quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PADRES CANTORES OU SIMPLESMENTE NICOLAITAS?

HÉLIO DE SOUZA

"MAS ISTO TENS DE BEM: DETESTAS AS OBRAS DOS NICOLAÍTAS, COMO EU AS DETESTO". - (Ap. 2,6) -


1.-  A MÍDIA E A FÉ CATÓLICA:


É fato que a mídia ajuda muito na evangelização dos povos, possibilitando que um número cada vez maior de fieis tome conhecimento de tudo que acontece na Igreja Católica.


A imprensa tipográfica inventada por Johannes Gensfleish zur Laden zum Gutenberg, o rádio pelo físico Guglielmo Marconi, a televisão por John Baird, o cinema pelos Irmãos Lumière e a recente Internet, projetada inicialmente para uso militar, são extraordinários veículos de comunicação utilizados como meio de realizar a ordem dada por Jesus Cristo: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura". - (Mc 16,15).

A Igreja não esta alheia as vantagens advindas da comunicação globalizada, como se vê na Instrução Pastoral, “Communio Et Progressio”, do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais: “2. A Igreja encara estes meios de comunicação social como "dons de Deus", na medida em que, segundo intenção providencial, criam laços de solidariedade entre os homens, pondo-se assim ao serviço da Sua vontade salvífica.”

Entretanto, na moeda além da “cara” existe também a “coroa”.

A mesma mídia que facilita a divulgação da “Boa Nova”, (Rm 10,16), entre os povos e nações é de certa forma, também responsável pela relativização e banalização da Fé na medida em que influencia grandemente na formação do pensamento, na opinião pública, usos e costumes, nem sempre de forma positiva, com responsabilidade, discernimento e coerência.

Os benefícios dos modernos meios de comunicação aos ensinamentos da Igreja Católica são inquestionáveis, todavia, sem a graça, dom gratuito de Deus, de nada valerão.

A Igreja Católica Apostólica Romana, “Corpo Místico de Cristo”, que por Ele foi fundada, (Mt 16,18), indefectível e perene, deve atentar ao fato que os meios de comunicações são instrumentos colocados aos seus serviços e não o contrário.

O Islã ganhou o posto de “religião” com o maior número de fieis, mesmo se caracterizando pela censura aos meios de comunicações. Como isto pode acontecer?

Não seria este o momento propício para que os Senhores Bispos, revejam seus paradigmas na forma de evangelização, no trato com os fiéis, de como utilizar a mídia, voltar a pregar que a prioridade da humanidade é a salvação e não os bens terrenos, "Pois que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder a sua alma?" - (Mc 8,36).

O exemplo de desperdício de tempo, dinheiro e oportunidade de levar a verdadeira mensagem salvífica de Jesus Cristo é o da Igreja Peregrina do Brasil através da “Campanha da Fraternidade”, principal forma de “evangelização” utilizada pela CNBB.

Esta Campanha obsoleta é realizada na Quaresma e teve sua primeira edição em 1964 com o tema “Igreja em Renovação/ Lema: Lembre-se: você também é Igreja”, tendo se passado quarenta e quatro anos e o Brasil, que antes trazia na sua Constituição o catolicismo como a religião oficial vem a cada ano perdendo espaço às diversas seitas de cunho protestante.

Alegar: “o importante e a qualidade e não a quantidade” é leviano e não justifica a omissão de certos bispos e padres que se preocupam cada vez menos em pregar o Evangelho, (Mc 16,15), e preferem atuar como políticos de esquerda apoiando as CEB’s, MST, PT e a TL.

Para sopesarmos a importância desse método de evangelização, basta pedirmos a algum católico praticante que cite qual foi o tema de um determinado ano, ou que cite, ao menos, três temas de qualquer ano, dificilmente alguém se lembrará. Deveriam se preocupar mais com a redenção da humanidade, assim como Jesus Cristo ensinou: "Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo".- (Mt 6,33). É erro grave não priorizar o tempo propício de conversão da Quaresma com uma catequese sadia, que leve ao encontro de Cristo. O homem verdadeiramente convertido evitará o pecado, não será ganancioso ou egoísta, amará o próximo como a si mesmo, ajudará os mais necessitados, preservará o meio ambiente, em especial, a floresta amazônica, não por seguir doutrina marxista, mas por amor a Jesus Cristo e a sua Igreja, fora da qual ninguém se salva.

A Carta Encíclica Mortalium Animus, do Papa Pio XI, nos ensina: " Os esforços [do falso ecumenismo] não tem nenhum direito à aprovação dos católicos porque eles se apoiam sobre esta opinião errônea que todas as religiões são mais louváveis naquilo que elas revelam, e traduzem todas igualmente, se bem que de uma maneira diferente, o sentimento natural e inato que nos leva para Deus e nos inclina ao respeito diante de seu poder(...) Os infelizes infestados por esses erros sustentam que a verdade dogmática não é absoluta, mas relativa, e deve pois, se adaptar às várias exigências dos tempos e lugares às diversas necessidades das almas". (...) "Os artesãos dessas empresas não cessam de citar ao infinito a Palavra de Cristo: ‘Que todos sejam um. Haverá um só rebanho e um só pastor’(Jo XVII,21; X,16), e eles repetem esses texto como um desejo e um voto de Cristo que ainda não teria sido realizado. Eles pensam que a unidade da fé e de governo, característica da verdadeira e única Igreja de Cristo, quase nunca existiu no passado e que não existe hoje... Eles afirmam que todas ( as igrejas) gozam dos mesmos direitos; que a Igreja só foi Una e Única, no máximo da época apostólica até os primeiros Concílios Ecumênicos(...). Tal é a situação. É claro, portanto, que a Sé Apostólica não pode por nenhum preço tomar parte em seus congressos, e que não é permitido, por nenhum preço, aos católicos aderir a semelhantes empreendimentos ou contribuir para eles; se eles o fizerem dariam autoridade a uma falsa religião cristã completamente estranha à única Igreja de Cristo".

Insta ressaltar o dogma de fé: “fora da Igreja não há salvação" - (Concílio IV de Latrão, de 11 a 30 de novembro de 1215, convocado pelo Papa Inocêncio III (1198 - 1216)).

Ensina o Apóstolo combatente: "Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado! É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo".-Gl.1,9 –10.

Imbuído nesse espírito é que a CNBB deveria nortear seus ensinamentos, suas Campanhas e os padres, seus sermões, suas ações, orações, seus exemplos e seu sacerdócio.

Diferentemente, alguns padres propagam o falso ecumenismo com suas doutrinas heterodoxas em prejuízo do que a Igreja sempre defendeu como sendo Verdade pura e imutável.

Os Católicos, em sua grande maioria, não conseguem defender a fé católica, não por que já não a amam, mas por desconhecimento, por falta de quem lhes ensine a Verdade. O relativismo religioso, a imprudência e a insensatez imperam em muitos seminários e, como não poderia deixar de ser, atingem seu ápice nos púlpitos com “sermões” de cunho socialista.

Já não é seguro matricular nossos filhos nos cursos de formação ministrados por diversas Paróquias, correm o risco de entrarem católicos e saírem protestantes. Os catequistas doutrinados, em boa parte, por adeptos da moribunda “Teologia da Libertação”, se preocupam mais com o homem material que o espiritual, com o corpo mais que a alma, ignoram o ensino bimilenar da Igreja, deixam à margem a Sã Doutrina e partem em busca de perigosas novidades.

Na consagração, quando ocorre à transubstanciação, muitos católicos já não se ajoelham, menosprezam o Sagrado Direito de Nosso Senhor Jesus Cristo, garantido por seu Pai, desde o início dos tempos: “8. E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9. Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes,10. para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos.11. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor. 12. Assim, meus caríssimos, vós que sempre fostes obedientes, trabalhai na vossa salvação com temor e tremor, não só como quando eu estava entre vós, mas muito mais agora na minha ausência. 13. Porque é Deus quem, segundo o seu beneplácito, realiza em vós o querer e o executar. 14. Fazei todas as coisas sem murmurações nem críticas,15. a fim de serdes irrepreensíveis e inocentes, filhos de Deus íntegros no meio de uma sociedade depravada e maliciosa, onde brilhais como luzeiros no mundo,16. a ostentar a palavra da vida.” - (Fl.2); - * - * - “22. ...A verdade sai de minha boca, minha palavra jamais será revogada: todo joelho deve dobrar-se diante de mim, toda língua deve jurar por mim,24. dizendo: É só no Senhor que se encontra a vitória e a força. A ele virão envergonhados todos aqueles que se tinham levantado contra ele; 25. mas toda a raça de Israel achará no Senhor o triunfo e a glória.” - (Isaías 45:23-24).


2.- PADRES CANTORES OU SIMPLESMENTE NICOLAITAS?


O insigne Doutor da Igreja, São Jerônimo, já dizia: "Procurando na História quais os homens que têm difundido na Igreja o veneno das heresias, não encontrei outros senão os padres".


Quantos sacerdotes se apresentam em programas de televisão, travestidos de leigos, usando maquiagem e roupas de grifes, ao lado de mulheres escandalosas e seminuas, onde não raramente são ridicularizados, pactuando com apresentadores ferrenhos defensores do homossexualismo, promiscuidade, aborto, eutanásia, com o uso de células troncos embrionárias, inimigo das virtudes, amigo dos vícios e obstinados adversários da Fé Católica, etc.!

Nessas tertúlias assistem tudo calados ou então, o que é pior, em busca de popularidade, apóiam opiniões e comentários desairosos, fitando garantir aplausos e a efêmera permanência na mídia, são ridículos, irresponsáveis e indiferentes “padres-galãs” que pagam qualquer preço pelo sucesso de que são escravos. Trocam a fé pela fama, são falsos profetas que não anunciam e nem denunciam. Chegam ao ponto de deixar de citar, em seus livros, sua condição de padre, que deveria ser objeto de maior orgulho, sob a alegação de que esse título prejudica sua vendagem. Nesse viés, ainda reclamam da falta de vocações sacerdotais e religiosas! Agindo assim, suas obras não são exatamente iguais aos dos NICOLAÍTAS?


Etimologicamente NICOLAÍTA vem do grego é compõe-se de duas palavras: “Nikao”: “Conquistar” e “Laos”: “Povo Comum”. Assim, NICOLAÍTAS significa: “Aquele que conquista ou domina o povo comum ou leigo” – “Conquistadores de leigos”.

O Padre não pode agir assim, transigir com o erro, deve se atentar para que a evangelização esteja em conformidade com a orientação do Magistério da Igreja. Até que momento os “padres cantores” são padres e quando começam a ser artistas? O povo tem livre acesso aos sacerdotes/artistas/galãs? E, se os procuram recebem orientações são catequizados ou apenas pousam para fotografias e recebem autógrafos nos CDs, DVDs, livros ou pôsteres?

O cotidiano desses padres galãs/exibicionistas é o mesmo dos demais sacerdotes “comuns” da Diocese a que fazem parte? O que pensam esses galãs do culto de veneração aos Ícones Sagrados, da Missa Tridentina e da Tradição da Igreja? A Igreja Católica Apostólica Romana, Corpo Místico de Cristo, realmente precisa dos “padres cantores”, com suas mensagens pobres de ortodoxia e abundantes em obscurantismo, abusos e imprudência?

Daí vem outra pergunta que não quer calar: O Patrono dos Párocos, São João Maria Batista Vianney - Santo Cura d’Ars, tinha contrato exclusivo com qual gravadora, qual era o preço dos ingressos de acesso aos seus shows e show-missas? Ora, não foi para assistir a esses shows que milhares o visitavam todos os anos. Quando queriam encontrá-lo dirigiam-se à Igreja, Missas e confessionário, nunca aos palcos de “show de missas-tecno rock”.

Os tempos são outros? Não! Ainda existem sacerdotes comprometidos e coerentes com a Sagrada Escritura, Sagrada Tradição, Sagrada Doutrina e com o Sagrado Magistério da Igreja. Um exemplo? Monsenhor Enoque Donizetti de Oliveira, pároco da Paróquia de São João Batista, no município de Arceburgo, diocese de Guaxupé, MG, não é um Padre Cantor ou galã, mas da um verdadeiro show de ortodoxia católica, serve de arquétipo àqueles sacerdotes, que pretendem atuar em consonância com o Verdadeiro Catolicismo.

A Igreja Católica Apostólica Romana, começou ao “pé do ouvido”, nas catacumbas, até pouco tempo atrás, antes do rádio, televisão e internet ela era amada por todos.

Os meios modernos de comunicação são importantes, mas, não podemos achar que seja a única forma e solução para evangelização de um mundo globalizado. A solução está na Verdade revelada! Não são as redes de televisões, estações de rádios, jornais, livros, revistas e internet que atraem o povo a Jesus Cristo e a sua única religião, que é a Igreja Católica. Quem o atrai é Ele próprio: "E quando eu for levantado da terra, atrairei todos os homens a mim". (Jo 12,32). Atrair os homens é função indelegável de Nosso Senhor Jesus Cristo, nossos Bispos e Padres não devem utilizar de qualquer meio heterodoxo para chegar até seus fieis, como fazem os protestantes, devem se comprometer com a defensa da Verdade imutável.

Os Bispos e Padres precisam acautelar-se, não agir impulsivamente, obedecendo à perenidade do modismo que, por ser passageiro muda a cada dia. O povo almeja o Reino de Deus, (Mt 6,33), tem sede de Deus e deve ser no manancial límpido, inodoro e potável da Igreja Católica o local em que conseguirá saciar sua sede nesta fonte de “Água viva” - (Jo 4-10)!

É imperativo formar padres comprometidos com salvação das almas, que saibam tratar os fiéis como filhos, padre é sinônimo de pai, não apenas como “fãs”. Agir como pastores e não como um ídolos, buscando por popularidade, aplausos, fama e fortuna. O galã (Padre Cantor) hoje faz sucesso, vende milhões de cópias de CDs, DVDs, milhares de livros, de conteúdo duvidoso, frequenta programas de televisão, reportagens em jornais e revistas, realiza shows, show-missas, mas amanhã, quando o sucesso findar, serão substituídos e esquecidos pela mídia. Esquece que ao abraçar o sacerdócio, se comprometeu em dedicar toda sua vida a serviço de Jesus Cristo e sua Igreja. Existem galãs sem paróquias, gastam todo o seu tempo com shows, entrevistas, autógrafos, com sua legião de fãs, com seu próprio ego. Esses pseudo-artistas não têm tempo para celebrar o “Sacramento da Eucaristia”, transubstanciar o pão e o vinho no Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, (Mt 26,26-28), honra que os Veneráveis Serafins não têm, “Nem a Santíssima Virgem pode fazer o que pode um sacerdote.”-(Hugo Wast). No entanto, prudentemente, Nosso Salvador nos adverte: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" - (Lc 18,8).


3.- MÍDIA,  FÉ CATÓLICA, “PADRES CANTORES” E OS LEIGOS.


Totalmente perdidos, entre a mídia e os “Padres Cantores” se encontra o “Povo de Deus”-(1Pd 2,10), sem desiderato, sedento de Cristo, abandonado e entregue à sua própria sorte. Alguém pode discordar dessa afirmativa, afinal de contas, os shows e shows-missas estão repletos... de fãs... não de católicos comprometidos. Os que por lá se aglomeram buscam pelo artista e suas “canções novas”, mas vazias de conteúdo, não estão no local para ouvir a “Boa Nova”, (Rm 10,16), se confessarem, o que é impossível. Naquela Babel, quem está preocupado com a Verdade absoluta e imutável, em carregar sua cruz, em ser Católico e discípulo de Cristo?Não questionamos a importância do leigo na evangelização, longe disso, onde o Padre não puder se fazer presente este deverá suprir sua ausência, mas comedidamente, sem ter a pretensão de substituí-lo. Todavia, em algumas paróquias, por comporem o círculo de amizade do Padre, estes recebem atribuições de tal sorte que se arrogam de direitos que não possuem. Com a clericalização dos leigos e laicização dos padres, apropriam-se de funções reservadas aos Ordenados. Esses “escolhidos”, despreparados, presunçosos, incautos e sem limites, na ânsia de demonstrar seu poder, metem os pés pelas mãos. A ocasião propícia para evidenciarem esse “poder”, sua auto-afirmação, é durante a Celebração Eucarística quando desvirtuam a liturgia e desfiguram o “Sacrifício incruento do calvário” o tornando irreconhecível e inominável.


A Igreja promulgou diversos documentos tratando da importância dos leigos, mas não podemos olvidar que o sacerdócio é atribuição do padre! - "Ninguém se apropria desta honra, senão somente aquele que é chamado por Deus, como Aarão". - (Hb 5,4).


Um dia, não muito distante, quem sabe, esses galãs se livrem do deslumbre dos holofotes da fama, que os cegam, e recobrem a consciência da grandiosidade de sua missão para a conversão da humanidade ao REINO DE DEUS, e se tornem autênticos SACERDOTES.







segunda-feira, 29 de novembro de 2010

BOLETIM DO MÊS DE NOVEMBRO


BAIXE, IMPRIMA E DISTRIBUA

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

BÊNÇÃO DE "CASAMENTO" PE. ANTÔNIO MARIA

Mais uma vez o Pe. Antônio Maria abençoou um pseudo-casamento, desta vez na cidade de Capela em Sergipe (onde já morei e onde ainda mora minha mãe), atendento aos pedidos do prefeito Manuel "Sukita". Isto rendeu ao padre um processo canônico, segundo o qual ou ele se retrataria publicamente em um mês, ou seria suspenso de ordens. Como ele se retratou, foi apenas impedido de fazer shows ou ministrar sacramentos em Sergipe por 5 anos.
Um político que faz oposição a Sukita publicou em seu blog o ocorrido, porém omitindo o que todos por aqui já sabem.

Leonardo Brum

BÊNÇÃO DE CASAMENTO COMPLICA PADRE


O padre Antonio Maria [aquele mesmo, o famoso], ministrou uma bênção a um casamento [sic!] numa cidade do interior do Estado de Sergipe [Capela, a 67 km de Aracaju] para um casal que já fora casado na igreja, o que lhe rendeu além do caxê, uma punição de ser suspenso de vir a Sergipe num prazo de 05 anos e ainda ter que pedir desculpas aos fiéis católicos publicamente através da rádio cultura de Sergipe ontem, dia 06/11/2010, pelo ato que ele sabia que não poderia fazer.

Há comentários em nossa cidade que tal celebração fora de uma autoridade [o prefeito, conhecido como "Sukita"] que induziu e convenceu o sacerdote descumprir até as normas da igreja, haja visto a sua influencia nas demais instituições.


sábado, 23 de outubro de 2010

Continuando com o blog Contra Impugnantes, ...PSDB [quase] = PT

...PSDB [quase] = PT


Quer-se uma prova mais que contundente de que não há nenhuma diferença significativa entre PT e PSDB? Mais ainda: que um é, em verdade, continuação do outro, sendo suas diferenças apenas diferenças (pequenas) de grau?


Pois bem, o famoso PNDH3, do PT, não é senão uma continuação do PNDH2, do PSDB. Vejam parte da apresentação deste, escrita por ninguém menos que FHC:


“O PNDH II será implementado, a partir de 2002, com os recursos orçamentários previstos no atual Plano Plurianual (PPA 2000-2003) e na lei orçamentária anual. Embora a revisão do Programa Nacional esteja sendo apresentada à sociedade brasileira a pouco mais de um ano da posse do novo governo, os compromissos expressos no texto quanto à promoção e proteção dos direitos humanos transcendem a atual administração e se projetam no tempo, independentemente da orientação política das futuras gestões. Nesse sentido, o PNDH 2 deverá influenciar a discussão, no transcurso de 2003, do Plano Plurianual 2004-2007. O Programa Nacional servirá também de parâmetro e orientação para a definição dos programas sociais a serem desenvolvidos no País até 2007, ano em que se procederia a nova revisão do PNDH.”


Alguns itens do programa tucano:


1) “Orientação Sexual


114. Propor emenda à Constituição Federal para incluir a garantia do direito à livre orientação sexual e a proibição da discriminação por orientação sexual.


115. Apoiar a regulamentação da parceria civil registrada entre pessoas do mesmo sexo e a regulamentação da lei de redesignação de sexo e mudança de registro civil para transexuais.”


2) Regulamentação da profissão de prostituta(o):


185. Apoiar programas voltados para a defesa dos direitos de profissionais do sexo.”


3) E quanto ao aborto?


O PNDH-2 propunha alterar o Código Penal para o “alargamento dos (casos) permissivos para a prática do aborto legal, em conformidade com os compromissos assumidos pelo Estado brasileiro no marco da Plataforma de Ação de Pequim”. E falava da necessidade de “considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde para os casos previstos em lei”.


Para quem ainda tiver dúvidas, leia-se, aqui, na íntegra o Programa assumido pelo PSDB.

Não nos deixemos rebocar pelos inimigos de Deus, não importa sua fantasia do momento.


P.S.: Mais ainda: o PNDH 3, assumido pelo nefando PT, foi resultado de propostas aprovadas na 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (2008) e por encontros estaduais preparatórios para ela. O de São Paulo, veja-se bem, foi convocado por decreto de ninguém menos que Serra quando governador de São Paulo... Ademais, como esquecer que o governador Serra fundou, no Estado de S. Paulo, a primeira escola gay para adolescentes?!... Tudo isso, nunca o percamos de vista, clama ao céu por vingança (cf., por exemplo, São Pio X, Catecismo Maior). (Leia mais...)

domingo, 17 de outubro de 2010

Excelente textos do blog Contra Impugnantes, que esclarece bem o porque vota em nulo nesta eleição

Quemós, deus dos moabitas

Proponhamos a seguinte questão: alguém pede a um cristão que escolha, entre dois deuses pagãos, o menos pior — ao qual deverá acender um incenso, caso queira manter-se vivo. Quemós, deus dos moabitas a quem se sacrificavam menininhas virgens; ou Dagon, deus dos filisteus, metade peixe, metade homem, a quem nos tempos bíblicos foi oferecido um grande sacrifício público pela captura de Sansão (Juízes, XVI, 23). Que fazer? Dobrar-se aos ídolos ou abraçar o martírio dizendo um veemente “não” a ambos? Analogamente, procuremos saber se há, do ponto de vista da fé, o menos pior a quem o cristão* deva incensar com o seu voto democrático, neste segundo turno das eleições presidenciais em terras tupiniquins: Serra ou Dilma?

Alguns trechos separados no blog Igreja e Estado

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Igreja Católica no centro de Londres lança missa para gays (BBC Brasil,Mark Dowd)




Enquanto o Reino Unido se prepara para a primeira visita do papa Bento 16 - líder de uma igreja que para muitos é tida como intolerante em relação aos homossexuais -, os católicos de Londres já podem assistir a uma “missa gay”, realizada com o aval do Vaticano.


Paul Brown não ia à igreja desde o funeral de sua mãe, em 2002. Agora ele está de volta ao templo, graças à missa para fieis homossexuais, a única do gênero no país.

“Eu procurei uma missa com uma mensagem positiva sobre coisa que as pessoas devem fazer, e não alguém me dizendo coisas que eu não devo”, diz.

Usando uma jaqueta de motoqueiro de couro preto, Brown é um fieis que mudaram a cara da igreja Our Lady of the Assumption and St. Gregory (Nossa Senhora da Assunção e São Gregório), em Soho, na região central de Londres.

Lá, os fieis cantam hinos com toda a força de suas vozes. Muitos têm menos de 30 anos, e alguns têm os cabelos pintados. De uma hora para outra, o catolicismo parece estar na moda nesta área de Londres.

Se você acha isto um pouco estranho – bem, é mesmo. Afinal, a orientação da Igreja Católica para homossexuais é rígida. Gays e lésbicas são chamados à castidade.

Além disso, a única expressão sexual permitida pelo Vaticano é “casamento”, na qual todos os atos são dirigidos para a transmissão de uma nova vida, ou seja, para a proibição da contracepção artificial.

Então, como pôde surgir uma “missa gay” (Embora ela seja aberta a todos, foi assim que ela acabou sendo chamada)?

“As pessoas estavam acostumadas a se encontrar na igreja anglicana de St. Anne, que é próxima, e havia o sentimento de que era a hora de encontrar um local católico”, diz o monsenhor Seamus O'Boyle, o padre da paróquia.

Por meio de esboços de documentos, cardeais da arquidiocese católica de Westminster e autoridades do Vaticano negociaram para chegar a um acordo sobre algumas regras básicas da missa gay.

O que o Vaticano queria era a garantia de que as missas não se tornariam uma plataforma para se contestar os preceitos católicos. Assim, um dos “princípios básicos” desses serviços religiosos é: “Informações sobre a missa devem respeitar o fato de que a sua celebração não deve ser usada para promover qualquer mudança ou ambiguidade em relação aos ensinamentos da Igreja”.

'Estilo de vida homossexual'

Os integrantes do Conselho Pastoral de Missas de Soho, que organiza os serviços religiosos, não têm problemas em aceitar estas condições. “Este não é um lugar que oferece uma plataforma para se criticar a doutrina da Igreja”, diz o presidente do conselho, Joe Stanley.

“A ênfase é no cuidado com os fieis. Às vezes, as pessoas chegam aqui com lágrimas nos olhos, porque, pela primeira vez, duas partes realmente importantes das suas vidas se encontraram: sua fé católica e sua identidade sexual”, diz.

“Minha vida sem a missa em Soho seria mais desanimada, solitária e menos alegre”, diz a fiel Renate Rothwell.

Questionado pela BBC se há alguma razão que impeça a realização de missas semelhantes em outras partes do Reino Unido, o arcebispo Vincent Nichols, líder da Igreja Católica na Inglaterra e no País de Gales, diz: “Acho que esta é uma decisão a ser tomada por um bispo, e é uma decisão em resposta a uma necessidade dos fieis”.

Em outras palavras, se outros católicos gays pedirem pelo mesmo em outras regiões do país, isto pode ser levado em consideração.

Mas nem todos estão felizes no seio da família católica. Duas vezes por mês, um pequeno grupo de tradicionalistas se reúnem do outro lado da rua da igreja. Eles rezam com o rosário em suas mãos, cantam hinos e já pediram à arquidiocese de Westminster para acabar com a missa gay.

Eles são apoiados por um ex-editor do jornal Catholic Herald, William Oddie, que acusa líderes da Igreja de defenderem pessoas engajadas no que ele chama de “estilo de vida homossexual”.

“A ficção que justifica o apoio da arquidiocese para as missas do Soho é que elas são celebradas em benefício de gays que aceitam os ensinamentos da Igreja e, portanto, se afastam de qualquer forma de atividade sexual”, escreveu Oddie em seu blog.

Transformação


No entanto, o arcebispo Nichols diz que continuará a apoiar a missa. “Esta é uma missa paroquial para a qual todos estão convidados, mas ela tem um apelo particular a pessoas de uma mesma orientação sexual – não para distingui-las do resto da congregação, mas para dizer que elas podem se sentir em casa aqui”, afirma.

“Eu acho que esta é a coisa certa, porque ela oferece lentamente, e isto é lento, uma chance para aqueles que se sentem sob uma grande pressão de identidade a talvez relaxar um pouco e dizer ‘não, antes de tudo eu sou um católico e, como um católico, eu quero ir à missa’”, diz o arcebispo.

Em uma resposta dura aos críticos da missa gay, ele diz que “qualquer pessoa que tente julgar as pessoas que se apresentam para a comunhão realmente deve aprender a ficar quieta”.

Em 1982, na última visita papal ao Reino Unido, uma missa deste tipo só poderia existir no mundo da fantasia. No entanto, desde então, a Igreja Católica britânica passou por uma transformação bastante abrangente.

Seja a imigração do Leste Europeu, a onda crescente do secularismo, a imagem pública de padres e da hierarquia depois dos escândalos de pedofila ou a aceitação de anglicanos casados entre as fileiras do clero: isto é uma comunidade de fieis que faz parte de um grande caldeirão religioso.

Alguns veem isto como uma oportunidade, enquanto outros resistem a mudanças. Às vésperas da visita de Bento 16 (entre 16 e 19 de setembro), é isto que faz os 4,5 milhões de católicos britânicos serem tão fascinantes.


A:Grifos são meus

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

Sempre com suas contradições, Escrivá

"Por isso não é correto falar de liberdade de consciência que equivale a considerar como de boa categoria moral a atitude do homem que rejeita a Deus" ( Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.24. O destaque é do autor).



Em outra pagina


"Eu defendo com todas as minhas forças a liberdade de consciência, que denota não ser lícito a ninguém impedir que a criatura preste culto a Deus" (Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25. O destaque é do autor).

Uns de tanto outros absurdos teológicos de Monsenhor Escrivá

Escrivá, afirma a um maometano:



"És filho de Deus como eu" (Cfr. Mons José Maria Escrivá, Questões Atuais do Cristianismo, Quadrante, São Paulo, 1986, 3a. edição, p.128)." (Cfr. Mons José Maria Escrivá, , Quadrante, São Paulo, 1986, 3a. edição, p.128).


Absurdo!!!!!!!!!!!!!

Qualquer católico que tenha estudo o catecismo sabe que o Batismo que torna o homem filho adotivo de Deus, e um maometano não é batizado, e, por isso mesmo, não é filho de Deus como o é um batizado.

sábado, 14 de agosto de 2010

Obra anti-Deus

Carta da secretária de Monsenhor Escrivá, ao Papa João Paulo II sobre a vida do fundador do Opus Dei

CARTA À SUA SANTIDADE JOÃO PAULO II


Santa Bárbara, 02 de Agosto de 1991

Santíssimo Padre:

Após séria deliberação, eu decidi escrever esta carta para abrir a minha alma e manifestar diante de Vossa Santidade, de Deus e da Igreja, aquilo que para mim é um sério dever de consciência: que a vida de Monsenhor José Maria Escrivá de Balagüer, a qual eu testemunhei por muitos anos, não era admirável e muito menos digna de imitação. Seu processo de beatificação prejudicaria seriamente a Igreja e as almas, uma vez que isso deixaria implícito que o modo como ele viveu e ensinou no Opus Dei, fundado por ele, foi exemplar.

Eu conheço Opus Dei muito bem, porque eu fui um membro numerário por quase vinte anos (1948—1966), durante seis dos quais eu vivi em Roma (1952—1956 e 1965—1966). Eu fui secretária pessoal de Monsenhor Escrivá e Superiora do Governo Central do Ramo feminino do Opus Dei. Monsenhor Escrivá foi quem recebeu os meus votos finais no Opus Dei pessoalmente. Além do mais, eu fui a primeira Diretora de Imprensa que o Opus Dei teve em sua casa central em Roma e também fui especialmente encarregada por Monsenhor Escrivá de tomar notas e fazer registros para a posteridade de qualquer coisa que eu ouvisse ele dizer sempre que visitava a casa feminina. Em 1956 fui enviada à Venezuela como Diretora do ramo feminino do Opus Dei naquele País, onde obtive a cidadania venezuelana, a qual ainda mantenho. Deixei a Venezuela em 1965, quando Monsenhor Escrivá me convocou para servi-lo em Roma e ali permaneci até a minha saída definitiva do Opus Dei em 1966.

Agora eu vejo os superiores do Opus Dei apressarem os passos dessa beatificação, esgotando todos os recursos humanos, sociais, políticos e financeiros, porque julgam que se não forem bem sucedidos durante o seu Pontificado, Santíssimo Padre, talvez, séculos passarão antes que eles possam conseguir esta beatificação. Depois de terem conseguido a mudança jurídica de status, de Instituto Secular para Prelatura Pessoal, a única meta e objetivo do Opus Dei é fazer do seu fundador um santo.



Eu desejei testemunhar no processo de Monsenhor Escrivá no tempo apropriado, mas não me foi permitido fazê-lo. Além disso, me foi expressamente indicado pelo Padre Dom Joaquim Aznar Cleofas, o qual eu visitei em Madri em outubro de 1981 e que era um “Advocatus diabolis”, que não me permitiriam testemunhar.

Dada a extrema importância e repercussão do que possivelmente está para acontecer e compreendendo que o meu testemunho possa ser crucial, eu estou pronta Santo Padre, para ser diretamente interrogada por Vossa Santidade, no modo que o Senhor escolher, indo a Roma no dia e horário que Vossa Santidade escolher.

O modo de atuação do Opus Dei, sua grande influência e suas manobras dentro da Cúria Romana, já são bem conhecidas por muitos e há muito tempo. Mas infelizmente, durante todo o processo de beatificação do Monsenhor Escrivá, isso pode ser especialmente verificado dentro da Congregação para a Causa dos Santos, onde Sua Eminência, Pietro Palazzini está encarregado. Portanto, eu suplico-lhe Santo Padre, que se Vossa Santidade não puder ouvir-me pessoalmente, em um assunto tão importante para o bem estar da Igreja e das almas, que pelo menos, aceite designar um juiz para a audiência, que seja da sua total e pessoal confiança e que não tenha a menor relação com o Opus Dei.

Se o Opus Dei perceber o meu desejo de testemunhar diante de Vossa Santidade, eu não descarto a possibilidade de que eles tentem interferir no meu testemunho, seja de alguma forma impedindo a minha presença física no Vaticano, ou seja, através de um sutil ou não tão sutil ataque pessoal que espalharia dúvidas sobre a minha integridade moral; e não seria a primeira vez que eles recorreriam a tal procedimento, como demonstram vários documentos que eu tenho em meu poder. Por esse motivo, eu me vi obrigada a guardar os originais dos documentos que eu possuo em diferentes e seguros lugares sob proteção legal. Todo esse material, em última análise, cairia em domínio público caso algo venha a acontecer-me.

Por muito tempo eu desejei ardentemente falar diretamente a Vossa Santidade como uma filha a seu pai, abrir o meu coração que sofre por causa das conseqüências deste evento, e também ser capaz de responder a qualquer questão que Vossa Santidade possa levantar, mas infelizmente, não me foi permitido aproximar-me da Vossa Santidade, apesar das minhas várias viagens a Roma.

É meu fervente desejo Santo Padre, que desta vez, para o bem da Igreja universal e de todas as almas, esse processo de beatificação, o qual o Opus Dei deseja tão precipitadamente acelerar e abreviar, seja prolongado o mais longamente possível. Deste modo, um escândalo seria evitado e um amplo espaço de tempo seria dado para que se investigasse o caso profundamente. Juntamente com o já familiar testemunho daquelas pessoas que foram unilateralmente apresentadas por membros ou superiores do Opus Dei, poderiam ser tomados também os testemunhos daqueles outros que conheceram o Monsenhor Escrivá intimamente, que passaram mais de 15, 20 ou 30 anos dentro do Opus Dei, e que tinham algo a declarar mas não foram chamados ou não lhes foi permitido testemunhar só porque não fazem mais parte do Opus Dei.

Os superiores do Opus Dei temem estes testemunhos porque fatos verdadeiros viriam à luz e eles não gostariam que tais fatos jogassem uma luz diferente sobre a imagem que eles tentam projetar da vida de Monsenhor Escrivá. Portanto, eles fazem qualquer coisa que estiver em suas mãos, para que aquelas pessoas, cujos pontos de vista não coincidem com o que eles querem fazer prevalecer, sejam consideradas inadequadas ou testemunhas não-dignas de confiança.

Santo Padre, eu anexo a essa carta uma série de rascunhos de eventos aos quais eu estava presente, participei e ouvi durante os meus anos dentro do Opus Dei. Embora esses eventos não sejam tudo que eu sei, eles podem oferecer a Vossa Santidade uma diferente perspectiva da vida real de Monsenhor Escrivá. Eu poderia acrescentar outros eventos ainda mais sérios e individualmente documentados sobre a minha experiência pessoal com Monsenhor Escrivá, os quais eu estou preparada para declarar na presença de Vossa Santidade.

Também, anexo um rascunho em seu atual estado, de um trabalho que eu preparei comentando o documento apresentado pelo Opus Dei à Santa Sé com a petição para a mudança de Instituto para Prelatura Pessoal. Eu posso assegurar a Vossa Santidade que os meus comentários em cada ponto refletem toda a verdade.

Eu conheço um grande número de pessoas que ainda temem represálias do Opus Dei e que com a consciência atribulada permanecem em silêncio. Essas pessoas falariam apenas a pedido de Vossa Santidade e seus testemunhos, os quais seriam de grande importância e que poderiam ser especialmente de peso na decisão final de Vossa Santidade, não poderiam ser obtidos de nenhuma outra forma. Por exemplo, eu posso colocar à disposição de Vossa Santidade o nome de um membro feminino do Opus Dei, que foi numerária por trinta anos e que saiu da organização há apenas dois anos atrás. Ela me assegurou que a menos que fosse convocada por Vossa Santidade, jamais falaria com ninguém, por temer possíveis represálias do Opus Dei.

Eu creio no Espírito Santo e confiando em sua intercessão, espero que Vossa Santidade ouça o meu apelo.

Com toda a humildade, sua filha em Nosso Senhor requer a sua bênção.

Maria Del Carmem Tapia

Traduzido do Livro “Beyond the Threshold” Páginas 354—356, Appêndice-C,


Autora: Maria Del Carmem Tapia

Opus dei, à Obra da Morte

Opus Dei ou Opus JUDEI? O artigo do Reverendo Padre Curzio Nitoglia.


Neste artigo: se a Opus Dei tem ligação com a Maçonaria e com a Liga Anti difamatória da B’nai B’rith; a história de Mons. Escrivá de Balaguer, sobre o ecumenismo da Opus Dei e sobre o poder político da "Obra".

Por R.P. Curzio Nitoglia

Introdução

Já havia escrito sobre o tema da Opus Dei, quando por causalidade dei com um folheto de um porta-voz da “Obra” que me fez refletir. Em efeito, nele se lê: “Um dia ‘Caminho’ foi queimado publicamente em um colégio de religiosas em Barcelona, cidade na qual o governador havia dado ordem de prisão a Mons. Escrivá. O fundador havia sido igualmente denunciado ao Tribunal militar especial para a repressão da fanco-maçonaria ; suas detrações qualificavam a Opus Dei como ‘esse ramo judio da maçonaria’, ou ‘essa seita judia em relação com a maçonaria’”[1]. O tema me impactou e tratei de aprofundar o assunto. Recordo que a revista “30 Giorni” abordou o problema. No nº 5 de maio de 1990, encontrei um interessante artigo de Marina Ricci, no qual se lia: “Ao fim de agosto de 1939 a Opus Dei abriu um oratório... em Madri. Se dizia que estava decorando com símbolos cabalísticos e maçônicos”[2]. E também: “Em 1941 (...) Escrivá (foi) denunciado ao Tribunal especial para a repressão dos crimes da maçonaria e do comunismo (...) Escrivá (...) foi igualmente denunciado em 1941 às autoridades civis de Barcelona. A acusação sempre era a mesma: se afirmava que debaixo do nome Opus Dei se ocultava um ramo judeu da maçonaria (...) Em um convento de religiosas carmelitas foi queimada publicamente uma cópia do ‘Caminho’, o primeiro livro escrito por Escrivá”[3]. Esta coincidência me surpreendeu, nunca imaginei uma coisa parecida. Salvo que achei por causalidade uma série de outros artigos muito interessantes que acrescentavam outras informações a estes textos; Fabio Andriola entrevistou ao grande mestre do Grande Oriente da Itália, o advogado Virgílio Gaito, e lhe perguntou: “Quais são as relações entre vocês e a assim chamada ‘maçonaria católica’? Penso, respondeu Gaito, que a Opus Dei tem uma visão universal muito ampla... Este Mario Conde... que hoje tem a honra das crônicas é um célebre representante da Opus Dei, e está também no conselho de administração de uma certa sociedade que tem como chefe o grande mestre Di Bernardo”[4]. Ademais, o ministro Gaito revelou a “30 Giorni”: “Em Lucerna, Suíça, Di Bernardo criou a Fundação Dignity. A preside o professor Vittorio Mathieu que, me parece, pertence ao Opus Dei, e participa Giorgio Cavallo, ex reitor da Universidade de Turin, ex inscrito na Loja P-2 (...) Está (...) o financista ‘opusdeísta’ Mario Conde...”[5]. Porém isso não termina aqui. Em um livro muito documentado se lê: “Foi Giuliano Di Bernardo quem, em 1970, pediu a inscrição na loja P-2... Os meios financeiros e os fins da Fundação Dignity parecem pouco claros... Este organismo do qual é presidente DI Bernardo... e o banqueiro espanhol Mario Conde, um dos principais inspiradores.... Da Fundação dependem uma academia de filosofia e um instituto de tradições místicas. Este último prepara um congresso sobre ‘misticismo judio e cristão’... o financistas não seria outro que Mario Conde... próximo ao Opus Dei. Entre os possíveis mecenas da Fundação Dignity se encontra também Marc Rich... citado por Di Bernardo como dispensador de cursos de esoterismo judio...”[6]

Opus Dei ou Opus Judei

Porém o fato que mais me surpreendeu foi um livro que me enviaram da Colômbia, intitulado “Opus JUDEI”, escrito por José Maria Escriba (seguramente se trata de um pseudônimo), publicado em 1994 por Orion Editores em Bogotá (Colômbia). Este livro proporciona muitas informações que me resultavam completamente desconhecidas sobre a vida, a doutrina e a obra de Mons. Escrivá. Não tudo é para se tomar ao pé da letra, mas me parece que algumas afirmações estão documentadas e são sérias. As submeto ao leitor tal como o autor apresenta. Antes de tudo, o autor sustenta que muitas bibliografias elogiosas de Mons. Escrivá estão cheias de inexatitudes : se lhe atribuem uma série de estudos e títulos sem nenhuma justificação. “Por exemplo que era Superior do Seminário São Francisco de Paula de Zaragoza... que foi professo de Direito Econômico e de Direito Romano em Zaragoza e em Madri... que obteve a licenciatura em Teologia na Pontifícia Universidade de Zaragoza....”[7].

A Família de Mons. Escrivá

José Maria Escriba Albás foi o segundo de seis filhos. Nasceu em 9 de janeiro de 1902, em Barbasto, Huesca. Seu pai, José Maria Escriba Corzan se dedicou ao comércio de tecidos[8]. Francisco Umbral escreveu no diário “El País”: “Espanha não é um tabuleiro de oportunistas. O último foi Escrivá. Os Escrivá, uma família de comerciantes que fugiu de noite de Barbastro para evitar aos credores” [9]. Segundo Carndell, o ingresso de Mons. Escrivá no seminário havia sido ditado pelas dificuldades econômicas de sua família [10].

Seminário e Adolescência

O mesmo Escrivá afirmou: “Nunca pensei em fazer-me sacerdote, nem em entregar-me a Deus... Inclusive... me sentia anticlerical”[11]. Porém, qual era a predisposição de Escrivá quando tomou a decisão de começar os estudos eclesiásticos no seminário? O mesmo responde: “Não tinha nem uma só virtude nem um só centavo”[12]. O insuficiente conhecimento do latim pesou muito sobre a vida de Escrivá [13]. Permaneceu no seminário de Logroño desde outubro de 1918 até setembro de 1920, ano em que partiu para Zaragoza; segundo Carandell, Escrivá havia sido expulso do seminário [14].

Delírio de Grandeza?

O certificado de batismo, como disse o autor de “Opus Judei”, que se conserva no registro da catedral de Barbastro, reza: “Em Barbastro, em 13 de janeiro de 1902, o Padre Ángel Malo..., batizou solenemente a uma criança nascida às 22 horas de 9 de janeiro, filho legítimo de José ESCRIBA...” [15]. Para estar todavia mais seguro, me informei e pedi a ata de batismo da qual obtive uma fotocópia, esta mensiona exatamente o mesmo. Uma nota na margem, acrescentada em 1943, indica uma mudança de sobrenome por Escrivá [16]. Por que Mons. Escrivá, que nasceu “ESCRIBA”, evidentemente experimenta a necessidade de mudar de sobrenome, senão para ocultar suas origens? Quando o grande rabino de Roma, Israel Zolli se converteu sincera e realmente ao Cristianismo não mudou de sobrenome, nem tampouco o rabino Drach ou os irmãos Lémann; ao contrário, o que mudava de apelido era o marrano, que exteriormente se apresentava como cristão e interiormente e de maneira oculta judaizava [17]. Seu sobrenome, pois, todavia era Escriba entre 1915 e 1918, quando era estudante no Instituto secundário de Logroño, porém já nessa época ele assinava Escrivá. Em 16 de junho de 1940, nos informa o autor, apareceu um edito publicado na Gazeta Oficial do Estado, em virtude do qual os irmãos Carmem, José Maria e Santiago Escrivá e Albás “eram autorizados a mudar seu sobrenome por Escrivá de Balaguer”. Então, depois de 1918 e antes de 1940, Mons. Escrivá já havia mudado seu nome de Escribá por Escrivá, e em 1940 agregou o título de Balaguer. Em resumo, as mudanças foram:

1902 José María Escriba (com o B de Bologna; como se puede ler no certificado de batismo).

1915-1918 assina José María Escrivá (com V de Veneza, e acento no A ).

1940) José María Escrivá de Balaguer.

 1960 Josemaría (em uma só palavra) Escrivá de Balaguer.

1968 Josemaría Escrivá de Balaguer y Albás, marqués de Peralta.

“A conceção do título que exibiu a partir de 1968, se encontrava manchada por numerosas anomalias e irregularidades: por exemplo, na Assembléia da Nobreza se oculta fraudulentamente, em 1968, a manipulação do apelido Escriba, circunstância que não aparece no sobrenome de reabilitação do título de marque de Peralta, pedida por Josemaría Escrivá de Balaguer e Albás”[18].

O título de marquês, como dignidade pessoal e intransferível, foi concedido pelo arquiduque Carlos de Áustria a dom Tomás de Peralta em 12 de fevereiro de 1718, e nunca nenhum filho nem herdeiro legítimo de dom Tomás reivindicou um título intransferível. “Se calcula que a compra do título... custou, na época, a soma de 250.000 pesetas”[19]. O periodista Carandell de pergunta com razão: Que razão podia justificar o fato de Mons. Escrivá, fundador de um Instituto que persegue a santificação de seus membros, haja pedido um título nobiliário?”[20] Outro periodista, Juan Gomis, escreveu na revista “El Ciervo” um artigo intitulado “Que é isso, Monsenhor?”, no qual se perguntava: “Como é possível que um sacerdote aspire a estas honras?” Por sua parte, o prêmio Nobel de Literatura Camilo José Cela escreveu: “Os religiosos não são nem marqueses nem condes (...) nada disso é cério, a gente se rirá muito desse marquesado”[21].

Coincidências Inquietantes

Quando morreu o primeiro ministro Israeli Rabin, Mons. Javier Echavarria, atual prelado da Opus Dei, enviou suas condolências ... à Liga Anti difamatória da B’nai B’rith, por meio da Sra. Lisa Palmieri Billig (que, oh! causalidade! Escreve em Studi Cattolici, a revista da Opus Dei). Agora bem, sabemos que a Sra. Billig é a representante da B’nani B’rith. Também sabemos que Rabi era franco maçom, como declarou Virgilio Gaito [22]. Como pode ser que o atual prelado da Opus Dei e sucessor de Mons. Escrivá de Balaguer e de Álvaro de Portillo envie condolências a Sra. Billig “como representante na Itália da A.D.L. da B’nai B’rith?”[23].

Ademais, quando morreu Álvaro de Portillo foi posto sobre um lenço branco sobre o piso, não sobre uma cama ou sobre uma mesa, como fazem os cristãos. Ritual estranho? Não, os judeus tem o costume de colocar seus mortos dessa forma, na terra, como podemos ler em Regole Ebraiche di Lutto [24]: “LOS DESPOJOS SE EXTIENDEN SOBRE EL SUELO”. Simples coincidência ou cripto judaísmo?

Anomalias Ascéticas e Pastorais da Opus

Para concluir, quisera retomar o discurso que havia começado em “Sodalitum”[25], a propósito da concepção do trabalho nos escritos de certos autores da Opus Dei. Le Tourneau, porta-voz da Opus, escreve: “Muito a pouco na vida do povo cristão o trabalho não é tomado como algo bom em si, senão como um meio ascético... Depois de São João Crisóstomo se tem a impressão que o cristão médio não está chamado a viver o Evangelho”[26]. E continua: “A aparição das ordens mendicantes (...) não comporta a afirmação do valor do trabalho profissional (...) Santo Tomás apresenta as ocupações seculares como um obstáculo para a contemplação (...) No curso dos século a atenção se desvia do trabalho”[27]. E finalmente, depois de quinze séculos de catalepsia veio Escrivá... “ET labor caro factum est”. Um pouco mais longe, o teólogo da Opus precisa: “Uma certa evolução positiva é esboçada pelo Renascimento com homens como... Erasmo”[28]. E sobre este ponto, o autor cita o mesmo Escrivá: “O caminho da vocação religiosa me parece.... necessário na Igreja, porém não é o meu, nem é o dos membros da Opus (...) Vindo a Opus... o fiz com a condição explícita de não mudar de estado”[29]. João Paulo I disse justamente que SE SÃO FRANCISCO DE SALES PROPÔS UMA ESPIRITUALIDADE PARA OS LEIGOS, ESCRIVÁ PROPÕE UMA ESPIRITUALIDADE LAICA[!] [30].

João Morales afirma, depois de haver estudado sete obras das edições Rialp (da Opus), que a Obra “é um verdadeiro cavalo de Tróia no seio da Igreja”[31]. O autor mostra com muitas citações que o espírito de Mons. Escrivá era não somente laico senão claramente anti clerical. Peter Berglar diz: “Escrivá estava contente de fazer ordenar seus três primeiros sacerdotes, porém também triste de que não permanecessem laicos”[32]. Salvador Bernal escreve a este respeito: “Para nós (Mons. Escrivá), o Sacerdócio é uma circunstância, um acidente, já que na Opus a vocação dos sacerdotes e dos seculares é a mesma”[33]. E um pouco mais longe: “As obras apostólicas organizadas pela Opus Dei (...) se governam com uma mentalidade laica (...) é por esse motivo que não são confessionais”[34]. Estas doutrinas que eram vistas com desconfiança na Espanha nos anos 40 (que expressam o culto do trabalho, do dinheiro, o laicismo, o anti clericalismo, que são a marca característica da judaico-maçonaria) foram logo ratificadas pelo Vaticano II, como disse Vázquez del Prada [35]: os membros da Opus Dei não possuem nenhuma dificuldade em admitir o espírito essencialmente inovador ainda que aparentemente conservador da Obra (uma das características mais enganosas da Opus). A este respeito, José Miguel Ceja afirma: “A novidade dos ensinos de Mons. Escrivá (...) as páginas de ‘Caminho’ representavam uma novidade quase, e inclusive sem ele quase, escandalosa”[36]. É significativo o fato que segundo Escrivá o homem foi criado por Deus não para conhecê-lo, amá-lo e servi-lo, senão PARA TRABALHAR, e para provar essa afirmação Mons. Escrivá não hesita em desnaturalizar a significação da Escritura onde se diz que Deus “pôs o homem no jardim de delícias para cultivá-lo”[37]. O trabalho para o cristão não é um fim, senão somente um meio (inclusive de santificação). Para o calvinista e o talmudista, o trabalho pode ser um fim, porém não o católico![38]

O Pluralismo

Mons. Escrivá dizia que “O pluralismo não é mais temido senão amado como uma conseqüência legítima da liberdade pessoal”[39]. “Sua paixão pela liberdade levou a transformar as casas da Opus Dei em residências interconfessionais “[40]. Sobre isso, Berglar diz: “Quando... o fundador obteve finalmente... a permissão para admitir na Obra (...) a não católicos e não cristãos entre os ‘cooperadores’, a família espiritual da Opus Dei se completou”[41]. Que lástima que este espírito ECUMENISTA e PANCRISTÃO haja sido condenado por “Mortalium Animos” de São Pio X em 1928, como “separando-se completamente da Religião revelada”!

O Poder Político da Opus

Em 1957, o Generalíssimo Francisco Franco formou seu 6º governo. Entraram novos ministros, e muitos deles eram tecnocratas, alguns pertenciam a Opus. “A economia espanhola se encontrava em dificulades (...) o Caudilho buscava homens eficazes (...) sobre quatro tecnocratas, três são da Opus Dei (...) eles empreenderam as reformas e começaram o aggiornamento (...) Quanto mais aumenta a influência de ministros da Opus, mais diminui a da Falange (...) Grupos de altos financistas chagaram a Espenha (...) eles elaboraram um plano de estabilização e prometeram que sua aceitação aportaria todas as classes de vantagens: a peseta se estabilizaria, o governo americano e os bancos estadounidences (...) ajudariam. Sustentado pelos economistas da Opus, o plano foi aceitado oficialmente pelo governo em julho de 1959 (...) Estes tecnocratas obcecados pela produtividade, o êxito material a todo custo (...) sacrificando a parte alta, nobre ou espiritual do indivíduo para obter o êxito, logo chamaram aos financistas internacionais, os políticos mundialistas. A Espanha, preservada, ao menos oficialmente e por leis, da corrupção moral (...) abriu (graças a Opus Dei) suas fronteiras (...) para fazer entrar dinheiro (...) Em 1961... as hordas ocidentais trouxeram às praias espanholas mil milhões de dólares e os espetáculos imorais e o fermento da corrupção do liberalismo. Espanha sacou um verdadeiro proveito?”[42]. Distingo: enquanto ao trabalho (“opusdeísticamente” falando, como fim do homem), sim. Porém em relação ao Reino dos Céus (critãmente falando). Penso verdadeiramente que não.

Conclusão

Parece-me que o dilema ante o qual nos encontramos ao começo do artigo: OPUS DEI OU OPUS JUDEI, pode ser facilmente resolvido pelo leitor.

NOTAS (em epanhol)

* Tomado de “Sodalitium”, n°42, oct./nov. de 1996) (Traducido por el R. P. Romero)
* [1] D. Le Tourneau,"El Opus Dei”, P.U.D.F., París, 1984.
* [2] M. Ricci: Presto un’aureola per Escrivá, “30 Giorni”, 5/5/90, pág. 14.
* [3] ibidem, pág.15.
* [4] F. Andriola: La Loggia é una cara di vetro, en “L’Italia Settimanale”, 26/1/94, pág. 72.
* [5] G. Cubbeddu: Giuliano il teista, en “30 Giorni”, febrero de 1994, pág. 29
* [6] F. Andriola - M. Arcidiacono: “L’anno dei complotti”, Baldini y Castoldi, Milán, 1995, págs. 322-323.
* [7] J. M. Escriba: “Opus Judei”, ed. Orion, Bogotá, 1994, pág. 74.
* [8] S. Bernal: “Monseñor Josemaría Escrivá de Balaguer”, Rialp, Madrid, 1976, pág. 9
* [9] “El País”, 20/1/86
* [10] L. Carandell: “Vida y milagros de Monseñor Escrivá de Balaguer”, Editorial Laia, Barcelona, 1975, pág. 118
* [11] S. Bernal, op. cit., pág. 55
* [12] id., pág. 31)
* [13] L. Carandell, op. cit., págs. 142-143
* [14] id., pág. 147.
* [15] cfr. J. M. Escriba, “Opus Judei”, pág. 123.
* [16] L. Carandell, op. cit págs. 79-80.
* [17] cfr. “Sodalitium”, nº 39, págs. 18 J. M. Escriba, op. cit., pág. 126.
* [18] J. M. ESCRIBA, OP. CIT., P 129.
* [19] id., pág. 127; cfr. Jesús infante: “La prodigiosa aventura del Opus Dei”, op. cit., pág. 32
* [20] L. Carandell, op. cit. pág. 64
* [21] cit. en J. M. Escriba, op. cit., pág. 129
* [22] F. TORRIERO Ferma è la Massoneria L'Italia Settimanale 22/02/1996 p. 29.
* [23] Cf. Lettre del 6/11/1996.
* [24] Cf. Regole hebraiche di lutto, Carucci ed. Roma 1980, p. 17.
* [25] cfr. nº 40, págs. 69-71
* [26] D. Le Tourneau: “El Opus Dei”, pág. 2)
* [27] id., págs. 22-23
* [28] id. pág. 23
* [29] id., pág. 25
* [30] id., pág. 26
* [31] J. Morales: “El Opus Dei: su verdadera faz”, Madrid, 1991.
* [32] P. Berglar: “Opus Dei”, Rialp, Madrid, pág. 218.
* [33] S. Bernal: “Monseñor Escrivá de Balaguer”, Rialp, Madrid, pág. 153
* [34] id., pág. 30
* [35] Vázquez del Prada: “El fundador del Opus Dei”, Rialp, Madrid, pág 336
* [36] J. M. Ceja: “Estudios sobre «Camino»”, Rialp, Madrid, 1988, pág. 100
* [37] Génesis, II, 15
* [38] (cfr. “Sodalitium”, nº 40, pág. 70)
* [39] “Reportaje a Mons. Escrivá de Balaguer”, ed. Fayard, París, pág. 126
* [40] N. Dehan: Un extraño fenómeno pastoral, el Opus Dei, “Le sel de la terre”, nº 11, invierno 1994-1995, pág. 135.
* [41] P. Berglar “Opus Dei”, Rialp, pág. 244. Cfr. también Vázquez del Prada: “El Fundador del Opus Dei”, pág. 258
* [42] P. Berglar “Opus Dei”, Rialp, pág. 244. Cfr. también Vázquez del Prada: “El Fundador del Opus Dei”, pág. 258

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

'Sex Shop Gospel' regado a oração, bíblia e Jesus

Será que os 'carismaticos', irão copiar o sex shop gospel, como já copiaram o falso dom de língua, falsas curas, repouso no 'espirito', falsas profecias, falsas revelações, 'oração' no monte, baile de 'cristo', carnaval de 'cristo', cristotecas, rave 'católica', encontros de cura e libertação, híbrido de missa 'católica' com culto protestante pentecostal e muitas outras copias e imitações dos hereges protestantes pentecostais.

ACESSE

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Presidente da organização maçonica B'nai B'rith presenteando Bento XVI

B’nai B’rith International President Moishe Smith presenting a custom piece by Mordechai to Pope Benedict.

Essa é mais uma prova, de que os Papas não são infalíveis em algumas situações.

Viu só, carismáticos, neo-conservadores e sede-vacantistas?

"1839. Por isso Nós, apegando-nos à Tradição recebida desde o início da fé cristã, para a glória de Deus, nosso Salvador, para exaltação da religião católica, e para a salvação dos povos cristãos, com a aprovação do Sagrado Concílio, ensinamos e definimos como dogma divinamente revelado que o Romano Pontífice, quando fala ex cathedra, isto é, quando, no desempenho do ministério de pastor e doutor de todos os cristãos, define com sua suprema autoridade apostólica alguma doutrina referente à fé e à moral para toda a Igreja, em virtude da assistência divina prometida a ele na pessoa de São Pedro, goza daquela infalibilidade com a qual Cristo quis munir a sua Igreja quando define alguma doutrina sobre a fé e a moral; e que, portanto, tais declarações do Romano Pontífice são por si mesmas, e não apenas em virtude do consenso da Igreja, irreformáveis."

Fonte: Concílio Vaticano I - Cap. IV – O Magistério infalível do Romano Pontífice

Papa João XXI e Paulo VI erraram com a "reforma" da Igreja com o Concílio Vaticano II - eles não falaram ex-cathedra.

"Reformaram" a doutrina da Igreja, que era irreformável.

Papa João Paulo II errou com o falso ecumenismo criado pelo CVII e promovido por ele.

Rezemos por Bento XVI.

domingo, 1 de agosto de 2010

CATÓLICO NÃO VOTA EM SOCIALISTA

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Introibo ad altare Dei

A história relatada abaixo (no blog indicado) é verídica, e põe em xeque alguns questionamentos acerca da Missa de Paulo VI e da Missa de São Pio V. Deus, em sua sabedoria infinita, muitas vezes prefere se ocupar dos humildes e ignorantes para mostrar seu poder, sua santidade e sua justiça. Agradeçamos a Deus por esta graça que Ele concede: da conversão de uns pela boca de outros que jamais teriam a condição de saberem de algumas coisas por si mesmos, pois como Jesus mesmo disse: “Todas as coisas me foram dadas por meu Pai e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelá-lo” (Mat. 11, 27).

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Agradecemos a indicação desse artigo a Maria Aparecida, que está no litoral Sul do estado de São Paulo, passando um sufoco com os modernistas dessa região.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

sábado, 17 de julho de 2010

quinta-feira, 15 de julho de 2010

MORNOS

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“TRADICIONALISTA!”

NOTA: Para quem não conhece o autor do texto abaixo, trata-se de Dom Fernando Arêas Rifan, bispo da Administração Apostólica São João Maria Vianney. O escrito é representativo da antiga “face” do prelado, isto é: de quando era apenas um padre “excomungado” por Roma e pregava, na região norte fluminense, à sombra do leão da fé Dom Antônio de Castro Mayer, nos passos de Dom Marcel Lefebvre, os ensinamento milenares da Igreja. Outra é a face atual de Dom Rifan. Recebendo báculo e deixando a Santa Fé, hoje, contrariando o verdadeiro Magistério da Igreja, apóia tudo o que antes condenara: o Novus Ordo Missae, o ecumenismo, a liberdade religiosa, a colegialidade, dentre outros erros propalados por Vaticano II. Deixamos o texto abaixo, como sinal de grande e oportuna confusão e temor, além de boa definição do que nós, católicos apostólicos romanos, queremos e esperamos seguir até a morte.



“Tradicionalista” é o católico apostólico romano, fiel à Tradição católica, isto é, à doutrina, à moral, à liturgia tradicional da Igreja de sempre.Este termo “tradicionalista” não significa retrógrado, antiquado, oposto ao progresso, radical, fundamentalista, avesso às sadias novidades, ou qualquer coisa parecida. Aliás, “Tradição” significa progresso, só que na mesma linha do passado. É um processo contínuo, ligado ao que o antecedeu, um enriquecimento, uma soma do passado com o presente que lhe é similar, enfim, um crescimento, como o de uma árvore ou de uma pessoa.


Esta palavra foi consagrada pelo Papa São Pio X, na sua carta encíclica “Notre charge apostolique”, quando disse: “Os verdadeiros amigos do povo não são os inovadores, mas os tradicionalistas”.


Como a Igreja Católica não é só de hoje, ou de 30 anos para cá, mas é de ontem, de hoje e de sempre, a conclusão lógica é que a Tradição é algo essencial à Igreja Católica. Tradicionalismo não é um partido ou um movimento dentro da Igreja: é o catolicismo como tal. E único. Ser católico fiel a Tradição, ou tradiconalista, não é um dos modos de ser católico; é o único modo de ser católico. Aliás, dizer católico tradicionalista vem a ser até um pleonasmo, uma repetição que nem se precisa dizer, mas que hoje se faz necessária já que muitos hoje se dizem católicos mas rejeitam a Tradição multissecular e perene da Santa Igreja, e por isso já não são mais verdadeiros católicos de fato.


Mas há vários modos de ser ou se tornar católico tradicionalista:


Tradicionalista por saudosismo: saudade do passado.

Tradicionalista por sentimento: “eu me sinto melhor assim!”

Tradicionalista por tradição: avós, pais, família…

Tradicionalista por simpatia: “eu me simpatizo com a Tradição e tenho amigos lá…”

Tradicionalista por imposição: pais, família, namorada, emprego…

Tradicionalista por obediência: pais, patrões, superiores…

Tradicionalista por companheirismo: amigos…

Tradicionalista por proximidade: “a igreja fica perto de minha casa…”

Tradicionalista por política: para angariar votos…

Tradicionalista por escândalo: escandalizado pelas loucuras que viu no progressismo…

Tradicionalista por interesse: conseguir emprego, namorada, etc.

TRADICIONALISTA POR CONVICÇÃO: por causa da doutrina e, em conseqüência, da liturgia tradicional, do respeito e da seriedade que a acompanham.


É claro que, mesmo que se tenha vindo para Tradição por qualquer um dos modos acima, o único modo verdadeiro e digno deste nome é o último. Só por convicção pela doutrina é que você será um verdadeiro tradicionalista, isto é, um verdadeiro católico apostólico romano, da Igreja de sempre de Nosso Senhor.



(Padre Fernando Arêas Rifan – Ontem Hoje Sempre; Campos, abril-maio de 1999, nº 52), artigo extraido do site Tradição Católica em Vitória ES.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Missa profana na Holanda

Padre vestido de laranja celebra missa para holandeses no dia da final da Copa do Mundo.









Fonte: Portal do jornal La Repubblica, 11-07-2010.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Antropoteísmo: a religião do homem


Antropoteísmo: a religião do homem (Parte 1 de 9) – INTRODUÇÃO

http://www.youtube.com/watch?v=k-ZetS_3jAc

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 2 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=4xYI02x_HNY

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 3 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=8A54CnwJmgo

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 4 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=XXvXP7qCrsw

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 5 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=esqGCTDRazo

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 6 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=Rchir1IwACI

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 7 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=3Y-wtil11QM

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 8 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=ObPWVEeV9Z8

Antropoteísmo: a religião do homem (PARTE 9 de 9)
http://www.youtube.com/watch?v=YiyYlJ2X6Y4

quinta-feira, 1 de julho de 2010

TV Record, maior divulgadora de pornografia

 O pior que tem grupos 'católico', que imitam estes hereges...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

RCC e a Macumba


Clique na imagem para ampliar

Acesse e confira a maneira macumberistica que a rcc utiliza para conquistar seu seguidores.
O pior que adotaram a teologia da prosperidade, o esgoto do protestantismo.

Pesar pelo falecimento do reverendíssimo Padre Hélio Buck Junior





quarta-feira, 16 de junho de 2010

Arregou, padre Joãozinho?




Pois é: Little John arregou.

Apagou os posts relacionados à Montfort e ao professor, após sua morte.

Só podia mesmo vir de alguém da RCC, mais especificamente da Canção Nova, fazer isso.

Primeiro, o Monsenhor Jonas Abib cria um artigo onde diz que "protestantes são lindos e santos" (SIC).

Segundo, o carismático Padre Silvio Andrei, que foi preso recentemente, bêbado, tentando seduzir um adolescente e ainda por cima ofereceu proprina e sexo oral aos policiais, teve todos os seu conteúdo apagado dos portais da Canção Nova.

E agora, e não menos pior, Padre Joãozinho (digo, Little John) apagou os recentes artigos que publicou debochando do prof. Orlando Fedeli após sua morte.

Teria padre Joãozinho não aguentado a pressão que recebeu por tradicionais do Brasil e de Portugal?

Teria padre Joãozinho recebido ordens superiores para apagar esse conteúdo?

Teria ele tomado vergonha na cara? - Improvável, pois se tivesse, teria mantido o que escreveu, e assumido o erro publicamente.

E seguem os atos de covardia do Padre Little John - não assume o que escreve.