centros espíritas: "auês" histérico-coletivos, supostos exorcismos de maus espíritos para curas - o pastor ao enfermar-se não convoca outro para o exorcizar, vai ao médico; pessoas em aparentes transes etc., semelhantes a grupos hilariantes "auês" RCCs, rebeldes às normas da Igreja, falsos católicos. Até os protestantes tradicionais censuram os irmãos de fé pentecostalistas, tachando-os de "espíritas disfarçados de evangélicos"! Sectários acusando a irmãos de hereges...
Note-se que Stálin e sucessores infiltram a Igreja desde a década de 30 de comunistas, mais sociedades secretas, como a maçonaria, todos insuflando a confusão em seu núcleo, como nas CEBs, CIMIs e CPTs etc., e anexas às interpretações propositais fraudulento-sectárias do Vaticano II que proviriam de altos membros infiltrados ou apostasiados para a fustigarem ainda mais a Igreja na difícil missão de evangelizar.
Situação complexa: a Igreja sofre conspirações interna como dos RCCs autonomistas, privilegiando o espalhafatoso e os emotivismos, podendo até confundir fenômenos psicológicos com dons do Espírito Santo; os grupos RCCs são válidos se devidamente orientados por eclesiásticos competentes, sob rígidas normas às reuniões; agindo fora das nomas determinadas, são garantidamente protestantes pentecostais travestidos de católicos.
Dever-se-ia melhor objetivar a fé, ao invés de ficar à cata de dons especiais carismáticos individuais que sugeririam egoísmo, orgulho e (ou) o típico luteranismo subjetivista: fé prazeirosa, êxtases, experiências místico-divinas, etc. Sobre o "falar em línguas", diz S Paulo: 1 Cor 14,19: Mas numa assembléia, prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência, para instruir também os outros, a dizer dez mil palavras em línguas. E em 1 Cor 14,22:...as línguas são um sinal não para os que crêem, mas para os que não crêem. São dons individuais, de difícil detecção se provém de si ou do animador com o grupo reunido, aportando mais individualismo que partilha de dons; idem, exorta-nos em aperfeiçoar-se na caridade que é perene. Veja 1 Cor 12,31 e 13+.
Restrições maiores ao "repouso no Espírito" em reuniões, por necessitar de "aprofundamento, estudo e discernimento"; quanto a exorcismos, atente-se ao cânon 1172, reservado ao Ordinário local ou seu preposto para discernir com perícia e objetividade o caso, jamais exercido por afoitos dirigentes RCCs. Rejeitem-se veementemente imposição de mãos em (ou) gestos de pedidos de curas simulando algo mágico ou ações similares comunicando dons, fluidos espirituais etc.; evitem-se termos como "batismo, ministério" e similares para não suporem ambiguidades com os sacramentos.
Aliás, o S Padre Bento XVI em viagem a Benin, África, como noutras ocasiões, criticou as liturgias "atraentes": emotividades e manifestações ruidosas ou culturais às celebrações litúrgicas como anti eclesiais, instando-nos a um cristianismo "mais simples, profundo e compreensível", sob normas oficiais da Igreja, afirmando que tais manifestações sentimentalistas provêem de seitas pentecostalistas "aparentemente compreensivas e atraentes" mas são "sincretismo religioso e pentecostalismo protestante", advertindo-nos jamais os imitar; caso contrário, aparentaria sincretismo oriundo da própria Igreja praticado por aparentes membros, confundindo os incautos.
Diz o magnífico S João da Cruz: ... quando a alma procura essas comunicações carismáticas, abre as portas ao demonio.

Anônimo disse...

Sempre vi com maus olhos a RCC. Nos últimos tempos, tendo em vista que todos os papas - de Paulo VI a Francisco - demonstraram alguma simpatia em relação a este movimento, tenho buscado compreendê-lo.

Entretanto, os excessivos abusos, somados à busca desenfreada por manifestações extraordinárias do Espírito Santo, denotam uma inegável vaidade, como se os dons carismáticos só pudessem ser obtidos em reuniões da RCC.

Muitos santos condenaram esta postura abusiva em relação aos dons espirituais. O demônio pode nos enganar mesmo através de nossa boa vontade.

Sou um simples leigo católico: mas apesar de minhas limitações, sou capaz de perceber que há muito joio neste trigo.

Ora, ainda que os abusos litúrgicos não sejam exclusividade da RCC - e isso é verdade, pois o caos se espalhou na Igreja após a Reforma litúrgica, com ou sem RCC -, é notório que estes costumam ocorrer com maior frequência em comunidades carismáticas.

E por quê? Porque há um inegável desejo de tornar a Santa Missa semelhante a um culto pentecostal. A RCC não nasceu do Protestantismo apenas... herdou o que há de pior nele: a fé subjetiva do pentecostalismo.

Roguemos a Nossa Senhora que defenda a Igreja.