domingo, 18 de maio de 2008

Mons. Jonas Abib contra os ensinamentos dos Santos

Monsenhor Jonas Abib acostumado a ensinar doutrinas protestantes diz:

Precisamos dos teus dons, Senhor!

Eu peço o carisma da fé, Senhor: uma fé carismática, uma fé de expectativa, uma fé que espera a realização dos teus prodígios. Que reinflame em mim o carisma da fé, dom que recebi no meu batismo. Que pela fé venham todos os dons de poder: o dom da cura, o dom dos milagres.

Senhor, eu preciso ver o teu poder. O teu povo precisa vê-lo também. Esta terra precisa ver a tua força, precisa experimentar as tuas maravilhas. Por isso, peço: redesperta em nós os carismas de poder, os dons de cura, o dom da libertação, o dom dos milagres.

Redesperta em mim a palavra de ciência, de sabedoria, o discernimento dos espíritos. Eu preciso; teu povo precisa; os nossos grupos precisam; a tua Igreja precisa urgentemente dos teus carismas. Porque esse é o meio de levantar o teu povo enfraquecido. O teu povo vai ser levantado pelo poder do Espírito Santo, Nosso Senhor e Nosso Deus! Amém!

Vinde, Espírito Santo!

Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib:


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Os Santos junto ao magistério da Igreja ensina:


"Bela advertência de monsenhor Palafox:
É de utilidade citar aqui uma bela advertência de monsenhor Palafox, piedosíssimo bispo de Osma, às pessoas piedosas que procuram santificar-se, em sua anotação à 18ª carta de Santa Teresa ao seu confessor. Ali conta-lhe a Santa todos os degraus de oração sobrenatural com que o senhor lhe havia favorecido.
A este propósito, o mencionado prelado prescreve que estas graças sobrenaturais, que Deus se dignou conceder à Santa Teresa e tem concedido a outros santos, não são necessárias para alcançar a santidade, porque muitas outras almas chegaram à santidade sem estas graças extraordinárias e até há muitas que, apesar de terem recebido aquelas graças, estão condenadas.
Portanto, diz ser coisa supérflua e presunçosa desejar e pedir tais dons sobrenaturais, quando o verdadeiro e único caminho para a santidade é o exercício de todas as virtudes, especialmente do amor de Deus; e a isto se chega por meio da oração e pela correspondência às luzes e aos auxílios de Deus, o qual outra coisa não quer senão a nossa santificação. "Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação" (1 Ts 4,3)."
(Afonso Maria de Ligório, Santo. A oração: grande meio para alcançarmos de Deus a salvação e todas as graças que desejamos. Tradução do original por Pe. Henrique Barros - 4ª edição - Aparecida, SP: Editora Santuário, 1992 - destaques nossos).
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São Vicente Ferrer, assim como Santo Tomás e São João da Cruz, põe as almas de sobreaviso contra a “sugestão e ilusão do demônio, que engana o homem em suas relações com Deus e em tudo o que se refere a Deus” (A vida Espiritual). Ele dá o remédio contra as tentações espirituais suscitadas pelo diabo: “Os que queiram viver na vontade de Deus não devem desejar obter [...] sentimentos sobrenaturais superiores ao estado ordinário daqueles que têm um temor e um amor a Deus muito sinceros. Tal desejo, de fato, só pode vir de um fundo de orgulho e de presunção de uma vã curiosidade em relação a Deus e de uma fé demasiado frágil. A graça de Deus abandona o homem que está preso a este desejo e o deixa à mercê de suas próprias ilusões e das tentações do diabo que o seduz com revelações e visões enganosas” (Ibidem). E também: “Fugi da companhia e da familiaridade daqueles que semeiam e difundem essas tentações e daqueles que a defendem e louvam. Não escuteis seus relatos nem suas explicações. Não procureis ver o que fazem porque o demônio não deixaria de vos fazer ver em suas palavras e obras, sinais de perfeição aos quais vós poderíeis prestar fé e assim cair e vos perder junto com eles” (Ib.). Acrescentamos as palavras de Santo Inácio, “expert” no discernimento dos espíritos: “É próprio do anjo mal, transfigurado em anjo de luz, começar com os sentimentos da alma devota e terminar com os próprios”.

Texto: Carlos Pinheiro

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