sábado, 26 de julho de 2008

"Caricatura" do Estado de Graça

Texto retirado do ótimo blog, Doctoris Angelici


Assim como temos várias caricaturas da verdadeira Igreja de Cristo, hoje em dia temos várias “caricaturas” da verdadeira condição para salvação de nossa alma. O Concílio de Trento (totalmente válido e infalível até hoje) definiu como condição indispensável para a salvação da alma, o crente estar em estado de graça. Muitos católicos perderam o valor ou não aprenderam o que realmente se dá com aquele que está em estado de graça: é aquele que tem a vida divina, que participa da natureza divina, habitado pela Santíssima Trindade, que é templo do Espírito Santo.

O demônio, muito astuto, quer que não percebamos o valor do estado de graça e de sua conservação para a vida da alma, por isso coloca nos corações dos homens outras doutrinas diferentes e destruidoras, que tem por objetivo fazer as pessoas perderem a noção da conservação da vida da graça para a salvação da alma.

A maior luta do demônio é para que percamos a noção do que é o estado de graça, bem como de sua necessidade. Pois aquele que perde esta noção fica mais vulnerável à sua ação tentadora, deixa de velar para que este estado seja conservado, deixa de evitar o pecado, pois pensa que Deus perdoa seus pecados apenas pelo fato de pedirmos isto a Ele em nossas súplicas. É claro, que se Ele assim o quisesse poderia nos perdoar desta forma, e de maneira extraordinária (fora do normal) pode até o fazer em alguns casos onde a pessoa esteja de boa fé. Mas se fosse esta a Sua vontade, não haveria necessidade de Jesus instituir o sacramento da Confissão, que é a forma ordinária (via normal) que Ele instituiu para este fim.

Aquele que perde o sentido do estado de graça perde também o verdadeiro valor do sacramento da Confissão, que foi instituído por Cristo justamente para perdoar os pecados mortais cometidos após o batismo e com isto restaurar o perdido estado de graça. Pois, estar em estado de graça é estar isento de pecado mortal. Sendo assim o demônio inventa nos corações dos homens “caricaturas” ou “distorções” do estado de graça para nos enganar e fazer que sejamos condenados ao inferno.


Podemos dizer que esta é a grande luta deste nosso tempo: lutar contra a “falsificação” do estado de graça.


O mesmo podemos dizer da “oração em línguas”, que é em certo sentido uma “caricatura” ridícula e muito bem falsificada daquilo que São Paulo escreve na sua Carta aos Coríntios, onde ele explica o que é realmente o dom de línguas.Este tipo de caricatura, derivada daquela principal que destrói o estado de graça, colabora para que a principal seja promovida. Mas de que maneira?Suponhamos o exemplo de uma seita que destituída da sucessão Apostólica, e com isso dos Santos Sacramentos, bem como da Sagrada Tradição e do Sagrado Magistério. Com estas premissas já concluímos que ela já não possa existir. Mas considerando o que acontece na prática: a seita existe. Como fica destituída dos sacramentos, e com isso de sinais sensíveis que comunicam a graça invisível (insensível), necessita então de criar algo de sensível para “caricaturar” os sacramentos, e assim oferecer em suas reuniões heréticas.

Apela então para o emocionalismo e sentimentalismo. Substituindo o estado de graça, que é algo de sobrenatural e por isso não experimentado (CIC 2005) pelos sentidos do homem, por algo natural como o emocionalismo, a seita introduz na consciência do crente que este sentiu a Deus, e se baseia neste sentimento para deduzir que Deus habita em sua alma (Sendo que na verdade não podemos sentir nossa própria alma). Concluindo então que na referida seita a presença de Deus na alma é baseada através dos sentimentos, deduzimos que a oração em línguas deve ser também algo de sensível para reforçar aquilo que concluem sobre a mesma presença de Deus. A oração em línguas então serve para confirmar aquela “presença sentimental” de Deus em suas almas. Daí dizerem que “oram em espírito”, ou seja, se estão orando em espírito, deduzem que é sinal de que o Espírito Santo está habitando neles. Sendo que na verdade qualquer pessoa, até mesmo um ateu, se exercitado para “orar em línguas” da maneira deles o conseguiria facilmente. Aquilo que chamam de “dom de línguas” não é nada mais que um som produzido pela vibração contínua das cordas vocais onde estas tremem e produzem o som. Não é um dom, é apenas aptidão, basta que a pessoa seja treinada para fazer este som que ela o produzirá sem menores dificuldades.


Uma verdadeira “perda de tempo”, onde as pessoas, muitas vezes sem conhecimento e sem ajuda de ninguém, são enganadas e levadas a pensar que agindo através de um puro sentimentalismo, poderão receber os mesmos méritos que receberiam se orassem pedindo a Deus as graças necessárias à sua salvação. Mas é também verdade que Deus conhece a intenção do coração destas pessoas, e de acordo com aquilo que Ele vê nestes corações: pureza ou maldade - pode conceder até mais méritos do que para aqueles que oram corretamente, mas possuem “corações de pedra”.

De qualquer forma, a verdade é que perdem tempo e deixam de pedir aquilo que serviria para a salvação da alma, ou seja, a graça santificante. Este é um meio que o demônio se utiliza para desviar os corações do verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo confiado à sua Igreja.


Voltando ao assunto principal, independentemente da intenção das pessoas, essa “caricatura” do “dom das línguas” faz com que seja promovida a falsificação do estado de graça e consequentemente de toda a doutrina da Igreja Católica.

Que aqueles que são responsáveis pela difusão da verdade dentro da nossa Santa Igreja Católica possam perceber a importância do ensino correto das verdades da nossa fé.

Peçamos a Virgem Imaculada, Maria Santíssima, que nos livre a todos e ao nosso povo deste ensinamento de todo contrário à verdade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Viva o Papa Bento XVI !!!

Resposta a um "Filho do Céu"

Acesse:


JMJ 2008

Após 40 anos, a pretensa "Lei universal" não chegou ainda em Sydney!

Dizer que a Missa nova é uma lei universal é simplesmente falso! É somente um nome universal

com uma realidade mudando com a vontade dos homens: papas, bispos, sacerdotes.

A realidade universal é que há 40 anos que sob o nome de "missa nova" podemos ver de tudo.
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Missa papal com um rito desconhecido na Igreja Católica. Para quem não percebe, é a procissão que traz o evangelho.
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Queremos a guerra e não a "paz"

Na guerra entregamos nossas vidas
Lutamos pra Te honrar
O que a serena paz do mundo
Jamais nos pode dar
Dai-nos, Senhor, sofrimentos e não a cura
O que precisamos é a virtude da bravura
Para sofrermos convosco e nos alegrarmos
E a Verdade com júbilo aceitarmos
Dai-nos, Senhor, a honra de sofrer
De partilhar de Sua cruenta dor
Para imputarmos em nossas carnes
A vitória de Suas chagas de amor
Desejamos o conhecimento de Seu amor
Amor que O fez abraçar Sua pesada cruz
Que nos ensinou a amar os sofrimentos e as dores
Que nos conduzem ao caminho da luz
Dai-nos a honra de sofrermos como Jó
No sofrimento que o soldado reluz
Caminhamos entre a luz e as trevas
Abraçando o pesado madeiro da cruz
É fácil a esperança na luxúria
Fé na riqueza e amor na ambição
Difícil é provar a esperança
Em desespero, pobreza e solidão
Ser anjo na paz é simples e pacato
Fidelidade de um soldado é difícil na dor
Quando da hora derradeira a luz não brilha mais
Surge a Verdade e reluz com fervor
Estoura a guerra sob “poeira” mordaz
Ao soldado resta apenas uma luz
Uma batalha em terra sem paz
E a vitória do peso da cruz
Pela honra de sofrermos junto ao Cristo
Alegramo-nos em sofrimentos neste mundo
Para futuramente cantarmos a vitória
Quando for manifestada a Sua glória
Não julgueis que Ele trouxe a paz
Ele trouxe a espada a este mundo
Assim “O Filho” brada bem audaz
Queremos a guerra e não a paz
Queremos ser dignos do Teu reino
Para isto seguimos Tua Palavra
Tomamos nossa pesada cruz
Para alcançarmos a glória tão sonhada
Deste mundo nada desejamos
Negamos tudo o que ele nos oferece
Deste reino colhemos uma só coisa
O sofrimento que nos engrandece
Lutaremos contra’s torpezas deste mundo
Jamais iremos recuar
Pois seu príncipe sempre será Lúcifer
Que neste reino combate sem cessar
O Bem, A Verdade e A Beleza
São três coisas que devemos amar
Refletem a infinitude de Deus
Somente os puros podem contemplar
Pela honra de sofrermos junto a Cristo
Desejamos os apóstolos imitar
Aceitando o martírio neste mundo
Contemplando um alento profundo
Que somente a guerra nos pode dar
Erguemos nossas espadas
No combate pelo bem
Carregando nossa cruz
Aclamando ao Eterno Rei
Marchando com a bandeira Católica
Guiados pelo Supremo Pastor
Em meio ao frio e ao calor lutaremos
Anunciando a Igreja do Salvador
Deste mundo queremos apenas a guerra e jamais a sua "paz"!
Um texto de Eder Silva.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Não ameis o mundo nem as coisas do mundo...

Show de Rock, jovem pulando sobre o público
Padre Roberto José Littieri, pulando sobre o público, imitando o "mundo" no evento II Toca, realizado em Brasília no dia 04/11/2007

Esse é um cidadão comum ? ou um sacerdote ?

Infelizmente em tempos criticos na história da Igreja e no Estado, eis um simbolo de péssimo exemplo de sacerdote. Trafica entre verdade e erro, ou melhor destila o erro nas almas dos fiéis simples. Que Deus se apiede desses maus exemplos de ministros e em tempo faça sua justa justiça.

Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. I São João 2,15.

terça-feira, 1 de julho de 2008

MAIS UMA DA R.C.[C], "CRISTO FITNESS". O QUE FALTA MAIS INVENTAR?


Cristo Fitness, atividade desenvolvida pelos personais Tiago e Ionara que

evangelizam através da ginástica. São consagrados da comunidade Fonte Nova,

Renovação Carismática ''Católica''. Entrevista no programa Vida & Saúde da

RBS TV. Local: Academia Body Company, Pelotas/RS.

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COMO SATANÁS É ESPERTO!

Quanta “criatividade!!!” Por que será que Jesus Cristo não usou esse “tão lindo

método” para “fortalecer” os apóstolos?

É FOGO PARA TODO LADO!!!

MEU DEUS, MISERICÓRDIA!

“... assim aquele que, a torto e a direito, jura e NOMEIA seu NOME não ficará isento de pecado” (Eclo 23, 10).

Pe. Divino Antônio Lopes FP