sexta-feira, 31 de agosto de 2007

O mesmo “espírito[R.C.(C)]” que se rejubilam pelo CVII, é o mesmo “espírito[R.C.(C)]” que desobedecem ao Missal de Paulo VI, fruto do CVII.


É muitas contradições, só não percebem quem não quer exergar à Verdade!
Missal deve ser seguido fielmente, mas muitos não o fazem. Ora, o Missal de Paulo VI nunca autorizou nem aconselhou baladas ao lado das missas, discotecas desrespeitando Jesus Eucarístico, missas-show, oração em “língua” que mais parecem cultos ‘festivos’ neo-pentecostais, padres vestidos de goleiros e palhaços, para que o povo ache a missa mais ‘animada’ (como se a Missa fosse para o povo, e não para Deus!), bandas de heavy metal ‘animando’ as celebrações, e tantos outros abusos e delitos gravíssimos, que fazem um verdadeiro filho de Deus chegar às lágrimas diante de tamanho desrespeito à Cristo!
Seria melhor a morte que tomar parte num desrespeito tão grande à Majestade Divina!
O Missal nunca ordenou tais coisas, mas os hereges, em sua grande desobediência e maldade, o fazem! O Missal nunca, em momento algum, disse que os sacerdotes poderiam inserir frases ou modificar o texto litúrgico a seu bel-prazer; pelo contrário, a Constituição Sacrosantum Concilium deixa claro: ‘Por isso, ninguém mais, mesmo que seja sacerdote, ouse, por sua iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for em matéria litúrgica’ (SC, 22, §3).
Se não obedecem ao Missal de Paulo VI, à que tanto se vangloria, muito menos vai obedecer às orientações da CNBB.

Documento 53 da CNBB

63 Orar e falar em línguas: O destinatário da oração em línguas é o próprio Deus, por ser uma atitude da pessoa absorvida em conversa particular com Deus. E o destinatário do falar em línguas é a comunidade. O apóstolo Paulo ensina: "Numa assembléia prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência para instruir também aos outros, a dizer dez mil palavras em línguas" (1 Cor 14,19). Como é difícil discernir, na prática, entre inspiração do Espírito Santo e os apelos do animador do grupo reunido, não se incentive a chamada oração em línguas e nunca se fale em línguas sem que haja intérprete.

46 "A experiência religioso-cristã não se realiza em mera experiência subjetiva, mas no encontro com a Palavra de Deus confiada ao Magistério e à Tradição da Igreja, nos sacramentos e na comunhão eclesial" (CNBB, Doc. 45 nº. 175). Isso faz parte do desígnio de Deus a quem aprouve "chamar os homens a participar da sua própria vida, não um a um, mas constituídos como povo, no qual seus filhos dispersos fossem reconduzidos à unidade" ( AG 2)
40 Nas celebrações observem-se a legislação litúrgica que, embora estabeleça normas precisas para certos momentos, abre amplo espaço para a criatividade. Não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que estejam em desacordo com o que estabelece o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole da celebração.
41 Na celebração da Missa, não se devem salientar de modo inadequado as palavras da Instituição, nem se interrompa a Oração Eucarística para momentos de louvor a Cristo presente na Eucaristia com aplausos, vivas, procissões, hinos de louvor eucarístico e outras manifestações que exaltem de tal maneira o sentido da presença real que acabem esvaziando as várias dimensões da celebração eucarística.
65. Em Assembléias, grupos de oração, retiros e outras reuniões evite-se a prática do assim chamado "repouso no Espírito". Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento. (...)
Renovação Carismatica "Católica" , fruto da desobediência.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

R.C.[C] inicio na desobediência

O Papa Pio IX, por exemplo, em 1864, fez publicar um elenco dos principais erros do tempo, intitulado Silabo. Entre os tais erros estava o de se considerar "o protestantismo uma forma diversa da verdadeira religião cristã e de achar que nele se podia agradar a Deus, da mesma forma que na Igreja católica" (Dz 1718).

Em Roma no ano de 1928, quando o Papa Pio XI, em sua Encíclica Mortalium animos, reafirmava as razões pelas quais a Santa Sé não dava aos seus fiéis e ao clero a permissão de participar dos congressos e encontros de acatólicos:

"A reunião de cristãos só pode ser permitida se forem vista do retorno dos dissidentes à única e verdadeira Igreja de Cristo (isto é a Igreja de Roma), da qual, precisamente um dia, eles tiveram a infeliz idéia de se separar" (AAS 10/1/1928).

Em 1948, diante da crescente participação de católicos em encontros ecumênicos, o Santo Ofício, através de um documento, Cum compertum, chamou atenção para que fosse escrupulosamente observado o que estava prescrito no Código de Direito Canônico proibindo os católicos, sem uma especial autorização, de participar e, especialmente, de organizar encontros com não católicos para discutir temas de fé e de moral (AAS 15/06 e 10/7/1948).

Veja esta confissão da desobediencia: "Logo depois do batismo no espirito, nos recebemos uma grande ajuda dos nossos irmaos e irmas de outras denominacoes protestantes; dos quais ja vinham caminhando no espirito por muito tempo."Patti Mansfield".

Este Código de Direito Canônico (1917) estava em plena vigor no inicia da R.C. [C].

Os lideres carismático ensinam a obediência aos seus seguidores, tudo para pode enganar, e manter o carismático preso aos seus ensinamentos.

A falsa obediência só vale para o que eles querem, pois tem uma via on-line com Deus não precisa da Igreja, como os protestantes pensam.

A palavra anunciada por intermédio dos anjos era a tal ponto válida, que toda transgressão ou desobediência recebeu o justo castigo. (Hebreus 2,2)

A rebelião é tão culpável quanto a superstição; a desobediência é como o pecado de idolatria. Pois que rejeitaste a palavra do Senhor, também ele te rejeita e te despoja da realeza! (I Samuel 15,23)

terça-feira, 28 de agosto de 2007

100 anos de destruição doutrinal e espirítual.

Pai [pentecostalismo protestante], da Renovação Carismática “Católica” comemoram 100 anos de existência, enquanto a filha R.C.[C], completou seus 40 anos.

100 anos de destruição doutrinal e espirítual.

100 anos de aberrações contra o Espírito Santo.

100 anos de mentiras, de falsos carismas, e de enganação.


“Carismático é um católico que não tem coragem de ser evangélico"

“Carismático convicto é um protestante que se ilude de ser ainda católico”


A R.C.[C] É MÁ PORQUE VEM DO PROTESTANTISMO

Disse-nos Jesus Cristo, Verdade divina e infalível: "Assim toda árvore boa dá bons frutos, e toda árvore má dá maus frutos Não pode uma árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos" (Mt. VII, 17-18).


Ora, nos livros carismáticos, se lê que os teólogos desse movimento ou que apóiam esse movimento, admitem abertamente que a RCC tem origem no Pentecostalismo protestante.

Veja esta confissão: "Damos por suposta uma continuidade entre neo Pentecostalismo católico e Pentecostalismo protestante dos anos 1900, bem como entre este e o revivalismo americano do século XIX. Esta continuidade é verificável e declarada". (Claude Gérest, A Hora dos Carismas, in R. Laurentin, E. Dussel L. Boros, C. Duquoc et Allii, Os Carismas, Revista Concilium 129, 1977/1979, editora Vozes, Petrópolis, p.16).

Então, é publicamente admitido e declarado que a RCC vem do Protestantismo.

Ora, como lhe lembrei acima, Nosso Senhor disse que a árvore má não pode dar bom fruto.

O protestantismo é árvore má, porque é heresia condenada pela Igreja no Concílio infalível de Trento.

Logo, o Pentecostalismo é mau fruto dessa árvore má.

Como podem, então, os católicos pretenderem colher bom fruto da árvore protestante? Como podem os católicos bem se alimentar de um fruto venenoso de uma árvore má?

A RCC é fruto de uma árvore má.

Logo, a RCC é má, e está errada.

Por isso, os católicos que comem do fruto pentecostal carismático protestante estão sendo envenenados de protestantismo.

E para que fique bem provado que isso é reconhecido pelos autores carismáticos dou-lhe outra citação de outro autor: "O novo Pentecostes, ou melhor, o despertar carismático, como fenômeno de massa, para a renovação da Igreja no clima de Pentecostes, nasceu nos Estados unidos, e fora da Igreja católica" (S. Falvo, A Hora do Espírito Santo, Paulinas, São Paulo, 1986, p. 25).

Parte do texto retirado do site Montfort



segunda-feira, 27 de agosto de 2007

O SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA

" Salvador do mundo, salvai-nos, Vós que nos libertastes pela Cruz e Ressurreição"
Retirado do livro Santa Missa Mistério de Nossa Fé, Pe. Franscisco Rudroff, 1912 - 1995/ Anápolis, 31 de julho de 1996.

A Missa é a renovação do sacrifício do Calvário. Nela, Cristo morre de novo, incruenta e misticamente, para nossa salvação.

Não tem o menor cabimento, quando Cristo morre misticamente, renovando o sacrifício da cruz, haver aplausos, simulações de dancinhas, baterias, guitarras e outras inovações que vieram do protestantismo.

Logo, na Missa, é um absurdo criar um ambiente festivo, pois a Missa não é festinha de aniversário.

Relembrando: São Pe. Pio disse em uma entrevista.

Meu filho, estamos na Cruz, e a Missa é uma contínua agonia.



A Santa Missa não é uma festa. É um Santo Sacrifício. É a renovação do Sacrifício da Cruz, do Sacrifício do Calvário. E no Calvário, diante de Cristo Crucificado, ninguém dançou, ninguém bateu palmas ou fez festa: todos ficaram em silêncio, num momento de interiorização, de profunda relação com Deus. Se crê que a Eucaristia é a renovação do Sacrifífico de Cristo, não se pode admitir que a Missa seja uma festa”.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Testemunho, da Cleide

Eu nasci numa familia católica, desde criança frequentei a Igreja, sempre fui muito apegada as tradições. Mas um dia fui parar num grupo de oração da rcc, fiquei lá por sete anos, foram os anos mais confusos da minha vida, não sabia se estava na igreja ou fora dela, tudo aquilo que eu tinha aprendido desde a infancia, foi arrancado, e substituido por uma espiritualidade até então desconhecida por mim, comecei a viver sob um forte sentimentalismo.

As orações de cura interior, as orações de libertações, era gente que chorava, que caia pelo chão, era repouso no espírito, dança no espírito, e por ai vai.......e eu absorvendo tudo isso, e colocando em prática nos grupos.

Me deparei tambem com a perseguição, com as fofocas, as intrigas, e tantas outras coisas que daria um livro.
Havia muita politica dentro deste grupo, até partidaria, e por causa dela, e do meu geito de falar tudo o que penso, me expulsaram de lá, rolou uma briga feia no dia do louvor, só faltou tapa, mas teve bate boca, a maior baixaria, uns gritando com os outros. Depois deste episódio, ainda voltei lá, mas a guerra já estava declarada, dai começaram as perseguições, uns de um lado e outros do outro, os de cá queria fazer as coisas, os de lá diziam que não, a coisa tornou-se publica, ficou feio mesmo, resolvi deixar de vez a rcc, passei a ouvir que não era mais católica, que tava excomungada, só porque não queria mais ir ao grupo. (até hj. ainda dizem )

Tava muito chateada, porque no fundo do meu coração, começou a brotar novamente aquela tradição que eu tinha, mas que não conseguia mais ver em lugar algum, começou bater uma saudade daquelas missas solenes, silenciosas, ai me doeu no peito, me senti mais só do que nunca.


Até que um dia encontrei por acaso de Deus, o site da montfort e comecei a ler, e ler, e meu coração foi se aquietando e me enchi de alegria, finalmente havia encontrado pessoas que pensavam como eu, encontrei a minha igreja, foi pela net, que eu acabei voltando novamente as raizes, E R.C."C", NUNCA MAIS.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Testemunho, de Marcus Vinicius Guimarães

Participei ativamente deste movimento entre os anos de 1992 a 2002, trabalhei em 3 Congressos Nacionais em Aparecida, em 3 Cenáculos no Estádio do Morumbi, estive em grupos de oração ativamente, e tive a oportunidade de andar com Pe. Jonas Abib, Pe. Joãozinho, Pe. Marcelo Rossi, Pe.Eduardo Dougherty e Pe. Alberto Gambarini, nomes de peso da RCC Nacional, sem falar que estive com o desastre chamado Padre Antonio Maria (lembram-se do "casamento" do Ronaldinho Fenômeno e a Cicarelli?).
Resultado dessa minha dedicação canina a tal movimento? isolamento, depressão, desespero, sem falar do charlatanismo, achismos e estrelismos que andam nestes "grupos de oração"!

Quantos com quem eu conversei que se pretendiam no direito de destrinchar minha vida íntima, querendo me ditar rumos a minha vida espiritual, com a chamada "Cura e Libertação", meros leigos se achando no direito de serem Confessores, como os legítimos Sacerdotes!Até que encontrei a TRADIÇÃO CATÓLICA, verdade de 2000 anos atualmente nas Catacumbas do isolamento de seus próprios Bispos e Sacerdotes!
Minha "restauração" se deu num Grupo de Adoração Eucarística, (e não com os Dungas da vida) onde durante 1 hora adoramos o Santíssimo Sacramento do Altar, primeiro com meia hora de santo SILÊNCIO (algo impossível para a baboseira RCC e sua tagarelice em línguas e seu Rock pesado nas igrejas) e depois com o Santo ROSÁRIO DE NOSSA SENHORA.

Aliás os "Carismáticos" se gabam de amar a Santíssima Virgem Maria, andam com o Terço mas NÃO O REZAM! Prova disso? Antes de cada grupelho, em tese existe antes o Terço, mas quantos participam dele? Apenas os MAIS VELHOS...
Amigos eu vi e vivi isso!

Missa de “Cura e Libertação”

Resposta à um Pe. Carismático

Comentário de Olegario Nazario de Lima
Estimado Padre Luizinho, Salve Maria!
Primeiramente quero agradecer pela resposta que o senhor deu a minha pergunta: “O que vem a ser encontro de cura e libertação?”
Eu agradeço a resposta, mesmo que em certos pontos tenho de discordar dela. Isso é claro, acreditando na sua permissão da minha contrariedade.
Eu explico.
O termo empregado (geralmente pelos carismáticos) atribuindo o adjetivo à missa de“Cura e Libertação”, na verdade não tem lógica. É prosaico. Isso porque toda missa tem por intenção LOUVAR a Deus, CURAR nossas feridas e por fim, LIBERTAR o fiel das amarras do pecado. Isso é feito através da participação, comunhão e confissão.
Em suma, toda missa CURA e LIBERTA, sem necessariamente precisar do adjetivo de “Missa de Cura e libertação”.
Aliás, esse termo só foi adotado pelos carismáticos como um plágio das seitas protestantes em seus cultos com esse fim, que aos berros ufanam curar e libertar os hereges dos mais variados males.
Após o concilio Vaticano II, a RCC - por intermédio de seus sacerdotes - resolveu copiar o embuste (das seitas pentecostais).
O senhor está bem certo quando diz que a cura de nossos males vem pelo poder da oração. Nisso, o senhor está bem certo.
Mas permita-me lhe dizer, que logo abaixo no seu texto, o senhor comete um equívoco, pois afirma: “É preciso ter um encontro pessoal com Cristo”.
Padre, isso é uma afirmação romântica que nega a razão e coloca o SENTIMENTO acima da FÉ.
A Fé não se dá por sentimentos. A fé é uma virtude intelectual que nos permite através do CONHECIMENTO, acreditar em DEUS e nas promessas por ELE reveladas e ensinadas pela Santa Igreja Católica.
Quem conhece a DEUS na medida em que lhe for possível conhecer, pelo estudo, pela leitura dos santos padres, pela vida dos mártires católicos, não precisa de “encontros pessoais com Cristo” para Nele crer.
Quem adota muito esse bordão “encontro pessoal com Cristo” são os protestantes, que por não terem doutrina lógica e verdadeira, necessitam dessa afirmação: ” Tive uma experiência pessoal com DEUS “…O católico não precisa usar desse expediente. O bom católico deve saber que Deus nos infunde as graças necessárias para nosso aprimoramento espiritual sem “encontros pessoais”.
Devemos usar de nossos modelos santos e católicos para bem aprendermos amar a DEUS: Santa Terezinha, Santa Rita de Cássia, Santa Bernadete de Lourdes, São João Maria Vianey.
Anteriores a esses santos tivemos exemplos clássicos dos doutores mor da Igreja: Santo Agostinho e São Tomaz, que nunca fizeram essa afirmação: Encontro pessoal com Cristo.
Usemos esses exemplos de santidade.
Sem plágios, sem encontros sem pretensas ilusões.
Por fim, peço a sua benção sacerdotal e rogo que reze por mim.
In Corde Iesu et Mariae,
Obs: Dando este caráter a Missa “Cura e libertação”, está demonstrando uma ineficiência das outras Missas que não seja de Cura e Libertação.
Pois toda Missa Cura e Liberta.
(Lázaro Laert).
Texto enviado por Júnio de Freitas.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Carta a um Crismando

Crisma em São Paulo com Sua Ex. Rev. Dom Williamson

Caro Crismando

Eu te aconselho a nunca participar de qualquer encontro aonde, se utilize o tal (Batismo no Espírito Santo, Efusão do Espírito Santo), devido que esta prática não tem nada de Católico e sim de protestante. É só ir a uma livraria protestante e perguntar por estes termos sitados, eles como foram os fundadores dessa prática são muito mais conhecedores dessa prática do que nós Católicos.

Vou apenas citar link, da seita Assembléia de Deus, que é a maior seita pentecostal em todo mundo.

http://igrejaassembleiadedeus.org/batismo_espirito_santo.htm

“A expressão ´Batismo no Espírito Santo` recebemo-la dos pentecostais fundamentalistas, que, não tendo uma teologia sacramental, dão a esta o significado de uma verdadeira e própria efusão do Espírito, posterior à regeneração [pelo Batismo] e diferente dela” (S. Falvo, A Hora do Espírito Santo, Paulinas , São Paulo, p. 134).

Então é confesso pelos autores carismáticos que o chamado “Batismo do Espírito Santo” é distinto do Sacramento do Batismo, e que é uma coisa herdada dos hereges protestantes.

No Catolicismo nunca existiu (Batismo no Espírito Santo, Efusão do Espírito Santo).

Umas das qualidades que encontrei em você, e notei que valia apenar conversar contigo, foi sobre seu conhecimento dos pilares da fé Católica (Tradição, Bíblia, e Magistério), poucos Católicos tem esta noção aí fica difícil de conversar.

Tudo que de ensinamento que não for constituído nesses três pilares não vem de Deus.

Como é o caso, (Batismo no Espírito Santo, Efusão do Espírito Santo).

Nos encontros carismáticos "é quase uma obrigação a ser batizado no Espírito Santo" equivale a dizer que, no batismo de Cristo, nós não recebemos os dons do Espírito Santo.

Essa exigência de sermos "batizados" no Espírito Santo. Essa necessidade é falsa e contém um erro grave contra a Fé.


A RCC, dizendo isso, estabelece um oitavo sacramento, e nega ou o sacramento do Batismo, ou seus efeitos próprios. Ela estabelece um novo sacramento. Ora, o Concílio de Trento excomungou quem dissesse que havia mais, ou menos, do que sete sacramentos.

A própria CNBB, em 1994, num documento oficial dirigido especialmente aos movimentos chamados carismáticos, fez reparos e críticas a essa tendência de alguns elementos da RCC de exigir um "Batismo do Espírito Santo". A CNBB recomendou mesmo que não se usasse a expressão "Batismo no Espírito Santo". (Cfr. Orientações Pastorais sobre a Renovação Carismática Católica, 34.a Reunião Ordinária do Conselho Permanente 94, Brasília, DF, 22 a 25 de novembro de 1994, ed. Paulinas, São Paulo, 1994, n.o 53).

Cito-lhe trechos desse Documento da CNBB que interessam nessa questão:"54 -” A palavra "Batismo" significa tradicionalmente o sacramento da iniciação cristã. Por isso, será melhor evitar o uso da expressão "Batismo no Espírito”, ambíguo, por sugerir uma espécie de sacramento. Poderão ser usados termos como "efusão do Espírito Santo", "derramamento do Espírito Santo". Do mesmo modo, não se utilize o termo "confirmação" para não confundir com o sacramento da crisma (Cf. Comissão Episcopal de Doutrina, Comunicado Mensal, Dez. de 1993, 2217) “.

Hoje já observamos a má fé dos lideres carismáticos, continuam utilizando a palavra “Batismo”. Porque será?

Nunca diminua a eficiência do seu Crisma ,com (Batismo no Espírito Santo, Efusão do Espírito Santo).

A Efusão do Espírito Santo você recebera no seu Crisma, pelas mãos de um ungido, consagrado de Deus, o Bispo.


Leia o que o Catecismo diz:

A efusão do Espírito Santo.

O CIC no número 1302 explica os efeitos do Sacramento da Crisma:

Da celebração ressalta que o efeito do sacramento da Confirmação é a efusão especial do Espírito Santo, como foi outorgado outrora aos apóstolos no dia de Pentecostes. (R.C.”C”, ensina ao contrario).

Por isso, a confirmação produz crescimento e aprofundamento da graça batismal:

— enraíza-nos mais profundamente na filiação divina, e nos faz dizer "Abba, Pai" (Rm 8,15);

— une-nos mais solidamente a Cristo;

— aumenta em nós os dons do Espírito Santo;

— torna mais perfeita nossa vinculação com a Igreja

— dá-nos uma força especial do Espírito Santo para difundir e defender a fé pela palavra e pela ação, como verdadeiras testemunhas de Cristo, para confessar com valentia o nome de Cristo e para nunca sentir vergonha em relação à cruz.

No movimento carismático, nada, absolutamente nada, pode verificar-se sem um membro “iniciador”, que já tenha recebido o “batismo do Espírito” (ou seja, a “iniciação carismática”) e que, por si só, tenha-se tornado capaz de transmitir o “influxo espiritual” responsável pela impressão iniciativa. Isso constitui um
elemento capital no movimento carismático, elemento que também permite distinguir o Sacramento da Confirmação conferido no seio da Igreja Católica do mencionado “sacramento carismático”, pois somente um bispo pode conferir o Sacramento da Confirmação (ou um sacerdote delegado por ele), e ele não pode transmitir seu poder a seus sacerdotes e muito menos aos leigos. No movimento carismático, ao contrário, o iniciado transmite, através da iniciação, seu próprio poder de “iniciar”. Além disso – coisa estranha – um Cardeal pode receber a iniciação carismática das mãos de um menino dotado de “poderes espirituais” dos quais careceria o príncipe da Igreja. Basta que este menino tenha recebido o “sacramento” iniciático do “batismo do Espírito”. Tendo em vista a natureza hierárquica da Igreja, isso é simplesmente uma aberração!

Vamos dar uma lida nas escrituras:


A Sagrada Escritura dá testemunho que em tempos muito remotos Deus costumava conversar com os homens.

Tal era o caso de Adão (cf. Gn 1,28-30; 2,16-17; 3,9.11.17-19) e seu Filho Caim (cf. Gn 4,6-7.9-12.15).

Aliás eram os únicos homens na terra e só poderiam ser orientados pelo Senhor através Dele mesmo.

Quando a terra começa ficar populosa, o Senhor confia seus oráculos somente a poucos homens, para que sejam sinais, testemunhas e guia do Senhor para o resto da humanidade.

Este novo passo da revelação Divina aos homens é iniciado com Noé (cf. Gn 6,13-21; 7,1-4; 8,15-17).

Depois de Noé, o Senhor não só continua a dar prosseguimento ao Seu Magistério, como também começa a preparar o caminho da salvação através de Abraão.

E somente a ele confia sua revelação (cf. Gn 12,1-3.7; 13,14-17; 15; 17,1).

Sagrada Escritura nos conta que o Senhor (Jesus Cristo) também apareceu a Agar (escrava de Sarai, mulher de Abraão, com a qual o Patriarca teve seu primeiro filho, Ismael) concedendo-lhe uma revelação por causa da sua aflição (cf Gn 16,7-14).

Alguns poderiam afirmar aí que a exemplo de Agar o Senhor pode nos guiar diretamente.

Porém o Senhor que conhece o pensamento dos homens, para mostrar que seus oráculos não são confiados diretamente, mas sim através de um magistério legitimamente instituído, pede para que Agar volte depressa para a casa de Abraão, que é uma pré-figura da Igreja, pois era na casa de Abraão que naquele tempo estava presente o Magistério Divino.

Isto mostra que o Senhor pode revelar-se sim, das formas mais diversas e controversas possíveis, a qualquer um, em qualquer lugar e a qualquer tempo, porém Sua mensagem sempre nos exortará ir de encontro ao Seu Magistério, que é o Seu Sinal para todos os homens e de onde somente, podemos conhecer a Verdade.

Tal foi o caso do Apóstolo Paulo, que embora tenha recebido uma revelação direta do Senhor (cf. At 9,1-9; Gl 1,12), embora tivesse visto o Senhor ressuscitado, só pode dar início ao seu ministério após ter sido iniciado pela Igreja (cf. At 9,10-19); pois a Igreja é o sinal visível do Magisterio Divino.

Ninguém pode se declarar dotados de dons espirituais e nem se declarar pastor do povo de Deus, sem que a Igreja tenha lhe dado tal carisma.

Pois o ministério eclesiástico é ordenado (Lv 8,1-13; Dt 34,9; At 1,15-26; 6,1-6; 9,10-19; 1Tm 4,14; 2Tm 1,6; Tito 1,5) e o Espírito Santo é dado através dos Sacramentos da Igreja (cf. At 8,14-21; 19,13-19).

Assim como o ministério eclesiástico fora dado para a Igreja (através dos apóstolos) diretamente por Deus na Pessoa de Jesus Cristo e daí por diante foi concedido a outros somente através das sucessões apostólicas, o mesmo acontece com os dons do Espírito Santo, que inicialmente fora dado para a Igreja por Deus na Pessoa do Espírito Santo (cf. At 2,1-13) e daí por diante somente foi concedido através da Igreja nos seus Sacramentos, conforme o você pode verificar nas referências bíblicas anteriormente sitadas.

O Espírito Santo embora guiasse o Apóstolo Paulo orientando-o sobre o quê e onde deveria pregar, em uma revelação manda-o submeter seu Evangelho (sua pregação acerca da Boa Nova) ao Magistério da Igreja (cf. Gl 2,1-2).

São Paulo sabia muito bem que a Igreja era o sinal Visível da Verdade (cf. 1Tm 3,15), tanto o sabia que foi a Jerusalém submeter seu Evangelho os outros Apóstolos, pois temia pregar ou ter pregado em vão (cf. Gl 2,2).

Assim é a ação do Espírito Santo, sempre aponta para a Igreja, que é a única "Coluna e o Fundamento da Verdade" (cf. 1Tm 3,15).

E disto bem sabiam aqueles que amaram o Senhor antes de nós, pois sempre procuravam ser fiéis ao Magistério da Igreja (cf. At 16,4-5).

Nos capítulos 12 a 14, o Santo Apóstolo ensina como os coríntios deveriam administrar os carismas recebidos pelo Espírito Santo.

Ora, se o Espírito Santo guiasse diretamente os fiéis, não haveria a necessidade do Apóstolo prescrever tais instruções, já que a Igreja de Corinto era farta em carismas (cf. 1Cor 1,4-6).


Para aqueles que se julgam Pentecostais ou Carismáticos e verdadeiros conhecedores da Sagrada Escritura, saibam que a Escritura dá testemunho que aquele que realmente é tomado pelo Espírito Santo, sabe que é Este mesmo Espírito que confirma a Igreja na Verdade, sendo portanto imprescindível a fidelidade ao seu Magistério, pois tais são as palavras do Santo Apóstolo:

"Se alguém se julga profeta ou agraciado com dons espirituais, reconheça que as coisas que vos escrevo [o que ensina a Igreja] são um mandamento do Senhor. Mas se alguém quiser ignorá-lo, que o ignore!" (1Cor 14,37-38).

A “fé” carismática é feita de intuição, de sentimento, de experiência interior. É uma “fé” imanente e subjetiva. Não se trata de “saber” para crer, mas de “sentir” para crer. A alma toma o caminho da sensibilidade, e é aí onde o demônio está na espreita.


Antes eu dizia que os carismáticos esta envolvido por uma “Paixão”, depois conversando com um amigo ele me disse que está “Paixão” era o “Romantismo”, algo que preciso aprender.

Fica com Deus, e nunca se esqueça dos pilares da Igreja, te tudo que vem além desse pilares não passa das obras do mal.
Nunca diminua a eficiência dos sacramentos que você recebeu ou irar recebe na Igreja,com (Batismo no Espírito Santo, Efusão do Espírito Santo, que é criação das seitas pentecostais protestantes ).


terça-feira, 7 de agosto de 2007

O Dom de Línguas

Mesmo se o blá, blá, blá emitido pelos carismáticos fosse real, já estaria desobedecendo à bíblia e a tradição bilenar da Igreja.

Regras de Uso

• Tipo das Línguas
• Modo de Receber
• Propósito
• Pessoas que Recebem
• Época

Regras de Uso

• Específicas:

v. 27 Não mais do que dois ou três por culto
v. 27 Sucessivamente
v. 28 Se não houver intérprete, fique calado
v. 34-35 As mulheres não falam na igreja (1 Coríntios 14:26-40)



• Princípios Gerais:

v. 26 Tudo para edificação
v. 40 Com decência e ordem


Tipo das Línguas
• Na Bíblia: Idiomas Verdadeiros
Atos 2

v. 4 "em outras línguas"
v. 6 "cada um ouvia falar na sua própria língua"
v. 8 "ouvimos falar, cada um em nossa própria língua"
v. 9-11 lista das nações
v. 11 "ouvimos falar em nossas próprias línguas"



1 Coríntios 14

v. 2,4,5, .... "língua" quer dizer "idioma"
v. 13 "interpretar" quer dizer "traduzir"
v. 11 "estrangeiro" quer dizer "alguém que fala uma linguagem diferente"
v. 21 Referência à linguagem assíria
v. 10 "Há . . . muitos tipos de vozes no mundo, nenhum deles, contudo, sem sentido"


Agora, quem faz este blá, blá, blá?

· seita Universal do Reino de Deus·
.seita Quadrangular·
.seita Deus é Amor·
.seita Assembléia de Deus·
.seitas contra a doutrina da trindade·
.e outras...
. e também R.C."C" aderiram a moda das seitas pentecostais .

Hoje, as "línguas" são usadas por muitas e diferentes seitas que pregam e ensinam doutrinas contraditórias. Desde a seita Universal do Reino de Deus até a Assembléia de Deus, e desde a Deus é Amor até as seitas que negam a Trindade, todas têm as mesmas "línguas". Agora como virou moda católicos falam "línguas"na Igreja Católica, nos grupos carismáticos. Estaria o Espírito Santo dando seu sinal de aprovação as seitas que pregam coisas que contradizem completamente umas às outras? Muitas das doutrinas e práticas destas seitas não só contradizem umas às outras, mas contra-dizem também a Bíblia e a Tradição da Igreja.


Obs:Tenho observado, nos escritos carismáticos, sobre dom de linguas, não faz uma sequer uma referencia aos Santos doutores da Igreja.

Porque não há nenhuma referencia?

Porque este blá, blá,blá nunca existiu na Igreja Católica, a não ser o verdadeiro dom de língua.

Logo no link abaixo está os ensinamentos dos Santos Doutores da Igreja sobre o Dom de Língua Verdadeiro .


http://missadesempre.blogspot.com/2007/06/dom-de-lingua.html