quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Graças a Deus, mais uma batalha vencinda!

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domingo, 15 de agosto de 2010

Sempre com suas contradições, Escrivá

"Por isso não é correto falar de liberdade de consciência que equivale a considerar como de boa categoria moral a atitude do homem que rejeita a Deus" ( Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.24. O destaque é do autor).



Em outra pagina


"Eu defendo com todas as minhas forças a liberdade de consciência, que denota não ser lícito a ninguém impedir que a criatura preste culto a Deus" (Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25. O destaque é do autor).

Uns de tanto outros absurdos teológicos de Monsenhor Escrivá

Escrivá, afirma a um maometano:



"És filho de Deus como eu" (Cfr. Mons José Maria Escrivá, Questões Atuais do Cristianismo, Quadrante, São Paulo, 1986, 3a. edição, p.128)." (Cfr. Mons José Maria Escrivá, , Quadrante, São Paulo, 1986, 3a. edição, p.128).


Absurdo!!!!!!!!!!!!!

Qualquer católico que tenha estudo o catecismo sabe que o Batismo que torna o homem filho adotivo de Deus, e um maometano não é batizado, e, por isso mesmo, não é filho de Deus como o é um batizado.

sábado, 14 de agosto de 2010

Obra anti-Deus

Carta da secretária de Monsenhor Escrivá, ao Papa João Paulo II sobre a vida do fundador do Opus Dei

CARTA À SUA SANTIDADE JOÃO PAULO II


Santa Bárbara, 02 de Agosto de 1991

Santíssimo Padre:

Após séria deliberação, eu decidi escrever esta carta para abrir a minha alma e manifestar diante de Vossa Santidade, de Deus e da Igreja, aquilo que para mim é um sério dever de consciência: que a vida de Monsenhor José Maria Escrivá de Balagüer, a qual eu testemunhei por muitos anos, não era admirável e muito menos digna de imitação. Seu processo de beatificação prejudicaria seriamente a Igreja e as almas, uma vez que isso deixaria implícito que o modo como ele viveu e ensinou no Opus Dei, fundado por ele, foi exemplar.

Eu conheço Opus Dei muito bem, porque eu fui um membro numerário por quase vinte anos (1948—1966), durante seis dos quais eu vivi em Roma (1952—1956 e 1965—1966). Eu fui secretária pessoal de Monsenhor Escrivá e Superiora do Governo Central do Ramo feminino do Opus Dei. Monsenhor Escrivá foi quem recebeu os meus votos finais no Opus Dei pessoalmente. Além do mais, eu fui a primeira Diretora de Imprensa que o Opus Dei teve em sua casa central em Roma e também fui especialmente encarregada por Monsenhor Escrivá de tomar notas e fazer registros para a posteridade de qualquer coisa que eu ouvisse ele dizer sempre que visitava a casa feminina. Em 1956 fui enviada à Venezuela como Diretora do ramo feminino do Opus Dei naquele País, onde obtive a cidadania venezuelana, a qual ainda mantenho. Deixei a Venezuela em 1965, quando Monsenhor Escrivá me convocou para servi-lo em Roma e ali permaneci até a minha saída definitiva do Opus Dei em 1966.

Agora eu vejo os superiores do Opus Dei apressarem os passos dessa beatificação, esgotando todos os recursos humanos, sociais, políticos e financeiros, porque julgam que se não forem bem sucedidos durante o seu Pontificado, Santíssimo Padre, talvez, séculos passarão antes que eles possam conseguir esta beatificação. Depois de terem conseguido a mudança jurídica de status, de Instituto Secular para Prelatura Pessoal, a única meta e objetivo do Opus Dei é fazer do seu fundador um santo.



Eu desejei testemunhar no processo de Monsenhor Escrivá no tempo apropriado, mas não me foi permitido fazê-lo. Além disso, me foi expressamente indicado pelo Padre Dom Joaquim Aznar Cleofas, o qual eu visitei em Madri em outubro de 1981 e que era um “Advocatus diabolis”, que não me permitiriam testemunhar.

Dada a extrema importância e repercussão do que possivelmente está para acontecer e compreendendo que o meu testemunho possa ser crucial, eu estou pronta Santo Padre, para ser diretamente interrogada por Vossa Santidade, no modo que o Senhor escolher, indo a Roma no dia e horário que Vossa Santidade escolher.

O modo de atuação do Opus Dei, sua grande influência e suas manobras dentro da Cúria Romana, já são bem conhecidas por muitos e há muito tempo. Mas infelizmente, durante todo o processo de beatificação do Monsenhor Escrivá, isso pode ser especialmente verificado dentro da Congregação para a Causa dos Santos, onde Sua Eminência, Pietro Palazzini está encarregado. Portanto, eu suplico-lhe Santo Padre, que se Vossa Santidade não puder ouvir-me pessoalmente, em um assunto tão importante para o bem estar da Igreja e das almas, que pelo menos, aceite designar um juiz para a audiência, que seja da sua total e pessoal confiança e que não tenha a menor relação com o Opus Dei.

Se o Opus Dei perceber o meu desejo de testemunhar diante de Vossa Santidade, eu não descarto a possibilidade de que eles tentem interferir no meu testemunho, seja de alguma forma impedindo a minha presença física no Vaticano, ou seja, através de um sutil ou não tão sutil ataque pessoal que espalharia dúvidas sobre a minha integridade moral; e não seria a primeira vez que eles recorreriam a tal procedimento, como demonstram vários documentos que eu tenho em meu poder. Por esse motivo, eu me vi obrigada a guardar os originais dos documentos que eu possuo em diferentes e seguros lugares sob proteção legal. Todo esse material, em última análise, cairia em domínio público caso algo venha a acontecer-me.

Por muito tempo eu desejei ardentemente falar diretamente a Vossa Santidade como uma filha a seu pai, abrir o meu coração que sofre por causa das conseqüências deste evento, e também ser capaz de responder a qualquer questão que Vossa Santidade possa levantar, mas infelizmente, não me foi permitido aproximar-me da Vossa Santidade, apesar das minhas várias viagens a Roma.

É meu fervente desejo Santo Padre, que desta vez, para o bem da Igreja universal e de todas as almas, esse processo de beatificação, o qual o Opus Dei deseja tão precipitadamente acelerar e abreviar, seja prolongado o mais longamente possível. Deste modo, um escândalo seria evitado e um amplo espaço de tempo seria dado para que se investigasse o caso profundamente. Juntamente com o já familiar testemunho daquelas pessoas que foram unilateralmente apresentadas por membros ou superiores do Opus Dei, poderiam ser tomados também os testemunhos daqueles outros que conheceram o Monsenhor Escrivá intimamente, que passaram mais de 15, 20 ou 30 anos dentro do Opus Dei, e que tinham algo a declarar mas não foram chamados ou não lhes foi permitido testemunhar só porque não fazem mais parte do Opus Dei.

Os superiores do Opus Dei temem estes testemunhos porque fatos verdadeiros viriam à luz e eles não gostariam que tais fatos jogassem uma luz diferente sobre a imagem que eles tentam projetar da vida de Monsenhor Escrivá. Portanto, eles fazem qualquer coisa que estiver em suas mãos, para que aquelas pessoas, cujos pontos de vista não coincidem com o que eles querem fazer prevalecer, sejam consideradas inadequadas ou testemunhas não-dignas de confiança.

Santo Padre, eu anexo a essa carta uma série de rascunhos de eventos aos quais eu estava presente, participei e ouvi durante os meus anos dentro do Opus Dei. Embora esses eventos não sejam tudo que eu sei, eles podem oferecer a Vossa Santidade uma diferente perspectiva da vida real de Monsenhor Escrivá. Eu poderia acrescentar outros eventos ainda mais sérios e individualmente documentados sobre a minha experiência pessoal com Monsenhor Escrivá, os quais eu estou preparada para declarar na presença de Vossa Santidade.

Também, anexo um rascunho em seu atual estado, de um trabalho que eu preparei comentando o documento apresentado pelo Opus Dei à Santa Sé com a petição para a mudança de Instituto para Prelatura Pessoal. Eu posso assegurar a Vossa Santidade que os meus comentários em cada ponto refletem toda a verdade.

Eu conheço um grande número de pessoas que ainda temem represálias do Opus Dei e que com a consciência atribulada permanecem em silêncio. Essas pessoas falariam apenas a pedido de Vossa Santidade e seus testemunhos, os quais seriam de grande importância e que poderiam ser especialmente de peso na decisão final de Vossa Santidade, não poderiam ser obtidos de nenhuma outra forma. Por exemplo, eu posso colocar à disposição de Vossa Santidade o nome de um membro feminino do Opus Dei, que foi numerária por trinta anos e que saiu da organização há apenas dois anos atrás. Ela me assegurou que a menos que fosse convocada por Vossa Santidade, jamais falaria com ninguém, por temer possíveis represálias do Opus Dei.

Eu creio no Espírito Santo e confiando em sua intercessão, espero que Vossa Santidade ouça o meu apelo.

Com toda a humildade, sua filha em Nosso Senhor requer a sua bênção.

Maria Del Carmem Tapia

Traduzido do Livro “Beyond the Threshold” Páginas 354—356, Appêndice-C,


Autora: Maria Del Carmem Tapia

Opus dei, à Obra da Morte

Opus Dei ou Opus JUDEI? O artigo do Reverendo Padre Curzio Nitoglia.


Neste artigo: se a Opus Dei tem ligação com a Maçonaria e com a Liga Anti difamatória da B’nai B’rith; a história de Mons. Escrivá de Balaguer, sobre o ecumenismo da Opus Dei e sobre o poder político da "Obra".

Por R.P. Curzio Nitoglia

Introdução

Já havia escrito sobre o tema da Opus Dei, quando por causalidade dei com um folheto de um porta-voz da “Obra” que me fez refletir. Em efeito, nele se lê: “Um dia ‘Caminho’ foi queimado publicamente em um colégio de religiosas em Barcelona, cidade na qual o governador havia dado ordem de prisão a Mons. Escrivá. O fundador havia sido igualmente denunciado ao Tribunal militar especial para a repressão da fanco-maçonaria ; suas detrações qualificavam a Opus Dei como ‘esse ramo judio da maçonaria’, ou ‘essa seita judia em relação com a maçonaria’”[1]. O tema me impactou e tratei de aprofundar o assunto. Recordo que a revista “30 Giorni” abordou o problema. No nº 5 de maio de 1990, encontrei um interessante artigo de Marina Ricci, no qual se lia: “Ao fim de agosto de 1939 a Opus Dei abriu um oratório... em Madri. Se dizia que estava decorando com símbolos cabalísticos e maçônicos”[2]. E também: “Em 1941 (...) Escrivá (foi) denunciado ao Tribunal especial para a repressão dos crimes da maçonaria e do comunismo (...) Escrivá (...) foi igualmente denunciado em 1941 às autoridades civis de Barcelona. A acusação sempre era a mesma: se afirmava que debaixo do nome Opus Dei se ocultava um ramo judeu da maçonaria (...) Em um convento de religiosas carmelitas foi queimada publicamente uma cópia do ‘Caminho’, o primeiro livro escrito por Escrivá”[3]. Esta coincidência me surpreendeu, nunca imaginei uma coisa parecida. Salvo que achei por causalidade uma série de outros artigos muito interessantes que acrescentavam outras informações a estes textos; Fabio Andriola entrevistou ao grande mestre do Grande Oriente da Itália, o advogado Virgílio Gaito, e lhe perguntou: “Quais são as relações entre vocês e a assim chamada ‘maçonaria católica’? Penso, respondeu Gaito, que a Opus Dei tem uma visão universal muito ampla... Este Mario Conde... que hoje tem a honra das crônicas é um célebre representante da Opus Dei, e está também no conselho de administração de uma certa sociedade que tem como chefe o grande mestre Di Bernardo”[4]. Ademais, o ministro Gaito revelou a “30 Giorni”: “Em Lucerna, Suíça, Di Bernardo criou a Fundação Dignity. A preside o professor Vittorio Mathieu que, me parece, pertence ao Opus Dei, e participa Giorgio Cavallo, ex reitor da Universidade de Turin, ex inscrito na Loja P-2 (...) Está (...) o financista ‘opusdeísta’ Mario Conde...”[5]. Porém isso não termina aqui. Em um livro muito documentado se lê: “Foi Giuliano Di Bernardo quem, em 1970, pediu a inscrição na loja P-2... Os meios financeiros e os fins da Fundação Dignity parecem pouco claros... Este organismo do qual é presidente DI Bernardo... e o banqueiro espanhol Mario Conde, um dos principais inspiradores.... Da Fundação dependem uma academia de filosofia e um instituto de tradições místicas. Este último prepara um congresso sobre ‘misticismo judio e cristão’... o financistas não seria outro que Mario Conde... próximo ao Opus Dei. Entre os possíveis mecenas da Fundação Dignity se encontra também Marc Rich... citado por Di Bernardo como dispensador de cursos de esoterismo judio...”[6]

Opus Dei ou Opus Judei

Porém o fato que mais me surpreendeu foi um livro que me enviaram da Colômbia, intitulado “Opus JUDEI”, escrito por José Maria Escriba (seguramente se trata de um pseudônimo), publicado em 1994 por Orion Editores em Bogotá (Colômbia). Este livro proporciona muitas informações que me resultavam completamente desconhecidas sobre a vida, a doutrina e a obra de Mons. Escrivá. Não tudo é para se tomar ao pé da letra, mas me parece que algumas afirmações estão documentadas e são sérias. As submeto ao leitor tal como o autor apresenta. Antes de tudo, o autor sustenta que muitas bibliografias elogiosas de Mons. Escrivá estão cheias de inexatitudes : se lhe atribuem uma série de estudos e títulos sem nenhuma justificação. “Por exemplo que era Superior do Seminário São Francisco de Paula de Zaragoza... que foi professo de Direito Econômico e de Direito Romano em Zaragoza e em Madri... que obteve a licenciatura em Teologia na Pontifícia Universidade de Zaragoza....”[7].

A Família de Mons. Escrivá

José Maria Escriba Albás foi o segundo de seis filhos. Nasceu em 9 de janeiro de 1902, em Barbasto, Huesca. Seu pai, José Maria Escriba Corzan se dedicou ao comércio de tecidos[8]. Francisco Umbral escreveu no diário “El País”: “Espanha não é um tabuleiro de oportunistas. O último foi Escrivá. Os Escrivá, uma família de comerciantes que fugiu de noite de Barbastro para evitar aos credores” [9]. Segundo Carndell, o ingresso de Mons. Escrivá no seminário havia sido ditado pelas dificuldades econômicas de sua família [10].

Seminário e Adolescência

O mesmo Escrivá afirmou: “Nunca pensei em fazer-me sacerdote, nem em entregar-me a Deus... Inclusive... me sentia anticlerical”[11]. Porém, qual era a predisposição de Escrivá quando tomou a decisão de começar os estudos eclesiásticos no seminário? O mesmo responde: “Não tinha nem uma só virtude nem um só centavo”[12]. O insuficiente conhecimento do latim pesou muito sobre a vida de Escrivá [13]. Permaneceu no seminário de Logroño desde outubro de 1918 até setembro de 1920, ano em que partiu para Zaragoza; segundo Carandell, Escrivá havia sido expulso do seminário [14].

Delírio de Grandeza?

O certificado de batismo, como disse o autor de “Opus Judei”, que se conserva no registro da catedral de Barbastro, reza: “Em Barbastro, em 13 de janeiro de 1902, o Padre Ángel Malo..., batizou solenemente a uma criança nascida às 22 horas de 9 de janeiro, filho legítimo de José ESCRIBA...” [15]. Para estar todavia mais seguro, me informei e pedi a ata de batismo da qual obtive uma fotocópia, esta mensiona exatamente o mesmo. Uma nota na margem, acrescentada em 1943, indica uma mudança de sobrenome por Escrivá [16]. Por que Mons. Escrivá, que nasceu “ESCRIBA”, evidentemente experimenta a necessidade de mudar de sobrenome, senão para ocultar suas origens? Quando o grande rabino de Roma, Israel Zolli se converteu sincera e realmente ao Cristianismo não mudou de sobrenome, nem tampouco o rabino Drach ou os irmãos Lémann; ao contrário, o que mudava de apelido era o marrano, que exteriormente se apresentava como cristão e interiormente e de maneira oculta judaizava [17]. Seu sobrenome, pois, todavia era Escriba entre 1915 e 1918, quando era estudante no Instituto secundário de Logroño, porém já nessa época ele assinava Escrivá. Em 16 de junho de 1940, nos informa o autor, apareceu um edito publicado na Gazeta Oficial do Estado, em virtude do qual os irmãos Carmem, José Maria e Santiago Escrivá e Albás “eram autorizados a mudar seu sobrenome por Escrivá de Balaguer”. Então, depois de 1918 e antes de 1940, Mons. Escrivá já havia mudado seu nome de Escribá por Escrivá, e em 1940 agregou o título de Balaguer. Em resumo, as mudanças foram:

1902 José María Escriba (com o B de Bologna; como se puede ler no certificado de batismo).

1915-1918 assina José María Escrivá (com V de Veneza, e acento no A ).

1940) José María Escrivá de Balaguer.

 1960 Josemaría (em uma só palavra) Escrivá de Balaguer.

1968 Josemaría Escrivá de Balaguer y Albás, marqués de Peralta.

“A conceção do título que exibiu a partir de 1968, se encontrava manchada por numerosas anomalias e irregularidades: por exemplo, na Assembléia da Nobreza se oculta fraudulentamente, em 1968, a manipulação do apelido Escriba, circunstância que não aparece no sobrenome de reabilitação do título de marque de Peralta, pedida por Josemaría Escrivá de Balaguer e Albás”[18].

O título de marquês, como dignidade pessoal e intransferível, foi concedido pelo arquiduque Carlos de Áustria a dom Tomás de Peralta em 12 de fevereiro de 1718, e nunca nenhum filho nem herdeiro legítimo de dom Tomás reivindicou um título intransferível. “Se calcula que a compra do título... custou, na época, a soma de 250.000 pesetas”[19]. O periodista Carandell de pergunta com razão: Que razão podia justificar o fato de Mons. Escrivá, fundador de um Instituto que persegue a santificação de seus membros, haja pedido um título nobiliário?”[20] Outro periodista, Juan Gomis, escreveu na revista “El Ciervo” um artigo intitulado “Que é isso, Monsenhor?”, no qual se perguntava: “Como é possível que um sacerdote aspire a estas honras?” Por sua parte, o prêmio Nobel de Literatura Camilo José Cela escreveu: “Os religiosos não são nem marqueses nem condes (...) nada disso é cério, a gente se rirá muito desse marquesado”[21].

Coincidências Inquietantes

Quando morreu o primeiro ministro Israeli Rabin, Mons. Javier Echavarria, atual prelado da Opus Dei, enviou suas condolências ... à Liga Anti difamatória da B’nai B’rith, por meio da Sra. Lisa Palmieri Billig (que, oh! causalidade! Escreve em Studi Cattolici, a revista da Opus Dei). Agora bem, sabemos que a Sra. Billig é a representante da B’nani B’rith. Também sabemos que Rabi era franco maçom, como declarou Virgilio Gaito [22]. Como pode ser que o atual prelado da Opus Dei e sucessor de Mons. Escrivá de Balaguer e de Álvaro de Portillo envie condolências a Sra. Billig “como representante na Itália da A.D.L. da B’nai B’rith?”[23].

Ademais, quando morreu Álvaro de Portillo foi posto sobre um lenço branco sobre o piso, não sobre uma cama ou sobre uma mesa, como fazem os cristãos. Ritual estranho? Não, os judeus tem o costume de colocar seus mortos dessa forma, na terra, como podemos ler em Regole Ebraiche di Lutto [24]: “LOS DESPOJOS SE EXTIENDEN SOBRE EL SUELO”. Simples coincidência ou cripto judaísmo?

Anomalias Ascéticas e Pastorais da Opus

Para concluir, quisera retomar o discurso que havia começado em “Sodalitum”[25], a propósito da concepção do trabalho nos escritos de certos autores da Opus Dei. Le Tourneau, porta-voz da Opus, escreve: “Muito a pouco na vida do povo cristão o trabalho não é tomado como algo bom em si, senão como um meio ascético... Depois de São João Crisóstomo se tem a impressão que o cristão médio não está chamado a viver o Evangelho”[26]. E continua: “A aparição das ordens mendicantes (...) não comporta a afirmação do valor do trabalho profissional (...) Santo Tomás apresenta as ocupações seculares como um obstáculo para a contemplação (...) No curso dos século a atenção se desvia do trabalho”[27]. E finalmente, depois de quinze séculos de catalepsia veio Escrivá... “ET labor caro factum est”. Um pouco mais longe, o teólogo da Opus precisa: “Uma certa evolução positiva é esboçada pelo Renascimento com homens como... Erasmo”[28]. E sobre este ponto, o autor cita o mesmo Escrivá: “O caminho da vocação religiosa me parece.... necessário na Igreja, porém não é o meu, nem é o dos membros da Opus (...) Vindo a Opus... o fiz com a condição explícita de não mudar de estado”[29]. João Paulo I disse justamente que SE SÃO FRANCISCO DE SALES PROPÔS UMA ESPIRITUALIDADE PARA OS LEIGOS, ESCRIVÁ PROPÕE UMA ESPIRITUALIDADE LAICA[!] [30].

João Morales afirma, depois de haver estudado sete obras das edições Rialp (da Opus), que a Obra “é um verdadeiro cavalo de Tróia no seio da Igreja”[31]. O autor mostra com muitas citações que o espírito de Mons. Escrivá era não somente laico senão claramente anti clerical. Peter Berglar diz: “Escrivá estava contente de fazer ordenar seus três primeiros sacerdotes, porém também triste de que não permanecessem laicos”[32]. Salvador Bernal escreve a este respeito: “Para nós (Mons. Escrivá), o Sacerdócio é uma circunstância, um acidente, já que na Opus a vocação dos sacerdotes e dos seculares é a mesma”[33]. E um pouco mais longe: “As obras apostólicas organizadas pela Opus Dei (...) se governam com uma mentalidade laica (...) é por esse motivo que não são confessionais”[34]. Estas doutrinas que eram vistas com desconfiança na Espanha nos anos 40 (que expressam o culto do trabalho, do dinheiro, o laicismo, o anti clericalismo, que são a marca característica da judaico-maçonaria) foram logo ratificadas pelo Vaticano II, como disse Vázquez del Prada [35]: os membros da Opus Dei não possuem nenhuma dificuldade em admitir o espírito essencialmente inovador ainda que aparentemente conservador da Obra (uma das características mais enganosas da Opus). A este respeito, José Miguel Ceja afirma: “A novidade dos ensinos de Mons. Escrivá (...) as páginas de ‘Caminho’ representavam uma novidade quase, e inclusive sem ele quase, escandalosa”[36]. É significativo o fato que segundo Escrivá o homem foi criado por Deus não para conhecê-lo, amá-lo e servi-lo, senão PARA TRABALHAR, e para provar essa afirmação Mons. Escrivá não hesita em desnaturalizar a significação da Escritura onde se diz que Deus “pôs o homem no jardim de delícias para cultivá-lo”[37]. O trabalho para o cristão não é um fim, senão somente um meio (inclusive de santificação). Para o calvinista e o talmudista, o trabalho pode ser um fim, porém não o católico![38]

O Pluralismo

Mons. Escrivá dizia que “O pluralismo não é mais temido senão amado como uma conseqüência legítima da liberdade pessoal”[39]. “Sua paixão pela liberdade levou a transformar as casas da Opus Dei em residências interconfessionais “[40]. Sobre isso, Berglar diz: “Quando... o fundador obteve finalmente... a permissão para admitir na Obra (...) a não católicos e não cristãos entre os ‘cooperadores’, a família espiritual da Opus Dei se completou”[41]. Que lástima que este espírito ECUMENISTA e PANCRISTÃO haja sido condenado por “Mortalium Animos” de São Pio X em 1928, como “separando-se completamente da Religião revelada”!

O Poder Político da Opus

Em 1957, o Generalíssimo Francisco Franco formou seu 6º governo. Entraram novos ministros, e muitos deles eram tecnocratas, alguns pertenciam a Opus. “A economia espanhola se encontrava em dificulades (...) o Caudilho buscava homens eficazes (...) sobre quatro tecnocratas, três são da Opus Dei (...) eles empreenderam as reformas e começaram o aggiornamento (...) Quanto mais aumenta a influência de ministros da Opus, mais diminui a da Falange (...) Grupos de altos financistas chagaram a Espenha (...) eles elaboraram um plano de estabilização e prometeram que sua aceitação aportaria todas as classes de vantagens: a peseta se estabilizaria, o governo americano e os bancos estadounidences (...) ajudariam. Sustentado pelos economistas da Opus, o plano foi aceitado oficialmente pelo governo em julho de 1959 (...) Estes tecnocratas obcecados pela produtividade, o êxito material a todo custo (...) sacrificando a parte alta, nobre ou espiritual do indivíduo para obter o êxito, logo chamaram aos financistas internacionais, os políticos mundialistas. A Espanha, preservada, ao menos oficialmente e por leis, da corrupção moral (...) abriu (graças a Opus Dei) suas fronteiras (...) para fazer entrar dinheiro (...) Em 1961... as hordas ocidentais trouxeram às praias espanholas mil milhões de dólares e os espetáculos imorais e o fermento da corrupção do liberalismo. Espanha sacou um verdadeiro proveito?”[42]. Distingo: enquanto ao trabalho (“opusdeísticamente” falando, como fim do homem), sim. Porém em relação ao Reino dos Céus (critãmente falando). Penso verdadeiramente que não.

Conclusão

Parece-me que o dilema ante o qual nos encontramos ao começo do artigo: OPUS DEI OU OPUS JUDEI, pode ser facilmente resolvido pelo leitor.

NOTAS (em epanhol)

* Tomado de “Sodalitium”, n°42, oct./nov. de 1996) (Traducido por el R. P. Romero)
* [1] D. Le Tourneau,"El Opus Dei”, P.U.D.F., París, 1984.
* [2] M. Ricci: Presto un’aureola per Escrivá, “30 Giorni”, 5/5/90, pág. 14.
* [3] ibidem, pág.15.
* [4] F. Andriola: La Loggia é una cara di vetro, en “L’Italia Settimanale”, 26/1/94, pág. 72.
* [5] G. Cubbeddu: Giuliano il teista, en “30 Giorni”, febrero de 1994, pág. 29
* [6] F. Andriola - M. Arcidiacono: “L’anno dei complotti”, Baldini y Castoldi, Milán, 1995, págs. 322-323.
* [7] J. M. Escriba: “Opus Judei”, ed. Orion, Bogotá, 1994, pág. 74.
* [8] S. Bernal: “Monseñor Josemaría Escrivá de Balaguer”, Rialp, Madrid, 1976, pág. 9
* [9] “El País”, 20/1/86
* [10] L. Carandell: “Vida y milagros de Monseñor Escrivá de Balaguer”, Editorial Laia, Barcelona, 1975, pág. 118
* [11] S. Bernal, op. cit., pág. 55
* [12] id., pág. 31)
* [13] L. Carandell, op. cit., págs. 142-143
* [14] id., pág. 147.
* [15] cfr. J. M. Escriba, “Opus Judei”, pág. 123.
* [16] L. Carandell, op. cit págs. 79-80.
* [17] cfr. “Sodalitium”, nº 39, págs. 18 J. M. Escriba, op. cit., pág. 126.
* [18] J. M. ESCRIBA, OP. CIT., P 129.
* [19] id., pág. 127; cfr. Jesús infante: “La prodigiosa aventura del Opus Dei”, op. cit., pág. 32
* [20] L. Carandell, op. cit. pág. 64
* [21] cit. en J. M. Escriba, op. cit., pág. 129
* [22] F. TORRIERO Ferma è la Massoneria L'Italia Settimanale 22/02/1996 p. 29.
* [23] Cf. Lettre del 6/11/1996.
* [24] Cf. Regole hebraiche di lutto, Carucci ed. Roma 1980, p. 17.
* [25] cfr. nº 40, págs. 69-71
* [26] D. Le Tourneau: “El Opus Dei”, pág. 2)
* [27] id., págs. 22-23
* [28] id. pág. 23
* [29] id., pág. 25
* [30] id., pág. 26
* [31] J. Morales: “El Opus Dei: su verdadera faz”, Madrid, 1991.
* [32] P. Berglar: “Opus Dei”, Rialp, Madrid, pág. 218.
* [33] S. Bernal: “Monseñor Escrivá de Balaguer”, Rialp, Madrid, pág. 153
* [34] id., pág. 30
* [35] Vázquez del Prada: “El fundador del Opus Dei”, Rialp, Madrid, pág 336
* [36] J. M. Ceja: “Estudios sobre «Camino»”, Rialp, Madrid, 1988, pág. 100
* [37] Génesis, II, 15
* [38] (cfr. “Sodalitium”, nº 40, pág. 70)
* [39] “Reportaje a Mons. Escrivá de Balaguer”, ed. Fayard, París, pág. 126
* [40] N. Dehan: Un extraño fenómeno pastoral, el Opus Dei, “Le sel de la terre”, nº 11, invierno 1994-1995, pág. 135.
* [41] P. Berglar “Opus Dei”, Rialp, pág. 244. Cfr. también Vázquez del Prada: “El Fundador del Opus Dei”, pág. 258
* [42] P. Berglar “Opus Dei”, Rialp, pág. 244. Cfr. también Vázquez del Prada: “El Fundador del Opus Dei”, pág. 258

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

'Sex Shop Gospel' regado a oração, bíblia e Jesus

Será que os 'carismaticos', irão copiar o sex shop gospel, como já copiaram o falso dom de língua, falsas curas, repouso no 'espirito', falsas profecias, falsas revelações, 'oração' no monte, baile de 'cristo', carnaval de 'cristo', cristotecas, rave 'católica', encontros de cura e libertação, híbrido de missa 'católica' com culto protestante pentecostal e muitas outras copias e imitações dos hereges protestantes pentecostais.

ACESSE

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Presidente da organização maçonica B'nai B'rith presenteando Bento XVI

B’nai B’rith International President Moishe Smith presenting a custom piece by Mordechai to Pope Benedict.

Essa é mais uma prova, de que os Papas não são infalíveis em algumas situações.

Viu só, carismáticos, neo-conservadores e sede-vacantistas?

"1839. Por isso Nós, apegando-nos à Tradição recebida desde o início da fé cristã, para a glória de Deus, nosso Salvador, para exaltação da religião católica, e para a salvação dos povos cristãos, com a aprovação do Sagrado Concílio, ensinamos e definimos como dogma divinamente revelado que o Romano Pontífice, quando fala ex cathedra, isto é, quando, no desempenho do ministério de pastor e doutor de todos os cristãos, define com sua suprema autoridade apostólica alguma doutrina referente à fé e à moral para toda a Igreja, em virtude da assistência divina prometida a ele na pessoa de São Pedro, goza daquela infalibilidade com a qual Cristo quis munir a sua Igreja quando define alguma doutrina sobre a fé e a moral; e que, portanto, tais declarações do Romano Pontífice são por si mesmas, e não apenas em virtude do consenso da Igreja, irreformáveis."

Fonte: Concílio Vaticano I - Cap. IV – O Magistério infalível do Romano Pontífice

Papa João XXI e Paulo VI erraram com a "reforma" da Igreja com o Concílio Vaticano II - eles não falaram ex-cathedra.

"Reformaram" a doutrina da Igreja, que era irreformável.

Papa João Paulo II errou com o falso ecumenismo criado pelo CVII e promovido por ele.

Rezemos por Bento XVI.

domingo, 1 de agosto de 2010

CATÓLICO NÃO VOTA EM SOCIALISTA

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