terça-feira, 15 de junho de 2010

Surge mais um covarde para debochar do prof. Orlando

Como se já não bastasse o tal do Joãozinho, que ama títulos, cometer um ato de extrema covardia e falta de respeito com o prof. Orlando e seus alunos que estão de luto, agora o mesmo convida um outro doutô, Dr. Edson Luiz Sampel, para unir forças e atacar ainda mais aos alunos e o trabalho do professor Orlando em defesa da Igreja.

O padre Little John disse que recebeu um "comentário muito bem redigido a respeito da Associação Montfort", do doutor formado em Código do Direito Canônico.
Neste comentário, o referido doutor diz que há "uma aporia incontornável no referido projeto[Montfort]", pois os papas estão no rumo do Concílio Vaticano II.
Diz também que "o sítio Montfort deveria ser tirado do ar" e dá a entender que todos devem aceitar o concílio para estarem em plena comunhão:

"Admoesto os queridos internautas integrantes da Associação Montfort a retornarem ao grêmio da Igreja católica, submetendo-se totalmente a Bento XVI, que aceita e ajudou a forjar as linhas mestras do Concílio, e ao seu respectivo bispo diocesano".

Ora, o Dr. Edson Luiz Sampel baixou ao mesmo nível do padre Joãozinho.

E praticamente nas mesmas circunstâncias.

Em 2006, numa carta muito bem lembrada por Joel Xavier, num dos comentários do blog do Little John, o professor Orlando Fedeli refutou o tal doutor.

Na ocasião, a carta que o doutor Sampel escreveu à Montfort tinha o mesmo foco do comentário no blog do padre Joãozinho: a "necessidade" de se aceitar o Concílio Vaticano II.

Segundo ele, todos os bispos pós conciliares, incluindo Bento XVI, escreveram documentos utilizando o concílio como uma espinha dorsal. Não aceitar o Concílio Vaticano II, é estar fora da Igreja e não submisso ao papa.

Pura ilusão.

O professor Orlando Fedeli refuta o Dr. Edson Luiz Sampel, doutor em Código de Direito Canônico, com citações de papas e documentos, incluindo o próprio Ratzinger.

E olha que o professor nem canonista era.

Bastou-lhe bom senso e a vasta literatura a qual ele leu, para refutar o tal doutor.

Por fim, deixo aqui apenas um trecho da resposta dada ao Dr. Edson pelo professor Orlando:

"(...) Você provavelmente deve ter estudado em alguma PUC, ou num seminário"

Não creio que o professor tenha tido o trabalho de pesquisar a formação do tal doutor, mas ele acertou em cheio:

Edson Luiz Sampel - "Doutorando em Direito Canônico pela PUC de Buenos Aires, Argentina" (http://www.cnbbleste2.org.br/artigos.php?cd_autor=10)

Modernistas, como o Dr. Edson ou vêm de seminários(no Brasil, praticamente todos são modernistas), ou da PUC.

Caro Dr. Edson Luiz Sampel, foi muita covardia de sua parte lançar esse comentário, nesse momento tão delicado para familiares e alunos do professor Orlando.
E foi com a mesma covardia de seu amiguinho (já que ele gosta de diminutivos).
Esperou o professor falecer, para atacá-lo.

Porquê não fez isso enquanto o mesmo estava vivo?

Medo de ser novamente refutado?

Não há outra explicação, pois o senhor esperou quatro anos e meio, uma semana após o falecimento do professor para escrever contra a Montfort e com os mesmos argumentos supérfluos daquela época.

Caro doutor, canonista, pude notar que o senhor enviou várias cartas ao professor, as quais ele publicou. O senhor o tratava com respeito e serenidade, onde destaco essa afirmação sua:

"Confesso que estou impressionado com sua erudição[do prof. Orlando] e conhecimento da sã doutrina"

É a sã doutrina que o senhor está atacando, Dr. Edson Luiz Sampel.

É a um velho professor, que apesar de muitas tarefas, dedicou tempo para responder cartas e tirar dúvidas de um doutor em Código do Direito Canônico.

Paulo Johnny Alves
(Johnny de Joãozinho, mas não o padre)


Referências
Orlando Fedeli- "Obrigatoriedade de aceitar o Concílio Vaticano II"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20060120183041&lang=bra
Online, 15/06/2010 às 07:50h

Padre Little John - "A visão de um canonista sobre a Associação Montfort"
http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2010/06/14/a-visao-de-um-canonista-sobre-a-associacao-montfort/
Online, 15/06/2010

PS: Há de se conferir também, cartas enviadas pelo Dr. antes de 2006, onde ele trata o professor Orlando com a simpatia que todos os alunos o tratavam:

Conferir:
"O tom cortante e pontiagudo da verdade"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20050802121754&lang=bra
Online, 15/06/2010

"Opção preferencial pelos pobres"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20050719170521&lang=bra
Online, 15/06/2010

"Contra a televisão"
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=politica&artigo=20051001212148&lang=bra
Online, 15/06/2010

16 comentários:

olegario disse...

Lázaro,

O desespero desse padreco é evidente.
Sua agonia é notória.
O que o move é tão somente o desejo pobre da vingança.
Coitado...
Na ânsia louca de querer aniquilar a memória do OF ele se vale de gente abortista, excomungada e modernista de diversos naipes.
Seu desespero é patente...
Além do que incentivar o debate com o professor Orlando na condição de "além-túmulo" é algo no mínimo covarde...
Vindo de um sacerdote o pecado é dobrado.
Não me admira se ele disser que o Chico Xavier lhe psicografou informando que o professor OF admitiu e lhe confere legítima ortodoxia.
Era o que nos faltava... A cereja do bolo.

Sandro de Pontes disse...

Prezado Lázaro, salve Maria.

Não é verdade que o Vaticano II não é obrigatório para aqueles que crêem nos pontificados dos papas conciliares. Por exemplo, Paulo VI afirmou taxativamente que os tradicionalistas estavam fora da Igreja por rejeitar o Vaticano II. Veja:

"He aquí aquellos que, bajo pretexto de una mayor fidelidad a la Iglesia y al Magisterio, rechazan sistemáticamente las enseñanzas del Concilio, su aplicación y las reformas que se derivan de ella, su aplicación gradual puesta en obra por la Sede Apostólica y las Conferencias Episcopales, BAJO NUESTRA AUTORIDAD, QUERIDA POR CRISTO. Se siembra el descrédito sobre la autoridad de la Iglesia so capa de una tradición POR LA CUAL SE MANIFIESTA SOLAMENTE UN RESPETO MATERIAL Y VERBAL; se aleja a los fieles de los lazos de la obediencia a la Sede de Pedro y de sus obispos legítimos; SE RECHAZA LA AUTORIDAD DE HOY en nombre de la de ayer. ¡Es tan duro comprobarlo! Pero, ¿cómo no ver en tal actitud el hecho de ubicarse fuera de la obediencia al sucesor de Pedro y de la comunión con él, y, por lo tanto, FUERA DE LA IGLESIA?” (Discurso de Pablo VI al Consistorio, 24 de mayo de 1976).

http://radiocristiandad.wordpress.com/2010/06/24/acerca-del-motu-propio/

E João Paulo II também disse:

“Nutrimos a profunda convicção de que O ESPÍRITO DA VERDADE que fala à Igreja, FALOU DE MODO PARTICULARMENTE SOLENE e com uma particular autoridade por meio do Concílio Vaticano II, preparando a Igreja para entrar no terceiro milênio depois de Cristo” (João Paulo II, Carta ao Cardeal Ratzinger de 8 de abril de 1988).

Daí se vê que não é verdade que os papas conciliares não tenham obrigado os fiéis a aceitarem o Vaticano II. Aliás, o próprio Bento XVI, antes de sua “eleição”, disse a mesma coisa. Veja:

“(...) [Deve ser afirmado que] o Vaticano II é sustentado pela MESMA AUTORIDADE que sustenta o Vaticano I e o Concílio de Trento, a saber, o Papa e o Colégio dos Bispos em comunhão com ele...Também com respeito ao seu conteúdo, o Vaticano II está na mais estreita continuidade com ambos os concílios anteriores e incorpora os seus textos [de Trento e do Vaticano I] palavra por palavra nos pontos decisivos. É impossível para um Católico tomar posição pró ou contra Trento ou o Vaticano I. Quem aceita o Vaticano II, como ele claramente se expressou e se entendeu a si mesmo, ao mesmo tempo aceita a inteira tradição da Igreja Católica, particularmente, os dois concílios anteriores [...] Da mesma forma é impossível decidir a favor de Trento e do Vaticano I mas contra o Vaticano II. QUEM QUER QUE NEGUE O VATICANO II NEGA A AUTORIDADE QUE SUSTENTA OS OUTROS CONCÍLIOS e os separa dos seus fundamentos. Isto se aplica ao assim chamado 'tradicionalismo' [...] Uma escolha partidária destrói o todo, a própria história da Igreja, que só pode existir como uma unidade indivisível" (The Ratzinger Report: An Exclusive Interview on the State of the Church by Joseph Cardinal Ratzinger, San Francisco: Ignatius Press, 1985, p.28-29; Apud ZUCCHI, Wagner, 2006).

É isso, Lázaro. Infelizmente, de acordo com estes escritos, o fiel que crê no pontificado dos papas conciliares não é livre para rejeitar o Vaticano II.

Abraços de seu sempre amigo,

Sandro Pelegrineti de Pontes

Paulo disse...

“Há quem se pergunte que autoridade, que qualificação teológica o Concílio quis atribuir aos seus ensinamentos, pois bem, sabe-se que ele evitou dar solenes definições dogmáticas envolventes da infalibilidade do Magistério Eclesiástico. A resposta é conhecida, se nos lembrarmos da Declaração Conciliar de 6 de Março de 1964, confirmada a 16 de Novembro dese mesmo ano: dado o caráter pastoral do Concílio, evitou este proclamar em forma extraordinária dogmas dotados da nota de infalibilidade. Todavia conferiu a seus ensinamentos a autoridade do Supremo Magistério ordinário” (Paulo VI, Discurso na audiência de 12 de Janeiro de 1966.)

“A verdade é que o próprio Concílio não definiu nenhum dogma e conscientemente quis expressar-se em um nível muito mais modesto, meramente como Concílio pastoral; entretanto, muitos o interpretam como se ele fosse o super dogma que tira a importância de todos os demais Concílios.” (Cardeal Joseph Ratzinger, Alocução aos Bispos do Chile, em 13 de Julho de 1988, in Comunhão Libertação, Cl, año IV, Nº 24, 1988, p. 56).

Muitos papas erraram, mas erraram falando PASTORALMENTE, nunca dogmaticamente ou ex-cathedra, como no caso do Concílio de Trento.

O CV2 foi pastoral e não está passivo de erros.

Não somos obrigados a aceitá-lo.

Sandro de Pontes disse...

Prezado Paulo, salve Maria.

O que você afirma, ao meu ver, não condiz com a realidade dos fatos, pois quê os papas conciliares sempre explicaram que a expressão "pastoral" significa tão somente que no Vaticano II não existem dogmas, mas não significa, de jeito nenhum, que ele contenha erros contra a fé e que os fiéis sejam livres para rejeitá-lo (na mente dos papas conciliares, que fique bem claro). Foi isso o que Paulo VI disse no encerramento do concílio:

"(...) Dado o caráter Pastoral do Concílio, evitou este proclamar em forma extraordinária [ex cathedra] dogmas, dotados da nota de infalibilidade. TODAVIA CONFERIU A SEUS ENSINAMENTOS A AUTORIDADE DO SUPREMO MAGISTÉRIO DA IGREJA" (Compêndio do Vaticano II, Petrópolis: Vozes,1969, p. 31).

Leia qualquer manual de teologia e veja o que significa a "autoridade do supremo magistério" da Igreja. Veja também o que disse o Vaticano I sobre isso:

1794 - (...) pois os que receberam a fé SOB O MAGISTÉRIO DA IGREJA jamais poderão ter justa razão de alterar OU POR EM DÚVIDA esta mesma fé [ cân. 6].

E também o Vaticano I nos ensina:

"(...) 1815 Cân. 6 - Se alguém afirmar ser idêntica a condição dos fiéis e a daqueles que ainda não chegaram a fé única e verdadeira, assim que os católicos possam ter justa razão para duvidar da fé que abraçaram sob o Magistério da Igreja, suspendendo o assentimento até terem concluído a demonstração científica da credibilidade e veracidade da sua fé - SEJA EXCOMUNGADO [cf. nº 1795 s].

E também:

"(...) 1832. Esta Santa Sé sempre tem crido que NO PRÓPRIO PRIMADO APOSTÓLICO que o Romano Pontífice tem sobre toda a Igreja, ESTÁ TAMBÉM INCLUIDO O SUPREMO PODER DO MAGISTÉRIO. O mesmo é confirmado também pelo uso constante da Igreja e pelos Concílios Ecumênicos, principalmente aqueles em que os Orientais se reuniam com os Ocidentais na união da fé e da caridade".

Portanto, Paulo, infelizmente você levou para casa "gato por lebre" quando lhe disseram que o Vaticano II, por ser pastoral, não obrigaria aos fiéis. Um concílio verdadeiramente católico obriga sempre os fiéis, seja ele pastoral ou dogmático...
Finalizando, reveja a citação que coloquei acima: é o próprio Paulo VI quem diz que os tradicionalistas ao rejeitarem o conciliábulo maçonico estão fora da Igreja. Veja: é o próprio "papa reinante"!!!!!! Veja: o liberal Paulo VI, que no Vaticano II não excomungou ninguém, afirmou, enquanto "papa", que quem rejeita o Vaticano II está fora da Igreja.

Abraços,

Sandro de Pontes

Lázaro disse...

Salve Maria, Sandro!

Você não ententeu, o que Paulo digitou?

Nem tem o que argumenta com você Sandro, pois você conhece os textos que também conheço sobre este tema e ainda você era da MONTFORT.

Infelizmente, você não reconhece mais o nosso PAPA, se tornando um sedevacantista.

Como queres fazer citações dos PAPAS, que nem mesmo o reconhece.

'Gato por lebre', Sandro?

Ou é você que quer cobrir o gato com pele de lebre, devido a sua obsessão pelo sedevacantismo e a absoluta rejeição ao SUMO PONTIFICE.

Você está fazendo um grande desserviço a Igreja, está se colocando ao lado dos PROTESTANTES E CISMATICOS E OS MODERNISTA QUE APOIAM O 'DOGMA' DO CONCILIO VAT. II.

Siga o exemplo do seu amigo Rodrigo Maria Antônio da Silva, que largou o SEDEVACANTISMO.

Acesse: http://odioaheresia.blogspot.com/

Sandro de Pontes disse...

Lázaro,

lamento pelo seu tom anticaridoso. Mas pior do que lamentar pelo seu tom, lamento pela fato de você se recusar a debater esta questão sem ataques e nem ofensas. Ou você é bom somente para atacar aqueles que o contrariam, enquanto a parte argumentativa fica voltada somente para os modernistas?
Faça o seguinte, já que você é tão sabido: explique-me como Paulo VI pode ter dito que a Igreja conferiu ao Vaticano II "autoridade do Supremo Magistério ordinário" e simultaneamente os fiéis podem rejeitar os ensinamentos deste concilio? Explique-me teologicamente, não esbravejantemente, como os tradicionalistas gostam de fazer quando são confrontados e ficam sem argumentos.
E lamento que você cite o Rodrigo Maria, que abandonou realmente o sedevacantismo mas que agora passou a ser "Eclesia Dei", na linha dos padres de Campos. E você acha que alguém que abandona a luta contra o Vaticano II e a missa nova somente para ser "aceito na Igreja" pode ser citado como exemplo? Mas em um ponto ele é muito mais coerente que você e todos os tradicionalistas: se Bento é papa, é preciso obedecer-lhe! Durma-se com um barulho destes.
Aguardando seu nobre parecer teológico (e não esbravejante) sobre as palavras de Paulo VI acima citadas, despeço-me (ainda) cordialmente,

Sandro de Pontes

Lázaro disse...

Sandro, para que ficarei em uma redundância contigo que nunca terá um fim, pois conheço seus debates nos blogs tradicionalista e neo conservador muitos deles já li até o fim...

Está cravado na sua mente a 'doutrina sedevacantista', só por um milagre você escapa disso.

Poupamos as criticas aos sedevacantistas devido a pequena e pouca influência que tem dentro da Igreja, comparando com os restantes dos modernistas.

Mas agora sei que devemos, atingir o sedevacantismo com mesmo peso que tratamos os neo conservadores e os restantes dos modernistas, ambos são idênticos até na maneira de tratar Conc. Vat. II.

Um dia quando você estiver a reta intenção de conhecer a Verdade, poderemos iniciar, mas o pior que você já conheceu a verdade e jogou tudo no lixo...É uma pena Sandro, então poderei dizer o que? Reveja seus conceitos, que nunca será tarde demais...

Sandro de Pontes disse...

Lázaro,

considero INACREDITÁVEL a sua resposta. Em outras palavras, o debate teológico honesto entre você e eu será impossível para você,que debate com protestantes e modernistas, mas não debate com sedevacantistas. Já que não quer debater, pelo menos leia isso que vou escrever a seguir.
Pela sã teologia católica, aquela teologia que vem sendo ensinada desde Cristo, é impossível a um papa legítimo promulgar documentos errôneos que desviam os fiéis da verdade. Se ele o faz, não pode ser papa. Você vive tachando o pessoal do Veritatis disso, daquilo, chamando o apostolado deles de falso, etc, mas eles pelo menos são coerentes: obedecem e se submetem VERDADEIRAMENTE àquele que eles pensam ser um papa legítimo.
Você coloca o sedevacantismo como um mal a ser combatido como o modernismo. Mas eu lhe digo que são os tradicionalistas quem mantêm a mesma postura dos modernistas, postura esta que foi condenada por Pio XII. Explico-te. Na primeira metade do século XX os modernistas, para desobedecerem aos documentos papais, diziam que o papa somente era infalível quando se pronunciava ex-catedra, de forma que quando ele não se pronunciava desta forma ele não era infalível e poderia errar. Seus documentos poderiam ser desobedecidos. Por décadas muitos teólogos se levantaram contra este falso ensinamento modernista, até que o Papa Pio XII o condenou solenemente na Humani Generis. Veja:

"20. Nem se deve crer que os ensinamentos das encíclicas não exijam, POR SI, assentimento, sob alegação de que os sumos pontífices não exercem nelas o supremo poder de seu magistério. Entretanto, tais ensinamentos provêm do magistério ordinário, para o qual valem também aquelas palavras: "Quem vos ouve a mim ouve" (Lc 10,16)".

Veja, Lázaro: o erro modernista sobre o magistério que foi condenado por Pio XII é seguido a risca pela esmagadora maioria dos tradicionalistas dos dias de hoje. VOCÊ ENSINA EM SEU BLOG UM ERRO CONDENADO PELA IGREJA!!!!! Portanto, são vocês, tradicionalistas que emprestam a doutrina anti papaldos modernistas, e não nós, quem se unem aos inimigos na destruição do magistério da Santa Igreja Católica, a qual todos os fiéis estão obrigados a seguir e obedecer em todos os pontos propostos para serem seguidos, não apenas em fé e em moral, mas também nos costumes (ver Vaticano I). E depois você ainda diz que eu é que estou com a mente engessada, fechada para a verdade? Fácil é para você tachar os outros, mas por que então não comenta as palavras de Paulo VI, como lhe pedi?

É isso.



Sandro de Pontes

Sandro de Pontes disse...

Lázaro,

tenho ainda outro comentário, se me permitir. Você admite que Paulo VI é papa legítimo, e simultaneamente crê que a missa nova é maléfica a fé católica, não é mesmo? Porém, a Igreja ensina que um papa legítimo exercendo seu munus pastoral não pode propor algo contrário a fé. Veja:

"(...) A prescrição do Sínodo... na qual, depois de advertir previamente como em qualquer artigo se deve distinguir o que diz respeito à fé e à essência da religião do que é próprio da disciplina, acrescenta que nesta mesma disciplina deve-se distinguir o que é necessário ou útil para manter os fiéis no espírito do que é inútil ou mais oneroso do que suporta a liberdade dos filhos da Nova Aliança, e mais ainda, do que é perigoso ou nocivo, porque induz à superstição ou ao materialismo, enquanto pela generalidade das palavras compreende e submete ao exame prescrito até a disciplina constituída e aprovada pela Igreja ¬– COMO SE A IGREJA QUEÉGOVERNANDA PELO ESPÍRITO DE DEUS PUDESSE CONNSTITUIR UMA DISCIPLINA NÃO SÓ INUTIL e mais onerosa do que o suporta a liberdade cristã, mas também perigosa, nociva e que induza à superstição e ao materialismo – é falsa, temerária, escandalosa, perniciosa, ofensiva aos ouvidos pios”, injuriosa à Igreja e ao Espírito de Deus pelo qual ela é governada, e pelo menos errônea” (Denz. 2678).

E também:

"(...) Seria verdadeiramente reprovável e muito alheio à veneração com que devem ser recebidas as leis da Igreja condenar por um afã caprichoso de opiniões quaisquer A DISCIPLINA POR ELA SANCIONADA e que abrange a A ADMINISTRAÇÃO DAS COISAS SAGRADAS, a norma dos costumes e os direitos da Igreja e seus ministros, ou censura-la como oposta a determinados princípios do direito natural ou apresenta-la como defeituosa ou imperfeita, e submetida ao poder civil” (Papa Gregório XVI, Encíclica Mirari Vos, 9.

E também:

"(....) Sem mancha alguma, brilha a Santa Madre Igreja nos sacramentos com que gera e sustenta os filhos; na fé que sempre conservou e conserva incontaminada; NAS LEIS SANTÍSSIMAS que a todos impõe, nos conselhos evangélicos que dá; nos dons e graças celestes, pelos quais com inexaurível fecundidade produz legiões de mártires, virgens e confessores. Nem é sua culpa se alguns de seus membros sofrem de chagas ou doenças; por eles ora a Deus todos os dias: "Perdoai-nos as nossas dívidas" e incessantemente com fortaleza e ternura materna trabalha pela sua cura espiritual” (Papa Pio XII, Encíclica Mystici Corporis, 65).

Como conciliar os ensinamentos acima com aquilo que você crê, Lázaro?

Sandro de Pontes

Lázaro disse...

Interessante sua insistência.

Sandro conheço seus argumentos, e não é de agora, já faz algum tempo que lhe acompanho.

O motivo de não querer iniciar um dialogo doutrinal, é apenas a falta de objetividade. Como poderei lhe apresentar a minha razão de eu crer, sabendo que você já á conhece. Seria mesmo de se fazer de bobo para agradar seus desejos.

Só iria perder tempo, e jogar palavras ao vento. A fé é algo que devemos levar a sério não é uma brincadeira de quem pode argumentar mais.

Outra coisa...

Como pode vocês (sedevacantistas), não compartilharem dos mesmo princípios que a FSSPX , e querer usufruir dos sacramentos da mesma.

Interessante! A FSSPX só é boa quando vocês precisam. Ao sair da Santa Missa começam a critica-lá...

É muita contradição...

Se não concordam, vai embora e procura o ‘clero’ sedevacantista, a quem vocês pertencem.

Sandro de Pontes disse...

Lázaro,

o fato de procurarmos o "clero da FSSPX" é porque eles são tão católicos quanto nós. Ou nós tão católicos quanto eles: ninguém é mais do que ninguém. Aliás, eles sabem o que fazem, não é mesmo? A divergência de opiniões sobre a crise é algo que até Dom Lefebvre aceitava. Ele insistia e muito para que os seminaristas sedevacantistas não o abandonassem, e propunha maneiras de trabalhar em conjunto. Aliás, você sabia que Dom Mayer era sedevacantista (ainda que oculto)?Será que ele estava com a mente "fechada" para a verdade?
Realmente, não gostei do seu tom para com a minha pessoa. Mas tudo bem: isso não tem a menor importância. "Tudo é vaidade", já dizia o rei Salomão. Apenas quero que saiba que se vim aqui foi para ver o absurdo que é alguém considerar Paulo VI e os que vieram depois dele como legítimos e recusar o Vaticano II. Isso é um absurdo. Só isso. E dizer que Paulo VI afirmou que os tradicionalistas, ao rejeitarem o concilio, se colocavam fora da Igreja (claro que é ele, Paulo VI, como Satanás encarnado, quem estava fora da Igreja, e não os tradicionalistas).

Fique com Deus e com Nossa Senhora,

Sandro de Pontes

Lázaro disse...

Isso que passa pela mente de vocês sedevacantista... (continue sonhando com estas interpretações e afirmações).

E também, não tem sentido da inicio a um 'dialogo'doutrinal. VOCÊS QUEM CRITICARAM DURAMENTE A FSSPX DE DIALOGAR COM O VATICANO.

Obs.: você é insistente, fui viajar e voltei e você continua postando, ta parecendo àqueles protestantes da seita 'Deus'é Amor.

Othon Campos disse...

Curioso... Os sedevacantistas agem como se fossem os modernistas, achando que o Vaticano II é infalível, enquanto João XXIII no discurso de abertura e Paulo VI diversas vezes disseram que o Vaticano II tem uma autoridade muito grande, mas não infalível. Ora, se os "tradicionalistas" (não seria melhor dizer católicos?) se consideram "excomungados" pelos Paps pós-conciliares, como então dizer que a Sé está vacante?

Se o Vaticano II fosse infalível, por que os teólogos da escola romana estariam discutindo o "superdogma" (como disse o Card. Ratzinger) com os teólogos da FSSPX? Então os sedevacantistas não são tão sedevacantistas assim?

E o que se quer dizer que os padres da FSSPX são "tão católicos" como os sedevacantistas? Certamente há padres contrários a essa burrice do sedevacantismo e apóiam Dom Fellay e Bento XVI. Dizer que a FSSPX é "tão católica" quanto os sedevacantistas é uma ofensa muito grande para os membros dela que não são. Talvez o Pe. Floriano Abramovich, tão "católico" que foi expulso por Dom Fellay, disse numa entrevista (publicada pela Radio Cristiandad, também sedevacantista, http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/07/16/padre-abrahamowicz-desobedeci-la-orden-de-mentir-publicamente/) que o rito de 1962 é tão bastardo quanto o rito novo de 1969. Uái, então Dom Lefebvre fundou a FSSPX à toa?

Se Dom Lefebvre ou Dom Mayer eram "sedevacantistas ocultos", então deveríamos saber quem escreveu cartas a Paulo VI e João Paulo II como "beatíssimo Padre", ou mesmo nas sagrações episcopais de 1988, dizendo que faziam isso por amor a João Paulo II, ordenando os neo-bispos a depositarem seu episcopado aos pés do mesmo Papa. Realmente esses sedevacantistas deveriam ler os documentos de Dom Mayer depois do Vaticano II, para ver como eram "ocultamente" sedevacantistas...

Ora, ambos os extremos (sedevacantismo e modernismo, como panteísmo e gnose) combatem o Papa. Ora, combater a autoridade papal é o objetivo da Maçonaria. Logo...

Queira Deus que Dom Fellay e Bento XVI entrem em acordo razoável e corente à fé católica, e expulsem esses coitadinhos sedevacantistas.

Viva o Papa! Viva Bento XVI!

Sandro de Pontes disse...

Lázaro,

Para responder aquilo que eu lhe disse não tinha a menor importância se eu era sedevacantista, tradicionalista, modernista, maçom, judeu, protestante ou marciano: importava somente se aquilo que estava sendo dito era verdadeiro ou falso. Afinal, teve um santo que disse que não importa quem diz, mas somente aquilo que é dito (frase esta que estava no Fratres in Unum até dia destes). Mas você desviou o assunto para o sedevacantismo, me atacou e não respondeu objetivamente sobre as palavras de Paulo VI, o peso que ele deu ao Vaticano II (de Magistério Supremo da Igreja) e a afirmação de que os tradicionalistas estavam fora da Igreja por rejeitar o concílio...
Quanto a você, Othon, as suas colocações têm a consistência de um pudim: ou seja, nenhuma. Para mim, você é mais um que está acostumado a vencer modernistas e protestantes em debates, mas quando chega no momento de debater com sedevacantistas não o faz, somente os ataca, porque quem não tem argumentos tem que atacar para poder enganar sua consciência e dormir tranqüilo. Isso permite desviar o assunto para não ter que responder sobre aquilo que é colocado (se discorda do que digo, então comente as palavras de Paulo VI acima que o Lázaro se escusou de fazer). Eu nem ia perder meu tempo lhe respondendo, mas o faço por causa daquilo que eu falei de Dom Mayer (e não de Dom Lefebvre) ser sedevacantista oculto e a resposta que você me deu, sempre esbravejante, nunca se atendo aos fatos. Pois bem, vamos aos FATOS, pois somente eles interessam. Sabemos que Dom Mayer era sedevacantista oculto porque esta informação está no próprio site da Fraternidade. Veja:

“(...) y respecto de su sedevacantismo (ou seja, do sedevacantismo de Dom Mayer), Monseñor Lefebvre afirmo: “DE NO SER POR MÍ, MONSEÑOR DE CASTRO MAYER SERÍA SEDEVACANTISTA, PERO PARA NO DESUNIRNOS, SE ABSTIENE DEL SEDEVACANTISMO”.

Eis a fonte: http://www.statveritas.com.ar/Cartas/CartaWilliamson5.htm

Ou seja, por estas palavras que estão no próprio site da FSSPX, o glorioso Dom Mayer chegou a conclusão que assumir publicamente o sedevacantismo naquele momento enfraqueceria a Tradição. E agora, Othon, como fica? Não é você seguidor do também glorioso Dom Lefebvre? Percebeu que DomLefebvre não excomungava os sedevacantistas como você faz? Percebeu que devemos estar unidos na luta contra o Vaticano II e a missa nova, DEBATENDO a questão da vacância da sé, e não excomungando-nos uns aos outros? Aliás, é MUITO PRETENSÃO sua e de vários tradicionalistas quererem comparar-nos aos modernistas. Deus tenha misericórdia de você e dos outros por tanta ignorância.
É isso. Fui.

Sandro de Pontes

Lázaro disse...

Caro Sandro, sedevacantista, modernista, que luta pelo ‘super dogma’ do Conc. Vat. II, junto com seus amigos neoconservadores e progressistas em geral, que vive sonhado que os heróis da Fé apóiam o sedevacantismo, e grande sanguessuga dos sacramentos da FSSPX, para depois sair ofendendo a mesma, (MUITA CARA DE PAU !!!!!), com mentalidade de um protestante da seita ‘deus’ é Amor.

...........................................................................................................................................................................

[[[[[[[[[[[[[[[[[[[Estou certo que a Paterna Benevolência de Vossa Santidade não deixará de afastar as perplexidades que me angustiam o coração de sacerdote e bispo.

Prostrado aos pés de Vossa Santidade, com humilde obediência e filial piedade, imploro a Bênção Apostólica.

Antonio de Castro Mayer
Bispo de Campos ]]]]]]]]]]]]]]]]]]
.........................................................................................................................................................................................

Da nojo de ler seus argumentos, e desse grupo maldito em que você pertence SEDEVACANTISMO.

O desejo e as más interpretações que vocês têm, de que os heróis da Fé tinha um pé ou era sedevacantista que da mais nojo.

E ainda vem falar de união. JAMAIS, QUERO DISTÂNCIA!

Pois vocês são como os modernistas. A única relação que quero ter com este grupo é a ridicularizarão publica para que ninguém se envolva com está praga do sedevacantismo.

E por favor, não me dirija mais a palavra. É cansativo fica lendo seus comentários, que parece um papagaio.

Lázaro

Sandro de Pontes disse...

Lázaro,

você é tão covarde que retirou meu último comentário.
Cara, como você pode ser tão desprezível deste jeito?
Jamais pensei que você fosse do tipo que só briga com quem quer. E claro que só quer brigar com os mais fracos, para poder ganhar.

Sandro de Pontes