sábado, 29 de março de 2008

PRECIOSO DEPÓSITO: BLASFEMIA! EXURGE DOMINE ET JUDICA CAUSAM TUAM!!

PRECIOSO DEPÓSITO: BLASFEMIA! EXURGE DOMINE ET JUDICA CAUSAM TUAM!!


“Liberdade funesta e execrável,verdadeira opressão das massas”.Leão XIII

quarta-feira, 19 de março de 2008

ABERRAÇÃO E SACRILÉGIO COM O CRUCIFIXO

Como sempre, “carismáticos” insistem em profanar as coisas sagradas. Com o mesmo intuito dos satanistas, de inverte todo o sentido das coisas sagradas, para profana-lá. Em relação aos "carismaticos" é meio indireto, ou camuflado este objetivo.
Um pequeno exemplo é está imagem abaixo, em que o fundador da Comunidade “Católica” Escravos de Maria do Santíssimo Rosário da R.C.[C] Anderson, numa falta de respeito tremenda com à imagem do Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado.







terça-feira, 18 de março de 2008

O LIBERALISMO, PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES

PRIMEIRA PARTE

CAPITULO I

AS ORIGENS DO LIBERALISMO

Se vocês não lerem muito, cedo ou tarde serão traidores, porque não terão
compreendido a raiz do mal”. Com estas fortes palavras um de meus
colaboradores (4) recomendava aos seminaristas de Ecône a leitura de boas obras que tratem do liberalismo.


Com efeito, não se pode compreender a crise atual da Igreja nem conhecer a verdadeira cara dos que ocupam a Roma atual, e em conseqüência ver que atitude tomar perante os fatos, se não se procura as causas desta crise, se não se estuda seu curso histórico, e não se descobre sua fonte primeira neste liberalismo condenado pelos papas dos últimos séculos.
Com efeito, não se pode compreender a crise atual da Igreja nem conhecer a verdadeira cara dos que ocupam a Roma atual, e em conseqüência ver que atitude tomar perante os fatos, se não se procura as causas desta crise, se não se estuda seu curso histórico, e não se descobre sua fonte primeira neste liberalismo condenado pelos papas dos últimos séculos.
Nossa luz: a Voz dos Papas
Partiremos das origens, como faziam os Soberanos Pontífices, ao denunciarem as graves perturbações em curso. Além de acusarem o liberalismo, os papas vão mais longe no passado e todos, desde Pio VI até Bento XV, falavam da crise reduzindo a para a luta encetada contra a Igreja no século XVI pelo protestantismo e pelo naturalismo, do qual aquela heresia foi a causa e a primeira propagadora.
O renascimento e o naturalismo

O naturalismo já se encontrava no Renascimento, que no esforço para recuperar as riquezas das antigas culturas pagãs e particularmente a cultura e a arte dos gregos, conduziu à exaltação exagerada do homem, da natureza e das forças naturais. Exaltando a bondade e o poder da natureza, menosprezava-se e desaparecia do pensamento dos homens a necessidade da graça, a destinação da humanidade para a ordem sobrenatural, a luz trazida pela Revelação. Sobre o pretexto de arte quiseram introduzir por toda parte, até nas igrejas, esse nudismo (sem exagero se pode chamar de nudismo) que domina na Capela Sistina em Roma. Consideradas sob o ponto de vista artístico, estas obras têm seu valor; porém nelas prima o aspecto sensual da exaltação da carne, totalmente em oposição aos ensinamentos do Evangelho: “pois a carne luta contra o espírito, diz São Paulo e o espírito luta contra a carne”. (Gal. V: 17)

Não condeno esta arte se restrita aos museus mundanos, mas não vejo nela um meio de exprimir a verdade da Redenção, ou seja, uma feliz submissão da natureza redimida à graça. Já na arte barroca da contra reforma católica, meu julgamento é bem diferente, especialmente nos países que resistiram ao protestantismo: o barroco utilizará ainda anjinhos rechonchudos mas esta arte de puro movimento e expressões às vezes patéticas é um canto de triunfo da Redenção, um canto de vitória do catolicismo sobre o pessimismo de um protestantismo frio e desesperado.

(4) Padre Paul Aulagnier, 17 de setembro de 1981.

O Protestantismo e o Naturalismo

Pode parecer estranho e paradoxal chamar o protestantismo de naturalista. Nada há em Lutero de exaltação à bondade intrínseca da natureza porque, segundo ele, a natureza está irremediavelmente decaída e a concupiscência é invencível. No entanto a opinião excessivamente niilista que o protestante tem sobre si mesmo, desemboca em um naturalismo prático: na intenção de menosprezar natureza e exaltar o poder “só da fé”, relegam a graça divina e a ordem sobrenatural ao domínio das abstrações. Para os protestantes a graça não opera uma verdadeira renovação interior; o batismo não é a restituição de um estado sobrenatural habitual, é somente um ato de fé em Jesus Cristo que justifica e salva. A natureza não é restaurada pela graça, permanece intrinsecamente corrompida; e somente a ordem obtém de Deus que deite sobre nossos pecados o manto pudico de Nóe. Todo o organismo sobrenatural que o batismo agrega à natureza enraizando nela a graça, todas as virtudes infusas e os dons do Espírito Santo são reduzidos a nada, reduzidos a um só ato forçado de fé, confiança em um redentor que gratifica somente para retirar-se para longe a criatura, deixando um abismo intransponível entre o homem definitivamente miserável e Deus transcendente três vezes santo. Esse pseudo supernaturalismo, como chama o Padre Garrigou Lagrange, deixa finalmente o homem, apesar de haver sido redimido, sujeito somente à força de suas aptidões naturais; fatalmente se afunda no naturalismo. Deste modo os extremos opostos se unem! Jacques Maritain exprime bem o desenlace naturalista do luteranismo:


“A natureza humana terá que rechaçar como um inútil acessório teológico o manto de uma graça que não é nada para ela e cobrir-se com sua fé confiança para
converter-se em uma bela besta livre, cujo infalível e continuo progresso encanta
hoje o universo inteiro”. (5)

Esse naturalismo se aplicará à ordem civil e social: ficando a graça reduzida a um sentimento de fé confiança, a Redenção será somente uma religiosidade individual e particular, sem influência na vida pública. A ordem pública, econômica e política fica condenada a viver sem Nosso Senhor Jesus Cristo. O protestante busca no seu êxito econômico o critério de sua justificação diante de Deus; assim, de bom grado escreverá sobre sua porta: “Rendei honras a Deus por teus bens, oferecei as primícias de seus ganhos, então teus celeiros se encherão e teus tonéis transbordarão de vinho”. (Prov. III, 9 10)

Jacques Maritain escreveu excelentes páginas sobre o materialismo do protestantismo, que dará nascimento ao liberalismo econômico e ao capitalismo:

“Por trás dos chamados de Lutero ao Cordeiro que salva, por trás de seus movimentos de confiança e sua fé no perdão dos pecados, há uma criatura humana que levanta a cabeça e faz seus negócios no lodaçal em que está submersa por causa do pecado de Adão! Desenvolver-se-á no mundo, seguirá a sede do poder, o instinto dominador, a lei deste mundo que é o seu mundo. Deus será somente um aliado, um poderoso”.(op.cit.pág.52, 53)

(5) Trois Reformateurs, pág. 25.

O resultado do protestantismo foi que os homens se apegaram ainda mais aos bens deste mundo, esquecendo de seus bens eternos. E se um certo puritanismo chega a exercer uma vigilância exterior sobre a moralidade pública, não impregnará os corações do espírito verdadeiramente cristão, que é um espírito sobrenatural, onde reina a primazia do espiritual. O protestantismo, necessariamente, será conduzido a proclamar a emancipação do temporal em relação ao espiritual. Essa emancipação, justamente, vai reencontrar-se no liberalismo. Os papas tiveram portanto muita razão em denunciar este naturalismo de inspiração protestante como sendo a origem do liberalismo que transtornará a cristandade em 1789 e 1848. Assim diz Leão XIII:

“Esta ousadia de homens tão falsos que ameaça cada dia a sociedade civil com
maiores ruínas, e que estremece a todos com inquietante preocupação, tem sua
causa e origem nas peçonhentas doutrinas que, difundidas entre os povos com boas
sementes em tempos passados, produziram em seu tempo frutos tão danosos. Bem
sabeis, Veneráveis irmãos, que a guerra cruel iniciada contra a fé católica pelos
inovadores, desde o décimo sexto século e que vem recrudescendo diariamente
até o presente, tinha por fim unicamente afastar toda revelação e toda ordem
natural, para abrir a porta aos eventos e delírios da razão”.(6)

E posteriormente, o Papa Bento XV:

“Desde os três primeiros séculos e desde as origens da Igreja, período em que o
sangue dos cristãos fecundou toda terra, pode se dizer que nunca a Igreja correu
tão grande perigo como o que se manifestou nos fins do século XVIII. Então uma
filosofia em delírio, a continuação da heresia e da apostasia dos inovadores,
adquiriu sobre os espíritos um poder de sedução, provocando transformação total,
com o propósito determinado da destruir as bases cristãs da sociedade, não
somente na França, mas pouco a pouco em todas as nações”. (7)

Nascimento do Naturalismo Político

O protestantismo constituiu um ataque muito duro contra a Igreja e ocasionou um desagregamento profundo na cristandade do século XVI, porém sem conseguir impregnar as nações católicas com o veneno de seu naturalismo político e social. Isso só aconteceu quando este espírito secularizante chegou às universidades e em seguida àqueles que chamamos “filósofos das luzes”.

Filosoficamente o protestantismo e o positivismo jurídico têm origem no nominalismo surgido com a decadência da Idade Média (séc. XIV) que conduz tanto à Lutero com sua concepção puramente extrínseca e nominal da Redenção, como a Descartes, com sua idéia de uma lei divina indecifrável submetida somente ao arbítrio da vontade de Deus. Com São Tomás de Aquino, toda a filosofia cristã afirmativa, ao contrário, a unidade da lei divina eterna e da lei humana natural: “A lei natural é tão somente uma participação da lei eterna nas criaturas racionais”. (Suma Teológica I II, 91, 2).


(6) Encíclica “Quod Apostólici” de 28 de Dezembro de 1878.

(7)Carta “Anne Jam Exeunte” de 7 de Março de 1917, Paz Interior das Nações (PIN 486) vide bibliografia

Mas com Descartes já se põe uma ruptura entre o direito divino e o direito humano natural. Seguindo a Descartes, os universitários e juristas não tardariam a tomar o mesmo caminho cismático.

Assim diz Hugo Grotius (1625), citado por Paul Hazard:
“E o direito divino? Grotius procura salvaguardá-lo: o que acabamos de dizer,
declara, valeria mesmo se concordássemos ( o que não pode ser concedido sem um crime ) que não há Deus e que os assuntos humanos não são objeto de seus
cuidados. Não há duvida alguma que Deus e a Providência existem, sendo portanto uma fonte de direito além da que provém da natureza. ‘Mesmo este direito natural, pode ser atribuído a Deus, porque ele quis que estes princípios existissem em nós’.

A Lei de Deus, a lei da natureza..., continua Paul Hazard, esta fórmula dupla nãoé Grotius que inventa (...) a Idade Média já a conhecia. Onde esta seu caráter de
novidade? De onde vem que seja criticada e condenada pelos doutores? Para quem é luminosa? A novidade consiste no aparecimento da separação de dois fins; em sua oposição, que tende a se afirmar; em uma tentativa de conciliação posterior, que por si só supõe a idéia de ruptura”. (8)

O jurista Pufendorf (1672) e o filosofo Locke (1689) darão o ultimo toque para a secularização do direito natural. A filosofia das luzes imagina “um estado de natureza” que nada tem haver com a filosofia cristã e que culmina com o mito do “bom selvagem” de Jean Rosseau. A lei natural fica reduzida a um conjunto de sentimentos que o homem tem de si mesmo e que são compartilhados pela maior parte dos outros homens; em Voltaire encontra-se o diálogo seguinte?

B: O que é a lei natural?
A: O instinto que nos faz sentir a justiça.
B: A que você chama justo e injusto?
A: Ao que assim parece para o universo inteiro. (9)

Tal conclusão é o fruto de uma razão desorientada, que já na ânsia da emancipação em relação a Deus e à sua revelação cortou as ligações com os princípios da ordem natural, reforçados pela revelação divina sobrenatural e confirmados pelo magistério da Igreja. Se a Revolução separou o poder civil do poder da Igreja, é porque ela originariamente já havia separado naqueles que se chamam filósofos, a fé e a razão. Vem a propósito relembrar o que ensina a respeito deste ponto, o Concilio Vaticano I (primeiro):

“Nunca se pode nunca encontrar discordância entre a fé e a razão, pois elas se prestam mútua ajuda: a reta razão demonstra as bases da fee, esclarecida por ela, cultiva a ciência das coisas divinas; e a fé, por sua vez, livra e defende a razão dos erros e lhe proporciona inúmeros conhecimentos”. (10)

(8) “La Crise de la Conscience Européenne, 1860 1715”, Fayard, Paris, 1961; 3ª parte, cap. 3.
(9) Voltaire, Diálogos Filosóficos, A.B.C., 1768, “Quarto Diálogo, Da Lei natural e da Curiosidade” citado por Paul Hazard, op. cit.
(10) Const. De Fide Catholica, “Dei Filius”, Dz nº 1799.

Mais exatamente podemos dizer que a Revolução se fez em nome da deusa Razão, da razão deificada, da razão que se faz norma suprema do verdadeiro e do falso, do bem e do mal.

Naturalismo, Racionalismo, Liberalismo

Desde já, podemos ver como todos os erros estão entrelaçados uns com os outros: liberalismo, naturalismo, racionalismo, são somente aspectos complementares do que se deve chamar Revolução. Onde a reta razão, esclarecida pela fé, vê somente harmonia e subordinação, a razão deificada cava abismos e levanta muralhas: a natureza sem a graça, a prosperidade material sem a procura dos bens eternos, o poder civil separado do poder eclesiástico, a política sem Deus nem Jesus Cristo, os direitos do homem contra os direitos de Deus , finalmente a liberdade sem a verdade.

Com este espírito se fez a Revolução, que vinha se preparando a mais de dois séculos, como procurei mostrar, mas somente no fim do século XVIII culmina e dá seus frutos decisivos: os frutos políticos como resultado dos trabalhos dos filósofos, dos enciclopedistas e de uma extraordinária atividade da maçonaria (11), que em poucas décadas havia penetrado e estabelecido núcleos em toda classe dirigente.

A Maçonaria Propagadora destes Erros

O Papa Leão XIII nos mostra em “Quod Apostolici”, encíclica já citada, e também em “Humanum Genus” de 20 de agosto de 1884 sobre a ceita dos maçons, com que precisão, com que clarividência, os Soberanos Pontífices denunciaram esta empresa:

“Em nossos dias os malfeitores parecem conspirar em conjunto e lutar com maior força, guiados e auxiliados por uma Sociedade que chamam dos Maçons,
firmemente constituída e muito difundida (...). os Romanos Pontífices, nossos
predecessores, zelando cuidadosamente pela salvação do povo cristão,
reconheceram logo quem era e o que queria este inimigo, assim que ele começou a
sair das trevas de sua conjuração oculta, para se lançar ao ataque em plena luz do dia”.

Leão XIII cita então os papas que já haviam condenado a maçonaria: Clemente XII, na encíclica “In Eminenti” de 27 de Abril de 1738 lança uma excomunhão contra os maçons; Bento XIV renova esta condenação na encíclica “Providas” de 16 de Março de 1751; Pio VII pela encíclica “Ecclesiam” de 13 de Setembro de 1821 acusa especialmente os “Carbonari”; Leão XII em sua Constituição Apostólica “Quo Graviora” de 13 de Março de 1826 denuncia a sociedade secreta “A Universitária” que procura perverter a juventude; Pio VIII na “Triditi” de 24 de Março de 1829, e Pio IX na Alocução Consistorial de 25 de Setembro de 1865 e na encíclica “Quanta Cura” de 8 de Dezembro de 1864, falaram no mesmo sentido.

Posteriormente, deplorando a pouca atenção dispensada pelos governantes apesar de tantas advertências, Leão XIII constata os espantosos progressos da seita:

“Vemos como resultado, que no período de um século e meio, a seita dos maçons fez incríveis progressos. Empregando simultaneamente a astúcia e a audácia, invadiu todos os setores da hierarquia social e começou a tomar, no interior dos Estados modernos, um poder que equivale à soberania”.


O que ele diria hoje, quando todos os governos obedecem aos decretos das Lojas Maçônicas! (12). Agora mesmo, no assalto à Hierarquia da Igreja, o espírito maçônico e a própria maçonaria progridem solidamente. Voltaremos ao assunto.

O que é então o espírito maçônico? Eis em poucas palavras o que diz o senador Goblet d’ Aviello membro do Grande Oriente da Bélgica, falando na loja dos Amigos Filantrópicos de Bruxelas em 5 de Agosto de 1877:

“Digam aos neófitos que a Maçonaria...é antes de tudo uma escola de vulgarização e aperfeiçoamento , uma espécie de laboratório onde as grandes idéias do momento vêm a se combinar e se firmar para se espalhar pelo mundo profano de uma forma palpavél e prática. Digam-lhes em uma palavra, que somos a Filosofia do Liberalismo”.

Fique então claro, caros leitores, que embora não a mencione sempre, a maçonaria é o centro dos temas que lhes falarei em todos os capítulos seguintes.

(12) Sem excluir os países comunistas, visto que os partidos comunistas são simplesmente sociedades maçônicas, com a única diferença que nestes países elas são legais
.

Texto extraído do livro: DO LIBERALISMO À APOSTASIA - A TRAGÉDIA CONCILIAR
Autor: MONSENHOR MARCEL LEFEBVRE
Tradução: IIDEFONSO ALBANO FILHO
Editora: PERMANÊNCIA
RIO DE JANEIRO 1991
Capitulo I, pág. 10.
Texto digitado por: Mércia Borges.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Santo Padre Bento XVI: grupos “que se dizem carismáticos e geram desorientação e chegam a pôr em perigo a comunhão eclesial”

Para enfrentar o avanço das seitas ou de grupos “que se dizem carismáticos e geram desorientação e chegam a pôr em perigo a comunhão eclesial”, o Santo Padre ressaltou que “a firmeza da fé e a participação nos sacramentos tornam fortes os vossos fiéis”.

ACESSE: http://perseverancanafe.blogspot.com/2008/03/bento-xvi-os-carismticos-geram.html

Vídeo/Entrevista-D.Athanasius-comunhão de joelhos

Mais um golpe nos documentos pós-conciliares:
http://pt.gloria.tv/?video=tqbsfxf0v3b5kiy65eyi

Papa Pio XII disse ter assistido ao "milagre do sol que dança"




[1]ROMA — O Papa Pio XII (1939-1958) escreveu que em 1950, enquanto passeava pelos jardins do Vaticano, e um dia antes de proclamar o dogma mariano da Assunção, assistiu ao "milagre do sol que dança", o mesmo fenômeno que a Igreja Católica diz ter acontecido após as aparições de Nossa Senhora de Fátima.

A declaração foi publicada hoje no diário italiano Il Giornale, que cita um manuscrito inédito de Pio XII, no qual o pontífice explica que considerou o episódio "uma confirmação celestial" à proclamação do dogma mariano da Assunção, no dia 1º de novembro de 1950.

O chamado "milagre do sol que dança", segundo explica a Igreja Católica
aconteceu em 1917 após as aparições de Nossa Senhora aos pastores de Fátima (Portugal), já que tinha prometido às crianças um sinal para que todos pudessem acreditar."Em um certo momento, olhei para o céu e fui surpreendido perante um fenômeno que nunca tinha visto. O sol, que já estava alto, me apareceu como um globo opaco, amarelado, rodeado de um círculo luminoso mas que não me impedia de olhá-lo atentamente", escreveu o papa Eugenio Pacelli.

Pio XII explicou ainda como viu o globo opaco girando em torno dele mesmo, movimentando-se ligeiramente para a direita e para a esquerda, repetidamente.

Essa confissão, escreve o jornal, está escrita a lápis na parte de trás de uma folha, e foi feita no último período de sua vida.O documento, inédito, será exposto em uma exposição que o Vaticano dedicará a Pio XII em novembro, quando se cumprirão os 50 anos de sua morte.
conhecendo mais sobre Nossa Senhora de Fátima:

A Vida Mística de Francisco e Jacinta de Fátima

Fátima se tornará um santuário Inter-religioso?

Questões em torno do Terceiro Segredo

algumas matérias

[1]Extraído da Agência Efe, por Carlos Orsi. Publicado em O Estado de S. Paulo Online, em 28 de fevereiro de 2008.


Vaticano não publicou nova lista de pecados capitais

Declaração a interpretações de imprensa

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de março de 2007 (ZENIT.org).- «O Vaticano não publicou uma nova lista dos sete pecados capitais», esclareceram nesta terça-feira fontes da Igreja Católica.

A Sala de Comunicação da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales emitiu um comunicado para fazer esta declaração em resposta a vários artigos de imprensa.

«Não existe nenhum edito vaticano novo», declara o comunicado, explicando que a confusão se deve à interpretação que alguns órgãos informativos fizeram de uma entrevista publicada na edição italiana cotidiana de «L’Osservatore Romano», com data de 9 de março.
O entrevistado é Dom Gianfranco Girotti, bispo regente do tribunal da Penitenciaria Apostólica. O penitenciário maior é o cardeal americano James Francis Stafford.


O jornalista Nicola Gori perguntou ao prelado: «Quais são, segundo o senhor, os novos pecados?».

«Há várias áreas dentro das quais hoje percebemos atitudes pecaminosas em relação aos direitos individuais e sociais», responde Dom Girotti.

«Antes de tudo a área da bioética, dentro da qual não podemos deixar de denunciar algumas violações dos direitos fundamentais da natureza humana, através de experimentos, manipulações genéticas, cujos efeitos é difícil prever e controlar.»

«Outra área, propriamente social, é a área das drogas, com a qual a psique se enfraquece e a inteligência obscurece, deixando muitos jovens fora do circuito eclesial.»

Está também «a área das desigualdades sociais e econômicas, pelas quais os pobres se tornam cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos, alimentando uma insustentável justiça social; a área da ecologia, que reveste hoje um importante interesse».
Pode-se ler a entrevista original em italiano em
http://www.zenit.org/article-13786?l=italian.

Não “novos pecados”, mas o velho ponto cego da mídia


por Phil Law
ler especial para CWNews.com

Mar. 10, 2008 (CWNews.com) – Quanto terminou sua entrevista ao L’Osservatore Romano, o Arcebispo Gianfranco Girotti provavelmente pensou que sua mensagem principal fora um apelo aos Católicos para usarem o sacramento da Confissão. Pouco sabia ele que a mídia de língua inglesa divulgaria a entrevista como uma nova lista de pecados revisada.

Arcebispo Girotti, o regente da Penitenciária Apostólica, falou ao jornal do Vaticano a respeito de “novas formas de pecado social” em nossa era. Ele mencionou transgressões como destrutivas pesquisas com embriões humanos, degradação do meio ambiente e tráfico de drogas. Em poucas horas, dúzias de fontes de mídia estavam sugerindo que o Vaticano tinha revisado radicalmente os Dez Mandamentos, publicando uma lista de “novos pecados”.

Como de costume, um jornal Britânico lançou na página principal a mais sensacional e ilusória cobertura. O Daily Telegraph fez a ridícula chamada de que a lista do Arcebispo Girotti substituía o tradicional entendimento católico dos sete pecados capitais:

Isto substitui a lista originalmente redigida pelo Papa Gregório Magno no 6º século, que incluía inveja, gula, avareza, luxúria, ira e orgulho.
Poderíamos olhar para a realidade, por favor?


Quando um oficial do segundo escalão do Vaticano dá entrevista a um jornal, ele não está proclamando novas doutrinas da Igreja. Arcebispo Girotti estava obviamente tentando oferecer uma nova, provocativa perspectiva em algumas verdades permanentes. O esforço explodiu antes da hora – mas de uma forma muito reveladora.

Um leitor comum, baseando suas opiniões apenas na cobertura inútil do Telegraph pode concluir que um “pecado”, no entendimento católico, não é nada mais que uma violação a regras impostas por um grupo de homens em Roma. Se essas regras são inteiramente arbitrárias, então os oficiais do Vaticano podem mudá-las conforme querem; alguns pecados cessarão de existir e outros “novos pecados” os substituirão. Mas essa noção de pecado é absurda.

Pecado é um objetivo errado: uma violação à lei de Deus. O que é pecaminoso hoje sera pecaminoso amanhã, e um pecado capital continuará capital, reconheça ou não os editores do Telegraph o perigo moral. A lista tradicional de pecados capitais continua intacta; nada a substituiu. Avareza, gula e luxúria são tão errados hoje como foram há um dia, um ano ou um século atrás. Se o Arcebispo Girotti se referiu a “novos” pecados, é porque algumas das ofensas que ele nomeou (como a manipulação genética) eram impossíveis no passado, e outras (como o tráfico internacional de drogas) são muito mais predominantes hoje, numa sociedade global. Quanto tais pessoas poderiam estar engajadas nessas atividades há um século através, elas seriam pecaminosas da mesma forma.

Um pecado não é um pecado simplesmente porque um arcebispo o proclama. Sim, nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, “é uma ofensa contra a razão, verdade e a reta consciência...”. Os preceitos de “razão, verdade e reta consciência” não mudam em resposta a direções políticas, nem mudam conforme o capricho de oficiais do Vaticano.

O ponto fundamental da entrevista do L’Osservatore Romano era que os católicos precisavam recuperar o sentido de pecado, fazer uso do sacramento da Confissão e receber a absolvição por suas ofensas. Pecado, o arcebispo insistiu, é uma realidade que o homem não pode escapar.

terça-feira, 11 de março de 2008

Militia Jesu Christi: Resposta aberta a uma frouxa resposta de Felipe Aquino......

Militia Jesu Christi: Resposta aberta a uma frouxa resposta de Felipe Aquino......

O EMBRIÃO QUE VIROU MINISTRO

[1]Carlos Caetano

“Vida humana é o fenômeno que transcorre entre o nascimento e a morte cerebral”, pontificou o ilustre Ministro Ayres Brito, do STF, que, segundo reportagem do jornal Correio Braziliense de 06/03/08, é admirador do cantor nordestino Tom Zé, da cantora pop Ana Carolina, de Aristóteles e de Pontes de Miranda, os quais ele costuma citar nos julgamentos.

Posso concluir então que quando o notável Ministro se encontrava no ventre materno, mesmo pouco antes de nascer, não tinha vida humana.
E que espécie de vida tinha ele então? Seria uma vida de peixe, já que nadava com desenvoltura no líquido amniótico? Mas sendo mamífero, não podia ser peixe. Talvez um golfinho? Não. Acho que no Nordeste, terra natal do Ministro, não existe golfinho.

Alguma forma de vida ele tinha, porque, afinal, respirava, se alimentava, crescia. A atividade cerebral não era ainda tão desenvolvida a ponto de meditar nas máximas filosófico-jurídicas de Tom Zé e Ana Carolina, mas já existia.
De que bicho seria a vida pré-natal do Ministro? Difícil responder. Sei que no Nordeste existe muito jumento, mas nem por isso diria que o Ministro levava uma vida, digamos, jumental. Isso não.

Ignoro que raio de vida tinha o Ministro enquanto embrião ou feto no útero materno. Só sei que tartaruga ele não era, porque das tartarugas é expressamente proibido manipular e destruir os ovos.

É que os embriões tartarugais têm vida tartarugal e são protegidos pelas leis ambientais. Leis que o douto Ministro certamente admite constitucionais. Pensem: embrião tartarugal tem vida tartarugal, mas embrião humano não tem vida humana. Não entenderam? Nem eu.

Como lembrou o jurista Ives Gandra no julgamento, a lei que proíbe destruir embrião de tartaruga é constitucional. Já a lei natural que proíbe destruir embrião humano é inconstitucional. Constitucional, para o Ministro, é só a lei positiva do PT que permite manipulá-los como cobaias e destruí-los depois.
A propósito, de acordo com o mesmo Correio Braziliense, quando foi nomeado para o STF, Ayres Brito era “petista de carteirinha”. Será que ele rasgou sua carteirinha depois de tantos escândalos patrocinados pelo partido mais ético do Brasil?


Segundo a matéria do Correio, além do insuperável geneticista Tom Zé, o Ministro também costuma citar Aristóteles, o maior filósofo da antiguidade.

Mas se o Ministro estudou Aristóteles, deve saber algo sobre substância/acidente, ato/potência e causa/efeito, que são características de todos os seres criados.

Por exemplo, estar no útero ou fora dele é acidente que não modifica a substância do ser. Se a substância era humana dentro do útero, continuará sendo humana fora do útero. O lugar que o ser ocupa é só acidental e não altera sua natureza.

O ato é a realização de uma potência. Ayres Brito estava todo inteiro no ventre materno com uma vida qualquer em ato, mas tinha potência para virar ministro. Bastava crescer, estudar e ser escolhido pelo Lula. Como ninguém destruiu aquele embrião, o movimento ocorreu, a potência virou ato, o embrião virou ministro.

Agora, se um cientista maluco daquele tempo tivesse destruído aquele embrião, alegando que aquilo não era vida humana, nada disso teria ocorrido. Pois, anulada a potência, o ato fica anulado. Da mesma forma que, supressa uma causa eficiente qualquer, o efeito não se concretiza. Era assim que ensinava Aristóteles. Quem sabe Tom Zé pensa diferente...

Que maravilha para nós, então, que ninguém destruiu aquele embrião, pois agora os julgamentos do STF são abrilhantados com a sabedoria poética de cantores nordestinos de permeio com elucubrações peripatéticas.

Vejamos outros exemplos da exuberante erudição genético-filosófico-jurídica do “ministro-poeta”, como é conhecido Ayres Brito nos meios forenses.

“Não é a interrupção de uma gravidez humana. Não há mulher que engravide por controle remoto”. Ufa! Que alívio. Agora já posso mudar de canal usando o aparelhinho sem ter que responder a uma ação de paternidade.

“Ninguém afirma que a semente já é planta ou que a crisálida já é borboleta”. Não é bem assim. A semente é a planta em potência. Destrua a semente e veja se nasce a planta. Destrua a crisálida e não haverá o vôo colorido da borboleta. Destrua o embrião e não haverá ministro para o próximo julgamento. O do Supremo Tribunal, claro. Porque o do Supremo Deus virá. Às vezes demora um pouco. Mas que vem, vem.

“Uma andorinha só não faz verão”. Essa é tão inédita que confesso não ter capacidade para respondê-la à altura. Ainda bem que o próprio jornal se encarregou de explicar sua hermenêutica profunda. E a explicação do Correio é que “o zigoto do embrião congelado ainda não forma, sozinho, um ser humano porque falta estar no útero. ‘O zigoto sozinho não caminha no sentido da hominização’”.

Ah, entendi. Uma andorinha precisa de outras para fazer verão assim como o zigoto precisa de condições adequadas para sobreviver. E a primeira condição é estar acoplado ao útero materno. Quem não tem meios de se desenvolver sozinho não merece a proteção do Estado.

Então, se eu encontrar um recém-nascido abandonado (coisa comum nesses tempos neopagãos), vendo que ele não pode se desenvolver sozinho naquelas condições, concluo que posso manipulá-lo como cobaia e depois destruí-lo. E se a polícia vier me estorvar eu respondo: “Alto lá, seu polícia, uma andorinha só não faz verão”.

Ao dizer o absurdo destacado na primeira frase, o ministro antecipa que para ele o aborto não é crime. Pois o aborto só está no Código Penal – no capítulo dos crimes contra a vida, diga-se de passagem – porque até então se acreditava que o produto da concepção era a vida humana em fase uterina, coisa que o direito e o bom senso mandam proteger.

De hoje em diante aconselho as mulheres grávidas a dizerem, em caso de perigo, que o que trazem no ventre não é o próprio filho, mas ovos de tartaruga.

Brasília, 07 de março de 2008.
[1] O autor é o resultado de um embrião egoísta que, graças a Deus, não foi transformado em célula-tronco capaz de curar todas as doenças e resolver todos os problemas da Medicina.

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A Igreja Católica Apostólica Romana é divina.


A Igreja de sempre - era Papal, monárquica, a Nova Igreja conciliar é Colegial. Enquanto a Igreja Católica Apostólica Romana é hierárquica, a Nova Igreja Conciliar é democrática, niveladora e igualitária. É laical. Enquanto a Igreja Católica Apostólica Romana veio do alto, dos Céus, fundada por Cristo, a Nova Igreja Conciliar vem das bases, do Povo, e por isso ela foi chamada de Igreja Povo de Deus.

A Igreja Católica Apostólica Romana é divina.
A Nova Igreja Conciliar é humana. É popular.

A Igreja Católica Apostólica Romana é fundamentada na autoridade Papal.
A Nova Igreja Conciliar é de serviço.

A Igreja Católica Apostólica Romana é teocêntrica.
A Nova Igreja Conciliar é antropocêntrica.

A Igreja Católica Apostólica Romana busca a glória de Deus, a santificação e a salvação das almas.
A Nova Igreja Conciliar busca servir o Homem, servir a Humanidade. Trata de comida, reforma agrária, de favela, metrô, de eleições, de carnaval, Cristoteca e de rede de esgoto.

A Igreja Católica Apostólica Romana é imutável, dogmática e pregadora da Verdade imutável, por isso, ela é missionária.
A Nova Igreja Conciliar é ecumênica e anti-dogmática, precisando sempre de ser “aggiornata", em contínua evolução.

A Igreja Católica Apostólica Romana excomunga as heresias e os hereges.
A Nova Igreja Conciliar aplaude toda heresia e dialoga com todos os hereges, perseguindo os que são fiéis à doutrina de sempre.

A Igreja Católica Apostólica Romana é imutável em sua doutrina e em sua lei moral.
A Nova Igreja Conciliar é evolucionista na doutrina e relativista na moral.

A Igreja Católica Apostólica Romana exige que se pratiquem os mandamentos e que se viva na virtude e na caridade.
A Nova Igreja Conciliar é laxista na moral, tudo permitindo, e quer ser apenas filantrópica, proclamando-se a Igreja do Amor, entendido como fazer apenas o bem material.

A Igreja Católica Apostólica Romana tem uma liturgia divina imutável em sua essência, que renova o Sacrifício do Calvário.
A Nova Igreja Conciliar fabricou uma liturgia sacrílega que se tornou um show, por vezes clownesco, no qual ela comemora a salvação universal.

A Igreja Católica Apostólica Romana tem seu coração no Santíssimo Sacramento, onde Jesus Cristo, Deus e Homem, está realmente presente com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
A Nova Igreja Conciliar declara pela boca de certos teólogos que “é preciso tirar o Faraó que está no sacrário” (Padre Maurice Zundel), ou “esquecer o Deus de Belém” (Padre José Bedin), ou se declara “atéia daquele Velho barbudo que mora lá em cima” (Ex Frei Boff).

A Igreja Católica Apostólica Romana eleva a Deus o canto gregoriano.
A Nova Igreja Conciliar uiva, urra, desafina e rebola, em ritmos selvagens.

A Igreja Católica Apostólica Romana tem por sinal a Cruz de Cristo, reza, jejua, é ascética e penitente.
A Nova Igreja Conciliar é contra o celibato, promove “cristotecas” vai à praia e toma cerveja em bares e boates.


É entre essas duas Igrejas que os católicos, hoje, devem fazer a sua escolha: ou continuar fiéis à Igreja Católica Apostólica Romana fundada por Cristo sobre Pedro, aceitando o Papa, os dogmas e a lei imutável de Deus, ou a Nova Igreja Conciliar fabricada no Concílio Vaticano II, aquela que tem língua dupla.

F: Montfort

"Imagine se eu tivesse doado o embrião para pesquisa", diz a mãe.


Embrião congelado por 8 anos produz bebêhttp://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0903200801.htm
O paulista Vinicius Dorte, de seis meses, veio de um embrião que seria candidato à destruição pela Lei de Biossegurança.
Mãe se diz favorável à pesquisa com células-tronco embrionárias, mas diz que não teria coragem de doar os próprios embriões.Vinicius com o pai, Luiz Henrique: 22 dias de UTI e um mês de internação até atingir o peso mínimo para sair da maternidade.CLÁUDIA COLLUCCIENVIADA ESPECIAL A MIRASSOL
Aos seis meses de idade, Vinícius é um bebê que adora papinha de mamão, já tenta sair sozinho do carrinho e dá sonoras gargalhadas durante o banho. O menino foi gerado a partir de um embrião congelado durante oito anos, um recorde no país. Pelos critérios da Lei de Biossegurança, seria um embrião indicado para pesquisas com células-tronco embrionárias.
A lei, aprovada em 2005, enfrenta uma ação de inconstitucionalidade movida pelo ex-procurador-geral da República, o católico Claudio Fonteles. Ele acha que destruir embriões de cinco dias para a extração de células para pesquisa viola a Constituição, que garante o direito à vida.
O julgamento da ação no Supremo Tribunal Federal foi interrompido na última quarta-feira por um pedido de vista do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
Vinícius nasceu após quase 20 anos de tentativas de gravidez do casal Maria Roseli, 42, e Luiz Henrique Dorte, 41, de Mirassol (SP), que incluíram quatro fertilizações in vitro (FIV) e três abortos de gêmeos no terceiro mês de gestação. A mulher tinha endometriose e o marido, má qualidade dos espermatozóides, fatores que impediam uma gravidez natural. Na última FIV, feita em 1999, Maria Roseli produziu nove embriões. Transferiu quatro para o útero, mas não engravidou. O casal decidiu então congelar os cinco embriões restantes.
"Resolvemos dar um tempo. Não suportaria a dor de mais um aborto", relata a mãe.
Naquele mesmo ano, adotaram Paulo Henrique, à época com um ano e seis meses. "Era um menino frágil, cheio de problemas de saúde. Ficamos tão envolvidos com ele que nem percebemos o tempo passar."Em 2006, o casal recebeu um telefonema da clínica de reprodução em Ribeirão Preto, onde haviam feito o tratamento, questionando sobre o destino que pretendiam dar aos cinco embriões. "Resolvemos transferir, mas sem muita esperança de dar certo", conta Luiz Dorte.
Em três ocasiões, a transferência dos embriões congelados para o útero teve de ser adiada porque o endométrio de Maria Roseli não atingia a espessura mínima. Em fevereiro de 2007, os embriões foram, enfim, descongelados. Três sobreviveram e foram transferidos ao útero de Maria Roseli. Um se fixou. "Nem comemorei muito porque tinha o fantasma dos abortos aos três meses que ficava me rondando", diz ela.Com 28 semanas de gestação, ela sofreu uma hemorragia provocada pelo rompimento de duas veias na placenta e o parto teve de ser induzido para preservar a vida da mãe. Vinícius nasceu com 1,2 kg medindo 36 cm e, dez dias depois, chegou a pesar 840 gramas.Foram necessários 22 dias de UTI neonatal e mais um mês de internação hospitalar para que o menino atingisse 1,8 kg e tivesse alta da maternidade. "Meu filho venceu oito anos de congelamento e a prematuridade. Imagine se eu tivesse desistido dele e doado o embrião para pesquisa? Acredito sim que há vida [nos embriões], o Vinícius é a prova disso", diz Maria Roseli, católica praticante. Ela afirma ser favorável às pesquisas com células-tronco embrionárias, mas "não teria coragem" de doar seus embriões para esse fim.
O ginecologista José Gonçalves Franco Júnior, detentor do maior banco de criopreservação do país, onde os embriões de Maria Roseli ficaram, também aposta na viabilidade dos congelados. Sua clínica já obteve 402 nascimentos de bebês a partir de embriões criopreservados, a maioria acima de três anos de congelamento."É uma loucura falarem que embrião congelado há mais de três anos é inviável. E isso não tem nada a ver com religião. A viabilidade é um fato e ponto. Os maiores centros de reprodução na Europa defendem o congelamento de embriões como forma de evitar a gravidez múltipla", afirma o médico.

Fora da Igreja não há Salvação ("Falsitatis" Splendor): "O desespero da derrota: omissões em artigo do Veritatis demonstra a fragilidade de seus argumentos"

A RCC É MÁ PORQUE VEM DO PROTESTANTISMO

Acesse:

segunda-feira, 10 de março de 2008

MORTE DO ESPÍRITO MISSIONÁRIO

QUESTIONAMENTO E DIÁLOGO
MORTE DO ESPÍRITO MISSIONÁRIO


O QUESTIONAMENTO


Temos visto que o espírito-católico não tem suficiente confiança na verdade. O espírito conciliar, por sua vez, perde a esperança de conseguir chegar na verdade; sem dúvida a verdade existe, mas ela passa a ser objeto de uma procura sem fim.
Veremos que isto significa que a sociedade não se pode organizar sobre a verdade, verdade que é Jesus Cristo. Em tudo isto, a palavra chave é questionamento”, ou orientação, tendência para a verdade, procura da verdade, caminho para a verdade. Na linguagem conciliar e pós-conciliar encontra-se com abundância os termos “movimento” e “dinâmica”.

Com efeito, o Concílio Vaticano II canonizou a procura em sua Declaração sobre a liberdade religiosa: “A verdade deve ser procurada conforme o modelo próprio da pessoa humana e de sua natureza social, ou seja, por meio da livre procura....”. O Concílio põe a procura em primeiro lugar, antes do ensino e da educação. Entretanto a realidade é outra: as convicções religiosas são impostas pela educação das crianças, e uma vez que estão fixadas nos espíritos e
manifestadas nos cultos religiosos, para que procurá-las? Por outro lado, muito raramente a “livre procura” conseguiu alcançar a verdade religiosa e filosófica. O grande Aristóteles não está isento de erros. A filosofia do livre exame acaba em Hegel...E também que dizer das verdades sobrenaturais? Eis o que diz São Paulo falando aos pagãos: “Como poderão crer, se não lhe fazem prédicas? Como poderá se pregar, se não lhes enviam missões?” (Rm 10, 15).

Não é o questionamento que a Igreja deve pregar, mas a necessidade das missões: “Ide e ensinai todas as nações” (Mt 28, 19), tal é a ordem dada por Nosso Senhor. Sem a ajuda do Magistério da Igreja, quantas almas poderão encontrar a verdade, permanecer na verdade? A livre procura é um irrealismo total, no fundo um naturalismo radical. Na prática, qual a diferença entre quem se questiona e um livre pensador?

OS VALORES DAS OUTRAS RELIGIÕES

O Concílio se ocupou em exaltar os valores salvíficos ou simplesmente os valores das outras religiões. Falando das religiões cristãs não católicas, o Vaticano II que “mesmo que a consideremos vítimas de deficiências, elas não estão de modo algum desprovidas de significação e de valor no mistério da salvação” (173). Isto é uma heresia! O único meio de salvação é a Igreja Católica. As comunidades protestantes, enquanto estão separadas da unidade da verdadeira Fé, não podem ser utilizadas pelo Espírito Santo. Ele só pode agir diretamente sobre as almas, ou usar meios (por exemplo o batismo), que em si não leva nenhum sinal de separação.Alguém pode se salvar “no” protestantismo, mas não “graças” ao
protestantismo. No céu não há protestantes, há somente católicos! Eis o que declara o Concílio
a respeito das religiões não cristãs:
“A igreja católica não rechaça nada do que há de verdadeiro e santo nestas religiões. Ela considera com respeito estas maneiras de agir e de viver, estas regras e doutrinas, que embora em muitos pontos difira do que ela sustenta e propõe, tem, entretanto um raio da verdade que ilumina a todos os homens” (174).
Mas como? Eu deveria então respeitar a poligamia e a imoralidade do Islã, ou a idolatria dos hindus? Certamente essas religiões podem ter conservado elementos saudáveis, restos de uma religião saudável, restos de uma religião natural, ocasiões naturais para a salvação; ou seja, guardar vestígios de uma revelação primitiva (Deus, a queda, uma salvação), valores sobrenaturais ocultos que a graça de Deus poderia utilizar para acender em alguns a chama da
Fé nascente. Mas nenhum destes valores pertence ou é propriedade das falsas religiões. O próprio delas é errar, longe da verdade, a carência da Fé, a ausência da Graça, a superstição e até a idolatria. Em si mesmos, esses falsos cultos não passam de vaidade e aflição do espírito, inclusive culto rendido aos demônios. Os elementos salutares que podem subsistir ainda, pertencem por direito à única verdadeira Religião, a da Igreja Católica e somente Ela pode se valer deles.
(173) Dec. Sobre o Ecumenismo, “Unitatis Redintegratio”, nº 3.
(96) Decl. Sobre religiões não cristãs, “Nostra Aetate” nº 2.

Texto extraído do livro: DO LIBERALISMO À APOSTASIA - A TRAGÉDIA CONCILIAR
Autor: MONSENHOR MARCEL LEFEBVRE
Tradução: IIDEFONSO ALBANO FILHO
Editora: PERMANÊNCIA
RIO DE JANEIRO 1991
Capitulo XXVI, pág. 105.
Texto digitado por: Mércia Borges.

sábado, 8 de março de 2008

Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.(2Tim. 4,4)

Abaixo, um texto herético do Monsenhor Jonas Abib, e logo após um cométario sobre este texto.

A nova vitalidade divina na Igreja

O Papa Leão XIII consagrou o século 20 ao Espírito Santo, mas, infelizmente, nós, Igreja, não estávamos prontos. Depois na tarde do outro dia, um grupode evangélicos pentecostais, em sua maioria negros, receberam o Pentecostes, e a partir daí começaram os Cenáculos. Houve falhas, mas os pentecostais sãolindos e santos. Isso não só gerou homens santos, como também retornaram o Pentecostes e os Cenáculos. Essa graça aconteceu, mas por quantos preconceitose por quantas lutas – até por parte de nós católicos – os pentecostais passaram. O Papa João XXIII mal tinha acabado o Concílio de 1965, e em 1966 já aconteceuo derramamento do Espírito Santo. E daí começaram a surgir grupos de oração nos finais de semana. A Renovação Carismática Católica é a efusão do Espírito;depois do Concílio, Deus viu que o “odre” estava novo e colocou o “vinho novo”, que é o Espírito Santo. A partir de Pentecostes a Igreja expressa a vitalidadedivina, que se manifesta com os dons dos carismas. E nós precisamos dessa vitalidade.


Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib.

http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php?id=16111

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Comentário de Teresinha do blog: http://emdefesadelefebvre.blogspot.com/


Um grupo de evangélicos pentecostais receberam o pentecostes...

Confesso que durante muito tempo pensei como muitos pensam, que o padre Jonas, agora monsenhor, era uma pessoa simples que tinha expressões muito infelizes por não saber exprimir-se melhor. Mas infelizmente não é isso! Abram os olhos relativamente à canção velha e a este novo monsenhor. Tudo o que diz é veneno para as almas. Tem claramente o intuito de criar uma nova igreja, uma igrejola qualquer que se assemelhe às heréticas seitas pentecostais. Ele pretende tudo para as almas menos levá-las ao conhecimento da fé divina e católica.

Então um grupo de hereges que cospem sacrilégios contra a gloriosa Mãe de Deus e contra a Igreja de Cristo recebeu o Pentecostes? Não. Receberam o espírito satânico, o espírito da mentira e da contradição que os leva a negar toda a doutrina ensinada por Nosso Senhor e a ensinar novas doutrinas, fruto da sua heresia bibliolátrica e do livre exame. E pensam que é o Espírito Santo! Pobres almas perdidas no seu próprio orgulho.. grave é, quando um suposto católico, indigno desse nome e da nobre vocação que devia servir e não serve, afirma categoricamente que eles, os hereges, receberam o Espírito Santo e a plenitude dos seus dons. E mais grave ainda! Que os verdadeiros católicos foram preconceituosos por não aceitar esta manifestação do Espírito Santo nos hereges! Deus nos livre dos lobos com pele de cordeiros!

Como esta alma está desorientada, deve ser de tanto enrolar a língua, rezemos por ele.

Mas monsenhor Jonas vai ainda mais longe. Os protestantes não só terão recebido o Espírito Santo em plenitude, como ainda são santos. Claro! Com tantos carismas, como não o ser? Monsenhor Jonas desconhece o que seja a graça santificante, os sete dons do Espírito Santo, os sacramentos católicos. Para monsenhor Jonas, o que realmente interessa são os sacramentos protestantes: o baptismo no espírito, a efusão no espírito, o repouso no espírito, o baile no espírito.

Os hereges protestantes são santos! Já não é necessário pertencer ao corpo místico de Cristo, à Santa Igreja Católica, para santificar-se e salvar-se!

Diz monsenhor Jonas que em 1966 começou o derramamento do espírito na Santa Igreja. Isto depois de já ter afirmado que este tal derramamento já se tinha dado nos pentecostais protestantes. Há coisas fantásticas não há! Então os católicos pediram uma ajudinha aos hereges protestantes para receber o Espírito Santo que foi unicamente dado à única e verdadeira Igreja de Cristo!

E conclui o mau senhor: a renovação carismática católica é a efusão do espírito. Nisto estamos absolutamente de acordo mau senhor. A revolução cismática caótica é, de facto, a efusão do espírito de Satanás nas almas envenenadas dos carisnóicos como o mau senhor.

O Espírito Santo, todavia, não habita em tais almas que, além de não estarem em graça de Deus pelas imoralidades de toda a espécie que praticam, ainda e sobretudo, vivem da heresia, alimentam-se da heresia e querem premeditada e propositadamente arrastar os católicos para a heresia.

Agora vou ser politicamente incorrecta e vou dizer o que não devia. Sacerdotes deste tipo dão-me náuseas. Náuseas não pela pessoa em si, por quem devemos rezar muito, mas enquanto sacerdote que não sabe honrar os compromissos que assumiu quando ordenado. Esta aberração não sabe rigorosamente nada de doutrina católica, antes pelo contrário. Todos os seus famigerados discursos estão cheios de protestantismo puro e duro.O que é que isto tem de novo? Nada.Infelizmente, é sempre a mesma coisa.
Rezar, rezar, rezar. Penitência, penitência, penitência! Dobrar os joelhos e pedir com fervor por estas pobres almas iludibriadas pelo inimigo.E pedir por nós também. Para que não caiamos na soberba. Condenar o erro sim, mas criticar por criticar não. Isso só fará mal às nossas almas e impede-nos de crescer na vida espiritual.

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3Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4.Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. (2Tim 4. 3,4)

quinta-feira, 6 de março de 2008

Grupo de música"carismático", quebra o sentido QUARESMAL

Nem o periodo da quaresma, não querem mais respeitar!

Acesse:
http://missadesempre.blogspot.com/2008/03/uacct-ua-3077854-1-urchintracker.html

Diferente desses carismaticos o prefeito de Aparecida da bom exemplo. Prefeito de Aparecida proíbe bailes na Quaresma.

Acesse:

http://noticias-lepanto.blogspot.com/2008/02/prefeito-de-aparecida-probe-bailes-na.html

A LIBERDADE DE IMPRENSA


Texto extraído do livro: DO LIBERALISMO À APOSTASIA - A TRAGÉDIA CONCILIAR
“Liberdade funesta e execrável,
verdadeira opressão das massas”.
Leão XIII

Se o leitor continuar a ler os documentos papais, um após outro, verá que todos disseram o mesmo sobre as novas liberdades nascidas do liberalismo: a liberdade de consciência e de cultos, a liberdade de imprensa, a liberdade de ensino, são liberdades envenenadas, falsas liberdades: porque o erro é sempre mais fácil de difundir do que a verdade, o mal é mais fácil de ser propagado do que o bem. É mais fácil dizer as pessoas: “podem ter várias mulheres” do que dizer: “só podem ter uma durante toda suas vidas”; logo é mais fácil estabelecer o divórcio como um “contrapeso” ao casamento! Assim também, deixem indiferentemente se propagar na imprensa o certo e o errado e verão com certeza o errado ser favorecido às custas da verdade.

Atualmente gostam de dizer que a verdade faz seu caminho somente com sua força intrínseca, e que para ela triunfar não necessita da proteção intempestiva e molesta do Estado e de suas leis. Se o Estado favorece a verdade, grita-se logo a injustiça, como se a justiça consistisse em manter equilibrada a balança entre o verdadeiro e o falso, entre a virtude e o vicio...Está errado! A primeira justiça é oferecer o acesso das inteligências à verdade e preservá-las do erro. É também a primeira caridade: “veritatem facientes in caritate”. Na caridade, façamos a verdade. O equilíbrio entre todas as opiniões, a tolerância de todos os comportamentos, o pluralismo moral ou religioso, são as características de uma sociedade em decomposição, que é a sociedade liberal procurada pela monarquia. Ora, foi contra o estabelecimento de uma tal sociedade que os Papas que citamos, reagiram sem cessar, afirmando o contrário, que o Estado, o Estado católico em primeiro lugar, não tem o direito de dar tais liberdades, como a liberdade religiosa, a liberdade de imprensa ou a liberdade de ensino.

A Liberdade de Imprensa

Leão XIII lembra ao estado seu dever de temperar com justiça, ou seja, de acordo com suas exigências da verdade, a liberdade de imprensa:

“Continuemos agora essas considerações sobre a liberdade de exprimir pela palavra ou na imprensa tudo que se quer. Sem dúvida, se esta liberdade não é temperada pela boa medida, se ela ultrapassa os limites e a medida, uma tal liberdade, evidentemente, não é um direito, pois o direito é uma faculdade moral. E como nós já dissemos e devemos sempre repetir, seria absurdo pensar que esta faculdade pertence naturalmente e sem distinção nem discernimento à verdade e à mentira, ao bem e ao mal. A verdade, o bem, pode-se propagá-los no Estado com uma liberdade prudente para que um maior número seja beneficiado; mas as doutrinas falsas, peste mortal para as inteligências, os vícios que corrompem os corações e os costumes, é justo que a autoridade pública os reprima com diligência, para impedir que o mal se estenda e corrompa a sociedade.

E as maldades das mentes licenciosas que redundam em opressão da multidão ignorante não devem ser menos punidas pela autoridade das leis que qualquer atentado da violência cometido contra os fracos. E essa repressão é tanto mais necessária quanto mais indefesa é a grande maioria da população, impossibilitada de se defender contra esses artifícios do estilo ou as suas sutilidades da dialética, principalmente quando tudo isso excita as paixões. Dê a todos a licença ilimitada de falar e escrever e nada mais será sagrado e inviolável, nada será poupado, nem mesmo estas verdades primeiras, estes princípios naturais que devemos considerar como um nobre patrimônio comum a toda a humanidade. A verdade é assim invadida pelas trevas e nós assistimos, como tantas vezes, o fácil estabelecimento e a plena dominação dos erros, os mais perniciosos e os mais diversos”(95).

Nós já vimos como o Papa Pio IX, antes de Leão XIII estigmatizou a liberdade de imprensa no Syllabus (proposição 79). Já Gregório XVI o fizera na encíclica “Mirari Vos”:

“Aqui tem lugar àquela péssima e nunca suficientemente execrada e detestada liberdade de imprensa que alguns homens ousam, com tanto barulho e insistência, pedir e espalhar. Ficamos horrorizados, Veneráveis irmãos, ao contemplar com que monstruosas doutrinas, ou melhor, de que monstruosos erros nos vemos cercados. Erros espalhados ao longe e em toda parte, por imensa quantidade de livros e folhetos, pequenos em seus volumes, mas enormes em sua malicia, de onde corre essa maldição que cobre a face da terra e nos faz chorar. E por desgraça há quem, levado a tal descaramento, afirme que esta avalanche de erros, nascida da liberdade de imprensa, seja plenamente compensada pela publicação de alguns livros escritos para defender, no meio desta tempestade de perversidade, a verdade da religião” (96).

E aí aparece, desmascarado pelo Pontífice, o pseudoprincípio liberal da “compensação”, que pretende que se deva compensar a verdade pelo erro e vice-versa. Como veremos, esta idéia é o primeiro princípio daqueles que se chamam “católicos liberais”, que não suportam a afirmação pura e simples da verdade e exigem que ela seja contestada imediatamente por opiniões opostas; e reciprocamente julgam que não há nada a censurar na livre difusão dos erros, contanto que a verdade possa se fazer ouvir pelo menos um pouco! É a constante utopia dos liberais ditos católicos, que voltaremos a tratar adiante.
(95) “Libertas”, PIN. 207.
(96) PIN. 25.

Texto extraído do livro: DO LIBERALISMO À APOSTASIA - A TRAGÉDIA CONCILIAR
Autor: MONSENHOR MARCEL LEFEBVRE
Tradução: IIDEFONSO ALBANO FILHO
Editora: PERMANÊNCIA
RIO DE JANEIRO 1991
Capitulo XI, pág. 54.
Texto digitado por: Mércia Borges.



JESUS CRISTO É REI DAS REPÚBLICAS?

Texto extraído do livro: DO LIBERALISMO À APOSTASIA - A TRAGÉDIA CONCILIAR

Não é a maioria que faz a verdade
é a verdade que deve fazer a maioria.
Ainda tenho muito a dizer sobre o liberalismo.


Mas gostaria que compreendessem bem que não são minhas opiniões pessoais que proponho.Por isso cito documentos dos papas e não sentimentos meus, que facilmente poderiam ser atribuídos a uma formação recebida no Seminário Francês de Roma.O Padre Le Floch, que era superior, teve com efeito uma reputação muito grande de tradicionalista.Dirão de mim: ‘ foi influenciado pelo que lhe foi dito no seminário!!’ Não nego esta influencia, mas também agradeço todos os dias a Deus o fato de me haver sido dado como superior e mestre o Pe.Le Floch.Ele foi acusado na época de fazer política; Deus sabe que é o oposto a um crime, o fazer a política de Jesus Cristo e suscitar homens políticos que usem todos os meios legítimos, inclusive jurídicos, para expulsar da sociedade os inimigos de Nosso Senhor Jesus Cristo (49).Na realidade o Pe. Lê Floch nunca se meteu com a política, nem sequer no pior momento do ‘complot’ armado contra a “Action Française” (50) e da crise que se seguiu quando eu era seminarista.


Por outro lado, o Pe.Le Floch nos falava constantemente do perigo do modernismo, do ‘silonismo’, do liberalismo.Baseando-se nas encíclicas dos papas, o Pe Lê FLoch chegou a firmar em nós uma convicção segura e sólida, baseada na doutrina imutável da Igreja, sobre o perigo destes erros.Desejo transmitir lhes esta mesma convicção, como uma chama que se transmite à posteridade, como uma luz que se preservará destes erros que reinam hoje mais do que nunca “in ipsis Ecclesiae venis et visceribus”, nas veias e mesmo nas entranhas da Igreja, como dizia São Pio X.


Vocês compreenderão assim que meu pensamento político pessoal sobre o regime que melhor convém, por exemplo, para a França, não tem muita importância. Os fatos falam por si mesmos: a monarquia francesa nunca conseguiu realizar o que conseguiu a democracia: cinco revoluções sangrentas (1789, 1830, 1848, 1870 e 1945), quatro invasões estrangeiras (1815, 1870, 1914 e 1940), duas desapropriações dos bens da Igreja, expulsões de ordens religiosas, supressão de escolas católicas, laicizações de instituições (1789 e 1901), etc. No entanto, dirão alguns, o Papa Leão XIII pediu o “ralliement” (51) dos católicos franceses ao regime republicano (52) ( que provocou uma catástrofe política e religiosa).Outros criticam esta atitude de Leão XIII, classificando a e a seu autor, de liberal. Não creio que ele fosse um liberal e muito menos um democrata.Acreditou apenas suscitar uma boa combinação para o bem da religião na França; mas vê se claramente que esquecia a origem da constituição irremediavelmente liberal, maçônica e anticatólica da democracia francesa.


(49) Não é porque bispos esquerdistas fazem política socialista ou comunista que a igreja deve se abster de fazer política!Ela tem o poder, sem duvida indireto, mas real, sobre a ordem temporal e a vida da cidade. O reino social de N.S.J.C. é uma preocupação essencial da Igreja.


(50) Jornal e movimento político dirigido por Charles Maurras, “L’ Action Francise” lutava baseada em vãs verdades naturais contra o democratismo liberal.Foi acusada falsamente de naturalismo.O Papa Pio XI, enganado, condenou-a. Pio XII devia levantar esta sanção.Porém o mal estava feito: 1926 marca na França uma etapa decisiva na “ocupação” da Igreja pela facção “católico liberal”.

(51) [N. do T.] “Ralliement” ou participação proposta por Leão XIII ao regime republicano francês. Significou o rompimento com a monarquia francesa e o afogamento da resistência católica.



(52) Cf. Encíclica “Au milieu dês solicitudes, de 16 de janeiro de 1892, aos bispos re fiéis da França.


A IDEOLOGIA DEMOCRÁTICA

Nascida do postulado liberal do individuo rei, a ideologia democrática se constrói em seguida, logicamente; os indivíduos passam ao estado social por um pacto convencional: o “contrato social” que é como diz: Rousseau, “uma alienação total de cada membro, com todos direitos em favor da humanidade”. Daí vem:
A necessária soberania popular: o povo é necessariamente soberano, tem o poder por si mesmo, e o conserva mesmo depois de haver eleito os governantes.



A ilegitimidade de todo regime que não tem por base a soberania popular ou cujos governantes dizem receber o poder de Deus.


Daí como conseqüência, na prática:


A luta para o estabelecimento universal da democracia.



A “cruzada das democracias” contra todo regime que faz referencia à autoridade divina, qualificando então como regime “absolutista”.Quanto a isto, o Tratado de Versalhes de 1919, que suprimia as ultimas monarquias verdadeiramente cristãs, foi uma vitória liberal e em especial maçônica (53).


O reino político das maiorias, que se supõe expressar a “sacrossanta e infalível” vontade geral.


Ante este democratismo que entra na Igreja pela colegialidade, só nos resta repetir: a maioria não faz a verdade. O que pode ser construído solidamente, fora da verdade e da verdadeira justiça para com Deus e o próximo??




CONDENAÇÃO DA IDEOLOGIA DEMOCRÁTICA PELOS PAPAS


Os papas não cessaram de condenar esta ideologia democrática. Leão XIII o fez “ex professo” em sua encíclica “Diuturnum”, da qual já lhes falei:



“Grande números de nossos contemporâneos seguem as pegadas daqueles que, no século passado, se outorgaram o título de filósofos, pretendendo que todo poder vem do povo; que em conseqüência a autoridade não pertence àqueles que a exercem senão a título de mandato popular, e com esta ressalva: que à vontade do povo pode sempre tirar de seus mandatários o poder que lhes havia sido delegado. E é nisso que os católicos se separam de seus novos mestres; eles fundamentam em Deus o direito de mandar, e o fazem daí derivar como de sua fonte natural e seu principio necessário.




Entretanto deve se notar que se trata de designar aqueles que devem governar o domínio publico, em alguns casos essa escolha pode ser feita por eleição e pela preferência da maioria, sem que a doutrina católica ponha ai qualquer obstáculo. Esta eleição, com efeito, determina a pessoa do soberano, não lhe conferindo o direito de soberania; não se constitui a autoridade, decide-se quem deve exercê-la”(PIN 94).



(53) Cf. H. Le Caron, “Le plan de Domination Mondiale de la Contre eglise”, pág. 22.


Logo toda autoridade vem de Deus, mesmo em democracia!
Toda autoridade vem de Deus, esta é uma verdade revelada e Leão XIII a estabelece solidamente pela Sagrada Escritura, a tradição dos Padres, e finalmente pela razão: uma autoridade que emanasse somente do povo, não teria força para obrigar, em consciência, sob pena de pecado (54).




“Nenhum homem tem em si ou por si o necessário para forçar, por uma obrigação de consciência, o livre querer de seus semelhantes. Somente Deus como criador e legislador universal possui tal poder; os que exercem o poder têm necessidade de recebê-lo dELE e exercê-lo em seu nome” (55).


Para encerrar, Leão XIII mostra a falsidade do contrato social de Rosseau que é à base da ideologia democrática contemporânea.


A IGREJA NÃO CONDENA O REGIME DEMOCRÁTICO


Gostaria de lhes mostrar agora que nem toda democracia é liberal. Uma coisa é a “ideologia” democrática, outra é o regime democrático; a Igreja condena a ideologia, mas não o regime que é a participação do povo no poder.


São Tomás já justificava a legitimidade do regime democrático:


“Que todos tenham uma certa parte no governo ajuda para que seja conservada a paz do povo. Todos gostam desta organização e procuram conservá-la, como diz Aristóteles no livro II de sua ‘Política’”(56).


Sem preferir a democracia, o Doutor comum considera que, concretamente, o melhor regime político é uma monarquia na qual todos os cidadãos têm uma certa participação no poder elegendo, por exemplo, aqueles que vão governar sob as ordens do monarca; este é, diz São Tomás, “um regime que alia bem a monarquia, a aristocracia e a democracia” (57).


A monarquia francesa do Antigo Regime, como muitas outras, era mais ou menos deste tipo apesar do que dizem os liberais; existia então entre o monarca e a multidão de súditos toda uma ordem e hierarquia de inúmeros corpos intermediários que podiam expor suas opiniões diante das autoridades superiores quando necessário.


A Igreja católica não dá preferência por este ou aquele regime; admite que os povos escolham a forma de governo mais adaptado à sua índole e as circunstâncias:


“Nada impede à Igreja aprovar o governo de um só ou de vários, sempre e quando o governo seja justo e ordenado para o bem comum. Por isto, em absoluto, não está proibido aos povos esta ou aquela forma política que melhor se adapte à sua índole ou as suas tradições e costumes”(58).


(56) Suma Teol. I e II /105 /1
(57) Idem.
(58) Leão XIII, Encíclica “Diuturnum”, PIN. 94
(59) Cf. “Diuturnum” citado acima, e Mons. de Ségur, a “Revolução”, pág.73.



O QUE É UMA DEMOCRACIA NÃO LIBERAL?


Confesso que uma democracia não liberal é uma coisa rara, hoje desaparecida, mas também não é completamente um sonho, como prova a Republica de Cristo Rei, aquela do Equador de Garcia Moreno no século passado.


Vejamos então as características de uma democracia não liberal:




1-Primeiro princípio: o princípio da soberania popular.



Em primeiro lugar se limita o regime democrático e se respeita a legitimidade da monarquia disso, é radicalmente diferente daquela democracia de Rosseau: o poder não é do povo nem pela origem nem definitivamente: O poder vem de Deus. De Deus, autor da natureza social do homem, e não dos indivíduos-reis. Após a eleição dos governantes pelo povo, este povo não conserva o exercício da soberania (59).



Primeira conseqüência: o governo não é mais uma multidão amorfa de indivíduos, mas de um povo organizado: os chefes de família (que poderão legislar diretamente em Estados muito pequenos, como Appenzell na Suíça), cidadãos e comerciantes, industriais e trabalhadores, grandes e pequenos proprietários, militares e magistrados, religiosos, sacerdotes e bispos: como diz Mons. de Ségur, é “a nação com todas as suas forças vivas, constituída em uma representação séria e capaz de expressar seus sentimentos por seus legítimos representantes, de exercer livremente seus direitos” (60). Por sua vez, Pio XII distingue bem o povo e a massa:



“Povo e multidão amorfa ou como costuma se dizer massa, são dois conceitos diferentes. O povo vive e se movimenta por si mesmo; a massa é em si mesma inerte, e só pode ser movida pelas forças externas. O povo vive na plenitude da vida dos homens que o compõem, da qual cada um em seu lugar e de modo próprio, é uma pessoa consciente de suas responsabilidades e convicções. A massa, pelo contrário, espera o impulso de fora, joguete fácil nas mãos de qualquer um que procure explorar os instintos e as impressões e pronta a seguir esta bandeira hoje e outra amanhã” (61).



Segunda conseqüência: os governantes eleitos, mesmo se são chamados, como diz São Tomás, “vigários do povo”, o são somente no sentido de que fazem o que o povo não pode fazer por si mesmo, ou seja, governar.Porém o poder vem de Deus “de quem toda paternidade no céu e na terra recebeu seu nome”(Eph. III, 15).Os governantes são responsáveis por seus atos em primeiro lugar diante de Deus, de quem são ministros, e depois diante do povo, para o bem do qual eles governam.
2- Segundo principio: Os direitos de Deus (e os de sua Igreja, em uma nação católica), são colocados como base da constituição. O Decálogo então inspira toda legislação.



Primeira conseqüência: a “vontade geral” é nula, se vai contra os direitos de Deus. A maioria não faz a verdade, ela deve se manter na verdade, sob pena de uma perversão na democracia.Pio XII com razão enfatizava o perigo inerente ao regime democrático e contra o qual a constituição deve reagir: o perigo da despersonalização, da massificação e da manipulação da multidão por grupos de pressão e maiorias artificiais.



(60) Op. Cit. Pág. 73.
(61) Radio mensagem de Natal, 24 de dezembro de 1944.



Segunda conseqüência: a democracia não é laica, mas claramente cristã e católica. Ela é conforme a doutrina social da igreja, no que concerne à propriedade privada, o principio de subsidiariedade, e a educação, deixada aos cuidados da Igreja e dos pais, etc.


Resumindo: a democracia, como qualquer outro regime, deve realizar o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo. A democracia também deve ter um Rei: Jesus Cristo.



Texto extraído do livro: DO LIBERALISMO À APOSTASIA - A TRAGÉDIA CONCILIAR
Autor: MONSENHOR MARCEL LEFEBVRE
Tradução: IIDEFONSO ALBANO FILHO
Editora: PERMANÊNCIA
RIO DE JANEIRO 1991
Capitulo VII, pág. 35
Texto digitado por: Mércia Borges.

Grupo de música"carismático", quebra o sentido QUARESMAL




“Quem pode negar que a devoção à paixão de Jesus Cristo é a devoção mais útil, a mais tenra e a mais cara a Deus? Devoção que mais consola os pecadores e mais anima as pessoas que amam? De onde recebemos tantos bens, senão da paixão de Cristo? De onde temos a esperança de perdão, a força contra as tentações, a confiança de chegar ao paraíso? De onde vêm tantas luzes da verdade, tantos convites de amor, tantos estímulos para mudar de vida, tantos desejos de nos doar a Deus, senão da paixão de Cristo?” (Santo Afonso Maria de Ligório, A Prática do Amor a Jesus Cristo, capítulo I).


“Ele diz-nos que, sem o santo Batismo, ninguém entrará no Reino dos Céus (cf. Jo 3, 5); e noutro lugar, que se não fizermos penitência todos pereceremos (Lc 13, 3). Tudo se compreende facilmente. Desde que o homem pecou, todos os seus sentidos se rebelaram contra a razão; por conseguinte, se quisermos que a carne esteja submetida ao espírito e à razão, é necessário mortificá-la; se quisermos que o corpo não faça a guerra à alma, é preciso castigá-lo a ele e a todos os sentidos; se quisermos ir a Deus, é necessário mortificar a alma com todas as suas potências” (São João Maria Vianney, Sermões escolhidos, Quarta-Feira de Cinzas).



A quaresma é o periodo em que os fiéis a meditam piedosamente a Sagrada Paixão de Nosso Senhor,
não para ficar rebolando, pulando, como se nada estivesse acontecendo, e pior ainda com estas músicas sentimentalistas de origem protestantes.


Nem o periodo da quaresma, não querem mais respeitar!

Deus tenha misericordia destas almas, que estão cegas, cheias de ânsias em buscas de prazeres carnal (Shows, bailes), não contente em largar estes vícios mundanos procuram trazer para Igreja, na ânsia de sastifazerem seus prazeres, poís sabemos que o cristão não é para o prazer e sim para mortificação e penitência.

Diferente desses carismaticos o prefeito de Aparecida da bom exemplo.
Prefeito de Aparecida proíbe bailes na Quaresma

terça-feira, 4 de março de 2008


O modelo que as mulheres devem inspirar para as suas vidas é a SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA!Ela é o modelo que inspirou as santas da Santa Igreja Católica Apostólica Romana .



Estás imagens mostram como a mulher deve se vestir. Uma é Imaculada Virgem Santa Maria com o menino Jesus e a outra é uma mulher com seu filho no colo assistindo a Missa de Sempre.

Estas imagens falam por si!

Acesse:

Trajes corretos de um Católico prudente

http://missadesempre.blogspot.com/2007/11/o-traje-de-vestir_11.html

Modéstia Cristã

http://www.voltaparacasa.com.br/modestia_crista.htm


Obs: Nunca uma Santa se vestiu de calça. Você mulher que luta para ser Santa, deixe de usar calça, e se vista com uma vestir feminina (saia, vestido).

segunda-feira, 3 de março de 2008

Carismaticos se reunem com hereges por ter a efusão do "espírito santo" como essência

Evangélicos e católicos realizam encontro em Lavrinhas
26/02/2008 - 16:02:03


Com o tema Pai, que todos sejam um (?????), acontece nos dias 30 de abril e 1° de maio, o primeiro Encontro de Irmãos Evangélicos e Católicos na comunidade Canção Nova, em Lavrinhas (SP). O presidente da Comissão Episcopal para o Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso e arcebispo de Montes Claros (MG) dom José Alberto Moura, e o assessor da Comissão padre Marcial Maçaneiro representarão a CNBB. O evento é promovido pelas Novas Comunidades católicas e representantes pentecostais.

Segundo dom Alberto Moura, o encontro não terá um caráter oficial, mas é para “orar e louvar a Deus juntos, sob a inspiração do Espírito Santo, compartilhando nossas experiências e ouvindo a palavra de Deus como tem acontecido em Bari, na Itália, e em Buenos Aires, na Argentina”.

A iniciativa de evangélicos e católicos de se reunirem surgiu na década de 1960, buscando aproximar as várias denominações do cristianismo para o diálogo e a comunhão. Nos últimos anos, de acordo com dom Moura, houve continuidade dessa comunhão, e a coordenação argentina deu ao movimento o nome de Comunhão Renovada entre Evangélicos e Católicos no Espírito Santo (CRECES) “por ter a efusão do espírito santo como essência”. Países como Itália, Argentina, Estados Unidos e Índia já aderiram ao movimento.

No Brasil, o movimento chega informalmente por meio de contatos firmados entre Matteo Calisi, da Renovação Carismática Católica e o pastor Jorge Himitian da Igreja Pentecostal Argentina. Já confirmaram presença no encontro as igrejas do Evangelho Pleno, Assembléia de Deus e do Evangelho Quadrangular.

Fonte:
www.diocesedelimeira.org.br

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Se percorremos o ensino dos Padres, e do Magistério encontramos ensinos preciosos e radicalmente contrários ao que está sendo ensinado.

Não pode haver nada de mais perigoso do que aqueles hereges os quais, enquanto percorrem toda a doutrina sem erros, com uma só palavra, como uma gota de veneno, infectam a pura e simples fé divina e depois a tradiçao apostólica” (Auctor Tractatus de Fide Orthodoxa contra Arianos, citado pelo papa Leão XIII, carta encíclica Satis Cognitum, 19)

“Essa foi exatamente a maneira de se comportar da Igreja, e isso, também, pelo juízo dos santos Padres, os quais sempre tiveram como excomungados todos os que se afastaram, ainda pouco, da doutrina proposta pelo magistério legítimo” (Papa Leão XIII, carta encíclica Satis Cognitum, 19)

“(...)Agostinho observa que podem pulular erros de toda espécie; e se alguém aderir ainda que a um só deles, por isso mesmo, separa-se da unidade católica. “Quem crê nestas coisas [as heresias indicadas ], por isso mesmo não se deve julgar ou dizer-se cristão católico. Pode haver e formarem-se também outras heresias que não são lembradas nesta nossa obra; se alguém aderir a alguma delas, não seria cristão católico.” (Papa Leão XIII - da Carta Satis Cognitum, 19)

“(...)Agostinho diz (Enarrationes in Psl. 54, 19): “em muitas coisas concordam comigo, e, numa poucas não; mas por causa daquelas coisas em que não estão de acordo comigo, para nada lhes aproveitam as muitas coisas nas quais concordam comigo.”E com razão; pois os que tiram da doutrina cristã o que lhes apraz, baseiam-se não na fé mas no seu próprio juízo,[...] obedecem mais a si mesmos do que a Deus. “Vós – dizia Agostinho – que nos evangelhos credes no que quereis e não credes no que não quereis, acreditais em vós mesmos antes do que no evangelho. (Liv XVII, Contra Faustum Manichaeum, 3) (Papa Leão XIII - da Carta Satis Cognitum, 21).

Está bem claro, o ensino infalível e de sempre da Igreja.

É uma salada de aberrações (ecumenismo, falso sacramento protestante "efusão do espirito santo" , falsa oração em lingua e etc...). Uma verdadeiro sacrilégio contra o Espirito Santo.

Devemos rezar por estas almas que vivem iludidas com o "pentecostalismo", que arrastam milhares de pessoas para as fileiras das trevas.

Leia :"Assim sendo, é manifestamente claro que a Santa Sé, não pode, de modo algum, participar de suas assembléias[reuniões "ecumênicas"] e que, aos católicos, de nenhum modo é lícito aprovar ou contribuir para estas iniciativas: se o fizerem concederão autoridade a uma falsa religião cristã, sobremaneira alheia à única Igreja de Cristo.http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19280106_mortalium-animos_po.html