quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Hino anti-carismático
*Fé não é uma experiência mais uma adesão as Verdade reveladas
Apreciem:
ADORO TE DOVOTE
1. Eu vos adoro devotamente, ó Divindade escondida, Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências, A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro, Porque, vos contemplando, tudo desfalece.
2. A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós Mas, somente em vos ouvir em tudo creio. Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus, Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.
3. Na cruz,estava oculta somente a vossa Divindade, Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade. Eu, contudo, crendo e professando ambas, Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.
4. Não vejo, como Tomé, as vossas chagas Entretanto, vos confesso meu Senhore meu Deus Faça que eu sempre creia mais em Vós, Em vós esperar e vos amar.
5. Ó memorial da morte do Senhor, Pão vivo que dá vida aos homens, Façaque minha alma viva de Vós, E que à ela seja sempre doce este saber.
6. Senhor Jesus, bondoso pelicano, Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue Pois que uma única gota faz salvar Todo o mundo e apagar todo pecado.
7. Ó Jesus, que velado agora vejo Peço que se realize aquilo que tanto desejo Queeu veja claramente vossa face revelada Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amém
F:Enoque
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Missa extraordinária em Roma
A Missa foi celebrada por um jovem padre do IBP- Instituto do Bom Pastor.
Mons Renato Boccardo, secretário geral do Governi do Estado da Cidade do VAticano, pronuncioui a homilia.
FOTOS no site http://www.leforumcatholique.org/message.php?num=354841
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
A Missão (Guerras Guaraníticas).
"Mas nada é árduo aos que têm por fim somente a glória de Deus e a salvação das almas, pelas quais não duvidarão dar a vida" Beato Padre José de Anchieta.
Conhecendo melhor está historia acesse estes links:
http://www.permanencia.org.br/revista/historia/missoes.htm
http://www.permanencia.org.br/revista/atualidades/Indios.pdf
domingo, 16 de dezembro de 2007
A Missão
Observe este trecho do filme “A Missão” dos missionários Jesuítas se empenhando, com força, coragem sofreram e lutaram pela Igreja, no ardente desejo cristão de catequiza, evangeliza e ensina os povos e revelar-lhes a Verdadeira e Única Igreja.
Por isso, e por outros motivos não tem como aceitar este ecumenismo que hoje diz, cada um pode ficar em sua religião que isso já lhe basta para se salvar; no pretexto de dizer que em cada religião há um sentido de verdade. Isto é uma mentira, pois só na Igreja Católica Apostólica Romana é que se encontra a verdade, a santificação para nossa alma, só a Igreja Católica contém os Sacramentos que são essenciais para a nossa salvação Jesus disse: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida...”
O IV Concílio de Latrão proclamou dogmaticamente que fora da Igreja não há salvação. “E uma só é a Igreja universal dos fiéis, fora da qual ninguém absolutamente se salva” (IV Concílio de Latrão, Denzinger, n* 430
Então porque as missões longínquas, para converter alguém e “salvar as almas”, como se era feito antes do Conc. Vat II?
Em nome de um desejo de “considerar antes o que nos une do que aquilo que nos separa”, se pretende sublimar, reinterpretar ou pôr de lado os elementos especificamente católicos que apareçam ser causas de divisão. Assim, menosprezando o ensinamento constante e unânime da Tradição, segundo o qual o Corpo místico do Cristo é a Igreja Católica e que fora dela não há salvação, este ecumenismo está destruindo os mais belos tesouros da Igreja, uma vez que, em lugar de aceitar a Unidade fundada sobre a plena verdade, quis construir uma unidade adaptada a uma verdade misturada com o erro.
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Um pronunciamento da ex-deputada Sandra Cavalcanti, hoje secretária de Projetos Especiais da Prefeitura do Rio de Janeiro, diante da confusão espalhada pela imprensa sobre um possível "pedido de perdão" que a CNBB faria pela evangelização do Brasil:
"Se foi crime colonizar o Brasil, buscar melhores condições de vida, implantar hábitos de higiene etc., então o pedido de desculpas não é só da Igreja Católica. É dos médicos, que desmoralizaram os curandeiros. É dos engenheiros, que construíram estradas de ferro e pontes. É dos professores, que ensinaram a ler e a escrever. É das famílias que não aceitaram mais matar velhos e crianças aleijadas. É dos cozinheiros europeus, que tiraram de nosso cardápio, os saborosos churrascos de brancos, bispos e desafetos...”
E concluiu: "Nunca será demais exaltar as figuras de Nóbrega, Anchieta e seus companheiros. Pedir desculpas pela ação evangelizadora desses padres, definindo o seu comportamento como cruel, colonialista, desrespeitador, é dar prova de total desconhecimento dos fatos e de total cegueira diante da realidade."
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Um bom texto para compreende o Ecumenismo que tanto mal faz à Igreja.
Tradução da carta que a Fraternidade São Pio X enviou a todos os cardeais, como apresentação do trabalho teológico Do Ecumenismo à "Apostasia Silenciosa". http://www.capela.org.br/Crise/silenciosa.pdf
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sábado, 15 de dezembro de 2007
Visita do Prof. Dr. Orlando Fedeli ao Vaticano
O Presidente da Associação Cultural Montfort, Prof. Dr. Orlando Fedeli, esteve em Roma, na semana passada, onde manteve proveitosos contatos com autoridades do Vaticano.
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=imprensa&subsecao=ultimas&artigo=20071214&lang=bra
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Comunicados da Casa Geral da FSSPX, Cartas aos Amigos e Benfeitores...
É inútil perguntar-lhes o que pensam da santidade do novo rito… É evidente que, se uma verdadeira liberdade de celebração estivesse garantida, não somente de direito, mas de fato, o número de Missas tridentinas seria imediatamente decuplicado.
Na Festa de Todos os Santos,
1º de Novembro de 2007
+ Bernard Fellay
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
2) Perguntas

Nome: anderson luis dos reis
São Paulo – Capital
Prezado senhor, despreze o mundo e viva unido a Cristo Senhor: “Uma alma unida a Jesus é um sorriso vivo que o reflete e expande” (Bem-aventurada Elisabete da Trindade).
Obrigado pelo e-mail.
Reze pelos jovens. MILHÕES deles estão a serviço de Satanás e do mundo.
Esses jovens possuem FORÇA, ÂNIMO e CORAGEM para PERDER TEMPO, DESTRUIR a SAÚDE, GASTAR os BENS com coisas que os levarão ao inferno eterno; mas quando se trata de trabalhar ou se consagrar ao Deus que os criou, os mesmos ficam CORADOS de VERGONHA, dizendo que não nasceram para isto. Como são cegos e podres!
A situação da juventude está tão crítica, que quando se fala em jovens, logo se pensa em DROGAS, BEBEDEIRAS, PROSTITUIÇÃO, BAILES, ROUPAS IMORAIS, etc. É preciso dizer aos jovens, que os mesmos foram criados para a SANTIDADE, para serem SAL da terra e LUZ do mundo, para viverem a PUREZA e praticarem o BEM: “Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, porque a Palavra de Deus permanece em vós, e porque vencestes o Maligno” (1 Jo 2, 14).
Quanto ao Santo Padre, penso que ele sabe dessas coisas, mais a única coisa que pode fazer é rezar pela conversão dos padres e bispos que permitem tais ABERRAÇÕES.
A diferença, é que os MUNDANOS PECAM ABERTAMENTE e os jovens “CATÓLICOS” pecam CAMUFLADAMENTE. Ambos percorrem o mesmo caminho: o do INFERNO.
Eu te abençôo e te guardo no Sagrado Coração de Jesus.
Atenciosamente,
Pe. Divino Antônio Lopes FP
Bom conselho
Caríssimo senhor Wismar, leia somente livros piedosos e fiéis à santa doutrina da Igreja Católica, eles são excelentes conselheiros: “Ora, devemos pôr os livros piedosos em o número dos nossos amigos verdadeiramente fiéis, porque nos chamam eles severamente ao cumprimento de nossos deveres e das prescrições da verdadeira disciplina” (São Pio X).
Não leia jamais livros que trazem como títulos: “Cura através do Rosário”, “Cura através da Missa”, “Oração e libertação”, “Orar em línguas”, “O poder da cura”, “Repouso no Espírito”, etc. Isso cheira macumba e protestantismo.
Cuidado! Hoje existem milhões de católicos imitadores dos protestantes. Infelizmente, muitos padres entraram nessa “onda” e estão se afogando no “suor dançante”. Que Deus tenha misericórdia e nos livre deste modernismo.
Eu te abençôo e te guardo no Coração Santíssimo de Jesus Cristo: “Coração cheio de mansidão, comunicai-me a vossa doçura” (Santo Afonso Maria de Ligório).
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Carta aberta aos padres "tradicionalistas"de Campos
http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-carta-aberta-padres-de-campos.htm
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
"Viva Cristo Rey!"
DOSSIÊ SOBRE A CRISTIADA E A PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA NO MÉXICO
Versus Deum per Iesum Christum

Para o católico praticante normal, dois parecem ser os resultados mais evidentes da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II: o desaparecimento da língua latina e o altar orientado para o povo. Quem ler os textos conciliares poderá constatar, com espanto, que nem uma nem outra coisa se encontram neles desta forma.
Claro, seria preciso dar espaço à língua vulgar, segundo as intenções do Concílio (cf. Sacrosanctum Concilium 36, 2) - sobretudo no âmbito da liturgia da Palavra - mas, no texto conciliar, a norma geral imediatamente precedente reza: “O uso da língua latina, salvo quando se tratar de um direito particular, seja conservado nos ritos latinos” (Sacrosanctum Concilium 36, 1).
Sobre a orientação do altar para o povo, não há sequer uma palavra no texto conciliar. Ela é mencionada em instruções pós-conciliares. A mais importante delas é a Institutio generalis Missalis Romani, a Introdução Geral ao novo Missal Romano, de 1969, onde, no número 262, se lê: “O altar maior deve ser construído separado da parede, de modo a que se possa facilmente andar ao seu redor e celebrar, nele, olhando na direção do povo [versus populum]”. A introdução à nova edição do Missal Romano, de 2002, retomou esse texto à letra, mas, no final, acrescentou o seguinte: “Isso é desejável sempre que possível”. Esse acréscimo foi lido por muitos como um enrijecimento do texto de 1969, no sentido de que agora haveria uma obrigação geral de construir - “sempre que possível” - os altares voltados para o povo. Essa interpretação, porém, já havia sido repelida pela Congregação para o Culto Divino, que tem competência sobre a questão, em 25 de setembro de 2000, quando explicou que a palavra “expedit” [é desejável] não exprime uma obrigação, mas uma recomendação. A orientação física deveria - assim diz a Congregação - ser distinta da espiritual. Quando o sacerdote celebra versus populum, sua orientação espiritual deveria ser sempre versus Deum per Iesum Christum [para Deus, por meio de Jesus Cristo]. Sendo que ritos, sinais, símbolos e palavras nunca podem esgotar a realidade última do mistério da salvação, devem-se evitar posições unilaterais e absolutizantes a respeito dessa questão.
Esse esclarecimento é importante, pois deixa transparecer o caráter relativo das formas simbólicas externas, opondo-se, assim, aos fanatismos que infelizmente nos últimos quarenta anos não tiveram pequena freqüência nos debates em torno da liturgia. Mas, ao mesmo tempo, ilumina também a direção última da ação litúrgica, nunca totalmente expressa nas formas exteriores, e que é a mesma para o sacerdote e para o povo (voltados para o Senhor: para o Pai, por meio de Cristo no Espírito Santo). A resposta da Congregação deveria, portanto, criar um clima menos tenso para a discussão; um clima no qual possam ser procuradas as melhores maneiras de realização prática do mistério da salvação, sem condenações recíprocas, ouvindo atentamente aos outros, mas sobretudo ouvindo as indicações últimas da própria liturgia. Etiquetar apressadamente certas posições como “pré-conciliares”, “reacionárias”, “conservadoras”, ou “progressistas” ou “estranhas à fé”, não deveria mais ser admitido nesse embate, no qual se deveria muito mais deixar espaço a um novo e sincero esforço comum para realizar a vontade de Cristo da melhor forma possível.
Este pequeno livro de Uwe Michael Lang, oratoriano residente na Inglaterra, analisa a questão da orientação da oração litúrgica do ponto de vista histórico, teológico e pastoral. Fazendo isso, reacende, num momento oportuno - assim me parece -, um debate que, apesar das aparências, nunca cessou realmente, mesmo depois do Concílio.
O liturgista de Innsbruck Josef Andreas Jungmann, um dos idealizadores da Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Vaticano II, opôs-se firmemente desde o início ao polêmico lugar comum segundo o qual o sacerdote, até aquele momento, teria celebrado “voltando as costas para o povo”. Jungmann sublinhava, ao contrário, que não se tratava de voltar as costas para o povo, mas de assumir a mesma orientação do povo. A liturgia da Palavra tem caráter de proclamação e de diálogo: é dirigir a palavra e responder, e deve ser, conseqüentemente, o voltar-se recíproco de quem proclama para quem escuta e vice-versa. Já a oração eucarística é a oração em que o sacerdote serve de guia, mas na qual está orientado, ao lado do povo e como o povo, para o Senhor. Por isso - segundo Jungmann -, uma mesma direção do sacerdote e do povo pertence à essência da ação litúrgica. Mais tarde, Louis Bouyer - outro dos principais liturgistas do Concílio - e Klaus Gamber, cada um a seu modo, retomaram a questão. Apesar de sua grande autoridade, tiveram desde o início alguns problemas em se fazer ouvir, tão forte era a tendência a pôr em relevo o elemento comunitário da celebração litúrgica e a considerar, por isso, o sacerdote e o povo como reciprocamente voltados um para o outro.
Apenas recentemente o clima se fez menos tenso e, assim, quando alguém faz perguntas como as de Jungmann, Bouyer e Gamber, já não desperta mais a suspeita de que alimente sentimentos “anticonciliares”. Os progressos da pesquisa histórica tornaram o debate mais objetivo, e os fiéis intuem cada vez mais o quanto pode ser discutível uma solução na qual se percebe, a duras penas, a abertura da liturgia para o que a espera e para o que a transcende.
Nessa situação, o livro de Uwe Michael Lang, tão agradavelmente objetivo e em nada polêmico, pode revelar-se uma ajuda preciosa. Sem a pretensão de apresentar novas descobertas, ele oferece com grande cuidado os resultados das pesquisas realizadas nas últimas décadas, fornecendo as informações necessárias para que se possa chegar a um juízo objetivo. É muito positivo o fato de se evidenciar, a esse respeito, não apenas a contribuição da Igreja da Inglaterra, pouco conhecida na Alemanha, mas também o debate sobre a questão, interno ao Movimento de Oxford no século XIX, em cujo contexto amadureceu a conversão de John Henry Newman. É com base nisso que se desenvolvem depois as respostas teológicas.
Espero que este livro de um jovem estudioso possa revelar-se uma ajuda no esforço - necessário a todas as gerações - de compreender corretamente e celebrar dignamente a liturgia. Meus votos são de que possa encontrar muitos leitores atentos.
Livro
O O texto do cardeal Joseph Ratzinger publicado nestas páginas é o prefácio que o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé escreveu ao livro de Uwe Michael Lang, “Conversi ad Dominum”. Zu Geschichte und Theologie der christlichen Gebetsrichtung, publicado no ano passado na Suíça pela Johannes Verlag Einsiedeln. Está saindo a edição em língua inglesa (dieTurning Towards the Lord: Orientation in Liturgical Prayer), pela editora Ignatius Press, de São Francisco (EUA), que detém os direitos da obra. Uwe Michael Lang é membro do Oratório de São Filipe Néri, em Londres, estudou teologia em Viena e Oxford e publicou numerosos textos sobre temas patrísticos.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
CARTA DE UM PÁROCO A SEUS PAROQUIANOS
O Padre Louis Demornex é Pároco de Fontanaradina di Sessa Aurunca, na provincia di Caserta, Itália. Ao comunicar ao seu bispo sua decisão, recebeu repreensões e sanções. Foi afastado da paróquia. Mais tarde foi reintegrado, mas seu caso ainda está em "julgamento"....
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Belo testemunho
Anápolis, 20 de dezembro de 2005
Ao Ilmo. Prof. Orlando Fedeli
Prezado senhor, que o amor à Sagrada Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja na vossa alma: “O monte Calvário é o monte dos amantes. Todo o amor que não tiver por origem a Paixão do Salvador é frívolo e perigoso” (São Francisco de Sales, Tratado do Amor de Deus, Livro XII, Capítulo XIII).
Escrevo-lhe para parabenizá-lo pelo belíssimo, frutuoso, fiel e profundo trabalho que o senhor está realizando para o bem das almas, orientado-as no caminho seguro; e com certeza será bem recompensado: “Os que ensinam a muitos a justiça hão de ser como as estrelas, por toda a eternidade” (Dn 12,3).
Sou sacerdote (cfr. Anuário Católico do Brasil – 2003, página 113), pertenço graças a Deus, à única Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo: Igreja Católica Apostólica Romana(Mt 16,18), sou fundador do Instituto Missionário dos Filhos e Filhas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e das Dores de Maria Santíssima e do Movimento Missionário Lanceiros de Lanciano; e vivemos na minha Cidade Missionária, justamente por não aceitarmos a Renovação Carismática “Católica”, a Teologia da Libertação e o modernismo em geral.Trabalhei por oito anos em paróquias na Diocese de Anápolis-Go, e para evitar dar Comunhão para mulheres com roupas escandalosas, Comunhão na mão, suportar a profanação das festas religiosas (vide na carta ao Papa Bento XVI, no Site do meu Instituto: www.filhosdapaixao.org.br), preferi não assumir mais paróquia, e por isso, fui e continuo sendo atacado por leigos liberais e pelo clero modernista: “Aludimos, Veneráveis Irmãos, a muitos membros do LAICATO católico e também, coisa ainda mais para lastimar, a não poucos do CLERO que, fingindo amor à Igreja e sem nenhum sólido conhecimento de filosofia e teologia, mas, embebidos antes das teorias envenenadas dos inimigos da Igreja, blasonam, postergando todo o comedimento, de reformadores da mesma Igreja; e cerrando ousadamente fileiras se atiram sobre tudo o que há de mais santo na obra de Cristo...” (São Pio X, “Pascendi Domini Gregis”, Introdução). Para conservar a minha fé e a minha fidelidade aos ensinamentos da Santa Igreja, preferi distanciar-me de alguns do clero: “...os fautores do erro já não devem ser procurados entre inimigos declarados; mas, o que é muito para sentir e recear, se ocultam no próprio seio da Igreja” (idem), e “O sacerdote deve temer mais os que lhe estão próximos, inclusive os colegas de cargo” (São João Crisóstomo, O Sacerdócio, Livro Terceiro, 14).
Prezado senhor, mesmo estando no meu Seminário, longe de paróquia, não deixei de trabalhar pela salvação das almas, pelo contrário, agora trabalho muito mais e com a consciência tranqüila, por não ser obrigado a agradar milhares de “caóticos e “catortos”: “É porventura o favor dos homens que agora eu busco, ou o favor de Deus? Ou procuro agradar aos homens? Se eu quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1,10), e “...em suas pregações procure apenas agradar a Deus” (São João Crisóstomo, O Sacerdócio, Livro Quinto, 7).
Em 2 Tm 2,9 diz: “...a palavra de Deus não está algemada”, por isso, evangelizo com entusiasmo e fervor da seguinte maneira: prego retiro todos os meses para 100 crianças (3º domingo), e para 100 adultos (4º domingo); entregamos diariamente centenas de folhetos sobre (Diga não às modas imorais, Televisão: Hidra Satânica, Revista Pornográfica: Cartilha do demônio, etc.); vendemos diariamente 100 cd’s com pregações sobre: Morte, Juízo, Inferno, Céu, A Existência do Demônio, A Brevidade da Vida, A Paixão de Cristo, As Dores de Maria Santíssima, etc., já gravei 26 cd’s com pregações e meditações, também sobre a Sagrada Escritura, e estou preparando mais 10 cd’s, ainda para este ano (vide os temas no Site citado acima).Caríssimo senhor, é impossível dizer tudo, e não quero também tomar o vosso precioso tempo. Seria maravilhoso se cada bispo deixasse de viajar tanto e de participar de tantas reuniões infrutíferas, e orientasse através de um site, a exemplo do vosso, os pobres católicos que na maioria das vezes não sabem nem se benzerem.
Parabéns pela vossa coragem, fé, fortaleza e zelo: “O cristão nasceu para a luta, e quanto mais encarniçada se apresenta, tanto mais segura há de ser a vitória com o auxílio de Deus” (Leão XIII, Enc. Sapientiae Christianae, 19).
Percebi, infelizmente, que o senhor é atacado principalmente em vosso site pelos que se dizem católicos. Sinto nojo de ver esse amontoado de pessoas batizadas dentro da Igreja vivendo como pagãos e lutando contra a verdade. Na carta que escrevi ao Papa Bento XVI (vide site), lhe falei sobre esse assunto e pedi-lhe que tomasse uma providência.
Enviarei ao senhor, através de uma irmã do meu Instituto, dez cd’s de presente, especialmente o último sobre a Gruta de Belém. Inauguraremos, após a Missa do Galo, o nosso Estúdio, onde, com a Graça de Deus, pretendo gravar 100 CDs anualmente.O senhor é o famoso cabeça cheia, mas com uma grande diferença, muito bem preparada. Existem muitos cabeças cheias, até com mitras, porém, mal preparadas.
Pequeno gigante, não tenha medo jamais de fazer o bem e de pregar a verdade, a Santa Igreja necessita de católicos corajosos e fiéis: “Fica firme como a bigorna que é malhada. Convém ao grande atleta ser ferido e vencer” (Início da Epístola a Policarpo, de santo Inácio de Antioquia).
Eu te abençôo e te guardo no Imaculado Coração de Maria Santíssima, Oceano de Paz.Pe.
Divino Antônio Lopes FP.