sábado, 27 de outubro de 2007

Fatos: Frei Cantalamessa e credibilidade da Renovação

Muitos do “movimento” carismático e outros conciliares colocam de modo totalmente distorcido, o dogma do Concilio Vaticano I, da infalibilidade, de 1870, no exemplo do Frei Cantalamessa (O.F.M. Cap.), pregador papal da cúria romana. É uma das tentativas loucas de mencionar esse frade, como algo extraordinário, porque esse está junto ao Papa, embora ainda não foi analisado oficialmente pela Igreja (do exame doutrinário da R.C.”C.”). É uma atitude imprudente destes que se revelam como hereges infadibilistas e, além disso, podem ir mais fundos no ralo. O que aconteceu com o movimento de Sillon, condenado por São Pio X., deveria se exemplo aos mesmos. Mas são apaixonados, com muitos “argumentos” mirabolantes, ao desafiar qualquer lógica e bom senso, ao desprezar principalmente os fatos (“onde há fatos não há argumentos” – São Tomás de Aquino).


Todos sabem que a Renovação Carismática “Católica” é uma filha do protestantismo neo-pentecostal (Universidade de Piitsburg, final dos anos 60) e, deste modo, leva a uma adesão do Padre Cantalamessa da mesma doutrina neo-pentecostal. Porque se coloca de modo secundário a doutrina católica ou menciona-se quase totalmente a doutrina oposta, do livre-exame protestante.


O exemplo é o fato ocorrido do padre mencionado acima, um ano atrás, com Benny Hinn, pastor protestante-neo-pentecostal; mas “esquecem” os infabilistas de tal coisa. Subscrevo abaixo da tradução extraída do sítio oficial do Benny Hinn:

"Frei Cantalamessa tentou atender, em Setembro, a Cruzada em Roma do Pastor Benny Hinn; mas foi um dos 6,000 que nao puderam entrar na arena dado a capacidade de pessoas que já se encontravam lá dentro.

De qualquer forma, ele assistiu o servico no telão que se encontrava do lado de fora da Palalottomatica e ficou imprecionado com a enfase em Jesus Cristo Nosso Salvador e Fazedor de Curas. Depois de meses tentando marcar em suas ocupadas agendas uma reunião, Pastor Benny e Padre Cantalamessa e finalmente puderam estar frente-a-frente para longa e privada discurssão.

Depois da reunião, eles rezaram um para o outro, Pastor Benny presenteou Padre Cantalamessa com um D.V.D. contendo os melhores momentos de sua Cruzada em Roma, e um raro selo de amizade foi formado neste pequeno tempo que ficaram juntos".

Isto acima, por incrível por pareça, ainda não chamaria atenção por causa da fortíssima banalização do relativismo atual que afetou muitos católicos por causa das diretrizes conciliares.


Mas somente os fatos que são horripilantes e até blasfêmicos, creio eu, infelizmente e assim ligado a muita polêmica, o leitor apegado demais ao Concílio pode despertar dessa “credibilidade” por ser um padre orador da cúria romana, junto de Bento XVI, e que acredita que Benny Hinn seja algo extraordinário positivamente. Demonstra o porquê devemos analisar tudo que se escreve na Internet e ter também bom senso:

"Cristãos são pequenos messias, são pequenos deuses' - (Benny Hinn, Praise-a-thon (TBN), Novembro 1990);

'Jesus na sua morte se tornou um com satanás' - (Benny Hinn, transmissão de Benny Hinn, 12/15/90)'

Quando você não dá dinheiro (para a igreja), mostra que tem a natureza do diabo' - (Benny Hinn, Praise-a-thon (TBN), 4/21/91)'

Algumas vezes eu desejaria que Deus me desse uma metralhadora do Espírito Santo para explodir a cabeça deles' - (Falando sobre 'os caçadores de heresias')

'Embora nós não sejamos o Deus Todo-Poderoso, apesar de tudo, nós agora somos divinos' - (Benny Hinn, 12/1/90, TBN)

'Se vocês me atacaram, suas crianças pagarão por isso' - (Benny Hinn, TBN "Heresy Hunters" 23/10/92)

Benny Hinn falando em línguas: 'Demônios, demônios... glória, glória' - (Benny Hinn, TBN)

Benny Hinn [em línguas]: "Senhor Jesus, dê a eles pecado... por gargalhadas sagradas [a chamada benção de Toronto]

'Se você está preparado para algum conhecimento revelado... você é deus'- (Benny Hinn, "Our Position In Christ", tape # AO31190-1)

http://perseverancanafe.blogspot.com/

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Aberração e profanação liturgica na Canção Velha (Nova)

enviando por:Maria Ap. Bonometti
Missa, Carnaval e Bonecada…

“No Acampamento de Carnaval na Canção Nova tem Carnaval Kids.

Sábado, domingo, segunda e terça-feira tem uma programação especial para as crianças no Instituto Canção Nova.
Às 9h a acontecerá a Santa Missa celebrada pelo o Pe. Francisco, que terá a participação dos bonecos da Turma da Arca.
seguida, muita música animada, teatro e histórias com a participação do Anjo Janjão, da Tia Adelita, da Ratinha, da Tia Tininha (do Cantinho da Criança no rádio), e muito mais.
Após a Missa, haverá um momento lindo de adoração a Jesus no Santíssimo Sacramento, com oração pelas crianças.
Na parte da tarde: gincana, brincadeiras e muita diversão.Não fique fora dessa! Venha participar!” Fonte: aqui


http://ascendens.wordpress.com/2007/10/11/missa-carnaval-e-bonecada/#more-69


Monsenhor Jonas Abib - erro reconhecido!


O bom e velho prof Felipe, discípulo inconteste do reverendíssimo agora Monsenhor Jonas Abib, é uma pessoa tão dúbia que deveria ter seguido a carreira artística.
Tece elogios ao novíssimo Monsenhor, afirmando que a concessão do título refere-se ao reconhecimento do trabalho de Jonas Abib. Certamente não afirmamos que não há “méritos” no sr. Jonas, mas eles devem estar muitíssimo bem escondidos e certamente não referem-se à fidelidade à Igreja.
Ser fiel à Igreja não é criar rádios e Tv globais, ser fiel à Igreja não (apenas) dizer que se deva obedecer ao papa. Ser fiel à Igreja é ser obediente ao papa e à santa Tradição Apostólica, cumprindo sem pestanejar as orientações e normas emitidas pelo romano pontífice. Monsenhor Jonas faz isso?
Evidentemente podemos dizer que não!

A Canção Nova é um centro de profanação ao sacramento da eucaristia e a todos os outros sacramentos instituídos. Dançam em frente ao santíssimo, gritam e berram nos “acampamentos”, contrariando tudo aquilo que é recomendado pelos papas, tanto antes como depois do Vaticano II. Não há contemplação que dure na Canção Nova mais de 2 minutos, não há silêncio que vença as guitarras de Dunga e a desafinação de Salette Menezes. Como pode o sr Felipe Aquino dizer que Roma Locuta Causa Finita!?
Conceder um título ao velho padre Jonas não é sinal em absoluto, do reconhecimento da obra dele. O título de monsenhor é solicitação do bispo local e não vem espontaneamente do Papa, que devo intuir, nem conhece o padre o Jonas. Se a concessão de títulos significa reconhecimento então deveríamos ficar chocados com o episcopado de Pedro Casaldaliga, bispo defensor ferrenho da teologia da libertação. O episcopado não é muito maior que o “monsenhorado”?

E quem dirá o cardinalato? A concessão do cardinalato ao bispo Law significa um reconhecimento da pedofilia e do seu acobertamento por parte das Cúrias? O cardinalato é certamente muito maior do que o “monsenhorado”!

Vemos que títulos não significam nada quando quem os recebe se empenha em destruir a Igreja desde dentro, com patéticas demonstrações de fidelidade, tão frágeis e contraditórias. Padre Jonas prega à fidelidade à Igreja e ao Papa? Então que demonstre isso lendo os documentos recentes de Bento XVI, leia as recomendações da Congregação para o culto Divino sobre os abusos litúrgicos, que são a marca registrada da Canção Nova. E não me venha o sr Felipe Aquino dizer que há erros na RCC só da parte de pessoas desorientadas na fé, porque esses erros começam na cabeça do movimento e infestam todo o corpo!Roma locuta causa finita!
Leia o motivador em: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/informativos.php?id=761
Texto: Danilo Augusto


sábado, 13 de outubro de 2007

Ide e dialogai?


Algumas frases do cantor aclamado pela R.C.[C] e Canção Nova Walmir Alencar, na entrevista do lançamento do CD, com um pastor protestante Gerson Freire.

"aquilo que nos une é muito maior do que quanto ainda nos separa"

"um ministério cristão que dialogue com outras religiões e crenças"

"Dentro dessa nova proposta, o CD traz a participação de um dos grandes nomes da música “gospel”, pastor Gerson Freire, interpretando Brilhará"
Agora vamos analisar:
Se percorremos o ensino dos Padres, e do Magistério encontramos ensinos preciosos e radicalmente contrários ao chavão repetido pela turma do “oba-oba”.Vejamos se as doutrinas abaixo concordam com a opinião infeliz, emitido peor este cantor Walmir Alencar.
Vejamos o diz Santo Agostinho e Papa Leão XIII sobre Ecumenismo:
“Não pode haver nada de mais perigoso do que aqueles hereges os quais, enquanto percorrem toda a doutrina sem erros, com uma só palavra, como uma gota de veneno, infectam a pura e simples fé divina e depois a tradiçao apostólica” (Auctor Tractatus de Fide Orthodoxa contra Arianos, citado pelo papa Leão XIII, carta encíclica Satis Cognitum, 19).
“Essa foi exatamente a maneira de se comportar da Igreja, e isso, também, pelo juízo dos santos Padres, os quais sempre tiveram como excomungados todos os que se afastaram, ainda pouco, da doutrina proposta pelo magistério legítimo” (Papa Leão XIII, carta encíclica Satis Cognitum, 19).
“(...)Agostinho observa que podem pulular erros de toda espécie; e se alguém aderir ainda que a um só deles, por isso mesmo, separa-se da unidade católica. “Quem crê nestas coisas [as heresias indicadas ], por isso mesmo não se deve julgar ou dizer-se cristão católico. Pode haver e formarem-se também outras heresias que não são lembradas nesta nossa obra; se alguém aderir a alguma delas, não seria cristão católico.” (Papa Leão XIII - da Carta Satis Cognitum, 19).
“(...)Agostinho diz (Enarrationes in Psl. 54, 19): “em muitas coisas concordam comigo, e, numa poucas não; mas por causa daquelas coisas em que não estão de acordo comigo, para nada lhes aproveitam as muitas coisas nas quais concordam comigo.”E com razão; pois os que tiram da doutrina cristã o que lhes apraz, baseiam-se não na fé mas no seu próprio juízo,[...] obedecem mais a si mesmos do que a Deus. “Vós – dizia Agostinho – que nos evangelhos credes no que quereis e não credes no que não quereis, acreditais em vós mesmos antes do que no evangelho. (Liv XVII, Contra Faustum Manichaeum, 3) (Papa Leão XIII - da Carta Satis Cognitum, 21).
Ora, está bem claro, o ensino infalível e de sempre da Igreja.

E ainda:

A unidade só existe na verdade.

Não se respeitam os erros de outrem. Devem-se amar as pessoas e, por isso, condenar seus erros.
O amor do próximo manda condenar seus erros e ensinar o que ele ignora.

Os erros devem ser condenados, e jamais respeitados. Respeitar erros é ser cúmplice deles. A caridade manda corrigir e ensinar os que erram.

Veja as obras de misericórdia espirituais em um catecismo qualquer.

Lá encontrará que são obras de misericórdia espiritual: corrigir os que erram, e ensinar os que ignoram.
Este cantor afirma o absurdo de que se devem procurar mais os pontos de semelhança -- pontos comuns-- do que as diferenças.
Isso é pecado contra a caridade, e é um delírio.
Esse princípio ecumênico levaria à união até com os satanistas, pois eles tem um ponto comum conosco: crêem que há um só Deus, Lúcifer...
Veja que maravilha diria um ecumenista: Os satanistas são monoteístas!!!
Única diferença é que os satanistas adoram o diabo e não Deus Uno e Trino, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Só pode haver unidade na verdade. Na heresia e no erro, não existe, e nem pode existir, unidade.
Caso se misture água limpa e água suja, crê que o resultado será água limpa?
O resultado será água suja.

Walmir Alencar fala sobre um ministério cristão que dialogue com outras religiões e crenças.

Por acaso Cristo deu ordem aos Apóstolos dizendo-lhes: "Ide e dialogai"?

Em que Evangelho se lê isso?
Cristo ordenou: "Ide e ensinai". Nunca disse "ide e dialogai".

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

"Renovação Carismática Católica", Católica?

Rodrigo Maria Antônio da Silva
A história da Igreja já conheceu muitas falsas escolas de espiritualidade: certos grupos ou movimentos que, sem separar-se abertamente da Igreja, no entanto difundiam princípios e práticas que não condiziam com as verdades da Fé, com os costumes da Tradição e com os ensinamentos e exemplos dos Santos.
Assim, por exemplo, nos séculos XVII e XVIII, a Europa foi infestada por um “movimento” intitulado Jansenismo, iniciado por um bispo católico (Cornélio Jansênio) e abraçado por uma verdadeira legião de bispos, padres, religiosos e fiéis, com plena convicção de ser este o caminho ideal de santificação para uma alma.
O que os fatos demonstraram, porém, é que o jansenismo, embora jurasse ser um movimento absolutamente católico, e realmente pudesse iludir a qualquer desavisado, era, na verdade, uma infiltração do protestantismo dentro da Igreja Católica, seja por seus princípios, seja por suas práticas. E demorou muito tempo para a Igreja conseguir extirpar o jansenismo.
No começo do século XX um outro movimento que passava por católico, o Sillon, conseguiu iludir a todos, até o Papa de então, o grande São Pio X, que chegou a aprovar esse movimento. Mais tarde, porém, o próprio São Pio X teve de reconhecer que se enganara, ou melhor, fora enganado, e se retratou condenando oficialmente o mesmo movimento que antes aprovara. (Lembramos que o Papa só é infalível quando fala ex cátedra, podendo perfeitamente errar nos demais casos)
Pois bem. Chegamos agora à década de 1970, Estados Unidos: tem início no meio protestante um movimento destinado a “afervorar” a espiritualidade dos grupos protestantes, tendo por base um suposto “batismo no Espírito Santo”, acompanhado de manifestações estranhas, como falar sílabas sem nexo, desmaiar pelo chão, sentir um ardor no rosto, cantar músicas barulhentas, dançar, etc.
Sabe-se lá sob a inspiração de qual demônio, mas o fato é que algumas pessoas resolveram trazer este movimento protestante, genuinamente protestante, para dentro da Santa Igreja Católica. Preste-se bem atenção nisto: o mesmo movimento, não outro.
Convencionou-se chamar a esta infiltração do protestantismo dentro da Igreja Católica de Renovação Carismática Católica (R.C.C.).
Com certeza, qualquer “carismático” que ouça isso ficará indignado.
Mas o fato é que a RCC nasceu protestante, e tem sabido “honrar” muito bem o seu nascimento.
Se estou errado, então, por favor, aponte-se-me um único Doutor da Igreja que costumasse promover grupos de oração onde as pessoas gritavam, histericamente e ao mesmo tempo, cada qual uma oração diferente, emitindo sons ininteligíveis (animalescos até), desmaiando pelo chão, dançando, aplaudindo, pulando, etc. E então?...
A teologia ascética e mística da Igreja jamais acolheu semelhantes desatinos.
E, a bem da verdade, o protestantismo clássico (isto é, o das seitas mais antigas e organizadas, embora sempre desprezíveis) também não.
Logo, quando se diz que a RCC é uma infiltração do protestantismo dentro da Igreja, subentenda-se do baixo protestantismo, do protestantismo de “porta de esquina”, das “igrejolas” pentecostais.
E é muito fácil perceber os indícios que o comprovam.
A Santa Igreja sempre pregou e administrou o Batismo sacramental, único, indelével, irrepetível, cujos efeitos sobrenaturais são imperceptíveis aos sentidos.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, pregam e “administram” também o “batismo no Espírito Santo”, misterioso, com freqüência acompanhado de manifestações “extraordinárias”...
A Santa Igreja sempre interpretou a passagem bíblica do “dom de línguas” no dia de Pentecostes, como sendo a descrição da graça recebida pelos Apóstolos de falarem línguas de outros povos sem as ter estudado e aprendido antes, com o fim de facilitar-lhes a pregação do Evangelho. Graça esta repetida na vida de alguns santos, como Santo Antônio de Pádua e São Vicente Ferrer, por exemplo.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, imaginam o dom de línguas como um emitir sons sem sentido algum, repetindo rapidamente sílabas desconexas, de modo histérico e descontrolado, ou então de modo frio e calculado, podendo-se até ensinar o dom de línguas aos demais, mandando-os repetir sílabas sem sentido...
A Santa Igreja sempre considerou o emitir sons ininteligíveis como possível sintoma de possessão demoníaca.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, consideram seus “zumbidos” como sendo a “língua dos anjos”, “o Espírito orando em nós”...
A Santa Igreja valoriza tanto quanto pode a razão humana e nega dogmaticamente que possa haver qualquer oposição entre a fé e a razão, embora, é claro, a fé tenha a primazia. Todas as obras de Deus têm o selo de não serem nunca contrárias à razão, embora muitas vezes a superem. Sem a razão seria impossível qualquer Teologia.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, não levam em consideração a razão humana, preferindo guiar-se simplesmente por seus sentimentos, e acusando os teólogos de serem incapazes de compreender os “fenômenos carismáticos” por falta de “simplicidade” e excesso de estudos. Afirmam que os seus “fenômenos” não são para serem entendidos, mas sentidos, experimentados. Não aceitam discutir com argumentos razoáveis suas práticas. Vivem uma mística cega, emocionalista e anti-racional. Seu histérico “blablablá” não é lá muito argumentativo, convenhamos...
A Santa Igreja sempre reserva a prática do Exorcismo aos sacerdotes devidamente autorizados por seu bispo.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, costumam promover “exorcismos” com bastante freqüência, realizados sob a forma de “orações de libertação”, inclusive sobre pretensos possessos.
A Santa Igreja reserva qualquer “imposição das mãos” aos sacerdotes, pois não faz sentido algum que os leigos, cujas mãos nunca foram consagradas, as imponham sobre os outros.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, praticam constantemente a imposição das mãos, quase num gesto mágico. Chegam, até mesmo, a ungir as pessoas com óleo, o que muitos ignorantes podem confundir com um gesto sacramental.
A Santa Igreja sempre valorizou sumamente a oração silenciosa, recolhida, ordenada, séria, reverente e ortodoxa, bem como a solenidade e esplendor da sagrada Liturgia.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, preferem a oração barulhenta, espontânea, sem ordem nenhuma, sem preocupação com ser teologicamente ortodoxo, aos gritos e em meio a diversas outras irreverências, como palmas, danças, desmaios ridículos, sons absurdos, etc.
A Santa Igreja valoriza a piedade séria, pautada pelo senso do dever e do compromisso, sem busca de agradar aos próprios sentimentos.
A RCC e os protestantes pentecostais, porém, vivem uma espiritualidade guiada pelo sentimentalismo, como basta conferir em suas canções, por exemplo, profundamente românticas umas e estrondosamente festivas outras. Emoções, emoções e emoções... Vivem à caça destas. O que jamais a piedade católica admitiu.
A Santa Igreja é extremamente cautelosa com respeito às supostas revelações privadas e carismas extraordinários. Os santos e os mestres católicos sempre ensinaram a nunca pedir a Deus qualquer carisma fora do comum.
RCC e pentecostais em geral, pelo contrário, fazem sensacionalismo sobre suas supostas “revelações”, “profecias”, “carismas”, e instigam as multidões a pedir a Deus dons extraordinários. Imprudência e presunção são a sua marca constante.
A Santa Igreja vê como superstição a prática de tirar ao acaso uma passagem bíblica, pensando que assim se está em “linha direta” com o Espírito Santo.
Na RCC, porém, bem como entre os protestantes pentecostais, isso é plenamente costumeiro. São mestres em fazer interpretações subjetivas (e errôneas) da Sagrada Escritura.
A Santa Igreja ensina-nos a sermos reverentes para com as coisas sagradas.
A RCC, porém, não parece gostar muito de ouvir falar em reverência... Danças diante do Santíssimo Sacramento, danças até com o Santíssimo, multidões tocando no ostensório com o Santíssimo exposto, modos irreverentes, excessivamente íntimos, de falar de Nosso Senhor e Nossa Senhora, baldes de água-benta jogados sobre os fiéis na Igreja, camisetas com estampas blasfemas de Nosso Senhor (representado como uma “formiguinha”, por exemplo), estampas piedosas em roupas indecentes, etc. Tudo isto pode ser perfeitamente encontrado na RCC.
A Santa Igreja, como mãe zelosa, sempre teve muito cuidado com as regras da modéstia cristã, a fim de evitar ocasiões de pecado a seus filhos.
A RCC porém, e nesse ponto mais que os protestantes pentecostais, praticamente não se preocupa com as regras da modéstia cristã, permitindo o uso de roupas indecentes, fazendo com que homens e mulheres rezem de mãos dadas, ou abraçados, promovendo certos movimentos e danças em suas músicas, que facilmente degeneram em sensualidade, e etc. Suas “Cristotecas”, seus “carnavais com Cristo”, seus “Halleis”, são ocasiões espetaculares de pecado. Além disso, é facilmente verificável que muitos membros da RCC, sobretudo os seus jovens, negam obstinadamente que o beijo na boca e outras intimidades antes do casamento sejam pecado mortal, como ensina a Santa Igreja. Seus “grupos de jovens” que o digam...
A Santa Igreja ensina que a Santa Missa é a renovação incruenta do mesmo Sacrifício realizado por Nosso Senhor no Calvário há dois mil anos atrás. E como tal, a sagrada Liturgia da Missa precisa ser envolvida em seriedade, reverência e devoção.
A RCC, porém, à imitação do que fazem os protestantes pentecostais em seus cultos, profana a Santa Missa com palmas, danças, músicas agitadas, oração “em línguas”, “profecias”, “exorcismos”, “curas”, e mil e uma desobediências litúrgicas.
Por tudo isso, parece ficar bem claro o caráter protestante da RCC.
Alguém, entretanto, certamente perguntará: “se a RCC é uma infiltração protestante, como então pode ter sido acolhida de braços tão abertos por tantos bispos e padres católicos?”
“Ora, os pastores da Igreja não são obrigados a defender o seu rebanho contra todos os erros e heresias?”
“Se a RCC é tão perigosa já não devia ter sido oficialmente condenada?”
Sim, devia.
E com certeza o teria sido se não fossem os erros do Concílio Vaticano II (Concílio meramente pastoral e, portanto, não infalível). Erros como o ecumenismo, o “pastoralismo”, o antropocentrismo, a Nova Teologia neo-modernista e a funesta reforma da Liturgia.
O ecumenismo com os hereges protestantes não podia deixar de abranger a RCC. Afinal, como “acolher” a “árvore” e deixar o “fruto” de fora?...
O “pastoralismo” também não permitiria condenar a RCC, pois isso seria desagradar a muitos, e a regra máxima da “pastoralidade” contemporânea é nunca desagradar ao povo (ainda que a custo do agrado de Deus)...
O antropocentrismo, por sua vez, não parece condizer perfeitamente com o “culto” dos próprios sentimentos e emoções realizado pela RCC?
A “Nova Teologia” neo-modernista repugna a teologia escolástica (eminentemente intelectual) e dá a entender que a Revelação significaria, principalmente, uma experiência pessoal, subjetiva, emocional com Deus, relegando a segundo plano as verdades a serem admitidas intelectualmente. Ora, a anti-racionalidade da RCC e a sua tal “experiência pessoal com Cristo” são apenas uma popularização disso.
Foi a própria reforma litúrgica (na verdade, deforma litúrgica) que abriu as portas para Missas como as da RCC.
A RCC não é senão uma das nuvens de “fumaça do inferno” que conseguiram entrar na Igreja após o Concílio Vaticano II e como conseqüência dele.
Não há a menor dúvida que, se a RCC tivesse surgido na primavera da Fé, ou seja, na Idade Média, teria sido esmagada como uma seita herética qualquer.
São Domingos teria enviado seus pregadores para extirpá-la.
A refutação de seus erros teria sido imortalizada pela pena de São Tomás de Aquino.
E sobretudo a Santa Sé não lhe teria poupado suas excomunhões.
Mas como vivemos em tempos de ecumenismo...
E assim multidões inteiras vão sendo enganadas.
Há pessoas ignorantes, que não são totalmente culpadas, entre os membros da RCC, como pode haver coisas que fazem não erradas na RCC. Com certeza.
Bem como pode haver alguma verdade em todas as heresias e falsas religiões (no Islamismo, no Judaísmo), já que o erro absoluto não existe...
Elementos bons há em toda parte. O mal absoluto não existe mesmo. Sempre supõe um abuso do bem.
Já Santo Inácio de Loyola, em suas “Regras para o discernimento dos espíritos” alertava que o demônio não hesita em usar coisas boas para levar a alma, no fim das contas, ao seu mau intento.
Uma gota de veneno basta para contaminar todo um copo de suco.
Quanto mais uma mentira tem semelhança com a verdade, tanto mais perigosa se torna.
O Jansenismo parecia católico. Mas não era.
O Sillon parecia católico. Mas não era.
A RCC, bem considerada, nem parece católica. Tanto que um protestante pode, muitas vezes, participar tranqüilamente de suas reuniões. A RCC é uma infiltração protestante dentro da Santa Igreja.
Infiltração disfarçada, em diversos pontos.
Mas descarada em muitos outros.
O que consola é saber que as portas do inferno não prevalecerão contra a Esposa Imaculada do Cordeiro, a Santa Igreja Católica.
Um dia veremos a Igreja livre dos erros do Concílio Vaticano II e dos delírios da Renovação Carismática Pseudo-Católica.
Então adeus “blablablá”, adeus desmaios absurdos, adeus palmas e danças diante do Santo Sacrifício...
E também: adeus Missa nova, adeus ecumenismo, adeus modernismo...
A velha serpente será mais uma vez derrotada pela Celeste Vencedora de todas as heresias.
Porém, não nos iludamos: somos nós o calcanhar da Virgem, com que Ela esmagará a cabeça do infernal sedutor.
De que lado você está?

Delírio do pentecostalismo dito católico: RCC e a "oração" no monte


Nestes tempos de controvérsias, que muitos não suportam a Sã Doutrina, certas atitudes de católicos que se deixam levar pelas heresias protestantes chegando até mesmo a agir como tal será que o Santo Sacrifício da Missa não é suficiente para que se tenha a plenitude da oração?! É preciso agir como os hereges para serem mais "santos" ou será que no fundo quem age assim não concorda com a Santa Doutrina?!
O que esperar, numa época repleta da doença Carismática, onde se prega como essencial (e superior à hierarquia) até mesmo um segundo Batismo?
A "oração no monte" é entendida com a simples intenção de querer "sentir" a Deus, ou seja, dar primazia ao sentimento a ponto de querer ver atos extraordinários provindos de Deus.
Por exemplo: uma vez um conhecido da RCC dizia que uma vez orou somente com a intenção de ver fogo (ou como muitos dizem na R.C.[C] e os protestantes, a shekinah que é a manifestação de Deus, da mesma maneira ocorrida com Moisés quando estava orando no monte) e disse também que viu as ervas daninhas pegarem fogo e ver fogo na mão [sic]....Daí em diante,... a moda pegou e todos queriam subir ao monte para "orar", ou como eles pensam, sentir a Deus e querer ver sinais [sic]...
Daí a heresia modernista que é agnóstica visa mostrar que nada se manifesta ao homem, que nele previamente não esteja contido. O modernista Sabatier em sua obra Esquise dúne philosophie de la religion, d'après la psychologieet l'historie, dizia que "Deus não é um fenômeno que se possa observar fora de si, nem uma verdade demonstrável por um raciocínio lógico. Quem não o sente no coração, jamais encontrará fora" .Portanto, conclui-se que não é a razão que demonstra a existência de Deus, conforme a Igreja sempre ensinou, inclusive no Concílio Vaticano I, mas o conhecimento direto dos objetos sem intermédio do raciocínio (intuição) que o descobre no fundo da alma, ou como dizem, nos abismos da subconsciência onde o encontramos vivo e ativo.
Um relato, sobre este delírio pentecostal no site montfort:
Profº Orlando Fedeli , Salve Maria !!!
Estou lhe escrevendo para contar e denúnciar o que ouvimos ao pé do ouvido, sob os telhados, a respeito de um costume dos pentecostais protestantes hoje muito práticado entres os membros da RCC (movimento do qual, como o sr. sabe, fui membro) chamado de "oração no monte" ou "oração na montanha". Vou explicar como funciona do inicio ao fim, pois lamentávelmente participei uma vez desta "reunião ao ar livre" da qual hoje quero distância.
O encontro que é realizado de madrugada, numa montanha distante da cidade e sem iluminação, é marcado entre pessoas de diversos grupos da RCC que gostam deste tipo de "experiência de oração". Eles se reúnem de noite por volta das 21.00hrs, sem o concentimento de algum padre ou do bispo, para irem juntos para a montanha. Chegando lá todos já se agasalham bem por causa do muito frio; a reunião é sempre coordenada por uma pessoa mais velha na RCC e que já tenha certa experiência neste tipo de coisa. Fazem um circulo, onde um toca o violão (no melhor estilo de um lual de sociedade alternativa), desavergonhadamente iniciam as orações, pedindo a presença dos anjos e de Nossa Senhora.
A reunião segue conforme a "inspiração" ou criatividade do condutor, pedidos incessantes de perdão, usa-se óleos bentos na fronte dos participantes (coisa que a CNBB já proibiu no seu documento à RCC), palmas, louvores intermináveis, momento do perdão, choros, enfim tudo que acontece no ínicio de uma reunião da RCC, só que com muito mais "liberdade" para o Espírito Santo agir. Aliás este é o objetivo: fazer o que os padres e os bipos não permitem numa paróquia ou encontro aberto ao público. Bem protestante isto, não, professor?!
E a palhaçada continua... Chega o "momento do Espiríto", onde se invoca o Espírito Santo com cantos, frases repetidas, orações em vozez altíssimas, gritos, orações em línguas, etc., é o momento mais lamentável da reunião, onde as pessoas ao comando do coordenador fazem de tudo: caem no chão umas por cima das outras, correm, gritam, pulam , "repousam" sobre moitas e formigueiros, ficam com os movimentos incontroláveis como bêbadas, têm visões, mensagens, etc. etc. etc.
Enfim, é uma bagunça só! Moças e Rapazes rolando no chão como porcos, julgando estarem como eles dizem: "chapadas do Espírito Santo". O ambiente é este , de histeria e sentimentalismo de último grau, e é lógico com uma boa medida de hipnose e fingimento. É claramente visto que a maioria das pessoas forçam o chamado "repouso no Espírito" para não frustrar o condutor, que manda e desmanda na mente e nos movimentos das pessoas como que se ele estivesse ungido por uma força sobre natural, de forma que ele pudesse fazer o que bem entender com a pessoa: senta, deita, rola, repousa, ora em linguas... e como um cachorrinho o pobre coitado obedece e ainda por cima gosta... Sem falar no baile com os anjos! O condutor diz: "No meio da roda há um anjo e ele agora vai tirar para dançar no centro...fulano... e a pessoa finge um transe, e vai, rola, deita, gira, (qualquer semelhança com o candomblé é mera coincidência !!!). Fora as visões de anjos , brasas na grama, fogo do céu... é muita coisa, que não cabe aqui , pois a tal reunião dura inacreditávelmente cinco horas mais ou menos...
É isso professor, o que acontece nesta tal "oração na montanha", coisas que até Deus duvida ! É preciso uma ação rápida da igreja nestes casos, pois já ouvi de um padre que ele também já participou e organiza em sua cidade tais excursões noturnas. Então o senhor imagine a repercussão deste depoimento numa missa, destas de cura e libertação, cheia de "iluminados"!!! Isso é pior que uma bomba !!! Libera nos Domine! Um abraço, professor , e obrigado por tudo! Rezo todos os dias pelo senhor. In corde Mariae,DOUGLAS DELLAMONICA
Obs: não sei se ficou bem exposto o que acontece nestas reuniões; se sim, permito que seja publicado no site, para a ruína dos inimigos da Igreja e esclarecimento das almas que frequentam ou pensam ir em tais reuniões pseudo-católicas.
Resposta:
Muito prezado Douglas,
salve Maria!

Muito obrigado por sua carta dando testemunho do que você viu e participou. Deus o recompense por sua coragem de publicar essa loucura praticada por elementos da RCC. Você me diz que isso é praticado, muitas vezes, escondidamente, sem licença e sem permissão dos padres e dos Bispos, o que torna a coisa pior, pois mostra que se tem consciência de fazer algo que a Igreja reprova.
É impressionante o que você me conta. Lendo o seu relato sobre essa "oração no monte", lembrei-me das radeneyias praticadas pela seitas gnósticas russas. Era tudo bem semelhante.
Vou publicar seu relato no site. Que Deus o recompese por revelar esse culto delirante e imoral. Mantenhamos contato.

In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Ambíguidade da Missa Nova


Missa Nova é ambígua, equívoca, heretizante (que favorece a heresia, como as fotos acima /Missa Show/Missa Carismática/Missa do Vaqueiro/Missa Afro/ e outras e tantas heresias). A Missa Nova procura tornar tudo profano, pois ela pouco tem a ver com a Teologia da Missa antiga.Nova Missa de Paulo VI, feita por maçons e pastores protestantes, é a essa nova Missa causadora de tantos abusos e escândalos que cabe a pergunta: até que ponto essa Missa pode ser tida como ortodoxa? Até que ponto ela se afastou da doutrina católica?Desde o princípio, os Cardeais Bacci e Ottaviani denunciaram que a Nova Missa de Paulo VI se afastara perigosamente da doutrina de Trento, aproximando-se da teologia protestante da ceia. Depois, ela se tornou a fonte de abusos e de sacrilégios.Essa nova Missa contribuiu tanto para a apostasia de milhares de sacerdotes, quanto para o verdadeiro êxodo de fiéis católicos para as seitas protestantes.