sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Revolucionários da Canção Nova

A Santa Igreja Católica nos ensina:

“Os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas" (cf. S.Pio X - Notre charge Apostolique").

Os Canção Nova "Velha" ensina ao contrario:
Monsenhor Jonas Abib, (um lobo revestido de pele de ovelha)

“Revolução Jesus é mais que um programa, é uma proposta de vida. Convivendo com a gente, os jovens vão se descobrir revolucionários”.

"Olá revolucionários!! Aqui estou eu, Thiago Tomé, diretamente da Terra Santa"

http://tv.cancaonova.com/conteudo_programas.php?pid=2801

http://blog.cancaonova.com/revolucaojesus

O programa tem raízes numa palestra do fundador da Comunidade Canção Nova, padre Jonas Abib, com o tema “Revolução Jesus”, em seus primeiros encontros com jovens, na década de 70.


quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

É um grupo de protestantes "pentecostais"? Não.São Católicos imitando os protestantes "pentecostais".

Este video mostra uma de tantas outras Missas “Carismatícas” espalhadas por varios locais, um verdadeiro desrespeito com Nosso Senhor Jesus Cristo, algo muito diabólico.

Se fomos em qualquer seita protestante“pentecostal” que cuspem todo mal contra a Igreja e fomos em uma Missa "Carismatica" a semelhaça é imensa, parece até que estamos em uma dessas seitas Assembleia de Deus ou IURD, poís até cantam as mesmas músicas.

Desde quando, quando houve “xandaliraáraaçra”, dancinhas, e simulações de danças, mãos estendias, baterias, guitarras, e outras profanações da R.C.”C” em uma Santa Missa celebrada por São Pio de Pielcetina? Por Santo Antônio de Pádua? Por sua Santidade São Pio X? Quando? Tantos falam que “amam” e lêem tudo de São Pio de Pielcetina, mas ele era firme naquilo que celebrava e acreditava, que se tivesse vivo hoje ele falaria a respeito do show missa, que isso é um desrespeito a Jesus, ao Santo Sacrifício do Altar.


R.C.”C” é igual o Satânismo

O Satânismo faz a Missa de tráz para frente para profanar Nosso Senhor Jesus Cristo.

A R.C.”C”, faz a Missa uma baderna ou barulheta para profanar o silêncio que devemos está diante do Santo Sacrificio do Senhor.


Os dois profanam o Santo Sacrificio de maneira diferente mais com o mesmo objetivo. De redicularizar o Nosso Senhor Jesus Cristo.

Devemos procurar a rezar pelo desagravo e insulto ao Santíssimo Sacramento, que esta organização dilaceradora de Liturgia (R.C.”C”) faz com o nosso DEUS!

Devemos colocar nossas intenções nas Santas Missas por eles, para que tenham a graça que tivemos. Pois somente assim irão ver o explendor de Jesus no santo Sacrifício da Eucaristia.
Que são Miguel Arcanjo venha em nosso auxílio, e em auxílio da santa Madre Igreja.
São Miguel Arcanjo, príncipe da milícia celeste, pricipitai no inferno a satanás e todos os espíritos malígnos. Amém!
Olha que aberração neste video abaixo:

RCC na visão de um antropólogo: "Bailando com o Senhor: técnicas corporais de culto e louvor"

Acesse:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=rcc&artigo=20080116234941&lang=bra

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Em defesa da Fé somente

Quantos – Brasil e mundo afora – não foram ressuscitados ao ouvir esse profeta da atualidade, irreverente, ousado e acima de tudo alegre? Ele ‘combateu o bom combate’ lutando para viver a santidade e passá-la adiante, e como todo homem de Deus, não reteve nada para si; ao contrário, dividiu tudo com todos. Deu sua vida a Cristo, à Igreja e a todos nós”. – Canção Nova (Era) ao referi-se ao finado do Pe. Léo.

No dia 4 de janeiro de 2007, Padre Léo Tarcísio Gonçalves morreu e a mídia da Canção Nova (Era) levou grande comoção do fato aos fiéis; porém aqui é relatado frases sem intenção sensacionalista, sem respeito humano por ninguém, além ser voltado mais do fato verdadeiro em si e sobretudo por causa da defesa da Fé.

São frases que faz que os simpatizantes ou membros dessa seita refletir em época de gravíssima situação da Igreja, se amam Deus e sua Igreja acima de tudo realmente.

Logo, na entrevista de um programa de televisão, houve somente risos, deboches, blasfêmias, enfim, coerente a esse “movimento” que só leva a destruição para a Igreja:

“A hora que resolvi ser padre, eu estava completamente chapado – drogado – (....) foi uma graça de Deus”.

“A Bíblia é um livro de humor”.

“Lot se uniu as suas duas filhas... ué! Tem maior sodomia que isso?”

“Povo manda calar a boca do cego [o de Jericó]. Jesus diz: trás o cego! (...) Que queres? Senhor, que um lavrador pra puxar eu... eu queria uma aula pra estudar brawle.. uma cadeira de rodas... Ora, não parece obviou?”.

“Você conhece bem a pedagogia de Jesus [a referi-se ao Jô Soares, entrevistador]”

“O que você faz aqui, é profundamente teológico: a sua mesa, a caneca...”

“Nós temos uma natureza divina [gnose]”


“Quando escrevi esse livro, eu estava completamente chapado (...) é uma historia imaginaria de um jovem que encontra com Jesus no disco voador...”

retirado do sitio: Perseverança na Fé

Prof.Felipe Aquino apóiando o ROCK



Música rock é permitido na igreja?
Não conheço um documento sobre o rock na Igreja.
Não é um ritmo adequado á liturgia, certamente.
O rock bom, com letra boa, pode ser ouvido e usado em shows católicos.
Prof.Felipe Aquino
Data Publicação: 09/01/2008
sitio:cléofas


Para quem apóia o protestantismo dentro da Igreja ( R.C."C") Vale tudo!


Escreveu o Cardeal Ratzinger, sobre o Rock:

"Com relação a isso, música "rock" é expressão de paixões elementares, que nas grandes reuniões de música rock tem assumido caracteres cultuais, isto é, de um contra culto que se opõe ao culto cristão. Ele quer libertar o homem de si mesmo no acontecimento de massa e no "sconvolgimento" na inversão, [em italiano,quer dizer também deturpação] mediante o ritmo, o rumor, e os efeitos luminosos, fazendo precipitar quem nele participa no poder primitivo do Todo, mediante o êxtase da dilaceração dos próprios limites" (Cardeal Joseph Ratzinger, Introduzione allo Spirito della liturgia, San Paolo, Milano, 2.001, p. 144").

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Candidato apoiado pela R.C."C", faz elogios a maçonaria

Sob a imagem de Winston Churchill e ao lado da árvore de Natal que decora o hall do Grande Oriente de São Paulo, o ex-governador Geraldo Alckmin concede entrevista para um maçom - ainda com o avental em mãos .
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O mundo precisa da maçonaria" pelo trabalho que desempenha e os classifica como "formadores de opinião". diz o ex-governador Geraldo Alckmin
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Raphael Prado
Tempo ruim na capital paulista. Quem chega à sede do Grande Oriente de São Paulo (Gosp) - uma das muitas jurisdições da Maçonaria brasileira - no bairro da Liberdade, não sabe se leva o guarda-chuva ou se deixa no carro, protegido no estacionamento.
Estão ali cerca de 300 pessoas, entre maçons adornados com aventais, colares, medalhas e comendas, elegantes senhoras, algumas poucas crianças. Assistirão, dentro de instantes, a uma palestra do ex-governador, ex-presidenciável e agora "prefeitável" Geraldo Alckmin, do PSDB de São Paulo.
O evento marcado para as 20h atrasa um pouco. Alckmin está reunido com as altas autoridades maçônicas presentes, em uma sala fechada.
Começa o ato. Todos em pé no Templo, o convidado vai entrar. Acompanhado do Grão-Mestre do Grande Oriente de São Paulo, o advogado trabalhista Benedito Marques Ballouk Filho, Geraldo Alckmin é recebido. Mantém o sorriso pálido que lhe rendeu o apelido de "Picolé de Chuchu".
Todos continuam em pé para homenagear a Pátria. Entra a Bandeira Nacional. Os participantes são convidados a saudá-la, com o Hino. Alckmin canta:
"... plácidas""
... retumbante""
... fúlgidos..."
As autoridades maçônicas saúdam e agradecem a presença do convidado:
- Num tempo em que vemos solapar nossos valores morais, cívicos e familiares, recebemos um homem cuja vida política o credencia para estar entre os pedreiros-livres - inicia o Grão-Mestre.
Alckmin - que não é maçom - começa sua palestra. Também agradece a oportunidade, diz que "o mundo precisa da maçonaria" pelo trabalho que desempenha e os classifica como "formadores de opinião".
Reconhece que o Brasil vive um bom momento. Para ele, graças à expansão da economia mundial. Alckmin critica a carga tributária e elogia a China. Muitas vezes. E muitas vezes compara o Brasil com o país asiático:
- Com essa carga tributária brasileira, é como você correr com uma mochila de 40 kg e seu concorrente estar com 20 kg na mochila dele. Por que os asiáticos crescem? Moeda desvalorizada. É país exportador.
O dólar está mais desvalorizado em relação ao real do que alguns setores, os exportadores, gostariam.
A apresentação de Alckmin é breve. Abre-se a palavra para perguntas da platéia. Quatro maçons, previamente selecionados - daqueles que se reuniram com ele a portas fechadas antes do evento - têm direito à palavra.
O primeiro a perguntar é um Deputado Federal da Poderosa Assembléia Legislativa do Grande
Oriente do Brasil. Não pergunta. Apenas agradece, elogia e expõe um desejo:
- Espero que a nossa cidade seja bem administrada na próxima gestão.
Alckmin sorri.
Diz que esteve em Harvard, estudando depois que perdeu a presidência na campanha do ano passado. E que vai a Bogotá, na Colômbia, em 2008, para conhecer o sistema de transporte daquela cidade. Ele acha que esse é um dos principais problemas das metrópoles.
O ex-governador pede que dêem valor ao poder local, já que "ninguém mora no Estado ou na União; são poderes jurídicos".
Vem o segundo a questionar. É o presidente do Tribunal Estadual de Justiça Maçônica. Destaca que a gestão de Alckmin à frente do Estado foi "um exemplo de dignidade, algo que falta ao Brasil". E pergunta:
- Estamos perplexos que na direção do nosso País esteja uma pessoa que se coloca na posição de desconhecimento. Ele desconhece tudo. E ainda ouvimos ele aparecer na mídia dizendo que tem democracia na Venezuela! Vamos fechar esse ciclo de negativismo com o seu positivismo. Minha pergunta é: será possível?
"Ele" não tem o nome citado. Assim responde Alckmin:
- Tive 40 milhões de votos. Quem ganhou teve 60 milhões. É preciso reformar esse sistema personalista da política no Brasil. São muitas as reformas que faltam. O primeiro ano de governo, e esse quinto ano é o primeiro do segundo mandato dele, é o das reformas. E nada foi feito.
Agora é a vez do prefeito de São Sebastião, Juan Manoel Pons Garcia, do PPS. Ele se diz "louvado" com a presença do Grande Mestre. Esclarece que não se refere ao líder máximo da maçonaria, mas ao palestrante:
- Espero tê-lo como colega (de prefeitura) daqui a um ano.
Juan Manoel mostra-se preocupado com um "sectarismo" que, para ele, foi criado no Brasil "por falta de educação".
- É uma luta fratricida entre pobres e ricos. A tônica de um governo deveria ser: quando se olha para quem precisa, não se deve tirar os olhos dos mais abastados. Vamos ter que aprimorar isso. Como fazer?
Alckmin ressalva:
- Fazer justiça é fundamental. É governar para todos, mas para quem precisa mais. Estou cada vez mais convencido de que as mudanças (no Brasil) virão da sociedade organizada.
O próximo a ter a palavra é um médico nascido em Taiwan. Filho de chineses que fugiram do regime local, diz que passou fome, trabalhou como camelô em São Paulo e, mesmo estudando em uma escola pública, conseguiu entrar na faculdade de medicina da USP. Aproveita para parabenizar a gestão do ex-governador, "época em que ganhou mais". Pergunta:
- Hoje, a China é a fábrica do mundo. O Brasil é a fazenda. Como transformar essa situação?
China, país de economia planificada, governo sabidamente autoritário, liberdade de imprensa restrita - as mesmas críticas que a direita atribui à Venezuela de Hugo Chávez, mas que não servem à China de Hu Jintao. Fábrica do mundo, afinal.
Alckmin se permite, delicadamente, discordar:
- O Brasil não é mais uma fazenda. Viveu do café, da cana. Hoje, o produto de exportação brasileiro é avião. A Embraer tem 14 mil empregados.
Por fim, os elogios do maçom e deputado federal William Woo (PSDB-SP):
- Meu sempre governador... Deu uma lição de sabedoria e conhecimento.
E então a palestra chega ao fim. Agradecimentos finais, um "parabéns" do palestrante pela iniciativa da maçonaria. Encerra:
- O Estado não é importante. A Nação é que é importante. O Estado é um braço da Nação. E a Nação está aqui. O Brasil é vocacionado para ser o celeiro do mundo.
A Nação que estava ali é convidada a uma nova saudação à Pátria. Dessa vez, o Hino à Bandeira. Alckmin acompanha:
"... da esperança"
"... augusto da paz"
"... à lembrança..."
Na saída, muitas das elegantes senhoras querem tirar uma foto com o ex-governador. Os senhores, também elegantes, querem falar de política, parabenizá-lo, elogiar as críticas à "pesada carga tributária".
Do outro lado da rua São Joaquim fica o Hakka Plaza. Lá é oferecido um coquetel aos participantes do evento. Espaço para 200 pessoas, regado a vinho chileno Santa Carolina. Uma funcionária do buffet diz que, num dia da semana - como era o caso -, o aluguel do espaço sai em torno de R$ 4 mil. Mas tem o salão maior, para 1000 pessoas, "se quiser".
Garçons de impecável uniforme branco servem. Discretamente, um deles é questionado: "Fale a verdade, entre nós, você votou em Geraldo Alckmin na eleição do ano passado?".
Ri sem graça. E responde:
- Claro! Eu sou PSDB até a morte!
fonte: Terra Magazine http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2132887-EI6578,00.html
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PT e o PSDB sejam os dois lados da mesma moeda luciferiana
Católico e socialista são termos antitéticos. E se o socialismo, como todos os erros, tem em si algo de verdade (o que certamente nunca o negaram os Sumos Pontífices), se apóia, entretanto, numa doutrina sobre a sociedade humana -- doutrina que lhe é própria --, que destoa do verdadeiro cristianismo. Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios. Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista" (Pio XI, Quadragesimo Anno, Denzinger, 2770. )
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O antigo cân. 2335 aparece o novo cân. 1374: "Quem se inscreve em alguma associação que maquina contra a Igreja seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações seja a punido com interdito".
Em 26 de novembro de 1983, na véspera da entrada em vigor do novo Código de Direito Canônico,
L´Osservatore Romano publicou uma "Declaração sobre as Associações Maçônicas". 0 texto da Declaração afirma:
a) Permanece imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas.
b) Os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja.
c) Permanece proibida a inscrição na Maçonaria.
d) Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.
e) Não corresponde às autoridades eclesiásticas pronunciar-se sobre a natureza das associações maçônicas com juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido (L´Osservatore Romano, 26/11/1983)

Na Missa de Natal, Pe. Jonas Abib diz que Jesus nasceu impuro

foto acima de Lutero e Monsenhor Jonas.
Pois Padre Jonas tem aprendido bem as heresias com seu "MESTRE" LUTERO!
Nem no Santo Natal este sacerdote deixa de ensinar as heresias protestantes.
Muita falta de respeito com o nosso Senhor Jesus Cristo!
Nome: Bruno Guimaraes
Um Natal diferente, totalmente diferente
No tempo de Natal, todos nós acabamos nos recordando, de maneira muito poética, que Jesus nasceu numa gruta em Belém e que Maria colocou-O numa manjedoura.
É tudo poético! Nós até cantamos lindos versos com suaves melodias que exaltam essa realidade. O que muitos não sabem é que Jesus estava nascendo num lugar não somente anti-higiênico, mas também "legalmente impuro".
A lei de Deus dada por Moisés proibia terminantemente que uma criança viesse a nascer num lugar assim. Aquele lugar era "impuro" e a criança que ali nascesse também seria "impura". Por que teria Deus se preocupado em estabelecer uma lei assim? Porque Ele queria um povo. Um povo inteiramente d"Ele.
Ele precisava, além disso, que esse povo se perpetuasse. Essa era mais uma das leis preventivas para que seu povo fosse sadio e forte e assim continuasse de geração em geração. Mas há outra pergunta mais séria e mais importante: Por que permitiria o Pai que seu Filho nascesse num lugar assim? Mais ainda: nascesse "impuro"? Como poderia o Puro por excelência nascer num lugar impuro? A resposta nos revela um maravilhoso mistério.
A nossa salvação começa já no nascimento de Jesus. Naquele momento em que o Verbo de Deus, feito carne, vem habitar entre nós. É por isso que aos trinta anos, Ele vai ao batismo de João, que era um batismo de penitência: porque Ele havia assumido, desde o seu nascimento, toda a impureza da humanidade. É por isso que João, o Batista, O aponta como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
É porque Ele havia assumido sobre si todo o pecado do mundo. É por isso que Ele se aproxima dos pecadores e convive com eles. É porque Ele se faz pecado desde o seu nascimento. É por isso que Ele se aproxima e acolhe os leprosos, que eram os impuros por excelência da sua época, os toca e os cura. É por isso que Ele escolhe a casa de Lázaro, que era leproso, para o lugar do seu repouso, em Betânia, uma aldeia de leprosos.
A nossa salvação acontece em plenitude no Calvário onde Jesus, pregado na cruz, nela encravou os pecados de toda humanidade, em todos os tempos. Isso é real. Mas é muito importante assumi-lo de maneira bem pessoal:
Jesus assumiu sobre si todos os meus e todos os seus pecados e os levou em si para a cruz e ali os encravou definitivamente.
Há ainda outra pergunta muito mais séria do que as anteriores: se é assim, por que é que o mundo continua como está e por que é que as pessoas continuam como são? É porque a nossa salvação, que já aconteceu, precisa ser assumida por cada um de nós. É só assumir.
É só nos recordarmos do que aconteceu com um daqueles ladrões que foram crucificados com Jesus. Este se voltou para o Senhor e disse: "Jesus, lembra-te de mim quando começares a reinar." Ele lhe respondeu: "Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso". A salvação estava acontecendo. Ele imediatamente assumiu-a. Que merecimento ele teria? Nenhum. Que de bom ele fez? Nada. Ele apenas acreditou e assumiu. E recebeu de Jesus a garantia: "Hoje estarás comigo no Paraíso."
O Natal é festa e é preciso festejá-lo com tudo que pudermos. Mas, lembrando-nos de que o Natal é o início da nossa salvação e ele é o momento privilegiado para cada um de nós assumir pessoalmente a salvação que já aconteceu.
Eu e você precisamos assumir de coração o que aquele ladrão assumiu no alto da cruz. Façamos de tudo para que os nossos familiares e aqueles que nos são mais próximos também assumam a própria salvação, que já aconteceu. Esta é a melhor maneira de viver este Natal. Por isso eu só tenho a dizer: um santo e feliz Natal para você e sua família e um abençoado ano de 2008!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas

Responta

Muito prezado Bruno,Salve Maria.

Obrigado por enviar esse horrível artigo do agora Monsenhor Jonas Abib. Coloquei em azul as partes mais escandalosas desse artiguinho.

De padre, o líder da Canção Nova passou para Monsenhor. Mas de idéias não mudou: continua protestante. É como a serpente que troca de pele, mas não de veneno. Ou como os lobos, que trocam de pelo, mas não de vício.

Para Lutero, bastava crer estar salvo e se poderia pecar à vontade, porque crendo na salvação, automaticamente se estava salvo.

Com efeito, o princípio fundamental da heresia luterana foi: "Crê firmemente e peca à vontade".

Monsenhor Jonas Abib ainda não ensina que se pode pecar, mas já ensina a primeira parte do credo luterano: quem acredita --quem "assume" que está salvo, já fica salvo, sem precisar fazer mais nada.

É o que se lê nesse artigo repetitivo do protestante Monsenhor Jonas Abib, da Canção Nova.

Como já disse doutras vezes, a Canção Nova ensina heresia velha.

A Canção Nova, como toda a RCC, é um meio de protestantização dos católicos, hoje.

Quem tomará providências contra esse Monsenhor protestante?

In Corde Jesu, semper, Orlando Fedeli

Sitio:Montfort




Denúncia


R.C."C" ou R.C."C".P = SATANISMO

enviado por Junior Freitas

Anápolis, 21 de dezembro de 2007

À Sua Santidade
Papa Bento XVI
"Meu bondoso e santo Pai" (Santa Catarina de Sena, Carta n° 196, 3).

Que a paz do Menino Jesus esteja em vossa alma imortal: "Vinde, pois, meu Jesus... vinde morar em meu pobre coração. Amo-Vos e quero amar-Vos sempre" (Santo Afonso Maria de Ligório, Meditações).

Santo Padre, escrevo-lhe para implorar que tome uma providência urgente com relação a um canal de televisão que se diz católico, "Canção Nova", da cidade de Cachoeira Paulista, Diocese de Lorena - Estado de São Paulo - Brasil.
Amado Pastor, os abusos que eles estão cometendo com Jesus Sacramentado, é algo satânico, é impossível explicar com palavras tamanhas profanações. Imploro que o senhor, Santo Padre, assista o vídeo pela Internet no seguinte


endereço:

http://www.youtube.com/watch?v=jbzCXQeDWfU

Santo Padre, o senhor é o "Doce Cristo na terra" (Santa Catarina de Sena), peço-lhe, por favor, acabe com esse SATANISMO dentro da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Milhares de pessoas, que se dizem católicas, estão usando do Santíssimo Sacramento da Eucaristia para se promoverem e se aparecerem; elas fazem coisas tão malignas com Jesus Sacramentado, que deixam até os demônios admirados: "Jesus é muito ofendido na Eucaristia pelas múltiplas irreverências cometidas pelos próprios cristãos; pelos sacrilégios, cujo número e malícia causam admiração aos próprios demônios" (São Pedro Julião Eymard, A Divina Eucaristia, Vol. 3), e: "Quantos sacerdotes indignos que traem o seu Mestre e o entregam aos seus inimigos!" (Idem).

Querido Pastor, existem muitas profanações nas Santas Missas em muitas dioceses do Brasil: Missa-Afro, Missa do vaqueiro, Missa cabocla, Missa de cura e libertação e muitas outras.

http://www.filhosdapaixao.org.br/profanacoes_da_missa.htm

Peço que Vossa Santidade abençoe a mim, aos meus religiosos e aos 800 leigos com quem trabalho.

Filialmente,


Pe. Divino Antônio Lopes FP.----Fonte:
http://www.filhosdapaixao.org.br/cartas_01_bento_xvi_004.htm

Não ser do mundo


enviado por: Junio de Freitas
por Simão dos Reis Agostinho


“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Eles não são do mundo, como Eu não sou do mundo” (Oração Sacerdotal – Jo 17, 15-16)


Não é novidade para ninguém minimamente atento, consciente da História e da Tradição eclesiais, que as palavras de Cristo não ecoam mais na Igreja dita modernista. Uma Igreja conciliar, de revolução e ruptura com as verdades teológicas fundamentais que durante séculos inteleccionámos no casamento da Fé e da Razão e experimentámos, não menos tempo, na prática litúrgica consentânea com essas verdades. Mas, nunca como hoje, poderíamos estar tão longe do que deveria enformar a nossa acção de Corpo Místico, Pedras Vivas, Soldados.


A Igreja afastou-se, como uma anulação de Matrimónio, de toda a Tradição inspirada que manteve a Fé betumada no coração de inúmeros Santos. Desviou-se drasticamente da dogmática fundamental, da liturgia maior que significava e perpetuava toda a teologia herdada dos Apóstolos e aprofundada ao longo dos anos, e da defesa da aliança entre a espada espiritual e a terrena. Em suma, abandonou a linha da lex orandi tradicional que garantia a concordância com a absoluta lex credendi, bem como a obrigação da Fé de instaurar na terra o Reinado Social de Cristo.


A que se deve esta revolução? Dizem que a Igreja tem que se adaptar ao mundo… tem que adaptar a Mensagem!


A heresia da hierarquia modernista chegou a este ponto: o de adaptar a Mensagem ao mundo. Compreender-se-ia que quisesse a Igreja concorrer em igualdade no uso das novas tecnologias de comunicação, na alteração do paradigma de espaço e de tempo, não fosse a referida adaptação vazia de reflexão sobre essa alteração, numa tentativa desenfreada de não ficar para trás, custasse o que custasse, cometessem-se as barbaridades que se cometessem. E a verdade é que o espírito do Concilio Vaticano II abriu portas largas para a profanação de certezas teológicas, de espaços sagrados, de ritos e da acção social alinhada com a urgência do Reino, em detrimento da porta estreita da Verdade de que é depositária.


Quero dizer, resumindo, que o “fumo de Satanás” entrou no Vaticano, como lembrou o próprio Papa Paulo VI. Entrou no Templo, pela modificação abrupta das formas de culto, o que permitiu, por exemplo, a instituição do banquete presidido em vez do Sacrifício celebrado. Entrou na Catequese, pela deturpação das noções teológicas, o esquecimento da boa filosofia e o abandono da leitura e continuação da escolástica básica; também pelo próprio culto que, não obedecendo com precisão à dogmática da Fé, faz ele mesmo má Catequese a quem assiste ou participa. E entrou, finalmente, nas relações com os estados, os reis e seus reinos, que serviam temporalmente à construção da Cidade Cristã.


A Igreja considera agora sobre este último ponto que, não sendo depósito de ideologia política, não lhe convém nem aos povos convirá imiscuir-se no governo dos homens. Esqueceu-se das palavras do Pater Noster (“venha a nós o vosso Reino”), de Santo Agostinho, de São Tomás de Aquino, dos Papas. Esqueceu-se de quem é, de como construiu a Europa em base de moral e de como a manteve até render-se ao mundo e à sua lógica.


Neste campo, que mina todos os outros, correm os dias impensáveis em que a Igreja mantém-se alerta na discussão democrática do número, promove-a, incita-a e glorifica-a. Dizem os modernistas que arruinaram as fundações de “pedra angular”, que à Igreja cabe evangelizar na sociedade, não a sociedade. Cabe ser elemento inserido igualitariamente na orgânica do laicismo, tolerante com o erro do vizinho do lado, a fim de esperar que a Palavra triunfe por si, como se não houvesse mandato de anuncia-la e fazê-la cumprir. Defendem a sociedade de cristãos, detestam a sociedade cristã. Temos bispos socialistas e social-democratas, padres comunistas e fiéis a engrossarem os partidos que dão corpo político à elevação do Estado Social sinistro. A Igreja modernista acredita nesse Estado como garante da virtude da Caridade, transformada em solidariedade chupista, forçada, esquematizada, burocratizada, obrigatória, exigida… como se a virtude cristã se coadunasse com a imposição material e a divinização da produção como elemento central da vida comunitária, regida pelos Direitos Humanos de matriz jacobina e que os Ministros de Deus, que dividem o tempo entre templos axadrezados e templos de Cruz, louvam em cantatas mediáticas.


A Igreja do Cristo amigo, irmão delico-doce e homem bonzinho, é uma servente deste mundo avermelhado. Denominam essa subversão de “teologia da libertação”, quando do que se trata é de uma aceitação sem limites de uma libertinagem espiritual, moral e social, alimentada de ecumenismos e diálogos inter-religiosos que não têm outra intenção que não seja protestantizar e, em plano de acção superior, tudo religar num sincretismo internacionalista anticristão.


E o futuro da Civilização, em oposição a esta via que acarretará as piores previsões de Orwell, é tão incerto como as certezas que povoam as mentes das Ordens e dos leigos acomodados. Resta-nos saber, com certeza inabalável, que basta à Igreja o reencontro consigo mesma e com o seu Senhor, na Tradição que passou e aperfeiçoou nos séculos. Um encontro naquelas três portas estreitas do Templo, da Catequese e da Orgânica Social do Reino Cristão.
´

Bento XVI é uma esperança, sem dúvida, mas a Cristandade, entendida correctamente como tal, continua enfiada em buracos, ostracizada em redutos, defendendo este reencontro. Nesses paraísos eclesiais, que sobram e subsistem com a Graça, costuma comentar-se que, um dia, seremos cinco ou seis numa cave, constantemente censurados e perseguidos. Raramente nos apercebemos que já estamos, há muito, nessa situação de provação, vítimas de uma Igreja de homens demoníacos que acreditam que não ser do mundo é deixar tudo nas mãos do inimigo…

Fonte: alamedadigital.com.pt

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Batina

Como um sacerdote deve se vestir


Como um sacerdote NÃO deve se vestir


Foto acima é do Padre "modelo" Fabio de Melo da Canção "Nova", um MAL EXEMPLO de muitos outros sacerdotes que descaradamente desobedecem as leis da Santa Igreja Católica Apostolica Romana.
Contra essa onda secularizante, manifestada na recusa aos sinais tradicionais da prática da Igreja e no desprezo a tudo o que é anterior ao Concílio, ao passo em que se exalta qualquer novidade – “(...) virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2 Tm 4,3-4) –; contra o empenho dos que nos tentam procura desprestigiar o que a sabedoria milenar do Magistério e da disciplina ensinaram e intuíram, e a prática religiosa.Há, sim, uma necessidade de usar o traje eclesiástico. Há, sim, uma importância no seu uso. Há, sim, uma conveniência pastoral e apostólica no mesmo. Há, sim, também, uma legislação que impõe, pela autoridade, sua obrigatoriedade.
Conhecendo melhor sobre este assunto:
e
O Papa Paulo VI se lamentou em 17 de Setembro de 1969: “fomos longe demais na intenção, em si louvável, de inserir o padre no contexto social, até o ponto de secularizar sua forma de viver, de pensar, e mesmo seu hábito, com o grave risco de enfraquecer sua vocação e de ridicularizar seus compromissos sagrados assumidos diante de Deus e da Igreja”.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Papai Noel na Canção Nova

retirado do sitio: Montfort

Professor, primeiramente já parabenlizo por todo o site, tenho aprendido muito aqui sobre a verdadeira , Santa e Pura doutrina Católica....

Bom, primeiramente, gostaria de saber sua opinião sobre uma casa de pré noviciado(Canção Nova-Cachoeira Paulista-sp), ter em sua porta um enorme papai noel, se isto condiz com a moral católica?Bom, após avistarem isso, um casal amigo meu, foram até um dos membros, quem eu nao gostaria de citar o nome aqui,que disse que já estivera no tumulo de São Nicolau, e o mesmo disse que não havia nada de mal nisso,...no outro dia escrevi-le um e-mail, e segue abaixo a resposta:

"respondendo a sua pergunta, sim estive no túmulo de São Nicolau, que fica na cidade de Bari - Itália, na região Puglia. Hoje devido as constantes visitas que fiz ao local, tenho um carinho muito particular a este santo. São Nicolau, ou San Nichola, ou simplesmente Babo Natale (papai Noel em Italiano) é o santo do Ecumenismo, tanto que a Basílica onde reside o seu túmulo na parte inferior é Ortodoxa e na parte superior é Católica Romana.

Acredito que essa conversa que vc tomou conhecimento se deu com um casal, no domingo passado na Chacara da Canção Nova, onde eles vieram me perguntar o por que que uma de nossas casas tinha um "Papai Noel" nela. O referido casal, alegava que o Papai Noel era um símbolo da Nova Era, criado pela empresa Coca-Cola. Em nenhum momento eu disse que achava o Papai Noel um símbolo natalino. Na verdade não me ative a essa questão. Apenas que, como eu disse a eles, não existe prova de que o Papai Noel seja um simbolo da Nova Era. Ao que me consta, não existe nenhum pronunciamento da Igreja a respeito de proibição de se ter um Papai Noel em casa.

Esse foi o fato.

Eu particularmente, não teria nenhuma imagem do tipo sobretudo no tempo natalino, pois acredito que esse é um tempo de colocarmos em nossas casas símbolos como o presépio, tradição tão linda da Igreja, mas em nenhum momento eu posso exigir que um católico o faça, por que se a Igreja não proíbe quem sou eu para fazê-lo?

Ademais, me preocupa o fato dessa onda que cresce cada vez mais de que tudo é da Nova Era. A cada dia, mais e mais pessoas são acusadas de pertencerem ao referido movimento, sem que se apresentem fatos concretos. Vejamos o exemplo:

Eu posso acusar a Coca-Cola de consumista, capitalista e tantos outros atributos comerciais, pois é fácil provarmos através de dados que isso é verdade. Agora, para acusar essa ou qualquer empresa de ser uma empresa patrocinadora da Nova Era, e portanto satanista, eu preciso ter provas. E onde estão tais provas? Quais os documentos em que você ou qualquer um pode me provar que a Coca-Cola é uma empresa da Nova Era? Não julgueis para não serdes julgados, diz o Senhor...

Sabemos que em vista do lucro e das vendas, a Coca-Cola, "mexeu" na figura de São Nicolau e falsificou dados a respeito dele. E isso devemos combater. Mas nunca foi mentira o fato dele entrar pelas chaminés e deixar comida, brinquedo e alimento para as crianças, sobretudo no tempo natalino. Vá a Bari e ouça as histórias.

Se hoje muitos reclamam da questão da mudança na imagem da figura de Papai Noel, o que dizer do Cristo branco de olhos azuis, tão diferente do povo judeu? Veja não estou aqui emitindo a minha opinião a favor do Papai Noel gordinho, mas estou dizendo que não podemos simplesmente recriminar o fato. Muitas coisas são mexidas e acabam entrando no nosso dia a dia. Ou vai me dizer que a Imgem do Nosso Senhor Jesus Cristo que você tem em casa não é assim?

Se hoje as crianças ao se falar de Natal, recordam apenas do Papai Noel, será que a culpa é só do consumismo, ou nossa que como cristãos, não temos a capacidade de ensinar as crianças que Natal é o nascimento de Cristo. É fácil culpar o mundo. Difícil é assumir a nossa culpa. Ainda mais nesse tempo onde tudo que não nos convém foi uma cilada préviamente pensada e artitetada pela Nova Era... O que disse eu reafirmo: Se a Igreja Católica apostólica Romana, não se pronuncia contra a Imegem do Papai Noel gordinho e reconchochudo, quem sou eu para dizer que sim ou que não?"

Fiquei confesso, que assustado com a resposta, senti como que um ar de descaso com o maior mistério do natal, que é o nascimento de Jesus e não a figura de um personagem, que denigre a figura de um Santo...

Cordialmente, e esperando respostas

Eduardo"Advento é por excelência o tempo da Virgem Maria"

RESPOSTA

Muito prezado Eduardo ,Salve Maria.

É uma vergonha aceitar a substituição de Cristo no presépio pelo Papai Noel.

É falso que o Papai Noel seja São Nicolau.

Os inimigos da Fé, há muito tempo, foram propagando essa figura mítica para substitutirem pouco a pouco na mente dos católicos a idéia da redenção.

Depois de um século de mundanização do Natal, hoje, a festa da Natividade de Jeus está completamente esquecida, substituída que foi por uma comemoração naturalista, com bebidas e comidas, presentes e mitos do velho barbudo.

Ninguém fala mais de Jeus no presépio que veio para nos redimir da culpa original.

Tem razão você.

E que atabalhoada redação a desse seguidor da canção nova. Ele é digno discípulo de Monsenhor Jonas Abib. As coisas absurdas que escreve comprovam que ele é discípulo do Monsenhor autor de livrecos cheios de erros contra a Fé, que pensa falar na língua dos anjos, sem distinguir se são anjos do céu ou de outro lugar.

Conceda-lhe Deus um santo ano novo.

In Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli