domingo, 16 de dezembro de 2007

A Missão

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Observe este trecho do filme “A Missão” dos missionários Jesuítas se empenhando, com força, coragem sofreram e lutaram pela Igreja, no ardente desejo cristão de catequiza, evangeliza e ensina os povos e revelar-lhes a Verdadeira e Única Igreja.

Por isso, e por outros motivos não tem como aceitar este ecumenismo que hoje diz, cada um pode ficar em sua religião que isso já lhe basta para se salvar; no pretexto de dizer que em cada religião há um sentido de verdade. Isto é uma mentira, pois só na Igreja Católica Apostólica Romana é que se encontra a verdade, a santificação para nossa alma, só a Igreja Católica contém os Sacramentos que são essenciais para a nossa salvação Jesus disse: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida...”

O IV Concílio de Latrão proclamou dogmaticamente que fora da Igreja não há salvação. “E uma só é a Igreja universal dos fiéis, fora da qual ninguém absolutamente se salva” (IV Concílio de Latrão, Denzinger, n* 430


Este ecumenismo que ensina que a pessoa pode alcançar a salvação eterna em outra religião.
Então porque as missões longínquas, para converter alguém e “salvar as almas”, como se era feito antes do Conc. Vat II?

Em nome de um desejo de “considerar antes o que nos une do que aquilo que nos separa”, se pretende sublimar, reinterpretar ou pôr de lado os elementos especificamente católicos que apareçam ser causas de divisão. Assim, menosprezando o ensinamento constante e unânime da Tradição, segundo o qual o Corpo místico do Cristo é a Igreja Católica e que fora dela não há salvação, este ecumenismo está destruindo os mais belos tesouros da Igreja, uma vez que, em lugar de aceitar a Unidade fundada sobre a plena verdade, quis construir uma unidade adaptada a uma verdade misturada com o erro.
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Um pronunciamento da ex-deputada Sandra Cavalcanti, hoje secretária de Projetos Especiais da Prefeitura do Rio de Janeiro, diante da confusão espalhada pela imprensa sobre um possível "pedido de perdão" que a CNBB faria pela evangelização do Brasil:

"Se foi crime colonizar o Brasil, buscar melhores condições de vida, implantar hábitos de higiene etc., então o pedido de desculpas não é só da Igreja Católica. É dos médicos, que desmoralizaram os curandeiros. É dos engenheiros, que construíram estradas de ferro e pontes. É dos professores, que ensinaram a ler e a escrever. É das famílias que não aceitaram mais matar velhos e crianças aleijadas. É dos cozinheiros europeus, que tiraram de nosso cardápio, os saborosos churrascos de brancos, bispos e desafetos...”
E concluiu: "Nunca será demais exaltar as figuras de Nóbrega, Anchieta e seus companheiros. Pedir desculpas pela ação evangelizadora desses padres, definindo o seu comportamento como cruel, colonialista, desrespeitador, é dar prova de total desconhecimento dos fatos e de total cegueira diante da realidade."
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Um bom texto para compreende o Ecumenismo que tanto mal faz à Igreja.
Tradução da carta que a Fraternidade São Pio X enviou a todos os cardeais, como apresentação do trabalho teológico Do Ecumenismo à "Apostasia Silenciosa".
http://www.capela.org.br/Crise/silenciosa.pdf
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