segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Self-Service de Missas


"Devemos ficar longe de grupos que aparentam "prezar" pela Missa de sempre (Missa Católica) como sendo meramente um "acessório" ou mais uma "opçao" em meio ao variado cardápio modernista liturgico em nosso tempo." (Inacio Marques)



sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A Igreja é a favor, e o Felipe Aquino é contra á pena de morte

São Tomás de Aquino

"Existe o pecado pelo qual merecem não só serem separados da Igreja pela excomunhão, mas também serem retirados do mundo pela morte. Com efeito, é questão muito mais séria corromper a fé, pela qual vem a vida da alma, do que fabricar dinheiro falso, com o qual é sustentada a vida corporal. Por conseguinte, se os fabricantes de dinheiro falso e outros malfeitores são justamente castigados com a morte pelos príncipes seculares, com muito maior justiça podem os hereges ser castigados com a morte imediatamente após o veredicto, e não somente excomungados." (São Tomás de Aquino. Summa Theologica. II.Q.XI)

Catecismo Romano

“Outra espécie de morte lícita é a que compete às autoridades. Foi-lhes dado o poder de condenar à morte, pelo que punem os criminosos e defendem os inocentes, de acordo com a sentença legalmente lavrada. Quando exercem seu cargo com espírito de justiça, não se tornam culpados de homicídio; pelo contrário, são fiéis executores da lei divina, que proíbe matar”.VI. 5º Mandamento §§ 2-8

Catecismo Maior de São Pio X

“É lícito tirar a vida do próximo: durante o combate em guerra justa; quando se executa por ordem da autoridade suprema a condenação à morte em castigo de algum crime; e finalmente quando se trata de necessária e legítima defesa da vida, no momento de uma injusta agressão.” nº 413

Novo Catecismo da Igreja Católica

“O ensino tradicional da Igreja não exclui, depois de comprovadas cabalmente a identidade e a responsabilidade do culpado, o recurso à pena de morte, se essa for a única via praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto.”(2267) (Leia mais).

Agora o mestre do sofismar (prof. Felipe de Aquino)
Aonde a Igreja ensina que é contra à pena de morte, sr. Felipe de Aquino?

Leia mais: http://www.missadesempre.com/index.php?option=com_content&view=article&id=118:pena-de-morte-no-novo-catecismo-&catid=45:concilio-vaticano-ii&Itemid=55


sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Continuação...

Os mesmos que se vangloria do Conc. Vat. II, nem se quer obedecem aos documentos pós-conciliares.


Gilberto Kassab proclamando a leitura no presbitério da Canção Nova

SÃO PAULO - O prefeito Gilberto Kassab (DEM) participou neste domingo da abertura da 12ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) de São Paulo, realizada na Avenida Paulista. O evento, mais conhecido como Parada Gay, foi realizado em parceria entre a Associação da Parada do Orgulho Gay, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros e a Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Turismo e da Secretaria Especial de Participação e Parceria.

- A Prefeitura teve uma participação muito significativa. Procuramos dar todo o apoio para que a 12ª parada fosse grandiosa e bem organizada como no ano passado - disse o prefeito na abertura do evento.

http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/05/25/kassab_marca_presenca_na_parada_gay-546498997.asp

O que diz a Instrução Redemptiones Sacramentum, n.46

Convém que o fiel leigo chamado a prestar a sua ajuda nas celebrações litúrgicas seja devidamente preparado e se distinga pela vida cristã, pela fé, pela conduta e pela fidelidade ao Magistério da Igreja. É bom que ele receba uma formação litúrgica adequada, de acordo com a sua idade, condição, género de vida e cultura religiosa. Não se escolha ninguém cuja designação possa causar surpresa entre os fiéis.

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"Os mesmos que se vangloria do Conc. Vat. II, nem se quer obedecem aos documentos pós-conciliares".

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sábado, 6 de dezembro de 2008

Abortista pública proclamando a leitura no presbitério da Canção Nova

Dilma durante a Missa deste sábado ao proclamar Primeira Leitura


Outras imagens

SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez nesta quinta-feira, 4, uma defesa da descriminalização do aborto no País. "É um absurdo que não há a descriminalização do aborto no Brasil, pois esta não é uma questão de foro íntimo, mas sim de saúde pública, e precisa ser regulamentada", frisou ela, durante sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo.



A sede da comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP) realiza neste final de semana um de seus maiores acampamentos de oração, o Hosana Brasil. Nesta tarde, autoridades como a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o chefe de Gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, marcaram presença na Santa Missa celebrada pelo fundador da comunidade, Monsenhor Jonas Abib. http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=271823



A Igreja nos ensina sobre o aborto nos números 2270-2275 CIC, e diz explicitamente que "toda colaboração formal num aborto constitui falta grave" (2272)CIC. E ainda que não ponham suas mãozinhas delicadas num instrumento mortal e arranquem o bebê do ventre materno, os políticos que defendem o aborto são cúmplices formais de assassinato. A depender do grau de consciência, devem ser considerados igualmente colaboradores aqueles eleitores que os elegem. Evidentemente a mesma presunção de ignorância não pode ser aplicada ao infeliz Monsenhor Jonas abib, conhecedor da doutrina da Igreja e da posição da futura candidata a presidencia da república.



E ao contrario do que acontece na satânica Canção "Nova".


Padre católico nega comunhão a seguidores de Obama‏



Religioso recrimina quem apoiou 'candidato pró-aborto'


http://www.bobnews.com.br/noticias/padre-catolico-nega-comunhao-a-seguidaores-de-obama-24391.html


Um padre católico da Carolina do Sul é acusado de ter dito a seus paroquianos que eles não poderiam receber a comunhão se tivessem votado para Barack Obama nas eleições presidenciais do último dia 4. Isso porque o presidente eleito democrata apóia o aborto, e, segundo o padre, votar nele foi um ato de "cooperação material com a maldade intrínseca".O padre Jay Scott Newman disse em uma carta distribuída no domingo passado (9) na Igreje Católica de Santa Maria, em Greenville, que os paroquianos estariam colocando suas almas em risco se eles tomassem a comunhão antes de fazer penitência por causa do seu voto. "Nosso país escolheu para chefiar seu executivo o mais radical político pró-aborto que servio no Senado dos EUA", disse ele, referindo-se a Obama com seu nome completo, Barack Hussein Obama.


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Será que estes modernistas estão em uma competição, de quem ridiculariza Cristo melhor?

Padre Fabio de Melo canta a música da cantora Ivete Sangalo durante a homilia

http://www.youtube.com/watch?v=n1A_CGqfZyU

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A TRAIÇÃO EXPLÍCITA DE CAMPOS

ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA SÃO JOÃO MARIA VIANNEY SEU RECONHECIMENTO PELA SANTA SÉ
Introdução respondendo a algumas objeções:
36) Mas os senhores conservarão a Missa Tradicional?
É o óbvio. Foi para isso que lutamos durante tantos anos e por isso tanto sofremos. E agora, graças a Deus, o Santo Padre nos concede o direito de conservarmos oficialmente em nossa Administração Apostólica a Santa Missa tradicional, codificada por São Pio V, todos os sacramentos, toda a Liturgia e disciplina tradicional.
RESPOSTA ÓBVIA DOS FATOS:
O padre Hélio Rosa da Administração Apostólica celebra semanalmente a missa nova na Catedral de Campos.
enviado por: Fábio Vasconcelos

Padre Rifan X Dom Rifan!

Palestra dada pelo padre Fernando Rifan em Campinas SP em 1998.
Pe Rifan explana a OBEDIÊNCIA RESPONSÁVEL segundo os ensinos de Pio IX
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Pe Rifan: Resistir a onda de destruição da Igreja...a protestantização da liturgia
Apostolado do padre Fernando Rifan em Santa Maria RS. O padre incentiva os católicos a proteger sua Fé, a resistir a onda de destruição da Igreja patrocinada pelas próprias autoridades católicas. LAMENTA A PROTESTANTIZAÇÃO DA LITURGIA COM A MISSA NOVA. Adverte os católicos para que não se acomodem com todos esses erros.

sábado, 22 de novembro de 2008

Chega a causar dó...

Vejam só que vídeo hilário
http://comunidade.cancaonova.com/monsenhor-se-encontra-com-papa/#comment-2775

retirado blog SANCTAE ROMANAE ECCLESIAE

O monsenhor Jonas Abib agradecendo ao Papa Bento XVI o reconhecimento pontifício da sua empresa...Abib e o seu secretário de finanças Éto agradecendo em português ao Papa - que não fala a nossa língua - numa concorrida Catequese da Quarta-Feira, retendo o Papa pelo braço pra que ele não passe adiante cumprimentando os demais fiéis. E o Papa só respondendo os gracejos do monsenhor Jonas com resmungos kkkk.O Papa no vídeo parece não dar a mínima para a Comunidade Canção Nova, pois nem sabe o que ela realmente é! Aprovou o que leu nos estatutos, que agora os católicos do Brasil inteiro querem ler. Chega a causar pena ver o Monsenhor Abib fazendo das tripas coração para arrancar um sorriso ou uma exclamação mais alegre do pontífice alemão.

Senhor, tende piedade dessa pobre gente carismática!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

MELQUITAS NA RESISTÊNCIA CONTRA A DIABÓLICA R.C.[C]

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RCC e Missa Nova.ISTO É CANÇÃO NOVA !!! E NÃO VAI SER NA NOSSA EPARQUIA CUSTE O QUE CUSTAR
Assista este video heresia da seita carismática e a falta de respeito pelo Santissimo Sacramento



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Pastor usa nome de Jesus para fazer 'merchan' de consórcio na TV
qual a diferença entre Padre Jonas Habib e este pastor



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Saiba um pouco da heresia da seita carismática na nossa Eparquia com a permissão de Dom Fares
Video mostra Qeima de papeis dentro da igreja Nossa Sra do Paraiso



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Confira o resultado da enquete ( Hipnose ou Religão)
Assista este video com cenas iguais a que nos assistimos na Eparquia Nossa Senhora do Paraiso. de sua opinão vote na enquete





sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Felipe Aquino mostra as garras!


"O Concílio (Vaticano II), por piedade, acabai com ele depressa!" (São Padre Pio de Pietrelcina)

Sr. Felipe de Aquino, também Padre Pio não estava em comunhão perfeita com a Igreja?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Dona Marisa e Dilma Rousseff usando VÉU!

Presidente Lula, dona Marisa e Dilma Rousseff encontram-se com o Papa Bento XVI - 13 de novembro de 2008



terça-feira, 11 de novembro de 2008

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Entidade Católica e Loja Maçônica assinaram um termo de parceria


A fraternidade entre duas entidades sem fins lucrativos registrou na última semana de outubro, em Sena Madureira, um momento importante para quem depende do trabalho voluntário para se livrar da dependência química, especialmente os jovens.

Numa concorrida solenidade, os representantes da Loja Maçônica Fraternidade e Trabalho e a Fazenda da Esperança, assinaram um termo de parceria, que garantiu a entidade que atua na recuperação de pessoas com dependência química, um repasse financeiro para ser destinado à construção de uma área de lazer para os internos. Os recursos foram arrecadados ainda durante a Expoacre, em um leilão beneficente para as obras sociais da maçonaria, que contou com o integral apoio dos pecuaristas acreanos, que fizeram doações apoiando a iniciativa, sendo que o lote principal foi arrecadado pelo fazendeiro Adalberto Cordeiro.


O critério de escolha para a indicação das entidades filantrópicas beneficiadas com os repasses foi rígido e baseado na seriedade do trabalho e nas causas que cada entidade defende, explicou o venerável mestre da Loja Maçônica, Charles Augusto Pires Gonçalves.


A parceria foi comemorada com muita alegria pelos representantes da Fazenda da Esperança, que há muito sonhavam com a possibilidade de ampliarem a estrutura física destinada aos internos, que são jovens que buscam se afastarem do vício das drogas.


“Foi uma surpresa pra gente termos sido escolhidos para receber essa doação, mas isso demonstra a credibilidade do trabalho que é desenvolvido aqui, por isso iremos nos empenhar ainda mais na causa onde atuamos”, disse Júlio César dos Santos, coordenador da entidade.


Pelo termo assinado, em um prazo de noventa dias, a entidade poderá executar a obra da maneira que melhor atenda as suas necessidades, utilizando o projeto arquitetônico já aprovado por ambas as partes.


A Fazenda da Esperança está localizada no km 4 da BR-364, saída de Sena Madureira para Manuel Urbano e é uma entidade ligada à Igreja Católica.


Juiz colaborou na parceria

A assinatura do termo entre as duas entidades não teria ocorrido não fosse à colaboração direta do juiz da Comarca de Sena Madureira, Pedro Longo, que teve papel fundamental na arrecadação e no processo de escolha da beneficiada.


Quem afirmou isso foi a tesoureira da Fazenda Esperança, Leudemir Alencar de Lima, que também participou da solenidade de assinatura do termo.


Ex-venerável da Loja Maçônica e coordenador da comissão de finanças para as obras sociais da maçonaria, o magistrado se empenhou desde o leilão para angariar os recursos e destiná-los às causas necessárias.


Longo explicou que, a Loja de Sena Madureira está seguindo as recomendações do Grão-Mestre Luiz Saraiva Correa, que determinou que fossem reforçados os esforços filantrópicos da maçonaria acreana, destacando, ainda, que, “ao apoiarmos a Fazenda da Esperança, uma entidade séria vinculada à Igreja Católica, estamos demonstrando que todo cidadão pode e deve dar sua contribuição para a solução das mazelas sociais, e, não ficar apenas aguardando a atuação dos órgãos governamentais, que, nem sempre, possuem os recursos para atender todas as necessidades”.

O evento contou ainda com a participação do Padre Pedro Maria Lucietti, representando a Paróquia de Sena Madureira.



fonte:
http://www.agazeta-acre.com.br/Web/Noticias.do?ID_Not=14513

sábado, 1 de novembro de 2008

Magdi Allam na contra mão do dialogo Inter-religioso

Numa carta aberta a Bento XVI, o jornalista Magdi Allam criticou duramente o Islão e também alguns sectores da Igreja Católica, causando um potencial embaraço à Santa Sé.

Esta não é a primeira vez que Magdi Allam faz declarações deste teor.

Durante anos o jornalista nascido no Egipto utilizou as suas colunas de opinião para a religião da vasta maioria dos seus compatriotas e dos seus próprios pais e avós. A situação assumiu novos contornos, contudo, a partir do momento em que Magdi se converteu ao cristianismo, sendo baptizado na passada Páscoa.

O baptismo em si foi polémico, com muçulmanos a censurar o facto do próprio Bento XVI ter recebido o convertido na fé, durante a vigília pascal. Mas o pior estaria para vir, com o jornalista a aumentar as suas críticas que, com a sua recente conversão, receberam muito mais cobertura mediática.

Na altura, a Igreja viu-se obrigada a justificar-se, esclarecendo que a aceitação de um baptizado não implicava que a instituição se identificava com as suas opiniões pessoais.

Agora, nas vésperas do primeiro Fórum Católico-Muçulmano, que decorrerá entre os dias 4 e 6 de Novembro, Allam publicou uma carta aberta no seu site em que critica, entre outros, o Presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, o Cardeal Tauran.

Numa conferência em Agosto passado, Tauran terá elogiado o Islão dizendo que era uma religião de paz, mas que “alguns muçulmanos têm traído a sua fé, usando-a como pretexto para a violência”.

“A realidade” escreve Allam na missiva dirigida ao Papa, “é o oposto daquilo que o Cardeal Tauran imagina. O extremismo islâmico e o terrorismo são o fruto maduro dos ditos do Alcorão e do pensamento e da acção de Maomé”.

O jornalista pede que o Papa para se pronunciar de forma clara e vinculativa sobre se o Islão é, ou não, uma religião válida, algo que dificilmente irá acontecer, numa altura em que o Vaticano se esforça por melhorar as relações com o mundo islâmico.

Fonte:www.rr.pt/




TEXTOS BÍBLICOS ANTI-ECUMENISMO CONCILIAR

Sandro Pelegrineti de Pontes
Prezados amigos, Salve Maria.
Fiz uma rápida pesquisa no novo testamento para encontrar passagens que abordassem a situação das pessoas que não guardam a fé católica, a fé da Igreja de Cristo, e como deveríamos nos comportar diante de pessoas que combatem a fé católica. É fácil de constatar que Deus JAMAIS permitiu que o seu povo se unisse aqueles que O rejeitam ou que rejeitam a Sua Igreja. Vejam as fortes passagens que encontrei e que condenam o ecumenismo e o diálogo religioso do Vaticano II:
II São João 1,10:
“(...) Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, NÃO O RECEBAIS EM VOSSA CASA, E NEM O SAUDEIS”.
Comentário: O Vaticano II diz o oposto, ou seja, que aqueles que não trazem a doutrina apostólica devem ser saudados e acolhidos.
Romanos 16,17:
“(...) Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. EVITAI-OS!”.
Comentário: Evitai-os, e não os procurai para o diálogo. Um pouco de fermento leveda toda a massa, já ensinou Cristo.
Gálatas 1,9:
“(...) REPITO aqui o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina DIFERENTE da que recebestes, seja ele EXCOMUNGADO!”.
Comentário: Excomungado, não elevado ao cargo de “legítimos irmãos em Cristo”, como quer o Vaticano II.
I Timóteo I, III e seguintes:
“(...) Torno a lembrar-te a recomendação que te dei, quando parti para a Macedônia: devias permanecer em Éfeso para IMPEDIR QUE CERTAS PESSOAS ANDASSEM A ENSINAR doutrinas extravagantes, e a preocupar-se com fábulas e genealogias. Essas coisas, em vez de promoverem a obra de Deus, QUE SE BASEIA NA FÉ, só servem para ocasionar disputas. Esta recomendação só visa a ESTABELECER A CARIDADE, nascida de um coração puro, de uma boa consciência e de uma FÉ SINCERA”.
Comentário: São Paulo manda Timóteo impedir que os desviados andassem a ensinar vãs doutrinas e ainda justifica tal ato baseando-o na caridade. Ou seja, é por caridade que se corrige aqueles que erram! E se Timóteo tivesse a espada temporal na mão, certamente deveria usá-la nesta missão, não defendendo que aqueles que erram tenham o “direito de não serem impedidas de agir” na sociedade, mas ao contrário, impedindo-as de agir.
Tito 1,11:
“(...) É necessário TAPAR-LHES A BOCA, porque transtornam famílias inteiras, ensinando o que não convém, e isso por vil espírito de lucro”.
Comentário: Tapar-lhes a boca, e não dialogar com eles.
I Timóteo I, 18 e seguintes:
“(...) Eis aqui uma recomendação que te dou, meu filho Timóteo, de acordo com aquelas profecias que foram feitas a teu respeito: amparado nelas, sustenta o bom combate, com fidelidade e boa consciência, que alguns desprezaram e naufragaram na fé. É o caso de Himeneu e Alexandre, que ENTREGUEI A SATANÁS, para que aprendam a não blasfemar”.
Comentário: Os apóstolos entregam os blasfemadores a Satanás, e não dizem que estes possam possuir realmente a vida da graça, somente porque são batizados, como ensinou o Vaticano II.
I Timóteo 6, 3:
“(...) Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da doutrina conforme à piedade, é um OBCECADO PELO ORGULHO, um IGNORANTE, DOENTIO por questões ociosas e contendas de palavras (…)”.
Comentário: Estes maus são obcecados, doentios, e não “legítimos irmãos no senhor”, como ensinou o nefasto conciliábulo.
II São João 1,9:
“(...) Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, NÃO TEM DEUS. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho”.
Comentário: Os protestantes NÃO TÊM DEUS, os judeus não têm Deus, os espíritas não têm Deus, os muçulmanos não têm Deus, os budistas não têm Deus, os hindus não tem Deus. Somente os católicos em estado de graça O possuem. Nunca é demais, apenas para evitar escândalos, lembrarmos da possibilidade dos não católicos estarem em ignorância invencível, e sendo assim pertencem a alma da Igreja e se pela misericórdia e justiça de Deus gloriosamente se salvam. Mas estes são católicos, como já dizia Dom Lefebvre: no céu, somente há católicos. Mas esse mistério da salvação de não católicos é tão grande que Pio IX chegou a dizer:
“(...) É necessário admitir de fé que, fora da Igreja Apostólica Romana, ninguém pode ser salvo. [...] No entanto é preciso reconhecer, por outro lado, com certeza, que aqueles que estão em relação à verdadeira religião numa ignorância invencível, NÃO TEM FALTA DIANTE DO SENHOR. Agora, na verdade, quem irá, NA SUA PRESUNÇÃO, até MARCAR AS FRONTEIRAS DESTA IGNORÂNCIA?” (alocução Singulari Quadam, 9/12/1854, Dz 1647 - antiga numeração; ausente em DzH).

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Apetece-me insutar, logo insulto!

Um bom artigo do blog Tradição Católica

Deambulando pelas supostas comunidades católicas no porkut, deparamo-nos com algumas em particular que expressam uma catolicidade ímpar e incontestável. É o caso de uma chamada amigos do Veritatis (o quê, o nome não é esse, é mais falsitatis) Splendor, outra que se chama sociedade católica (creio que nem sabem o que isso é) e outra pasmem: sim ao concílio Vaticano II! Até há comunidades de conservadores a dizer sim ao Concílio. Há ainda uma outra, esta sim o supra sumo do catolicismo no Orkut, designada de: católicos sim, cismáticos não. Imagine agora, caro leitor, a quem se dirigem estas pérolas de caridade, vindas destes farsantes, fariseus e hipócritas.Nessa tal que citei primeiro, amigos do falsitatis (já lhes estou a fazer o favor de lhes dar o nome correcto), ataques à Fsspx e aos católicos tradicionais não faltam. Sofismas, acrobacias inimagináveis, ginásticas de uma enormidade incrível, falácias próprias de modernistas, também não. Tudo serve para justificar o indefensável: leia-se o latrocínio e a missa bugniniana. Desculpem, caros amigos, mas irrita-me solenemente a hipocrisia dessas criaturas: são tão farisaicos.. Passam a vida a tecer elogios sem critério a Sua Santidade o Papa (se ele espirrar, também foi infalível), têm uma falsa humildade, uma piedade envenenada pelo modernismo. Prefiro, muito sinceramente, um modernista progressista a um moderado conservador. Raça de víboras! É que são tão hipócritas! O progressista não é tão daninho às almas fiéis pois já sabemos o que esperar dele: veneno, heresia, apostasia da fé única e verdadeira. Mas um conservador, ah um conservador.. esse é muito obediente, muito humilde, muito dócil, muito ortodoxo (pensa ele). São os que melhor enganam os incautos, os que melhor induzem em erro as pobres almas à procura da verdade. Até chegam a passar por tradicionais, de tão grande que é a sua astúcia. Infames, um dia darão severas contas. Mas se os observamos bem, vemos que não passam de hipócritas, para quem as aparências, a ordem, a estabilidade e os privilégios adquiridos (entenda-se neste caso o prestígio e as honras) valem mais do que a verdade. E são narcisistas pois colocam o amor que têm à sua própria pessoa acima do amor devido a Nosso Senhor Jesus Cristo. Um dia destes, recebi um e-mail de um sujeito (não vou dizer o nome pois assim me comprometi). Essa criatura insultou-me certa vez, num blog qualquer. Disse-me que não era possível ser católico e ser contra o Concílio. Ora, neste e-mail, o hipócrita vem dizer o contrário! Dizia então que eu estava certa, que logicamente é possível ser-se católico e não aceitar o V2 e que, leiam bem, eu não divulgasse aquele e-mail a ninguém. É alguém ligado ao falsitatis. Veja bem, caríssimo leitor, a gravidade da situação. Vivemos todos, portugueses e brasileiros, numa maldita democracia e, mesmo assim, há quem tenha medo de falar! Esse sujeito estava com medo de quê? De não mais escrever no falsitatis? De perder os amigos de fachada que arranjou graças às suas falsas convicções? Da solidão? E não terá medo de ser omisso e ser condenado por isso? Confesso que, depois de tudo o que me disse na discussão do tal blog que agora não me vem à memória, nunca esperei que me viesse posteriormente a dar razão. Que triste: saber-se onde está a verdade e permanecer no erro, por amor às honras que daí advêm.Voltando às comunidades dos hipócritas fariseus, quem não conhece o convencido Rafael Vitola e a sua noiva a sofisticadíssima Aline Taddei? Ou o arrogante Carlos Eduardo Maculan e a insuportável Isabel Fillipi? Arvoram-se todos em defensores da fé católica e são ainda piores que os modernistas pertinazes. Lançam calúnias contra os outros, faltam à caridade com mestria, são altamente elitistas (aqui em Portugal, diríamos os betos lol). Apesar de tudo, Alessandro Lima consegue ser o mais humilde de todos. É modernista? Sim. Mas é pessoa simples, humilde. Pelo que tenho notado, justiça se faça, Alessandro Lima não é tão soberbo, prepotente e petulante como os outros acima citados. Essa Aline é, o que aqui em Portugal chamaríamos uma tia de Cascais (no Brasil, uma perua). Diz ela que é possível conciliar a modéstia cristã e a moda. Até aqui tudo bem. Mas vão ver quais os critérios de moda e de modéstia da Aline e depois falamos. Resumindo, além de hipócritas do mais alto escalão, são arrogantes, julgam-se superiores ao comum dos mortais.Passem pelo Orkut, entrem nessas comunidades mais heréticas do que as dos próprios protestantes (porque perigosamente venenosas) e vejam como a nata do catolicismo trata os seus semelhantes. E que fique aqui bem claro, não me refiro a mim, já que nunca tive o desprazer de entrar nessas comunidades.As heresias conciliarescas que professam, isso já é uma outra história. Bem graves e bem nocivas para os ingénuos que caem nas suas redes.Já que sou tantas vezes acusada de desqualificar os outros, agora tive vontade de finalmente tirar algum proveito da fama que tenho. O blog é meu e se os ditos cujos se sentirem muito ofendidos podem sempre fazer queixa.. A quem? Não sei. Nem me interessa.
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Prefiro, muito sinceramente, um modernista progressista a um moderado conservador. Raça de víboras! (Tereza)
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Tristes lembranças de um passado não muito distante.

No que diz respeito ao pan-religiosa oração-reunião em Assis, que inclui católicos, protestantes, Muhammadans, judeus, budistas, animistas, hindus, e vários outros, o Cardeal Oddi disse:


“Naquele dia eu andei por Assis como Legado Pontifício da Basílica de São Francisco, e vi verdadeiras profanações em alguns lugares de oração. Vi budistas dançando em volta do altar, no qual colocaram Buda no lugar de Cristo e o incensavam e reverenciavam. Um beneditino protestou e foi retirado do local pela Polícia. Eu não protestei, mas o escândalo estava no meu coração. A confusão era evidente nos rostos dos católicos que assistiam à cerimônia. Pensei: se agora os budistas distribuíssem pão dedicado a Buda, essa gente era capaz de aceitar e comer, talvez, com maior devoção do que recebe a Hóstia.”"(" Confissões de um Cardeal, "Entrevista concedida pelo Cardeal Oddi para Tommasco Ricci, 30 Dias, Nov., 1990, p. 64.)







quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Um novo Buquê de 1 milhão de Terços!


retirado do site da FSSPX, "Vamos nos unir nesta oração! "

Desde Lourdes, Dom Fellay repete o pedido da última carta aos amigos e benfeitores n. 73.
http://www.laportelatine.org/district/chartres/lourdes2008/report1/samedi081025.php


Mandar um novo buquê de terços para o Papa


"(...) Confrontados com estas novas dificuldades, tomamos a liberdade de apelar novamente à vossa generosidade e, em vista do sucesso de nossa primeira Cruzada do Rosário para obter o retorno da Missa Tridentina, gostaríamos de oferecer a Nossa Senhora um novo buquê de um milhão de terços para obter, de sua intercessão, a retirada do decreto de excomunhão. A partir de 1.º de novembro até o Natal, tomaremos a peito rezar com fervor renovado para que o Santo Padre, nestas horas difíceis da história, possa cumprir com fidelidade suas augustas funções em conformidade com o Sagrado Coração de Jesus, para o bem de toda a Igreja. Estamos intimamente persuadidos de que um gesto desses vindo do Soberano Pontífice produziria efeitos tão profundos no Corpo Místico quanto a liberdade da liturgia tradicional." Dom Fellay - carta aos amigos e benfeitores 73


O modo prático de fazer seguirá o método da primeira cruzada a favor da liberação da Santa Missa.No site encontrarão o ramalhete para preencher e enviar para a FSSPX (priorado de Santa Maria RS, ou de São Paulo). O documento em pdf estará atualizado mas o antigo pode servir de referência para ver o procedimento. Mudarão só as datas!http://www.fsspx-brasil.com.br/pdf%20fi%20les/FSSPX%20ramalhete%20para%20o%20Papa.%20pdf


Carta aos Amigos e Benfeitores n.° 73

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

CAMISETAS MEC's: RENUNCIEM JÁ!

A partir de hoje daremos início a uma série de campanhas à respeito de vários temas relacionados com a Missa Nova e todas as novidades e ambigüidades teológicas que surgiram durante e após o Conc. Vat.II, com a intenção de mostrar aos Católicos o mal que toda essa revolução pós conciliar tem causado em toda a Igreja.

Começaremos com o tema dos MEC's (“ministros” extraordinários da comunhão), para que possamos denunciar este erro contra a Fé Católica para outros Católicos e principalmente para aqueles que deveriam estar no seu verdadeiro lugar, não exercendo uma função que é própria de sua vocação.


Logo abaixo os três modelos das camisetas MEC's: RENUNCIEM JÁ!.







Para adquirir estas camisetas envie um email para o Sr. Fabio Fausto, faustech@ig.com.br que fornecerá todas as informações necessárias para a aquisição das mesmas. O custo será de R$ 13.50 + valor do frete. Outras informações: faustech@ig.com.br ou missadesempre@hotmail.com

Viva Cristo Rei!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Porque está imagem?



Está imagem representa todos aqueles que tentam encobrir ou camuflar a crise doutrinaria que estamos passando, tentando de todas as maneiras justificar o injustificável, como fez o Sr. Antônio Nardoni em um crime que chocou a sociedade brasileira, ao tentar encobrir o crime de seu filho.


É dessa maneira que os rad. vat. II, querem negar o óbvio, que nem precisa se aprofundar muito, é só fazer algumas visitas nas paróquias, que a crise está lá presente para os olhos enxergarem, é como diz o evangelho de São Mateus, Deixai-os. São cegos e guias de cegos. Ora, se um cego conduz a outro, tombarão ambos na mesma vala.

Mas eles ainda querem fazer malabarismo querendo justificar todos os erros do Conc. Vat. II, como se fosse uma verdade, como fez o Sr. Antonio Nardoni a seu filho que matou sua própria neta.

Quantos malabarismos, para não ter que confessar o óbvio, este pessoal não tem um pingo de amor pela VERDADE, a meta deles não é a defesa da fé Católica e sim, camuflar os erros devido algum tipo de sentimento pessoal, como fez o Sr. Antonio Nardoni.

É interessante como Deus dá como uma simbologia do que seria justificar o injustificável, ou melhor, digo uma simbologia pelos fatos quotidianos.
Está manipulação dos rad. vat. II, me faz recordar um versículo do profeta Isaías 5,20:

Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é doce!

*RAD. VAT. II = RADICAIS DEFENSORES DO CONCÍLIO VATICANO II

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

“Ministros” Extraordinários da Comunhão foram instituídos por Jesus?

Pedimos a você que é “ministro” extraordinário da comunhão, que reflita se é JUSTO continuar profanando o Santíssimo Sacramento, tocando com suas próprias mãos no que temos de mais Sagrado, que é a EUCARISTIA.

Você já passou ou presenciou algum momento em que alguém com um objeto caro ou até mesmo precioso como uma relíquia, ou um anel caríssimo ou até algo mais simples, em que alguém lhe disse NÃO TOQUES, POIS “ISSO” ME CUSTOU CARO, OU NÃO TOQUES, POIS ISSO É UMA RARIDADE.
E quanto mais à eucaristia que é o próprio DEUS.

As pessoas falam, comentam, explicam, ensinam o que é a eucaristia, mas não compreendem o seu verdadeiro valor.

Santa Teresa de Lisieux, que dizia: “Sinto em mim a vocação de SACERDOTE. Com que amor, ó meu Jesus, não te carregaria nas mãos,... Mas, que fazer? Com todo o desejo de ser sacerdote, admiro e invejo a humildade de São Francisco de Assis, e sinto a vocação de imitá-lo, quando recusou a sublime dignidade do sacerdócio" (Santa Teresa de Lisieux - História de uma alma)

Ora, Santa Teresa de Lisieux, inflamada pelo amor de Deus, expressou essas lindas palavras que nos edificam!Observam bem todos os leigos, que ela não tocava no Corpo de Cristo, pois ela mesma disse: "Com que amor, ó meu Jesus, não te carregaria nas mãos...”. Isso se ela fosse sacerdote.

E Também não distribuía a Santa Eucaristia (Nosso Senhor Jesus Cristo), pois ela mesma disse: "Com que amor te não daria às almas”. E olhando para São Francisco de Assis, Santa Teresa de Lisieux, fica admirada com a humildade dele, em recusar o Santo Sacramento da Ordem.

Agora eu pergunto:

Porque São Francisco de Assis recusou o santo sacramento da Ordem?

E respondo:


"Ele não se julgava digno de tocar em Jesus Cristo, uma vez que o maior nascido de mulher, que é São João Batista não era digno de desatar as sandálias Dele, pois disse São João Batista: 'Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias (Lc 3,16)'“. Vejam bem que São João Batista disse que não era digno de desatar a correia das sandálias de Nosso Senhor Jesus Cristo, muito menos tocar nele.

Pois somente os sacerdotes podem tocar no Corpo de Cristo e distribuí-Lo!Pois essa é a GRANDE DIGNIDADE DELES!


O Santo e Infalível Concílio de Trento determinou:

“Na comunhão sacramental sempre foi costume na Igreja de Deus receberem os leigos a comunhão das mãos do sacerdote (...). Com razão e justiça se deve conservar este costume como proveniente da Tradição apostólica" (Sessão XIII, cap.8)

O Catecismo do Concílio Trento também ensina:

“Devemos ensinar que só aos sacerdotes foi dado o poder de consagrar a Sagrada Eucaristia e distribuí-la aos cristãos. Sempre foi praxe na Igreja que o povo fiel recebesse o sacramento pelas mãos dos sacerdotes (...). Assim definiu o Santo Concílio de Trento e determinou que esse costume devesses ser religiosamente conservado, por causa de sua origem apostólica e porque Cristo Nosso Senhor nos deu o exemplo, quando consagrou seu corpo Santíssimo, e por suas próprias mãos O distribuiu aos Apóstolos" (Catecismo do Concílio de Trento, II-IV, 65).

Também São Tomás de Aquino (1225-1274) referindo ao assunto diz: "Por reverência a este sacramento [a Santa Eucaristia], nada o toca a não ser o que é consagrado; por isso o corporal e o cálice são consagrados, e, da mesma forma, as mãos dos sacerdotes para tocar este sacramento". (Suma Teológica, Pars III, Q. 82, Art. 3, ad 8)

E o Concílio De Trento (1545-1565) diz: "O fato de só os padres darem a Santa Comunhão com suas mãos consagradas é uma Tradição Apostólica."


E o mesmo santo nos ensina que é do sacerdote que devemos receber a Santa Eucaristia: "O padre toma do altar o Salvador do mundo, que é o verdadeiro Filho de Deus, descido do céu, e o verdadeiro Filho da Virgem, saído da terra, como todos os homens, e te entrega para a alimentação de tua alma" (São Francisco de Sales - Filotéia)


Oh leigos, acha mesmo que Nosso Senhor Jesus Cristo, teria perdido tempo de escolher doze discípulos, para administrar seu santíssimo corpo, se qualquer um fosse digno de fazê-lo?Que nós como leigos, possamos nos colocar no nosso lugar! Que possamos observar as falas de Santa Teresa de Lisieux e a santa humildade de São Francisco de Assis e a de São João Batista, que não tocaram no Corpo de Cristo, por não terem a GRANDE DIGNIDADE do Sacramento da Ordem!Enquanto nós leigos, devemos receber Nosso Senhor Jesus Cristo, diretamente na boca!Uma vez que não somos dignos de tocá-Lo!


“Após o Concílio Vaticano II e a infeliz e errada reforma da Litúrgica de Paulo VI surgiram nos documentos em que inseriram de uma maneira desastrosa os “Ministros” do Extraordinário da Comunhão”, que deturpando toda a doutrina da Igreja, em que o leigo jamais poderá toca na EUCARISTIA.
Adaptado do texto do site volta para casa

“Ministros” Extraordinários da Comunhão RENUNCIEM JÁ!

Texto adaptado do site volta para casa

sábado, 4 de outubro de 2008

"Por respeito para com este Sacramento, nada Lhe toca, a não ser o que é Consagrado..." S. Tomás de Aquino


...O uso da "comunhão na mão", como diz Gustavo Corção, "hoje mais do que nunca expõe o Santíssimo Sacramento da Eucaristia a inimagináveis profanações, que aliás parecem ser o objetivo, muito logicamente, desejado pelas entidades que querem destruir a Igreja e transformar o Cristianismo num Humanismo, que depressa se tornará desumano e infra-humano”...


...Tanto faz se o que acarretou a mudança da maneira tradicional de comungar foram as atividades maçônicas ou o desejo de implantar uma outra religião, humanista ou protestante, porque o resultado desejado é o mesmo: a destruição da Igreja Católica Tradicional. E é uma destruição realizada dentro da própria Igreja, pois o que se verifica "é a existência de uma Outra Igreja que, com grande parte do clero da Igreja Católica, quer destruí-la em nome da evolução", como bem disse Gustavo Corção...

acesse:

http://www.capela.org.br/Missa/sacrilega.htm

http://www.voltaparacasa.com.br/para_os_leigos_sobre_comungar_com_as_maos.htm







sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Que todo o joelho se dobre na presença de Deus!

Dioney Junior
A "comunhão de pé e na mão" é uma MANIFESTAÇÃO PÚBLICA DE FALTA DE FÉ NA PRESENÇA REAL de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia. "O pão, que Eu darei, é a minha carne, para a vida do mundo" (Jo.6,51), e, por causa da dureza desta linguagem, muitos discípulos, então, na Galiléia, se afastaram de Jesus "e já não andavam mais com Ele" (Jo.6,66); já não eram mais discípulos. Aqueles que, hoje, não reconhecem o Senhor na Hóstia consagrada já estão, também, afastados de Jesus e já não são mais católicos.
Acesse:

http://www.capela.org.br/Missa/sacrilega.htm


Renovação Carismática "Católica"




Duas grandiosas armas e que qualquer católico romano dispôe contra as heresias são elas: A ORTODOXIA e o BOM SENSO

Enviado por: Rodrigo Salesi

domingo, 28 de setembro de 2008

SELF SERVICE DA FÉ

Além desse caráter meramente pastoral -- não infalível --os textos do Vaticano II foram escritos propositadamente de modo "diplomático", isto é, de modo ambíguo, podendo ser interpretados de várias maneiras.
Quem declarou que os documentos do Vaticano II eram escritos de modo ambíguo foi o teólogo Schillibeekckx, que acrescentou: "depois do Concílio, extrairemos desses textos escritos em linguagem diplomática, aquilo que nos for interessante".( Cfr Romano Amerio, Jota Unum). Portanto, não faltou malícia na redação "diplomática", isto é, ambígua ou até equívoca., dos textos do Vaticano II.
O resultado foi a quase imediata divisão dos teólogos e dos fiéis, quanto à interpretação dos textos do Vaticano II.
......................
Um documento ambíguo justifica, por si só, a resistência e desobediência às suas disposições. Um documento ambíguo não vincula, não obriga dado que dele se pode inferir o que mais agrade, o que nos convenha! Se um documento ambíguo vinculasse, que grande confusão! Um Papa interpretá-lo-ia numa linha mais progressista, outro numa mais ortodoxa, como a tal hermenêutica da continuidade.
Os católicos que o interpretariam, estariam a seguir o péssimo exemplo dos hereges protestantes: a fazer livre exame dos documentos magisteriais!


Mais um fruto TERRÍVEL do CVII


Acesse:

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

AS DUAS FACES DA MESMA MOEDA




quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O Acontecimento Capital do Século XX

Paulo Pasqualucci


Esta breve porém densa reflexão histórico-teológica do professor Paulo Pasqualucci, antigo professor de Filosofia do Direito na Universidade de Perusia, na Itália, foi traduzida da publicação Si Si No No em sua versão francesa "Courrier de Rome" de dezembro de 2001.

A perda da fé pela Hierarquia católica

Até bem pouco tempo as pessoas mais ou menos cultivadas, em geral, estimavam que o acontecimento capital do século XX fora a Revolução Russa, com a conseqüência da expansão mundial do comunismo. Mas depois da queda do Muro de Berlim (1989) e a dissolução auto-imposta da União Soviética, de um dia para outro o esquecimento desceu sobre o marxismo e sobre sua realização pratica. Então, que outro acontecimento? Poderia haver um mais importante do que as revoluções, as duas Guerras Mundiais, os genocídios, a chegada do homem à lua e outros acontecimentos e fenômenos terríveis e extraordinários do século que terminou? Para nós há um acontecimento de extrema gravidade, capaz de suscitar a justa cólera de Deus em relação ao mundo: a perda da Fé por grande parte da hierarquia católica, que emergiu a partir do Concilio Ecumênico Vaticano II (1962–1965). Naturalmente nos referimos à fé tal como resulta dos documentos oficiais do Magistério atual.

O indício dessa perda da Fé é o louvor do mundo, inimigo do Cristo.

Como o mundo, por definição "reino do príncipe desse mundo", se entusiasmou tanto por um Concilio Ecumênico que deveria ex officio condenar seus erros e repetir a doutrina e a moral professada pela Igreja durante dezenove séculos? Os cantos de vitória pelo "espírito de abertura" dirigidos aos valores professados pelo homem contemporâneo não cessam, espírito de abertura manifestado pelo Vaticano II, que substituiu as condenações pela misericórdia, os anátemas pela compreensão, as conversões das almas ao Cristo pela procura do "dialogo": pôs assim o dialogo com o erro no lugar do dialogo tradicional com o errante para a salvação de sua alma. Esse mundo não se cansa de repetir, aliás em uníssono com a atual Hierarquia, que o Concilio representou (finalmente) o "aggiornamento" da Santa Igreja aos valores seculares que ela tinha rejeitado sempre, no passado: da ciência ao progresso, da liberdade de consciência à dignidade do homem, à fraternidade universal, à procura coletiva da felicidade terrestre. Mas se os filhos do Século louvam o Concilio daqueles que Nosso Senhor chamou para os converter pela pregação e o exemplo e se os filhos do Século o louvam precisamente porque aqueles decidiram ir ao encontro da "religião do homem" (Paulo VI), em suma, se eles o louvam pela inversão antropocêntrica que se produziu de modo aparentemente improvisado no catolicismo oficial, isso significa que esse Concilio não foi uma coisa boa e que nele penetraram as trevas do Século.

Prova: A mudança doutrinal

A atualização da doutrina da Igreja à realidade de nosso tempo, - dizem – não foi capaz de atacar o "deposito da fé", quer dizer os dogmas ensinados desde sempre. Esta é a tese oficial: "aggiornamento", sim; "mudança doutrinal", não. Trata-se, em todo caso, de uma tese necessária. A Santa Igreja – é de fé – sempre gozou da assistência do Espírito Santo no que diz respeito ao dogma da fé e a regra dos costumes. Mudar, mesmo parcialmente, a doutrina até aqui ensinada (sobre a fé e sobre os costumes) permitiria a evidente e inaceitável conclusão segundo a qual o Espírito Santo, no passado, teria se enganado (e com o Espírito Santo os Mártires, os Santos, os Papas) ou não teria assistido a Santa Igreja! É por isso que não pode haver novidade nesse ponto e se, por infelicidade, houvesse alguma, seria um erro para se retificar o mais rápido possível para a Gloria de Deus e a salvação das almas.
Existe toda uma literatura sobre as mudanças doutrinais introduzidas ou promovidas pelo Vaticano II, pouco conhecida do grande publico, mas que não é menos válida; uma antecipação, se assim podemos dizer, das tomadas de posição de muitos entre os Padres do Concilio, da minoria fiel ao dogma. Basta pensar no intelectual católico Romano Amerio, morto há alguns anos, ilustre especialista de Campanella e do pensamento ético de Manzoni, autor de uma magistral análise – traduzida em francês, inglês e espanhol – sobre os múltiplos desvios do pós-concilio, provocados na raiz (é a tese muito documentada de Amerio) pelas "novidades" ambíguas introduzidas pelo Concilio, algumas das quais com odor de heresia (1). Amerio e outros pesquisadores acentuaram as ambigüidades e duplo sentidos presentes nos documentos conciliares, que misturam as proposições fiéis ao dogma com outras que o alteram e algumas vezes o contradizem. E essa ambigüidade, já presente no ensinamento de João XXIII, ficou agarrada como uma película venenosa ao magistério pós-conciliar até hoje.

Pequeno florilégio dos erros e ambigüidades conciliares

1) Na constituição Lumen Gentium,que trata da noção própria de Igreja, aparece claramente uma definição errada da Igreja, porque afirma, no artigo 8, que a "Igreja do Cristo" subsiste na Igreja católica e que à "Igreja do Cristo" pertencem também " elementos de santificação" e "verdades exteriores à Igreja Católica". Durante dezenove séculos foi ensinado que a Igreja Católica é a única e verdadeira Igreja do Cristo, porque foi fundada por Ele e constitui Seu Corpo Místico, único depositário da Verdade Revelada, na continuidade do ensinamento dele recebido e transmitido por são Pedro e pelos apóstolos a seus sucessores e aos Padres da Igreja, mantido "de mão em mão" (Concilio de Trento ) até hoje. Quem disso se separou foi considerado – a justo titulo – como cismático (seitas e não Igrejas) e, mais, herético, se professou doutrinas contrárias ao depósito da fé (como os luteranos, anglicanos, etc...). As comunidades cristãs que se afastaram da Igreja não podem, enquanto tais, conceder a salvação a seus membros: tendo se separado da única e verdadeira Igreja, estão privadas da ajuda do Espírito Santo, sem a qual a salvação da alma não é possível. E todas as outras religiões o podem ainda menos. Não tendo sido fundadas pelo Filho de Deus (que além disso não querem reconhecer) não podem ensinar a Verdade que nos foi revelada sobre os divinos Mistérios e sobre os costumes.

Foi assim que a Santa Igreja sempre ensinou. Diz ela, por acaso, que aquele que não é católico está a priori condenado à pena eterna? Não, porque sempre ensinou que podemos nos salvar com o batismo de desejo: explícito, quando aquele que pede o batismo, ainda estando fora da Igreja, já vive se esforçando para fazer a vontade de Deus, mas morre antes de receber o batismo; implícito, quando, estando, sem falta própria, fora da verdadeira fé, o não católico vive no entanto procurando fazer em tudo a vontade de Deus, afim de não morrer em estado de pecado mortal: ele se salva em sua religião mas não por intermédio de sua religião (2). O Vaticano II contradiz essa doutrina quando insere na Igreja do Cristo, ao lado da Igreja católica, "elementos de santificação e de verdade" ou ainda de salvação, representados pelas outras denominações cristãs enquanto tais, com suas falsas doutrinas, já formalmente condenadas pelo Magistério. As seitas são assim impropriamente elevadas ao nível de "Igrejas": isso está expressamente no artigo 3 do decreto conciliar Unitatis Redintegratio sobre o ecumenismo. Trata-se de erro teológico manifesto ao qual se acrescenta também um erro de lógica no artigo 4 seguinte, onde se diz que só a Igreja Católica mantém "toda a plenitude dos meios de salvação" (não mais portanto a unicidade) enquanto que as "Igrejas" dos protestantes e dos cismáticos , enquanto tais constituindo "meios de salvação" utilizados pelo Espírito Santo (!), mostram "carências". Já que a salvação é evidentemente sempre a mesma (o céu), não se compreende segundo qual lógica os "meios de salvação" dos protestantes e dos cismáticos, afligidos por "carências" e pois deficientes, podem por si mesmos conceder a mesma salvação que aquela que é oferecida pelos meios de salvação da Igreja Católica, meios que não sofrem essas "carências".

Os heréticos e os cismáticos fariam então parte da "Igreja do Cristo": é por isso que não se lhes pede para retornarem à única e verdadeira Igreja , depois de terem abjurado seus erros. De fato, o decreto Unitatis Redintegratio não fala de "volta" mas de "conversão" com um sentido completamente anormal: "a unidade não deve se fazer pela volta dos separados à Igreja Católica, porém antes pela conversão de todas as Igrejas no Cristo total, o qual não subsiste em nenhuma delas mas é reintegrado mediante a convergência de todas em Um" (3). Uma falsa noção de "Igreja do Cristo" é pois a base do "dialogo ecumênico" com os ditos "irmãos separados". A unidade à qual esse "dialogo" aspira é pois falsa, necessariamente aberrante, inclusive no plano lógico, já que devem fazer viver juntos a verdade e o erro: a imutável Verdade revelada confiada à Igreja com os delírios do livre exame individual, do "simul iustus et peccator" e outras coisas semelhantes; a necessidade das obras meritórias para a salvação com sua negação; o casamento "divinitus" indissolúvel com aquele muito solúvel dos protestantes e ortodoxos e etc...

2) A Lumen Gentium foi em seguida marcada por uma concepção errônea da colegialidade episcopal. Com efeito, a suprema potestas iuridictionis sobre a Igreja, que é outorgada pelo direito divino ao papa, foi atribuída (pelo artigo 22) também ao colégio dos bispos em união com o Papa, coisa nunca antes admitida. Temos, pois, dois titulares do poder supremo (um autentico absurdo jurídico) com a única diferença de que os bispos não a exercem sem a autorização do Papa. Em substância, essa fórmula de compromisso deixa as conferências episcopais praticamente livres para exercer as amplas autonomias e competências que lhes são reconhecidas ex novo pelo Concilio (decreto Christus Dominus, artigo 37), sobretudo em matéria litúrgica, para experimentar e adaptar os ritos às culturas locais (constituição Sacrosanctum Concilium, artigos 22,39, 40). O controle da Santa Sé sobre o comportamento dos bispos se reduziu, em substância, a constatar as iniciativas das Conferencias Episcopais, agora que a "potestas" da qual estão investidos colegialmente os bispos é "suprema" como a do Papa. As Conferências Episcopais assim pulverizaram a autoridade de cada bispo (a titulo individual). A autoridade do Papa e a autoridade do bispo sofreram uma diminuição impressionante dando vantagem à autoridade do coletivo dos bispos, que goza mesmo de poderes legislativos. A constituição hierárquica da Igreja foi subvertida pela instauração de uma oligarquia episcopal.

Alem disso, a Lumen Gentium trouxe uma outra modificação (artigo 9 e seg.) à noção de Igreja, concebida não como "corpo místico do Cristo" (São Paulo) mas como "povo de Deus". Agora é a comunidade dos fiéis, presidida pelos padres, que vem a ser a Igreja, como se esta última devesse se constituir essencialmente a partir de baixo, nas assembléias que constituem a Igreja local, a soma das quais constitui a Igreja Universal. Assim a parte é tomada pelo todo – o "povo de Deus" pela totalidade da Igreja – com o fim de introduzir aí uma visão democrática, próxima ao modo de sentir dos protestantes heréticos, totalmente estranhos à Tradição, a qual, evidentemente, sempre se manteve firme sobre a origem e a natureza sobrenatural da Santa Igreja, manifestada e garantida por sua organização hierárquica.

3) Em contra partida, a constituição Gaudium et Spes que trata da relação da Igreja (a "Igreja do Cristo" ex. artigo 8 da Lumen Gentium) e o mundo contemporâneo, sofre manifestamente de um antropocentrismo difuso, totalmente incompatível com a sã doutrina. No artigo 3 está dito que o "objetivo da Igreja...é salvar o homem, edificar a humanidade... por conseqüência... o Concílio, proclamando a grandeza eminente da vocação do homem... oferece à humanidade a cooperação sincera da Igreja, em vista de instaurar essa fraternidade universal que corresponde a essa vocação". Note-se bem: não se pensa em "salvar o homem" pecador por meio da conversão ao Cristo, único que lhe torna possível a vida eterna (Mc. 16, 15-16; Mt.28, 18-20). Não. , Essa Hierarquia pensa conseguir a "salvação" pelo engajamento na instauração da terrestre e mundana "fraternidade universal", que não tem nada a ver com o fim sobrenatural próprio da Igreja. É a fraternidade das ideologias leigas apodrecidas pelo tempo, das quais a Gaudium et Spes não hesita em extrair outras sementes: "as vitórias da humanidade [e quais seriam elas?] são um sinal da grandeza de Deus e o fruto de seu inefável desígnio" (artigo 34); "o progresso terrestre... é de grande importância para o Reino de Deus" (artigo 39), etc. Essa exaltação do homem encontra acentos impressionantes no artigo 22: "O Cristo...desvela também plenamente o homem a si mesmo e lhe manifesta sua altíssima vocação". Parece que Nosso Senhor não veio para salvar os pecadores que cressem Nele e se convertessem ("não vim chamar os justos, mas os pecadores" Mc. 2, 17) mas para fazer os homens tomarem consciência dessa grande coisa que ele, homem, é, para exaltar o homem! A altíssima vocação do homem resultaria de afirmações como as seguintes: "que o homem é a única criatura que Deus quis por ele mesmo" (art. 24 cit.) enquanto que "com a Encarnação o Filho de Deus se uniu de certa maneira a todo homem" (art.22 cit.) Por isso os homens "todos, resgatados por Cristo, gozam da mesma vocação e do destino divino" (art. 29). Difunde-se aqui os germes de uma doutrina que nunca fora antes ensinada pela Igreja (porque Deus fez todas as coisa para "Ele mesmo", para sua glória e nada "para ela mesma", nem mesmo o homem) (4), e que essa doutrina terá, como é conhecido, seu desenvolvimento no pós-Concílio: que Nosso Senhor, com a Encarnação seria, em certo sentido, unido a todo homem, de modo a poder considerar – por esse único fato – que todos os homens já estariam resgatados, sem necessidade de sua conversão ou de seu retorno ao Catolicismo. E é com essa falsíssima premissa (uma verdadeira armadilha para seus partidários) que se instaurou o "dialogo" com as outras religiões, para poder constituir com elas também uma unidade planetária, sincretismo não menos monstruoso do que o que é procurado com os heréticos e os cismáticos.

4) O Concilio deveria, em seguida, ter repetido a doutrina de sempre sobre as duas fontes da Revelação (a Sagrada Escritura e a Tradição), sobre a inerrância absoluta da Escritura, sobre a plena e total historicidade dos Evangelhos. Mas na constituição Dei Verbum sobre a revelação divina, esses princípios fundamentais são antes expostos de modo ambíguo (nos artigos muito contestados 9, 11, 19), com expressões que, em um caso, (no artigo 11) se prestam a interpretações inteiramente opostas, da qual uma reduz a inerrância apenas à "verdade consignada na Escritura para nossa salvação". O que equivale na pratica a uma heresia porque isso põe em dúvida o caráter absoluto da inerrância das Escrituras Santas.

5) O Concílio, em seguida, pôs em obra a reforma litúrgica, cujos tristes efeitos estão, há anos, sob as vistas de todos. A antiqüíssima e venerável liturgia católica da Santa Missa, coração do Catolicismo, desapareceu, substituída por um novo rito, em língua vulgar, que os Protestantes puderam declarar teologicamente aceitável! De fato, seu Institutio (1969 e 1970) não nomeia nem o dogma da Transubstanciação nem o caráter propiciatório do Sacrifício (graças ao qual nossos pecados nos são perdoados) que também constitui um dogma de fé (Denz. Schönm 938/1739-1741;950/1753). Ao contrario o acento é posto, à maneira protestante, não no Sacrifício do Senhor mas no banquete que é o seu memorial ou antes o memorial da Ressurreição (mistério pascal) mais do que da Cruz, oferecido para a assembléia dos fiéis sob a presidência do padre, assembléia que agora concelebra no mesmo plano que este último. Nessa missa, o Sobrenatural da verdadeira Missa católica, a repetição incruenta do Sacrifício da Santa Cruz por meio da transubstanciação do pão e do vinho em corpo e sangue do Senhor, desapareceu, sabendo-se que o Institutio se limita a mencionar uma "presença real" indiferenciada, não qualificada e não qualificadora, porque considera da mesma maneira a assembléia dos fiéis, a pessoa do ministro, a palavra do Cristo e as espécies eucarísticas. (5).

Os últimos estudos puseram em relevo de modo categórico porque o novo rito não pode de maneira nenhuma se definir como católico. Com efeito, "foi afastado do Rito da Missa tudo o que poderia ter uma relação com a pena devida pelo pecado, como também a finalidade propiciatória da Missa". Além disso, segundo a heterodoxa teologia "dita do mistério pascal", considerando o rito memorial capaz, por si só, de tornar presente, fora do tempo humano, os mistérios da morte e da ressurreição do Cristo, a reforma litúrgica modificou profundamente a estrutura ritual da Missa até o ponto de eliminar sua dimensão precisamente sacrifical (6). Isso tornou-se possível também pela utilização de uma noção de símbolo muito particular, de aparência esotérica - a nosso ver – que lembra as tenebrosas tanto quanto falaciosas doutrinas de um René Guénon e Cia.
Já que a teologia do mistério pascal considera a Eucaristia não mais como um sacrifício visível mas como um símbolo que torna misteriosamente presentes a morte e a ressurreição do Senhor e que permite, através destes fatos, o contacto com o Cristo glorioso, a presença do Cristo Sacerdote e Vítima cedeu o passo, na ação litúrgica, àquela do Kyrios que se comunica à assembléia (7). E uma tal, imprópria, quase mágica noção de símbolo, contribuiu para a elaboração de uma nova noção de Sacramento, naturalmente diferente daquela que pertence ao deposito da fé (8). Pois bem, essa incrível missa do Novus Ordo já estava antecipada nos artigos 7, 10, 47, 48, 106 da constituição conciliar Sacrosanctum Concilium sobre a reforma litúrgica, a qual, além disso, nos artigos 21, 24,37, 38, 40, 90, 119, considera também a simplificação do rito, para o tornar mais fácil, mais adaptado (!) à cultura profana, nacional e local; atualização a ser conseguida através da criatividade e experiências litúrgicas.Todas essas novidades vão expressamente contra todos os ensinamentos da Igreja. Isso provocou os diversos e múltiplos ritos hoje dominantes, do afro-católico (que se exibe com danças e tambores dentro da própria Basílica de São Pedro em Roma), ao índio-católico, às variantes nacionais e locais e aos ritos pessoais dos diferentes oficiantes de serviço. À ortodoxia e à majestade do Rito Romano Antigo cujo cânon remonta aos Apóstolos, sucedeu a Babilônia do novo rito submisso à aculturação, fruto de uma doutrina perversa.

6) O Vaticano II mostrou que aceitava o conceito leigo da liberdade como "libertas a coactione – liberdade de não ser coagido", ontologicamente fundada na dignidade do homem enquanto homem, para justificar o caráter lícito de não importa qual culto religioso (declaração conciliar Dignitatis humanæ, artigos 2, 3, 4,). O Concilio justifica assim a liberdade entendida como autodeterminação absoluta do indivíduo, de um individuo que se considera realizado e auto-suficiente, enquanto que a Igreja sempre ensinou que a liberdade não pode se separar da Verdade (revelada) e que a dignidade da pessoa fica obscurecida se nela falta a retidão da vontade que procura o Bem, porque essa dignidade está fundada sobre valores sobrenaturais e não sobre o homem enquanto homem (9). E o Concílio, por conseqüência, introduziu a idéia da livre procura da verdade por parte da consciência individual, com suas próprias forças naturais, apenas e em união com os homens de boa vontade de todas as crenças e de toda fé (Gaudium et Spes, 16), o que é menos católico do que se possa imaginar. Essa colocação conduziu, por fim, à afirmação de uma substancial independência da "comunidade política" em relação à Igreja: uma e outra teriam em comum somente o fato de estar "a serviço" de uma geral "vocação pessoal e social entre os homens", de modo a poder realizar uma "sã colaboração segundo as modalidades adaptadas às circunstancias de lugar e de tempo" (Gaudium et Spes, 76) ou ainda segundo os critérios de simples oportunidade. Mas isso se opõe ao ensinamento constante da Igreja, segundo o qual a Igreja tem um primado sobre a "comunidade política" e essa última, mesmo em sua independência relativa, deve contribuir para a salvação das almas por meio da realização e a defesa de um bem comum inspirado nos valores católicos. Deveríamos continuar e pararmos por exemplo nas análises irreais do mundo contemporâneo contidas em Gaudium et Spes, maquiadas com os piores lugares comuns, tirados das ideologias leigas correntes de então e de hoje ou na imagem adocicada e não verídica das religiões não cristãs, apresentadas no artigo 16 de Lumen Gentium e pela declaração conciliar Nostra Ætate. Mas o que dissemos até aqui nos parece suficiente.

A despeito do castigo, a esperança.

A partir dessas rápidas visões, rigorosamente fundadas sobre textos, compreende-se que aconteceu alguma coisa semelhante ao que espantava Giuseppe Prezzolini, para justificar (apesar de ser um leigo) a condenação infligida por santo Pio X em 1908 à heresia modernista [que queria, justamente, adaptar a fé ao mundo moderno, quer dizer à ciência, à filosofia, à democracia, ao progresso, à fraternidade universal, ao sentimento e à liberdade individual, às culturas nacionais, etc, retirando dela, de fato, todo elemento sobrenatural] : "Os desejos dos modernistas teriam logicamente levado à destruição do catolicismo e a sua transformação em uma religiosidade vaga e geral e, no fundo, em uma cópia ruim do socialismo".

Não obstante a condenação, a heresia modernista se manteve escondida na espera de "tempos melhores", que já começaram a aparecer nos anos vinte e trinta do século passado, com a Nova Teologia, sobretudo na Alemanha e na França. Essa Nova Teologia retomou e desenvolveu os erros do modernismo, conseguindo em seguida penetrar amplamente nos textos do Concílio, não obstante as censuras e as condenações (aliás moderadas) de Pio XII, evidentemente partilhadas por alguns setores, tanto do alto quanto do baixo clero (porém mais do alto clero). Isso pôde acontecer porque o Vaticano II quis se declarar como um simples concilio pastoral, que não pretendia pois definir nem dogmas, nem erros. (Nota lida "in aula" dia 16 de novembro de 1964), renunciando assim de modo inusitado ao carisma da infalibilidade, intrínseca ao magistério extraordinário de um autêntico concílio ecumênico. (A natureza jurídica do Vaticano II ficou então indeterminada). Essa singular "capitis deminutio – redução da autoridade" de sua parte tem por conseqüência que a crítica das novidades introduzidas por esse Concilio não contradiz o dogma da infalibilidade que o Concilio não requereu nem proclamou.

O castigo não se fez esperar. As igrejas, os conventos, os seminários se esvaziaram. Os padres e as freiras parecem uma espécie em via de extinção e aqueles que ainda há parecem, em grande número, possuídos por uma mentalidade de protesto, inclinados à rebelião e às reivindicações sociais, mais à política do que ao cuidado das almas. A unidade católica foi – de fato - dissolvida em "igrejas" nacionais e continentais, governadas por suas Conferências episcopais respectivas. O mundo católico vegeta em um clima de anarquia substancial, contra o qual a Santa Sé se mostra sempre impotente. (E não poderá começar a remediá-lo, segundo nós, enquanto não forem retirados os obstáculos que a própria Santa Sé colocou ilegitimamente contra a livre celebração da verdadeira Missa de Rito Romano antigo, da verdadeira Missa católica, declarada perpetuamente válida por são Pio V e nunca ab-rogada por quem quer que seja, e que portanto não cessou jamais de ser legitimamente celebrada, mesmo que seja por uma pequena minoria, a partir de 1969, ano da introdução do Novus Ordo).
O Catolicismo não atrai mais ninguém, seu prestígio nunca esteve tão baixo enquanto que os católicos apostasiam em número cada vez maior. As nações católicas estão tomadas pelo indiferentismo religioso o mais avançado e por uma espantosa dissolução moral e civil, cujos germes preexistiam em virtude do materialismo e do ateísmo difundidos de maneiras diferentes, mas complementares, pelos dois modelos dominantes, o americanismo e o comunismo. Em seguida, nas duas últimas décadas, uma migração assassina de povos, principalmente muçulmanos, começou a se abater sobre as nações católicas, assim como sobre todo o resto do "Ocidente".

A terra parece toda corrompida (Gen. 6,11). Nosso Senhor, Filho de Deus, consubstancial ao Pai, instituiu sua Igreja para a salvação do mundo: "Ide ...fazei de todos os povos meus discípulos..."(Mat. 28,19).Se a fé da maior parte dos pastores, infelizmente, se corrompe, quem converterá o mundo, quem o salvará? Devemos nós então desesperar com o futuro? Não, porque Nosso Senhor disse que "as portas do inferno não prevalecerão" sobre a Santa Igreja (Mat. 16,18). Esperamos, pois, se Deus quiser, que desde o princípio do século XXI, a hierarquia comece a rasgar o véu das falsas doutrinas que desde muito tempo lhe cobre o rosto, que escute finalmente o grito das almas imersas nas trevas, que volte a pregar o dogma da fé e se apresente outra vez a seu rebanho com toda a audácia da fé.

Desejamos que todos os povos comecem a sacudir, pela graça de Deus, o hedonismo, o materialismo, o vazio mental e a nulidade espiritual que os destroem atualmente, para que reencontrem a convicção de sua missão. Não é a política mas a religião que é tudo! É preciso se levar em conta que o reino da política acabou e que os povos, assim como os indivíduos, devem fazer a vontade de Deus, do verdadeiro Deus Uno e Trino. O resto não conta. Ousemos esperar que as nações católicas voltem reconhecer como suas a obrigação de "tudo instaurar em Cristo": a restauração do catolicismo como doutrina e forma de vida, para a nossa salvação e para a salvação do mundo, de modo a poder um dia reconhecer-se inteiramente num Papa que ouse, finalmente, elevar bem alto o estandarte da Fé.

Fonte: reconquistabr