segunda-feira, 26 de maio de 2008

Chamada á pedra

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Padre Libânio demonstra que enquanto a Igreja Católica-a Igreja de sempre - era Papal, monárquica, a Nova Igreja conciliar é Colegial. Enquanto a Igreja Católica Apostólica Romana é hierárquica, a Nova Igreja Conciliar é democrática, niveladora e igualitária. É laical. Enquanto a Igreja Católica Apostólica Romana veio do alto, dos Céus, fundada por Cristo, a Nova Igreja Conciliar vem das bases, do Povo, e por isso ela foi chamada de Igreja Povo de Deus.

A Igreja Católica Apostólica Romana é divina.
A Nova Igreja Conciliar é humana. É popular.

A Igreja Católica Apostólica Romana é fundamentada na autoridade Papal.
A Nova Igreja Conciliar é de serviço.

A Igreja Católica Apostólica Romana é teocêntrica.
A Nova Igreja Conciliar é antropocêntrica.

A Igreja Católica Apostólica Romana busca a glória de Deus, a santificação e a salvação das almas.
A Nova Igreja Conciliar busca servir o Homem, servir a Humanidade. Trata de comida, reforma agrária, de favela, metrô, de eleições, de carnaval, Cristoteca e de rede de esgoto.

A Igreja Católica Apostólica Romana é imutável, dogmática e pregadora da Verdade imutável, por isso, ela é missionária.
A Nova Igreja Conciliar é ecumênica e anti-dogmática, precisando sempre de ser “aggiornata", em contínua evolução.

A Igreja Católica Apostólica Romana excomunga as heresias e os hereges.
A Nova Igreja Conciliar aplaude toda heresia e dialoga com todos os hereges, perseguindo os que são fiéis à doutrina de sempre.

A Igreja Católica Apostólica Romana é imutável em sua doutrina e em sua lei moral.
A Nova Igreja Conciliar é evolucionista na doutrina e relativista na moral.

A Igreja Católica Apostólica Romana exige que se pratiquem os mandamentos e que se viva na virtude e na caridade.
A Nova Igreja Conciliar é laxista na moral, tudo permitindo, e quer ser apenas filantrópica, proclamando-se a Igreja do Amor, entendido como fazer apenas o bem material.

A Igreja Católica Apostólica Romana tem uma liturgia divina imutável em sua essência, que renova o Sacrifício do Calvário.
A Nova Igreja Conciliar fabricou uma liturgia sacrílega que se tornou um show, por vezes clownesco, no qual ela comemora a salvação universal.

A Igreja Católica Apostólica Romana tem seu coração no Santíssimo Sacramento, onde Jesus Cristo, Deus e Homem, está realmente presente com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
A Nova Igreja Conciliar declara pela boca de certos teólogos que “é preciso tirar o Faraó que está no sacrário” (Padre Maurice Zundel), ou “esquecer o Deus de Belém” (Padre José Bedin), ou se declara “atéia daquele Velho barbudo que mora lá em cima” (Ex Frei Boff).

A Igreja Católica Apostólica Romana eleva a Deus o canto gregoriano.
A Nova Igreja Conciliar uiva, urra, desafina e rebola, em ritmos selvagens.

A Igreja Católica Apostólica Romana tem por sinal a Cruz de Cristo, reza, jejua, é ascética e penitente.
A Nova Igreja Conciliar é contra o celibato, promove “cristotecas” vai à praia e toma cerveja em bares e boates.

E em sua herética conclusão, Padre J.B. Libânio repele a Igreja Católica Apostólica Romana, aquela que como Cristo é sempre a mesma, ontem, hoje e sempre, para pedir que se instale a Nova Igreja Conciliar: “Depois do Concílio Vaticano II já não tem sentido manter o modelo hierárquico, mas sim construir o modelo Povo de Deus” e que se deveria “construir o modelo Povo de Deus, cuja base última é laical-batismal e colegial-ministerial”.

É entre essas duas Igrejas que os católicos, hoje, devem fazer a sua escolha: ou continuar fiéis à Igreja Católica Apostólica Romana fundada por Cristo sobre Pedro, aceitando o Papa, os dogmas e a lei imutável de Deus, ou a Nova Igreja Conciliar fabricada no Concílio Vaticano II, aquela que tem língua dupla.

Fonte:http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=apologetica&artigo=20070122092537&lang=bra
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Chamada á pedra

Levando em linha de conta uma presença mais assídua nos blogues da Tradição da brigada Novus Ordo, sinal por si só encorajador de que a Verdade da Igreja está aos poucos a passar cá para fora e abalar os alicerces de barro da fé conciliar, brigada essa que vem bradando aos sete ventos o quão cismáticos, excomungados e até protestantes somos todos nós, para além das ridículas acusações de "salázio-fascistas" (termo esse incompreensível) por parte de alguns "católicos-socialistas", porventura ignorando ou escarnecendo das sábias palavras de Pio XI que afirmou que "nenhum católico pode ser socialista" (Enc. Quadragesimo Anno, 1931). Detenho-me neste breve post a reproduzir, com uma ou outra alteração de pormenor, um excerto de perguntas e respostas (F.A.Q) de um conhecido site estrangeiro.


Parece-me pertinente esta chamada de atenção, acima de tudo tendo em conta que a brigada Novus Ordo quer à força que nos convertamos à fé conciliar que, alguns deles certamente em boa consciência, lunaticamente afirmam ser a Fé Católica, estigmatizando a heróica resistência católica como se de um bando de excomungados e hereges se tratasse, esquecendo-se eles mesmos de aplicar esses devidos conceitos teológicos aos verdadeiros excomungados e hereges que os ventos conciliares resolveram apelidar de "irmãos separados".


Passemos então a reproduzir a acusação frequente aos católicos tradicionais, aqui apelidados de "tradicionalistas" apenas por facilidade de expressão visto que o termo em si não é correcto, e a sua devida resposta.

Acusação: "Vocês soam a protestantes. Vocês desobedecem à Igreja e arranjam as vossas próprias desculpas para fazerem-no! Vocês rejeitam o Papa e os seus ensinamentos. Vocês não são nada mais do que uma espécie de protestantes!"


Resposta: Esta resposta terá duas partes. Primeiramente, vamos assumir que isto é verdade. Vamos assumir que sim, que somos na verdade uma espécie de protestantes, que somos o Martinho Lutero levado ao outro extremo. E daí? A Igreja do Vaticano II não tem nenhum problema com isso. Na verdade, o Vaticano II afirma (vd. Unitatis Redintegratio, nº 3) que como protestantes, nós os tradicionalistas, somos "justamente reconhecidos pelos filhos da Igreja católica como irmãos no Senhor" e - note-se bem! - não fomos de forma alguma "despojados de sentido e de significação no mistério da salvação" porque "o Espírito de Cristo não recusa servir-se [de nós] como de meios de salvação cuja virtude deriva da própria plenitude de graça e verdade confiada à Igreja católica. " Aí o têm! Descontraiam-se! Nós estamos muito honrados em ser protestantes, visto que o próprio Deus Nosso Senhor faz uso de nós para salvar almas! Na verdade, quando baptizamos alguém estamos a usar uma acção litúrgica que "deve mesmo ser tida como apta para abrir a porta à comunhão da salvação." Portanto, deixem de se queixar que somos protestantes. Vocês deveriam ter orgulho no facto de que somos protestantes! Estamos à espera que nos dêem anéis episcopais e cruzes peitorais, que assinem acordos teológicos connosco, que rezemos vésperas em conjunto e, quando um de nós deixar este mundo e fôr ter com o Pai, nós esperamos que imitem Bento XVI e que o declarem como tendo sido "um servo fiel" e como tendo atingido "a eterna glória"!


Passemos agora à segunda resposta. Sejamos sérios: são os tradicionalistas que assistem e promovem um rito protestante-modernista ilícito (e provavelmente inválido)? Não. São os tradicionalistas que assinam acordos teológicos com os hereges? Não. São os tradicionalistas que dizem que o Espírito Santo usa as seitas protestantes como meios de salvação? Não. São os tradicionalistas que agem como se os protestantes tivessem um mandato apostólico para pregar o Evangelho? Não. São os tradicionalistas que desbaratam insígnias da dignidade episcopal como os anéis ou as cruzes peitorais e oferecem-nos a leigos protestantes mascarados de clero? Não. São os tradicionalistas que convidam o clero protestante para serviços ecuménicos de culto partilhado e que permitem até a construção de igrejas partilhadas por católicos e protestantes, como o Directório sobre o Ecumenismo de João Paulo II diz (Pontificium consilium ad christianorum unitatem fovendam, n. 137-1140)? Não. São os tradicionalistas que ajudam os hereges a celebrarem os seus falsos cultos "dignamente" ao emprestarem-lhes o que fôr necessário para o mesmo, como João Paulo II disse que os seus bispos poderiam fazer (n. 137)? Não. São os tradicionalistas que negam, comprometem, ou obscurecem qualquer doutrina católica, especialmente as definidas pelo Concílio de Trento contra os protestantes? Não.


A Igreja Novus Ordo (ou Igreja conciliar) faz isso tudo. Os tradicionalistas não. E mesmo assim, nós é que somos os protestantes? A Igreja Novus Ordo é uma Igreja neo-protestante, uma filha bastarda do demónio, não é a Igreja Una, Santa, Católica, Apostólica Romana, fora da qual não há salvação. É por isso que, apesar de todas as nossas imperfeições, deficiências e pecaminosidade, fazemos votos de a combatermos até à morte, justamente por amor à glória de Deus Nosso Senhor e confiando as nossas orações à Virgem Santíssima, aos Santos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo e a todos os Santos e mártires que, preferindo antes a morte à apostasia, deixaram-nos o precioso exemplo e legado de defender, guardar e espalhar a santa fé única e salvífica a toda a criatura do mundo.


Não quero acabar sem antes deixar-vos as proféticas palavras do então Secretário de Estado do Vaticano, o Monsenhor Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII, vislumbrando a crise apocalíptica em que a Igreja se viria submergida anos depois:


"Estou preocupado com as mensagens da Virgem Santíssima a Lúcia de Fátima. Esta persistência de Maria acerca dos perigos que ameaçam a Igreja é um aviso divino contra o suicídio de alterar a Fé na sua liturgia...Um dia virá em que o mundo civilizado negará o seu Deus, em que a Igreja duvidará como Pedro duvidou. Ela será tentada a acreditar que o homem tornou-se Deus...Nas nossas igrejas, os cristãos procurarão em vão pela lâmpada vermelha onde Deus os espera, e como Maria Madalena a chorar diante o túmulo vazio, eles perguntarão 'para onde é que O levaram?'...Oiço a toda a minha volta inovadores que desejam desmantelar a Capela Sagrada, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar os seus ornamentos e fazê-la sentir remorsos pelo seu passado histórico."


O quão actuais e proféticas se reveleram estas palavras do futuro Papa. O panorama é negro mas não temamos pois "se Deus é por nós, quem será contra nós?"

"Cristo vive, Cristo reina, Cristo impera!"


Fonte: http://vetusordo.blogspot.com/2008/04/chamada-pedra.html

domingo, 25 de maio de 2008

Somos Católicos Apostólicos Romanos

Bruno Santana

Somos Católicos Apostólicos Romanos, homens passíveis de erros, de faltas, de defeitos, e de cometer pecados, por nossa culpa. Mesmo assim, sem merecimento algum de nossa parte e apesar de nossa tibieza, tivemos a graça especialíssima de conhecer as Verdades Católicas num tempo em que poucos a encontram, e em muitos casos, depois de conhecê-las, ainda assim não as aceitam. Dentre tantos pecadores, por mercê de Deus entendemos o mundo onde estamos inseridos, e o que significa realmente ser católicos. Provavelmente se somos maus, isso se deve por nossa única e máxima culpa. Mas, “aos trancos e barrancos”, compreendemos. Entendemos que esta época registra o auge do afastamento do teocentrismo, que exclui Deus da sociedade e das almas. O homem hoje se fez deus. Se fez Homem, com H maiúsculo. A vontade do Homem é a palavra de Ordem. Hoje se mata, se destrói (ou “se preserva a natureza”), se relativiza tudo e todos, em nome dos “Direitos do Homem”. Mas desgraçadamente isso não acontece apenas nos ambientes secularizados, laicos, não-cristãos, ou anti-cristãos... Este "delírio da liberdade de consciência” está enraizado profundamente na MENTALIDADE da quase totalidade dos batizados. Sejam eles conscientes de seu liberalismo, ou mesmo que ignorem os fatos.
A Sagrada Escritura, A Tradição e o Magistério da Igreja são IMUTÁVEIS e jamais se contradizem, ao contrário: São partes da única Revelação de Deus, e como tal, se complementam e unidas são auto-explicativas. E Toda a Revelação Divina, em suma, diz claramente – quem tiver olhos que veja; quem tiver ouvidos que ouça!!! – Deus é o Centro. Tudo por Deus, nada sem ele!!!
Uma paráfrase da famosa frase de Santo Agostinho, citada na sua obra, Civitas Dei: “Dois amores construíram duas cidades, a saber: o primeiro amor construiu a cidade do Homem, onde o homem foi tão exaltado, que Deus foi posto à margem; o segundo amor construiu a Cidade de Deus, onde Deus foi tão amado, que o homem foi posto à margem".
Eis aí o sentido de tudo!
(Mas poucos entendem que a Felicidade do homem não consiste em colocá-lo no centro, como senhor absoluto... A felicidade é muito mais simples, e muito menos presunçosa. Ela neste mundo é efêmera, e consiste em fazer com que o homem – com h minúsculo - compreenda que para encontrar este pequeno tesouro – prenúncio de um outro permanente e maior -, é necessário alegrar-se por ser exatamente o que é. Por isso digo: Deus me concebeu no Verbo desde o princípio, e meu ser é o resultado de Sua Vontade, desde sempre. Por isso estou aqui, sirvo para isto, fui concebido para nascer nesta época, e sou feliz em ser esta criatura de Deus, que aqui está com um papel definido, e serei ainda mais feliz no dia em que finalmente permitir que em mim Deus reine como o Senhor e o Centro de tudo, para daí corresponder ao Seu Amor, dentro de meus finitos limites, e Nele, amar ordenadamente ao meu próximo, e por conseguinte à Sua Criação... Lógico, esta fórmula não é apenas para mim. É para todo ser humano).

Ora, há quinhentos anos a ordem natural das coisas vem construindo a cidade do homem. Hoje pode-se ver a cidade do Homem no meio dos Filhos de Deus, e não é nem um pouco difícil. Não precisamos apurar os olhos e os ouvidos para constatarmos até mesmo fisicamente EM QUE MUNDO NÓS ESTAMOS. Experimentem entrar em uma igreja paroquial moderna... Que “arte” é essa? Que são aquelas caixas que chamam de sacrários (aliás, onde esconderam?), aqueles paramentos, aquelas altares-mesas, aquelas paredes nuas... Meus Deus... Há anos atrás, ao despertar para a crise da Igreja, olhava ao meu redor muitas pessoas, homens, mulheres, idosos, enfim, pessoas que viveram em tempos pré-conciliares, que tiveram outra educação, que nasceram em um mundo ainda não tão destruído. Como não enrubecem, como não protestam diante de novidades terríveis, como “Ministros e ministras de Comunhão” (Ministros Extraordinários!!!! Antes que alguém corrija...), dos trajes imorais, dos folhetos “de missa”, que não são mais que iniciação ao marxismo ou ao relativismo doutrinário (Quando não são autênticas conclamações à imoralidade)?
Às vezes penso ter perdido o juízo. Será possível? Eu preciso estar errado! Meu Deus, como eu desejaria estar enganado!!!
Nestes ambientes, o silêncio foi proibido. Os instrumentos para “animar” a liturgia são em tudo piores do que as sórdidas cançonetas e os execráveis ritmos. Há coisa mais lastimável do que um padre destes tempos “presidindo” a “comunidade”? Há coisa mais pavorosa do que constatar como os Sacramentos são distribuídos à granel?
Do que se conclui desta anarquia? É simples: hoje, tudo fala ao homem. Até para “dar a Deus o que é de Deus”, percebe-se que é feito de forma a agradar AO HOMEM. Quando se entende o que significa o sentido da palavra TEOCENTRISMO, e quando, estudando a história dos Santos, a construção da Civilização Ocidental, a profundidade da Liturgia, - como os objetos litúrgicos falavam de Deus! Como os cânticos elevavam a alma a Deus, como as homílias inflamavam os corações para a causa de Deus, como o silêncio das igrejas permitia falar com Deus, como se adorava a Santíssima Trindade no Sacrifício da Missa... Enfim, quando a sociedade em geral incentivava a Piedade e perseguia o vício, quando as famílias eram construídas para povoar a terra de Cristãos, quando existiam muitas crianças, e quando os velhos tinham um lugar de honra... Quando os missionários morriam para espalhar o nome de Cristo na Terra, quando não se concebia matar crianças no ventre, apoiados pelo Estado... Diante de tudo isso, que distanciamento!
Claro, neste mundo nunca houve, nem haverá perfeição. Mas, diante do que existe hoje, já tivemos uma noção tênue de um onírico paraíso terrestre.
E o que temos hoje? Fora da Igreja, um caos, isso dispensa maiores comentários. E entre os membros da Igreja? Será necessário dizer que algo vai errado? Claro que não. Ninguém hoje seria tão cínico a ponto de ousar dizer diferente... É uma evidência, hoje vivemos nas densas trevas da ignorância. As profanações imperam. A liturgia é ANTROPOCÊNTRICA.
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Antropocentrismo... Eis aí a palavra que exprime a alma de nossos dias.
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Agora, na religião, no governo e na economia, o homem é o centro. Mas analisemos apenas a religião, porque é a primeira necessidade de todos os homens: É a fome mais urgente.
DEUS É A NECESSIDADE PRIMEIRA, pois então, a religião é o assunto mais essencial.
E aí constatamos a causa de todas as desordens que se seguem. Hoje, especialmente depois da aplicação do “1789 da Igreja, que foi o Concílio Vaticano II” – palavras do cardeal Suenens -, já não há mais valores cristãos. O liberalismo envenenou as mentes. Já não há Altares para Sacrifício, há mesas pra comilança; os hinos são profanos, os instrumentos são usados segundo o desejo da COMUNIDADE... Pode-se ver este desvio de foco especialmente nas grandes cidades, nos ambientes mais cosmopolitas – o que não exime as cidades menores como ambientes religiosamente menos degradados. Hoje, se a paróquia é de afro-descendentes, pouco importa a Grandeza de Deus. A preocupação é colocar atabaques e colorir, para AGRADAR OS PRESENTES. Hoje não existem duas paróquias com a mesma missa, porque em todas elas a preocupação é AGRADAR A COMUNIDADE... Ontem, no Brasil, o grande responsável por expulsar Deus do Santuário e fazer a vontade do Homem foi a Teologia da Libertação. Construíram um Cristo comunista. Adaptaram Nosso Senhor às teses de Karl Marx. Lógico! Para agradar os que crêem no Materialismo Histórico... E se a preocupação PRIMEIRA é fazer a vontade do HOMEM, então aí a
traição se torna evidente.
Colocar o homem no lugar de Deus é a raiz de todas as desordens. É a causa de onde partem todos os efeitos desastrosos!
A Teologia da Libertação fez de Nosso Senhor Jesus Cristo um refém de sua vontade. Fez da Missa, do Dogma, da Santidade, nada mais que um punhado de palavras e gestos vazios, ou pretextos para enfocar questões sociais e luta de classes. Levantaram um baal, um deus pagão, um universal que eles chamam de POBRE. Perverteram o conceito de pobreza, e subtraíram assim muitos membros da Igreja, com um falso amor aos “oprimidos”.
E Deus? Onde fica?
Quanto a RCC esta é simplesmente satânica. Porque se a TL na prática esquece de Deus e de tudo o mais que se aproxime do sobrenatural, não passando de um parasita que almeja inserir-se no seio da Igreja, para transformá-la numa sentinela avançada do marxismo, é necessário dizer que a tática da RCC para causar destruição, é diferente. Ela é um autêntico câncer. É mais perigosa, porque tenta se acercar do sobrenatural, mas é desordenada POR PRINCÍPIO.
Seus fundadores não escondem sua origem protestante. Ora, o protestantismo é a Revolução! A Reforma de Lutero, ao criar rebelião contra a Igreja, estabeleceu o ANTROPOCENTRISMO na religião, quando pregou o livre exame e a livre iniciativa nos assuntos religiosos. Bem, a RCC nasceu de “católicos” que freqüentavam reuniões pentecostais, nos EUA... Eis aí a árvore da RCC: Lutero.
A RCC é em tudo pior que a TL, o motivo é simples: porque ela fala de Deus e engana. Porque ela fala verdades e faz obras escandalosas. Na RCC muitos sabem alguma coisa da Doutrina de Cristo, mas cometem sacrilégios terríveis, como se estivessem entorpecidos. Se a TL é atéia, a RCC é profanadora. Gosta de baile? A SUA VONTADE prevalece. Lá criam-se os "bailes de Jesus". Gosta de rock? A SUA VONTADE prevalece. Criam-se as bandas de "rock católico". Gosta do mundo? A SUA VONTADE prevalece. É só escrever Jesus em uma etiqueta, e "cristianizar" o que é mundano...Mas esperem: cristianizar?
Será mesmo? Não, claro que não. Lógico! Se houvesse uma verdadeira cristianização, A SUA VONTADE não viria em primeiro lugar, mas viria a Vontade de Deus. E em geral, fazer a vontade de Deus é sempre difícil, porque o Caminho de Deus é árduo, sem “repouso no Espírito”. O caminho de Deus não é o de Kiko Arguello (*), não é largo e enfeitado. Ao contrário. É um caminho estreito e pedregoso, de luta, de penitência, de oração, de jejum, de mortificações e de incompreensões por toda trajetória. Hoje, desconfiem dos aplausos, desconfiem das multidões conquistadas. Alguém disse que a unanimidade é burra, e apesar do tom determinista que não pode ser sempre aplicado para todas as situações, ainda assim tem algo de verdadeiro. Afinal de contas, foi a multidão que gritou "Barrabás"... Em suma: a RCC JAMAIS CRISTIANIZA O QUE É MUNDANO. ELA MUNDANIZA O QUE É CRISTÃO. Anestesia as consciências das pessoas, fazendo com que elas coloquem a boate dentro da Igreja, para "se sentirem bem", e viverem mundanamente sem desta forma sofrerem o peso da consciência. Colam na testa do diabo um adesivo escrito “Jesus”, e contam com a conversão dele... Afinal, o show não pode parar, há sempre que se inventar uma Canção Nova...
Mas como diz um ditado grosseiro, porém eficaz, “desgraça pouca é bobagem”... Não só de TL e RCC padecem os membros da Igreja. A crise se espalha por todos os meios, por todos os setores, todas as ordens, todos os movimentos. O Concílio foi à porta de entrada destes erros que vinham forçando as janelas da Igreja há muito tempo. Bastou que um papa viesse “abrir as janelas da Igreja, para deixar entrar o ar fresco”, para que o seguinte, que as escancarou, tenha depois sentido um mal-cheiro, e procurado este odor “por alguma fresta”, esquecendo de fechar as janelas. Lembro-me de uma frase citada no livro Iota Unum, dita por Paulo VI:
"A Igreja se acha numa hora inquieta, de autocrítica, dir-se-ía melhor, de autodemolição. É como uma reviravolta aguda e complexa que ninguém teria esperado depois do Concílio. A Igreja como que golpeia a si mesma".
É... Depois do Concílio...
Santidade, tu o disseste!

Tudo o que nasceu do liberalismo dos condutores do Concílio Vaticano II está corrompido por um antropocentrismo nefasto. Todas as tocas, todos os movimentos que nasceram desta distorção estão em maior ou menor grau contaminados. O Santo Padre terá muito trabalho para separar o joio do trigo...
Há confusão em toda parte. Mesmo entre os católicos que não aceitam o liberalismo conciliar, hoje verifica-se uma oscilação no que se refere ao posicionamento com a Santa Sé. Aproximar-se? Afastar-se? Manter-se estático, esperando a conversão completa do clero e da hierarquia?
Portanto, nossa tábua de salvação não consiste em seguir a maioria, ou sacrificar a inteligência que Deus mesmo nos concedeu a uma obediência cega; Hoje, mais do que nunca, não se pode acolher o que diz o clero, sem conferir as suas palavras em relação à Tradição bi-milenar da Igreja. Tudo o que nos resta é - apesar das dificuldades – tomar como escudo a Doutrina Imutável da Santa Madre Igreja, que transcende a toda tentação de auto-suficiência. É esta a mesma doutrina que Nosso Senhor Jesus Cristo ensinou, que foi transmitida pelos Apóstolos e confirmada por todos os Concílios Ecumênicos DOGMÁTICOS. Temos obrigação de seguir à risca o que nos ensina o clero, dentro da linha desta Tradição ininterrupta.
Mas... O que resta do Concílio Vaticano II?
Ora, o Concílio Vaticano II é o único democrático, é o único self-service. O único PASTORAL, cujos papas declararam não ser obrigatório aos fiéis. Cujas doutrinas não são dogmáticas, mas pastorais. O único Concílio que não ameaça com a excomunhão, pois não obriga ninguém a crer – palavras de João XXIII e Paulo VI! Consequentemente, o que nasceu dele pode ser acatado segundo a livre consciência de cada um (imaginem, um concílio com Sola Scriputra protestante...), e não é pecado rejeitar nada dele. Sendo assim, Temos um Concílio legitimo, onde um simples fiel pode dizer “não aceito”, e desta forma agir segundo as regras do próprio Concílio... Se alguém perguntar “Então, porque se perdeu tanto tempo para construir algo que fica ao bel-prazer do gênio de cada um?” Bem, não vou responder esta questão, pelo simples fato de que nem mesmo seus construtores nos apresentaram uma justificativa.
Sendo assim, como católicos, devemos aceitar nele o que porventura exista de forma correta (afinal não existe mentira absoluta), mas rejeitar tudo o que há de desordenado, que tenha aberto espaço para o antropocentrismo. E todos os movimentos que nasceram dele, que tenham degenerado desde sua concepção, ou ao longo de seu desenvolvimento. Não se trata de implicância. Basta olhar de perto cada um desses movimentos, que então, de uma maneira ou de outra, se verificará que cada um pende ora para a esquerda, ora para a direita, ora para o centro, mas no fundo não visam inicialmente a glória de Deus. Visam em primeiro lugar agradar os seus membros efetivos. Podem citar Trotsky, Boff, Fidel ou Gutierrez, para agradar intelectualóides leitores de Saramago. Podem jogar baldes de água benta para matar o calor, reduzir calorias com o “Vira de Jesus”, ou barbarizar com cristotecas. Mas existem muitas outras formas, quem sabe recolher alimentos, brincar de regenerar mendigos, e pregar o ecumenismo relativista? Claro, é Obra de Misericórdia dar de comer a quem tem fome, está no Catecismo... Mas o que diferencia a Caridade da Filantropia, é que na caridade, POR AMOR A DEUS, se ama o próximo, e a ele dá os alimentos espirituais e materiais. Na filantropia, POR AMOR AO HOMEM, se distribui apenas a comida material. A pergunta: pode-se ser teocêntrico limpando feridas de mendigos e subindo em palcos de Televisão “Católica”? Será esta a nova evangelização, será este o Cântico Novo, a Canção Nova? Será que a Ordem Franciscana nasceu como a versão esfarrapada do bolsa-família? Não, meus senhores. O Santo mendigo foi ao Egito pregar ao sultão, ameaçando-o duramente com o fogo do inferno, junto a sua corte. Sua Caridade era assim. O alimento que ele distribuia era o Evangelho, a comida material vinha de carona.
Não fazia coreografias ao redor do Santíssimo, nem usava a necessidade dos desafortunados como pretexto para ser divulgado por aí. Porque sabia que Deus era o seu público, e somente Ele bastava para assisti-lo, sem ajuda da “telinha”.
Hoje, no entanto, que fome!!! Quem nos dá de comer?
Bem, se Deus providencia alimentos para as aves no céu e veste suas flores com requinte, até agora não tem faltado aos que O procuram, sinceros. Na verdade, quase sempre, é Ele mesmo quem nos persegue com Seu Amor.


(*)Caminho Neocatecumenal

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Anglicanos querem ser católicos pela beleza da liturgia em latim

Mais de 400.000 anglicanos aguardam “luz verde” do Vaticano para entrar na Igreja Católica.
Eles pediram a conversão em documento oficial recebido pela Santa Sé no ano passado.
Entre esses há alguns “bispos” e “sacerdotes”. Provêm de 13 países, maioritariamente da Inglaterra.
Porém, segundo o colunista Damian Thompson, do grande diário londrinense “The Telegraph” seu ingresso vem sendo impedido pela oposição dos bispos da Inglaterra e de Gales.
Thompson escreveu que esses bispos são igualmente esquerdistas e não desejam conversões.
A conversão é detestada pelo falso ecumenismo.
Porém, o que irrita mais os bispos progressistas britânicos é a possibilidade de os novos convertidos engrossarem as fileiras dos católicos que seguem o rito extraordinário da Missa aprovado pela Santa Sé. Ele é mais conhecido como Missa em latim, ou Missa de São Pio V.
S.S. Bento XVI com um Motu Próprio aprovou a celebração desse rito. O gesto teve efeito importante na decisão de muitos anglicanos ― episcopalianos nos EUA. Eles desejam abandonar o horror com que eles vêm o anglicanismo após a ordenação de mulheres e de “bispos” homossexuais.
Por outro lado, amam muito a beleza das formas litúrgicas tradicionais, mas vendo o que acontece em muitas igrejas católicas, não se decidiam a dar o passo final.
O Motu Próprio Summorum Pontificum veio dissolver essa dificuldade.
As conversões de anglicanos e episcopalianos, por vezes dioceses e paróquias inteiras, estão em pleno andamento.O progressismo poderá atrapalhar, mas nunca conseguirá ser mais forte que essa ação profunda do Espírito Santo nas almas.
fonte: Fatimaemfoco

EVANGELIZAÇÃO VS. ECUMENISMO

Acesse:

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Que a Virgem Gloriosa nos livre desse espirito anti-cristão.




Falso dom de língua utilizado insistentemente pelos hereges pentecostais e “católicos” carismáticos.

Este vídeo abaixo, é do falso dom de língua


video

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Abaixo o verdadeiro dom de língua



Verdadeiro dom de língua, utilizado por alguns Santos e confirmado pelo Magistério da Igreja



Artigo 1
O que possuía o dom das línguas falavaTodas as línguas?



QUANTO AO PRIMEIRO ARTIGO ASSIM SE PROCEDE: parece que os que possuíam o dom das línguas, não falavam todas as línguas.1. Com efeito, o que é concedido pelo poder de Deus é o melhor em seu gênero; assim, a água que o Senhor converteu em bom vinho, como narra o Evangelho de João. Ora, os que tinham recebido o dom das línguas e exprimiam-se melhor em sua própria língua, como diz a Glosa: Não é de admirar que a carta aos Hebreus se distinga das outras por sua eloqüência, pois é natural que cada um se exprima melhor na sua própria língua que numa língua estrangeira.As outras cartas, o Apóstolo as escreveu numa língua estrangeira, isto é, em grego, ao passo que escreveu essa em hebraico, os Apóstolos não receberam, por graça grátis dada, o conhecimento de todas as línguas.1 Parall.:Cont Gent.III,154;I ad Cor., c 14, lect. 1.1 . Lombardi:ML 192,400 C(a).



Estes dois pontos serão tratados sucessivamente nas duas questões seguintes. Sua situação no tratado dos carismas é evidente. Tomás é bem explícito a esse respeito: Os dons gratuitos são dados em vista da utilidade comum...Ora, o conhecimento que temos de Deus não poderia servir para outrem senão por meio do discurso.E como o Espírito Santo não omite nada do que é útil à igreja, ele também assiste os seus membros em seus discursos, não só para que eles sejam compreendidos por todos, o que cabe ao dom das línguas, mas ainda para que eles falem com eficácia, o que deriva da graça do discurso.




2. Além disso, a natureza não faz por muitos meios o que pode fazer por um só; e muito menos Deus, que opera mais ordenadamente que a natureza.Ora, Deus podia fazer com que seus discípulos fossem entendidos por todos, falando numa só língua.Por isso, a respeito daquelas palavras dos Atos dos Apóstolos “cada qual os ouvia falar em sua própria língua”, diz a Glosa:Porque falavam as línguas de todos ou, falando a sua própria, isto é, a hebraica, eram entendidos de todos como se falassem na própria língua de cada um dos ouvintes “. Logo, parece que não tiveram a ciência de falar todas as línguas”.



3. Ademais, todas as graças derivam de Cristo para o seu corpo, que é a IGREJA, conforme se diz no Evangelho de João: ”De sua plenitude todos recebemos”. Ora, Cristo falou uma só língua; e os fiéis não falam agora mais do que uma língua. .Logo, parece que os discípulos de Cristo não receberam o dom das línguas para falar em todas elas.Em sentido contrário, diz –se nos Atos dos Apóstolos: “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os impelia a que se exprimissem”. Uma Glosa de Gregório assim comenta: “O Espírito Santo apareceu sobre os discípulos em línguas de fogo e lhes deu o conhecimento de todas as línguas”.




RESPONDO.Os primeiros discípulos de Cristo foram escolhidos para percorrerem o mundo pregando a sua fé a todos, como se lê no Evangelho de Mateus: ”Ide e ensinai a todos os povos”. Ora, não era conveniente que aqueles que eram enviados para instruir os outros, precisassem ser instruídos por eles sobre a maneira de lhes falar ou de compreender sua linguagem.Sobretudo por que estes enviados eram da mesma nação, da Judéia como havia predito Isaías: Aqueles que sairão impetuosamente de Jacó encheram com sua raça a face da terra. Além disso, os discípulos enviados eram pobres e sem poder; eles não teriam encontrado facilmente, desde o começo, intérpretes fiéis para traduzir suas palavras ou lhes explicar as dos outros, principalmente por terem sido enviados a povos infiéis. Por esta razão, era necessário que Deus lhes viesse em socorro com o dom das línguas, a fim de que, como se havia introduzido a diversidade de línguas, quando os homens começaram a dar-se à idolatria, como se lê no livro de Gênesis, assim se desse o remédio a essa diversidade, quando tivessem que ser convertidos ao culto de um só Deus.(b)Quanto ao primeiro, portanto, deve-se dizer que na carta aos Coríntios “a manifestação do Espírito se dá para a utilidade da IGREJA”.Por isso, tanto Paulo como os outros apóstolos foram instruídos por Deus na língua de todas gentes, segundo o requeria o ensinamento da fé. Quanto a certas particularidades que se adquirem por esforço humano, como beleza e elegância de expressão, o apóstolo fora instruído na sua própria língua, e não numa língua estrangeira. Assim também, quanto à sabedoria e a ciência, os apóstolos foram instruídos por Deus tanto quanto requeria o ensinamento da f é, mas não em todas as coisas que se adquirem pelo estudo, como, por exemplo, as conclusões da aritmética ou da geometria.
Quanto ao segundo, deve –se dizer que, embora uma e outra coisa pudesse acontecer, a saber: ou que, falando uma só língua fossem compreendidos de todos ou que eles falassem as línguas de todos.Com tudo era mais conveniente esta segunda solução, porque tocava à perfeição de sua ciência, pois eles não só podiam falar, como também entender o que os outros diziam.Se todos entendessem a única língua dos pregadores, isto seria, ou pela ciência dos ouvintes, que podiam entender aos que falavam, ou seria uma ilusão, pois percebiam com seus ouvidos palavras muito diferentes daquelas que proferiam os que lhes falavam. Por isso diz a Glosa sobre: ”Maior milagre foi que eles falassem a língua de todos”. E Paulo diz: ”Dou graças ao meu Deus porque falo às línguas que todos vós falais”.Quanto ao terceiro, deve –se dizer que Cristo só pregou pessoalmente a uma única nação, a dos judeus, e, embora possuísse sem duvida perfeitissimamente a ciência da todas as línguas, não convinha que fizesse uso de todas elas.Por isso, diz Agostinho “Atualmente, todos recebem o Espírito Santo e, não obstante, não falam as línguas de todos, porque a Igreja já fala as línguas de todos os povos, e aquele que não pertence à Igreja não recebe o Espírito Santo”.(Cont.pág.558).
(b).Tomás examina aqui o dom feito aos apóstolos no dia de Pentecostes, de poder exprimir-se em línguas estrangeiras para serem compreendidos pelos diversos povos aos quais eles eram enviados. Seguindo uma imagem preferida pelos Padres da Igreja, ele faz do evento de Pentecostes o paralelo invertido do que se produzira no momento da construção da torre de Babel: o pecado dos homens acarretou na dispersão e a impossibilidade de se compreender, mas a vinda do Espírito de amor permite doravante superar esse obstáculo.



http://missadesempre.blogspot.com/2007/06/dom-de-lingua.html



Quem negar a interpretação de Santo Tomás é negar o próprio Magistério da Igreja.



E então, como o que ficaremos?

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Condenação do Papa Leão XIII: Americanismo ou Carismatismo?

Estes sacerdotes da R.C.[C] costumam a citar o São Padre Pio, em suas pregação, mas não seguem o seu exemplo transformando a Santa Missa em um verdadeiro circo ou uma verdadeira profanação. Talvez eles tenham vontade de se protestante, mas ainda não tiveram coragem. Estes sacerdotes se dizem católicos, mas suas atitudes e atos são de um verdadeiro protestante.

Este link abaixo está citando a condenação ao carismatismo:

Trecho do texto:

...não é, absolutamente, admissível excogitar-se ou guardar uma segunda, mais ampla e fecunda “aparição ou revelação do Espírito Divino”; a que atualmente se efetua na Igreja é deveras perfeita, e nela permanecerá incessantemente...

...Todo o Magistério externo é desprezado como desnecessário, e até como menos útil, por aqueles que se esforçam em alcançar a perfeição cristã: agora – dizem eles – o Espírito Santo infunde nas almas dos fiéis maiores e mais abundantes carismas que nos tempos passados e os ensina e conduz com um certo misterioso instinto, sem mediação de ninguém (...). ...

Acesse:

http://doctorisangelici.blogspot.com/2008/05/condenao-do-papa-leo-xiii-americanismo_19.html



MUITO MAIOR!!!

Boa comparação produzida pelo nosso irmão na fé, Jorge Luis do blog Tradição Viva, http://tradicaoviva.blogspot.com/2008/05/muito-maior.html


Para aqueles que se dizem a 'serviço da Igreja Católica', mas pretendem ser MAIORES que ela:

Lamento informar, mas...


domingo, 18 de maio de 2008

Mons. Jonas Abib contra os ensinamentos dos Santos

Monsenhor Jonas Abib acostumado a ensinar doutrinas protestantes diz:

Precisamos dos teus dons, Senhor!

Eu peço o carisma da fé, Senhor: uma fé carismática, uma fé de expectativa, uma fé que espera a realização dos teus prodígios. Que reinflame em mim o carisma da fé, dom que recebi no meu batismo. Que pela fé venham todos os dons de poder: o dom da cura, o dom dos milagres.

Senhor, eu preciso ver o teu poder. O teu povo precisa vê-lo também. Esta terra precisa ver a tua força, precisa experimentar as tuas maravilhas. Por isso, peço: redesperta em nós os carismas de poder, os dons de cura, o dom da libertação, o dom dos milagres.

Redesperta em mim a palavra de ciência, de sabedoria, o discernimento dos espíritos. Eu preciso; teu povo precisa; os nossos grupos precisam; a tua Igreja precisa urgentemente dos teus carismas. Porque esse é o meio de levantar o teu povo enfraquecido. O teu povo vai ser levantado pelo poder do Espírito Santo, Nosso Senhor e Nosso Deus! Amém!

Vinde, Espírito Santo!

Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib:


......
Os Santos junto ao magistério da Igreja ensina:


"Bela advertência de monsenhor Palafox:
É de utilidade citar aqui uma bela advertência de monsenhor Palafox, piedosíssimo bispo de Osma, às pessoas piedosas que procuram santificar-se, em sua anotação à 18ª carta de Santa Teresa ao seu confessor. Ali conta-lhe a Santa todos os degraus de oração sobrenatural com que o senhor lhe havia favorecido.
A este propósito, o mencionado prelado prescreve que estas graças sobrenaturais, que Deus se dignou conceder à Santa Teresa e tem concedido a outros santos, não são necessárias para alcançar a santidade, porque muitas outras almas chegaram à santidade sem estas graças extraordinárias e até há muitas que, apesar de terem recebido aquelas graças, estão condenadas.
Portanto, diz ser coisa supérflua e presunçosa desejar e pedir tais dons sobrenaturais, quando o verdadeiro e único caminho para a santidade é o exercício de todas as virtudes, especialmente do amor de Deus; e a isto se chega por meio da oração e pela correspondência às luzes e aos auxílios de Deus, o qual outra coisa não quer senão a nossa santificação. "Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação" (1 Ts 4,3)."
(Afonso Maria de Ligório, Santo. A oração: grande meio para alcançarmos de Deus a salvação e todas as graças que desejamos. Tradução do original por Pe. Henrique Barros - 4ª edição - Aparecida, SP: Editora Santuário, 1992 - destaques nossos).
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São Vicente Ferrer, assim como Santo Tomás e São João da Cruz, põe as almas de sobreaviso contra a “sugestão e ilusão do demônio, que engana o homem em suas relações com Deus e em tudo o que se refere a Deus” (A vida Espiritual). Ele dá o remédio contra as tentações espirituais suscitadas pelo diabo: “Os que queiram viver na vontade de Deus não devem desejar obter [...] sentimentos sobrenaturais superiores ao estado ordinário daqueles que têm um temor e um amor a Deus muito sinceros. Tal desejo, de fato, só pode vir de um fundo de orgulho e de presunção de uma vã curiosidade em relação a Deus e de uma fé demasiado frágil. A graça de Deus abandona o homem que está preso a este desejo e o deixa à mercê de suas próprias ilusões e das tentações do diabo que o seduz com revelações e visões enganosas” (Ibidem). E também: “Fugi da companhia e da familiaridade daqueles que semeiam e difundem essas tentações e daqueles que a defendem e louvam. Não escuteis seus relatos nem suas explicações. Não procureis ver o que fazem porque o demônio não deixaria de vos fazer ver em suas palavras e obras, sinais de perfeição aos quais vós poderíeis prestar fé e assim cair e vos perder junto com eles” (Ib.). Acrescentamos as palavras de Santo Inácio, “expert” no discernimento dos espíritos: “É próprio do anjo mal, transfigurado em anjo de luz, começar com os sentimentos da alma devota e terminar com os próprios”.

Texto: Carlos Pinheiro

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Denúncia contra o pseudo carismatismo na Paróquia Santa Luzia/Comunidade São Benedito - Jardim Amanda - Hortolândia/SP

Carta denunciando o pseudo carismatismo e profanações realizados na comunidade São Benedito, na paróquia Santa Luzia em Hortolândia/SP

quarta-feira, 14 de maio de 2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Dança diabólica da canção "nova" está se propagando.

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Os reboladores costumam justificar está atitude de fica dançando diante do Santíssimo Sacramento com o salmo de Davi 47[46].
Davi dançou diante da Arca da Aliança, que era trazida pelas ruas de Jerusalém, Arca que não continha a Deus realmente presente.

Nem no Antigo Testamento se dançava diante da Arca, dentro do Templo, nem se dançava, quando se sacrificavam carneiros, touros e bodes.

No sacrifício da Santa Missa, onde Deus está realmente presente em Corpo Sangue, Alma e Divindade, não tem comparação com o que Davi fez, no Antigo Testamento, nas ruas, e diante Arca da Aliança, que não continha Deus realmente presente como nós o temos na hóstia consagrada, na Missa.

Na Instituição da Eucaristia, nem Jesus, nem os Apóstolos dançaram.

Na defesa das profanações que se fazem, hoje, diante do Santíssimo Sacramento, recorrendo ao exemplo de Davi, é completamente estúpida.

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A Palavra do Prior:
A Música Sacra dentro da tradição

Fonte: Jornal Ceciliano, Ano: IV Edição: Mensal N°: LV Mês: Maio de 2008. http://www.ordemdesantacecilia.org/

Há poucos dias vi no site de video you tube tópicos de uma Missa Tridentina celebrada por conservadores. Foi chocante ouvir o som do Alelúia do oratório Messias de G.F. Händel na dita (?) celebração.

Há conservadores que entendem muito bem de ritos e de ortodoxia, mas muito pouco e quase nada de arte da celebração dessa Missa. Criada em pleno Concilio de Trento a Missa tem música própria que foi aprovada no mesmo Concilio de Trento, ao lado do Canto Gregoriano a chamada música polifônica Palestriniana, um estilo aperfeiçoado pelo grande Palestrina que na ocasião apresentou aos Padres Conciliares sua famosa “Missa do Papa Marcelo” com grandes aplausos da aula Conciliar.

O Alelúia de Händel, que todos apreciam muito pelo seu ar festivo e glorioso, não é catalogado como Música Sacra e sim música religiosa. Ele foi composto para o Oratório Messias e oratório, para não sabe, é uma ópera de caráter religioso, mas não é música feita para a Liturgia Romana, ademais de Händel não ser Católico.

O abuso na música apresentada nas igrejas hoje em dia também é outra calamidade. As tendências são só de mostrar músicos do estilo jovem em desrespeito às pessoas mais idosos que se fazem presentes ao ato e são forçadas e oprimidas ao escutar o que não gostariam e muitos jamais escutariam dentro de suas casas e devem ir na igreja para sofrerem tamanha judiação.Uns não voltam mais. Sabemos que a Missa é para todos e não para alguns grupos ou classes de pessoas. Só jovem é um ato de discriminação contra os idosos e adulação da juventude, como se isto evitasse eles serem sempre os mesmos na sua convivência extra- religião. Jovens não tem adulação que chegue em tempo, eles sempre pensam serem os maiores e os melhores.

A sacralidade da música deve elevar a mente e a alma a Deus. Nunca ela deve lembrar um momento profano. Ela não pode ser sensual, nem despertar sentimentos de baixeza dos sentidos, ela deve ser contemplativa, despertar no fiel que está presente dentro do templo os melhores sentimentos de elevação espiritual e fazer sentir uma como que saudades do céu. Ela deve mais comover (?) do que mover.

Uma música movimentada na qual levantam braços, gritam, balançam o corpo e gesticulam, além de ser uma atitude ridícula, é uma música profana e alienada de Deus. Diga-se mais que Deus não é surdo, portanto os gritos são apenas alucinações das pessoas e não clamores ao Senhor. Não é aliviar tensões de histeria. Gritar ao Espírito Santo é uma ignorância Teológica e pouco conhecimento da profundidade da vida espiritual. Música de movimentação corpórea não serve para as funções sagradas da Igreja Romana. O Espírito Santo quer se manifestar no silêncio ou apenas no sussurro e no murmúrio. Tal como as famosas danças diante do altar que não são louvores pré-cristãos nem alusões ao Profeta David, mas a repetição das cenas eróticas dos Palácios dos Faraós ou do mesmo de Herodes para quem foi dada a cabeça do (São) João Batista, mediante a encantadora dança de uma prostituta filha da amante do Rei. Quando vejo meninas dançar frente do altar penso logo: “daqui a pouco vem a cabeça de alguém” Infelizmente muitos Sacerdotes e leigos bem intencionados, porém mal orientados, pensam que levando uma música parecida com a música das seitas para suas Liturgias favorecerá a participação. Enganam-se! O Católico que está mais espiritualizado se afasta de lugares assim, não é isso que procura. As seitas são materialistas, querem o dinheiro dos pobres e materialista deve ser a música para favorecer a falácia das ilusões.

A tradição católica da Missa tem uma música apropriada e os mestres que elaboram e ensaiam essa música devem ser capacitados por Escolas Oficiais da Igreja Católica.

O Canto Gregoriano é, pois, a música oficial da Igreja de Roma e ao lado desta a polifonia ao estilo de Palestrina. Depois do Concilio Vaticano II foi permitido outros estilos de música, conquanto que se adaptem aos momentos do ritual. Muitos deles não são nada felizes por serem elaborados por pessoas sem a devida credencial Litúrgica e mística.

Outra besteira é pensar que a música na Igreja deva ser cantada para os textos serem entendidos. Que ironia!
Hoje que se espalharam as músicas inglesas e mesmo quem nada entende de inglês participa e fica alucinado igual. Dizer que não entende o latim é uma desculpa fajuta e “conversa para boi dormir” A música, mais que o texto, tem força especial para conduzir o espírito ao nível da contemplação e não precisa entender texto para desfrutar da beleza e da espiritualidade da boa Música Sacra. Ademais que sendo ela uma oração dirigida a Deus, a língua não interessa, Deus entende todas as línguas.

Mas o Alelúia de Händel até que pode ser cantado num final de função e com grande propriedade dar um brilho festivo, mas não é música sacra Litúrgica, fique isto bem claro e dito em alto e bom tom.


sábado, 10 de maio de 2008

Cadê a batina Padre!!???

Além de não usar batina, tem um jeito de 'playboy' e galã .
Padre Fabio de Melo, um mal exemplo!

Acesse:

Excelências da batina

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Palavras dos Santos


OS PERIGOS DO SENTIMENTALISMO

Conhecendo melhor a R.C."C"

A Igreja Católica diz uma coisa e a R.C."C" faz outra!

Diz Mons. Jonas Abib que "Carismas precisam se unir para formar Igreja de Jesus Cristo"

Se precisa se unir para forma a Igreja de Jesus Cristo, então ela não existe?

Mais uma que prova, do grande perigo que a R.C."C" e a Canção nova representa para as almas Católicas...





Mons. Jonas Abib:"os pentecostais são lindos e santos"

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Segunda-Feira, 25 de Fevereiro de 2008 A nova vitalidade divina na Igreja

O Papa Leão XIII consagrou o século 20 ao Espírito Santo, mas, infelizmente, nós, Igreja, não estávamos prontos. Depois na tarde do outro dia, um grupo de evangélicos pentecostais, em sua maioria negros, receberam o Pentecostes, e a partir daí começaram os Cenáculos. Houve falhas, mas os pentecostais são lindos e santos. Isso não só gerou homens santos, como também retornaram o Pentecostes e os Cenáculos. Essa graça aconteceu, mas por quantos preconceitos e por quantas lutas -- até por parte de nós católicos -- os pentecostais passaram. O Papa João XXIII mal tinha acabado o Concílio de 1965, e em 1966 já aconteceu o derramamento do Espírito Santo. E daí começaram a surgir grupos de oração nos finais de semana. A Renovação Carismática Católica é a efusão do Espírito; depois do Concílio, Deus viu que o "odre" estava novo e colocou o "vinho novo", que é o Espírito Santo. A partir de Pentecostes a Igreja expressa a vitalidade divina, que se manifesta com os dons dos carismas. E nós precisamos dessa vitalidade.

Seu irmão, Monsenhor Jonas Abib.

Obs.: por gerar polêmica, a Canção Nova retirou essa postagem.

Resumindo, o monsenhor Jonas Abib diz que os hereges pentecostais, que blafemam todo ódio contra a Santa Igreja Católica Apostolica Romana, são lindos e santos.

A Igreja nos ensina:

...Pecado análogo comentem os que louvam e exaltam os mestre de doutrinas viciosas e errôneas.(IX. 8°oitavo mandamento)

O QUE É ISSO?


ISTO É UM SHOW?

NÃO!

É a MISSA-SHOW, celebrada pelo Mons. Jonas Abib.



Como sempre em época de eleições as pessoas influentes são convidadas pelos os políticos para fazerem shows, para pode fazer uma média com a população local.
Sendo assim, os políticos da cidade de São Vicente no litoral paulista, convidou o monsenhor Jonas Abib para lhe fazer uma homenagem, e ao decorre dessa homenagem iria ocorre uma Missa celebrada por este sacerdote.
Este sacerdote, que denegri a Fé Católica com seu protestantismo pentecostal, que rebaixa a Igreja ao nível das seitas protestantes com suas músicas, dancinhas, e o pior a profanação ao Santo Sacrifício da Santa Missa.
Mas para os políticos de São Vicente estão nem aí, se vai profanar a Santa Missa ou não, o que eles querem mais é que os cidadões reelejam novamente, pois eles sabem que o “falso pentecostalismo cega as multidões”, é só observar as seitas protestantes pentecostais em que seus lideres são muitas vezes denunciados por vários crimes contra a legislação brasileira, mas o povo continua cego. (São Mateus - 15, 14. Deixai-os. São cegos e guias de cegos conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala).
A Santa Missa
O mesmo que vive bajulando a figura do Papa João II, não o obedece.
“De nenhum modo se combine a celebração da Santa Missa com o contexto de uma ceia comum nem se a coloque em relação com análogo tipo de convívio”(João Paulo II, redemptionis Sacramentum, n*77)
E além do mais, o mesmo Papa repetiu nove vezes na encíclica Ecclesia de Eucaristia, que a Missa é a renovação do Sacrifício da Cruz.
Concílio de Trento declarou:

"Se alguém disser que no sacrifício da Missa não se oferece a Deus um verdadeiro e próprio sacrifício, ou que oferecê-lo não é outra coisa que Cristo nos ser dado a comer, seja anátema" (Concílio de Trento, Cânones sobre o Santíssimo Sacrifício da Missa, Cânon 1, Denzinger 918).


"Se alguém disser que o sacrifício da Missa é só de louvor de ação de graças, ou mera comemoração do sacrifício do sacrifício cumprido na cruz, porém que não é propiciatório(...) seja anátema" (Concílio de Trento, Cânones sobre o Santíssimo Sacrifício da Missa, Cânon 3, Denzinger 918.)

Mas estas declarações do magistério e da tradição da Igreja, não importa para este sacerdote, o que importar é fica copiando ensinamentos heréticos dos protestantes pentecostais.