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Vaidade das vaidades, tudo é vaidade

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

VEJA A CAVEIRA HORROROSA QUE SE ESCONDE
DEBAIXO DE TODA VAIDADE E OSTENTAÇÃO
MULHERES, PARA QUE TANTA VAIDADE?
Quanto mais feias, mais escandalosamente se vestem.
Querem ser vistas a todo o custo.
Lutam para conquistar com as roupas depravadas
aquilo que não conseguem com o rosto.

Ó "senhora" caveira, onde estão aqueles cabelos que você passava horas e horas no salão a penteá-los e a pintá-los, mudando de cor a cada semana? Caíram todos, isso mesmo, caíram todos para nunca mais voltar: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2).
Ó "senhora" caveira, onde estão as suas sobrancelhas, às quais, você, mesmo sentindo dores, colocava a pinça a trabalhar. Caíram todas! Agora sim, foram retiradas para sempre: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2).
Ó "senhora" caveira, onde estão os seus olhos ornamentados com sombras, pinturas e lentes de contato? Eles não existem mais; restou apenas um buraco cheio de vermes: "Por mais que alargues os teus olhos com pintura, em vão te aformosearás!" (Jeremias 4, 30).
Ó "senhora" caveira, onde estão as suas bochechas que eram tão acariciadas com dezenas de cremes e pinturas? Você se lembra do tempo que perdeu diante do espelho a se maquiar? As suas bochechas não existem mais, foram devoradas por famintos vermes: "... os bichos te cobrem como um cobertor" (Isaías 14, 11).
Ó "senhora" caveira, onde está aquele nariz que passava horas e horas a cheirar os mais requintados perfumes e que sustentava piercing? Ele não existe mais, resta agora apenas uma cavidade, morada dos vermes: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2), e "Naquele dia, o Senhor as despojará ... dos pendentes do nariz" (Isaias 3, 18. 21).
Ó "senhora" caveira, onde estão as suas orelhas sofredoras, às quais foram perfuradas por várias vezes com furiosidade, para serem dependurados pesados, caros e reluzentes brincos? Não existem mais, apodreceram e foram devoradas por vermes: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2).
Ó "senhora" caveira, onde estão os seus delicados lábios, os quais você "embatonzava" várias vezes ao dia, diante de um espelho em casa, no escritório e até dentro do próprio carro? Também apodreceram; resta agora apenas a arcada dentária, morada de vermes peçonhentos, que passeiam em sua boca como jovens em uma praça: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2).
Ó "senhora" caveira, onde está aquele pescoço, tantas vezes enfeitado com riquíssimos colares e gargantilhas? Não existe mais, resta apenas alguns ossinhos sustentando o crânio: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2).
Ó "senhora" caveira, onde estão os pulsos, dedos e tornozelos que eram adornados com ricas jóias? Tudo foi devorado pelos vermes, restam apenas os ossos fedorentos: "Naquele dia, o Senhor as despojará do adorno dos anéis dos seus tornozelos... dos pingentes, dos braceletes..." (Isaias 3, 18-19).
Ó "senhora" caveira, onde estão as suas unhas, com as quais você gastou tempo e dinheiro para mantê-las sempre pintadas com as mais variadas cores? Agora estão escuras e rústicas: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1, 2).
Ó "senhora" caveira, onde está aquele corpo que era banhado diariamente com perfumes raríssimos? Aquele corpo tão elegante e acariciado que você mal o cobria com roupas de tecidos caríssimos e das mais relevantes marcas? A carne apodreceu toda, foi devorada por vermes famintos, só resta agora uma caveira repugnante: "Sob o teu corpo os vermes formam como um colchão" (Isaias 14, 11).
LEMBRE-SE DE QUE TUDO PASSA !
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