sábado, 28 de julho de 2007

Meu Testemunho

Freqüentei os grupos de oração da R.C.(C), desde criança, mas quando comecei a freqüentar com mais dedicação foi quando cheguei à idade adulta, pois entre a idade de criança a idade adulta tinha me distanciado um pouco.

Foi até quando conheci um rapaz na procissão do senhor morto na semana Santa que me apresentou as outras pessoas que eram desse movimento, no outro encontro que iríamos nos encontrar tínhamos ido até o monte (morro) orar, aonde tinha também grupos de protestantes.

Sempre durante a minha vida tinha um grande amor pela Igreja, mesmo na época que tinha me distanciado sempre Amei a Igreja uma prova disso é um rapaz que conheci na época que gostava de ir a shows de rock black metal, tresh metal etc... convidou-me para se o seu padrinho de Crisma, pois ele não sabia que hoje estava freqüentado a Igreja assiduamente, pois só conhecia , minha convicção pela fé Católica, por não ter medo de dizer que amava a Imaculada Virgem Maria no meio das pessoas que se diziam que eram satanista.
Este amor pela Igreja herdei de meus pais.
Depois de ter ido a vários encontros carismáticos, já estava como um praticante ativo desse movimento.
Nas livrarias Católicas já estava bem conhecido, de tanto comprar livros de autores da R.C.(C) , éra assinante da revista renovação carismática “católica”, cds, vídeos, tudo era R.C.(C) para minha vida.

Apesar de ser um praticante ativo desse movimento, tinha algo que sempre batia de frente com os outros carismáticos.
Que era a sede de converter os hereges para a Igreja de Deus, e os carismáticos agiam como que fosse alternativa de adorar a Deus.

Minha primeira atitude como carismático praticante foi evangelizar um protestante. Que trabalhava ao lado de um rio, aonde eu mostrei para ele a passagem de Mateus 16,16.
Aonde Jesus entregou entrou para Pedro a chave da Igreja.
Eu sem “saber, não éra ‘ carismático”, pois minha alma era de um verdadeiro Católico que ainda não conhecia as origens e nem os erros desse movimento.
Neste movimento tinha várias contradições.
Tinha muitos amigos meus na R.C(C), que contava historias de “milagres”, “profecias” etc., do meio protestante, mas quando eu iria contar um verdadeiro milagre ou uma verdadeira profecia de um Santo muitos ficavam desconfiados não querendo acreditar.
Era muita bajulação aos hereges protestantes, e muita desconfiança sobre a doutrina Católica.
Destas coisas comecei a ter nojo, me deixava indignado.

Critiquei muitas vezes as musicas protestantes dentro da R.C.(C). Depois fiquei sabendo. Que grande partes das músicas da R.C(C). Eram de origens protestantes.
Ai comecei a me aprofundar, porque tanta bajulação aos hereges protestantes Pentecostais, dentro da R.C.(C).

Vi que a origem da R.C.(C), e todos os seus ditos carimas eram de origem das seitas pentecostais protestantes.
Um filho nunca vai criticar o seu Pai.

Isso que é a R.C.(C), filha das seitas pentecostais protestantes.
Notei que não tinha fundamentos católicos nesse movimento, não poderia mais confiar nas pregações dos lideres da R.C.(C). Porque não sabia mais se a pregação deles era Católica ou Protestante.

Como que eu iria para um encontro da R.C.(C), se não confiava mais em quem iria pregar.
Uma de tantas horrorozidade da R.C.(C). É a profanação ao Santo Sacrifício da Santa Missa.
Transformando a Missa num baile, em que as pessoas dançam e batem palmas como que se estivesse num baile.
Quantas blasfêmias meu Deus!

Hoje peço perdão a Deus, por ter comportado como um carismático no Santo Sacrifício da Santa Missa.

Eu sei que é difícil para quem fazem parte desse movimento, abrir os olhos.
Eu também fui assim, quantas vezes ouvia criticas a este movimento e procurava fechar os olhos para não ver a realidade.

A verdade é tudo em nossas vidas, porque Deus é a Verdade.

Não importa que você perda todos os teus amigos pelo Reino dos Céus.

O que importar e a nossa salvação e não ficar agradando o homem.

Quem ama diz a verdade e não fica encobrindo os erros pelo respeito humano.
É melhor agradar a Deus do que o homem.

Também um dos pontos fundamentais para largar definitivamente este movimento, foi à falsa oração em língua que é praticado nesse movimento.

Eu como outros eram possuidor desses falsos carismas
Eu até incentivava outras pessoas a possuírem estes falsos dons.
Um dia estava na missa de “cura e libertação” na paróquia que freqüentava, aí tinha chegado o momento das pessoas orarem em língua, eu também comecei como sempre como em todo período que estava na R.C.(C).

Pensei se for realmente um “dom” de Deus, se é próprio Espírito Santo que esta agindo em mim, não conseguirei parar a oração em língua, ai parei de orar naturalmente, sem esforço algum, e notei qualquer momento que quisesse iniciar novamente poderia inicia.

Nesse dia cheguei a exata, conclusão que aquele, blá, blá, blá, não vinha do Espírito Santo mais sim do próprio humano, da minha própria mente. Comprei até a Suma Teológica, e notei que este blá, blá, blá, não tinha na de Católico pois os ensinamentos dos Santos da Igreja sobre o dom de língua é completamente diferente do que é ensinado na R.C.(C). Pois o que é ensinado na R.C.(C), é também ensinado nas seitas pentecostais protestantes, de onde surgiu a R.C.(C).

Muitas tem medo de assumir isso, que este blá,blá, blá, é mecânico, ou devido a grande indução dos lideres carismáticos , de possuir esses falsos carismas, que se torna quase obrigação nesse meio.
Uma das coisas que o pessoal fala, quando alguém está com dificuldade de fazer o blá, blá, blá é “ Se abre para o espírito irmãozinho, não tenha medo de se abrir”, este abrir para o espírito seguinificava se abrir para vontade do carismático que deseja que você faça o blá, blá, blá.
É faça o blá, blá, blá para sastifazer a vontade de seu “ irmãozinho”, ou para sastifazer seu eu para ficar mais aturmado com o grupo e todos perceberam que você também tem este “dom”. (isso se chama brincar, ou cometer sacrilégio com o Espírito Santo, mostrando, que tem um dom que não o possuir).

Eu sei que é difícil para as pessoas se libertarem desses lideres carismático, que carregam multidões ao abismo, com missas shows, falsos dons, e outra coisas, porque também fui assim cego, não queria ver a realidade, quando via o lia algo criticando este movimento, desvia os ouvindo e o olhar da verdade, devido a cegueria que tinha por este movimento.

Hoje graças a Deus, e pelo Espírito Santo que derrama suas graças sobre mim estou liberto desse movimento.

Agora posso dizer com muita felicidade, que sou Católico Apostólico Romano, sem mistura de protestantismo.
Tenho notado, nas conversas que tenho com membros desse movimento, que eles amam a R.C.(C), e não a Igreja.

Porque?

Quando fazemos critica a este movimento somos tidos como uns dos maiores inimigos e nos agredir com todo tipo de ofensas. Mas em relação aos hereges protestantes que blasfemam todo o mal a Santa Igreja são tidos como irmãozinhos até cantam e fazem encontro juntos.

Quem ofendem a Igreja eles não estão nem aí, mas quem fala da R.C.(C) que eles pertencem são tido como o maior inimigo.

E agora alguns me dizem:

Foi a R.C.(C). que tirou você dos vícios mundanos.

Aí eu respondo:

Me tirou dos vícios mundanos, mas fez com que eu cometesse sacrilégio dentro da casa de Deus,
Utilizando falsos carismas, dizendo que éra o Espírito Santo mas era o próprio humano.

Ridicularizando o Santo Sacrifício da Santa Missa com palmas, falsas orações em línguas, simulações de danças, como se fossemos todos protestantes.

A Renovação Carismática Protestante, que de Católica não tem nada, me retirou da profanação a Deus fora da Igreja para profanar dentro da Igreja na frente de Deus.
Que aberração, meu Deus!

A RCC É MÁ PORQUE VEM DO PROTESTANTISMO
Disse-nos Jesus Cristo, Verdade divina e infalível: "Assim toda árvore boa dá bons frutos, e toda árvore má dá maus frutos Não pode uma árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos" (Mt. VII, 17-18).

Você carismático que está lendo este testemunho, não tenha medo de se libertar desse movimento protestante que se infiltrou dentro da Igreja, pois fui como você apegado a tudo que era ensinado dentro desse movimento, e quando notei que tudo aquilo não passava de puro protestantismo larguei, e hoje sou Católico Apostólico Romano sem mistura de protestantismo.

O delirio disseminado novamente...

Ave Maria puríssima!

Caríssimos a carismática Patty Mansfield testemunha ocular de Duquesne lugar da disseminação neopentecostal dos idos de 1967 novamente disseminando suas ilusões gnosticas, irracionalistas e modernistas na canção ‘nova’(Lugar apropriado para tal ). Um conselho: Sugiro aos carismáticos ou ainda a quem tem um certo apreço por esse pentecostaismo patético passarem ler essa noticia abaixo e lerem em seguida a encíclica Papal infalível de S. Pio X -1907- desmascarando os hereges modernistas e seus sistemas. Na encíclica PASCENDI. Notaram a contraposição evidentissima o que é um alma autenticamente católica como deste Papa e uma alma infectada com o pentecostalismo protestante e modernista (Patty Mansfield).O link: http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=enciclicas&artigo=pascendi&lang=bra

Texto abaixo, completamente protestante, até parece que é de uma "pastora" pentecostal protestante.

Como um novo PentecostesJá estamos em Pentecostes, que alegria! Eu gostaria de dedicar o testemunho hoje para Nossa Senhora. A caminho daqui, visitei o Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Se vocês ainda não foram lá, não deixem de visitá-lo. Nós queremos seguir os passos do Santo Padre, que veio a Aparecida.O saudoso Papa João Paulo II, certa vez, disse: "Todas as vezes em que o Espírito intervém, Ele deixa as pessoas surpresas, e deixa situações de graça completamente novas, mudando as pessoas e a história". No Evangelho de Lucas, capítulo 11, Jesus disse: "Peçam e acharão, batam e a porta será aberta". É isso que o Espírito Santo faz, Ele transforma situações que achamos estar sem solução.

Em meados de janeiro de 1967, estava eu com membros de um grupo, numa escola dos Estados Unidos, para fazermos um retiro. Ali [rec]recebemos [??] a passagem do profeta Isaías em que o Senhor diz: "Eis que faço algo novo". De fato, o Senhor estava fazendo algo novo com os católicos. Pela oração sincera, a forma com que eles liam as Escrituras, o amor com que eles foram recebidos.

...Um deles disse, nos dias que se seguiram, que se sentiram como se estiveram imersos num oceano sem água. Este oceano era Deus, com certeza. Enquanto estava me preparando, alguns dias antes desse retiro, pensava comigo mesma: se sou batizada e tenho o Sacramento do Crisma, por que então eu nunca senti [???] o Espírito Santo? Eu participo da Santa Missa, me confesso... então, por que Deus não fala comigo [???] . Eu fiquei sedenta por conhecer a Deus naquele momento. Estava pensando como seria maravilhoso se uma pessoa comum como eu, pudesse de fato conhecer [??] o Espírito Santo.As Sagradas Escrituras dizem: "os olhos de Deus estão passando por toda a terra, procurando pessoas que querem entregar seu coração a Ele".

Alguns dias antes daquele retiro, eu ajoelhei na beira da cama e fiz uma oração: "Senhor, se for possível faça mais em minha vida! Eu quero!" Naquele momento, eu abri os olhos e olhei confiante em minha volta. Mas o que foi que eu vi? Nada! ['É óbvio!..]Na hora me veio à mente que eu era uma pessoa muito comum. E que só pessoas muito especiais poderiam experimentar [???] a Deus, ministros, padres, freiras... Mas o Senhor ouviu a minha oração de uma forma muito mais maravilhosa do que eu podia imaginar. Fui ao retiro e na capela, cantávamos o Veni Creator (Vem, Espírito Criador). Nunca tinha ouvido esse canto e logo me apaixonei por ele.

Quando entrei na capela naquela noite, (era bem pequena a capela), não havia cadeiras, o altar ficava no centro. O Santíssimo estava exposto no altar. Fiz a genuflexão e depois ajoelhei. Pela primeira vez no momento em que ajoelhei, comecei a presenciar uma grande alegria e fiquei surpresa! Imediatamente imaginei: Ele é Deus! Ele é o Rei dos Reis! Ele é o Deus de toda a Criação! Ele é santo! Eu não sou santa... Senti vontade de sair correndo, mas pensei que se ficasse ali na presença de tamanha santidade, algo aconteceria comigo. Senti necessidade de me entregar a Deus e, essa necessidade está no coração de cada ser humano. De alguma maneira, sem que ninguém me tocasse, meus sapatos saíram dos pés e no momento em que eu estava ajoelhada, senti-me mergulhada no amor de Deus.
Jamais o amor d'Ele será impedido pelo nosso pecado! O próprio Papa proclamou isso em sua Encíclica: "Deus é amor."
Percebi que qualquer pessoa poderia sentir Deus, como eu O tinha sentido. Então corri ao padre e contei-lhe essa história e perguntei o que iria fazer. O padre me respondeu: "O Senhor vai lhe mostrar".
Eu quero dizer a todo povo da América Latina, o que quer que o Senhor tenha feito por vocês, façam também a outros! Há muitas coisas que o Senhor quer façamos. Tudo o que temos de fazer é nos abrirmos ao Espírito Santo e caminhar por onde o Senhor preparou para nós.

enviado por Rodrigo Salesi

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Site do "prof." Felipe Aquino ensina heresias

http://www.cleofas.com.br/virtual/artigos/art007_RCC_veio_do_protestantismo_LMJ.pdf

Neste link postado no site do "professor" Felipe Aquino podemos ver as heresias promulgadas por esta seita (RCC) infiltrada no seio da Igreja. Contrariando o ensinamento que Nosso Senhor nos deixou "Uma árvore boa não pode dar maus frutos" (Mt VII,XVIII).

Um desses teologos de praia deste site heretico afirmou que:“Em suma ratifico minha estima pela RCC como um movimento da Igreja, válido, reconhecido pelo Magistério e frutífero. É de se notar que até as boas árvores dão frutos estragados de quando em vez, ora, na “sociedade perfeita” da Igreja Medieval poderia a Igreja ter gerado um fruto mais podre que o “heresiarca – mor” Lutero?”.

Ou seja, não so o autor contraria um ensinamento claro de Nosso Senhor como também acusa a IGREJA de ter GERADO um fruto podre, "Lutero". Ai, ai, ai... Agora a culpa e da Igreja. Nao sei como esses hereges conseguem se superar cada vez mais. Felipe Aquino e cumplice disso tudo. Mais uma prova de que esse sitizinho heretico não tem credibilidade alguma. Rogo a Nossa Senhora que não demore em afastar este fruto (RCC) PODRE da Igreja.

Texto - Paulo

Entrevista com Pe. Jonas

Pergunta: Como o senhor esta vendo o balanço deste congresso até os dias de hoje ? Como o congresso esta caminhando, quais as novidades apresentadas dentro desse congresso, em termo de RCC, em termos de Igreja para o Brasil ?

Resp. Pe. Jonas Abib: Nós estamos invocando o que foi o grande acontecimento do Brasil e da América, 5ª Conferencia do CELAM. E nós estamos percebendo como o Espírito Santo está nos impulsionando a realizar as conclusões desta conferência que estão justamente num documento que está para sair impresso no Brasil. O Espírito Santo é muito coerente (aqui uma leve risadinha quase para não dizer sarcas deste sacerdote). Nem fomos nós que programamos assim. As palestras do Congresso estão nos levando diretamente a realização daquilo que Deus quer e que foi a nós apresentado, através da Igreja da América da 5ª Conferencia.

Pergunta: Estamos comemorando 40 anos da RCC no mundo aqui na Canção Nova. Como isso soa no coração do senhor ?

Resp. Pe. Jonas Abib: Primeiro aquela sensação de dever cumprido. Nós somos RCC e verdadeiramente fizemos RCC desses 30 anos de existência de Canção Nova.(Que fique então registrado o fundador da Canção 'Nova' afirma com todas as letras que a CN é RCC e trabalham para a RCC. Pois que nenhum carismático contrarie isso como já ouvi aos meus ouvidos tempos passados carismáticos dizerem que a CN não é RCC). Então uma alegria de dever cumprido, mas ao mesmo tempo um impulso novo. Eu posso dizer sem medo a um campo imenso para nós realizar-mos a nossa missão, que afinal das contas nossa missão é evangelizar.

Pergunta: O que o senhor tem a dizer para as pessoas que ainda criam barreiras contra a RCC ?

Resp. Jonas Abib: Se eles criam barreiras é porque eles não a conhecem (?). Então eu diria, que nós os conquistemos pelos frutos(OH! Unbeliveble!!). Que nós os conquistemos pela amizade, pela presença. Que nós os conquistemos pela Obediência (sei, tente me enganar...), quando se tratarem de superiores nossos, como sacerdotes, bispos, coordenadores de pastoral. É uma questão de conquista, não é uma questão de defronte. Bem ao contrário é uma questão de conquista. A RCC não é uma obra humana, ela é uma obra de deus. (É fácil contrariar a verdade história usando de sofisma.. easy!) Foi o próprio espírito santo quem a suscitou para a Igreja e portanto para o beneficio do mundo. Nós não podemos impedir a obra do espírito. O que acontece é que nem sempre nós entendemos as novidades do espírito santo

(Me recordo sempre das palavras deste santo que um dia disse):

O que fará o Católico se algum novo contágio tentar ENVENENAR, não apenas uma pequena parte da Igreja, mas TODA A IGREJA de uma só vez? “Nessa altura, a sua grande preocupação será manter-se ligado às coisas ANTIGAS, que já não podem ser desencaminhadas por alguma NOVIDADE mentirosa.” - São Vicente de Lérins – In Commonitorio-

.. Aqueles que não entenderam ainda precisam ser conquistados (Libera nos Domine!). Nós estaremos fazendo uma contribuição a ele, fazendo-os entender (De irracionalismo basta! chega! quero Catolicismo).

Texto enviado por: Rodrigo Salesi

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Conciliar Modernismo com Tradição...?


Imagina você dizer a um filho seu: filho cometer adultério é pecado gravíssimo, mas não tem problema você ir paquerar varias garotas antes e conhecer uma... ?

Seria esse tipo de conselho estranho, obscuro e ambíguo que certos homens que querem conciliar modernismo com tradição... ?
Mas antes o romântico por não desagradar não o fará.

Um exemplo desses que ficam entre o modernismo e a tradição e o Prof. Alessandro Lima, do site Falsistatis Splendor.

Resposta à um carismatico
Que Deus lhe pague pelo seu carinho para com o nosso apostolado. Queira Deus que jamais desanimemos nesta difícil empreita.
Talvez a sua dúvida deva-se pelo relativismo religioso que contamina muitos grupos “carismáticos”. Com efeito, ensinam que o Espírito Santo também se manifesta no Protestantismo, como se fosse possível o Espírito Santo endossar o erro.
É importante deixar claro que os carismas são manifestações extraordinárias concedidas pelo Espírito Santo. Ora, o que é extraordinário não é ordinário, correto? Embora pareça óbvio, o problema é que hoje se pretende que os carismas sejam ordinários e deste desvio seguem-se outros, como por exemplo, a fabricação dos dons, ou melhor, dizendo o fingimento mesmo.
Minha vida como protestante foi dividida em duas fases: quando fui luterano e quando fui pentecostal. Nas denominações históricas devido à sua antiguidade, estão mais próximas da Verdade. Tanto que o relacionamento entre católicos e protestantes históricos é mais serena e proveitosa.

A balbúrdia existe mesmo no Pentecostalismo. Quando fui pentecostal era notório que muitas pessoas fingiam estar falando em línguas, fingiam que profetizavam. Eu nunca gostei disso e nem fingia estar falando em línguas. Com efeito, eles falavam em línguas estranhas... E bota estranha nisso! Porém não são movidos pelo Espírito Santo.
Também é sabido que o demônio se manifesta onde está o erro, mesmo entre pessoas sinceras. No protestantismo pentecostal chegam até a “incorporar” Deus. E também ao disparate de dar ordens ao “Espírito Santo”.
Nas religiões africanas e nas de orientação espírita também há o mesmo tipo de manifestação. "Será que Deus também fala nelas"? Claro que não! Quem se manifesta no erro é o demônio e não o Espírito Santo.
Todo este circo é montado para distrair as pessoas, para afastá-las da Verdade. E também é sabido que a entrada cobrada pelo espetáculo é bem alta. Aos poucos o diabo vai mostrando a cara, veja que agora a seita do Pedir mais cedo está apoiando o aborto e o uso de contraceptivos.
Claro que Deus ama a todos seus filhos, quer que todos se salvem. Porém não é um Deus de confusão. Os carismas e milagres são sinais que Ele nos mostra para nos indicar onde está a Verdade. Estas manifestações extraordinárias são as assinaturas de suas obras. Logo, só podem existir autenticamente onde a Verdade está. Por isso ensina a Escritura: "Não é preciso magia em Jacó, nem adivinhação em Israel: há seu tempo, se dirá a Jacó e a Israel o que Deus quer fazer" (Nm 23,23).

E onde está a Verdade há verdadeira transformação de pessoas e da sociedade. Quantos exemplos de vida o Catolicismo deu a este mundo? Quantas vocações, quantos santos, quantas pessoas que transformaram a vida de seu povo e sociedade? A Idade Média é o grande exemplo disto e por isso este período é tão atacado pelos inimigos da Igreja.
Infelizmente o modernismo que está engendrado na Igreja, mornou a Fé (cf. Ap 3,16) e a sociedade quase não vê diferença entre um “católico” e uma pessoa sem fé.
Quantos avanços na filosofia, na ciência, na arte, na agricultura e na pecuária trouxeram a Igreja Católica! E o que nos deu o Protestantismo com seus quase quinhentos anos de existência? Que legado ele nos deixou?

Suas personalidades são somente lembradas pela revolta que empreenderam contra a Igreja Católica. Que influência trouxe as obras de Lutero, Calvino, John Huss e outros? Dá pra comparar com Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Jerônimo e Santo Tomás de Aquino? Não, não dá. Pois o Protestantismo é obra do homem e o Catolicismo é obra de Deus.
Desta forma, caríssimo Luiz, só há verdadeiros dons e carismas na Igreja Católica. Fora dela o que existe é uma grande falsificação.
Em Cristo,
Prof. Alessandro Lima.
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Dons de línguas não se fabricam

Por Prof. Alessandro Lima

“Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem" (At. 2,3-4).

Introdução

A Fé católica sempre foi calcada na Tradição, na Escritura e no Magistério da Igreja. Estes pilares transformaram a vida de centenas de gerações de cristãos. De modo especial estes cristãos buscaram nos Sacramentos da Santa Igreja a fonte inesgotável da Graça de Deus. Em nosso tempo esta espiritualidade foi desvirtuada a ponto de se ensinar a fabricar dons do Espírito Santo.

Dom e Graça

Graça é um favor gratuito de Deus. Deus concede Sua Graça aos seus filhos não por merecimento destes, pois não merecemos nem o Amor Dele, mas porque Ele que é nosso Pai nos ama até o ciúme (cf. Ez 38,19).
Por Graça Deus nos presenteia, e nos santifica. Isto é o Dom. Dom é um presente que Deus nos dá por meio de Sua Graça infinitamente amorosa. Dons não se fabricam.

Grupos Carismáticos ensinam fiéis a fabricar Dons de Línguas

Em At. 2,3-4, a Escritura Sagrada dá testemunho de que é por meio do Espírito Santo que Deus concede o dom de Línguas.
S. Paulo ensina isso aos coríntios: "Aquele que fala em línguas não fala aos homens, senão a Deus: ninguém o entende, pois fala coisas misteriosas, sob a ação do Espírito" (1Cor 14,2).
Mas, muitos grupos carismáticos têm ensinado os fiéis a falar em línguas! Isto é um claro absurdo, pois se o Dom vem do Espírito Santo não pode ser ensinado e nem fabricado.
Um amigo que freqüentou por muito tempo reuniões carismáticas, disse-me que certa vez quando participava de uma destas reuniões, estava meio desconcertado, pois não fala em línguas. Então um líder do grupo que estava ao seu lado disse-lhe “me remeda aí”.
É mole ou querem mais?
Mais triste que isso é ver sacerdotes, homens consagrados ao Serviço de Deus, utilizando veículos de comunicação em massa para ensinar fiéis católicos a fabricar dons de línguas. Por mais louváveis que sejam suas intenções, acabam conduzindo os fiéis ao erro.

Que espírito realmente inspira estas distorções?

Digo com toda segurança que o espírito que inspira tais monstruosidades não é o Espírito Santo. É o espírito humano, orientado, ou melhor, desorientado por uma falsa espiritualidade.
A verdadeira espiritualidade é católica e esta é como o ponteiro da bússola que sempre aponta para o norte da Tradição, da Escritura e do Magistério da Igreja. Ela se confirma nesta direção através da Graça dispensada pelos Sacramentos da Igreja e de uma vida cristã autêntica.
Foi através desta verdadeira espiritualidade que a Santa Igreja Católica deu ao mundo o testemunho de centenas de gerações de Santos. O ponteiro da bússola deles nunca esteve apontado para o misticismo das seitas ou das falsas religiões. Ao contrário, esteve firme na Doutrina Tradicional da Santa Igreja, verdadeiro tesouro que enriquece e ilumina a inteligência do homem.
Quando este ponteiro aponta para outro lugar, desorienta quem está de posse da bússola. Pois confiando no seu apontamento, acaba por conduzir-se por uma direção que não o levará ao destino querido por Deus, o Céu.

Conclusão

Bússola que desorienta os fiéis, isto é, cujo ponteiro da espiritualidade não aponta para o Norte da Doutrina Tradicional da Santa Igreja, não é católica. É uma falsa bússola, pois não atende ao fim para o qual foi designada: orientar. Orientar vem de oriente, apontar para o oriente, para onde nasce o Sol. Somente a Doutrina Tradicional da Igreja apresenta a Verdadeira Luz que é Cristo Jesus.
Rogo à Santa Maria Auxiliadora para que ajude seus filhos a descobrir que o Verdadeiro tesouro espiritual está na Tradição e que os verdadeiros dons vêm do Espírito Santo através dos Sacramentos. As vidas das dezenas de milhares de Santos da Igreja dão testemunho disto com toda certeza.

Caro Prof. Alessandro Lima; largue o modernismo, não tenha medo, eu sei que você está ciente dos erros que o modernismo assola a Santa Igreja Apostolica Romana, não tenha medo de denunciar a R.C."C"., com seus inumerados ensinamentos das seitas pentecostais protestantes. Seja claro quando for refurtar a R.C."C"., não tenha medo de dar os nomes aos bois!

Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Apocalipse 3:16

Patti Mansfield --Retiro de Duquesne--


Entrevista feita pela Cancao Nova, aonde eles entrevistam Patti Mansfield, conhecida e exaltada figura no meio "carismatico", por ser testemunha viva do "grande" retiro do final de semana em Duquesne, EUA.

Como a CN "esqueceu" de traduzir as respostas de Patti Mansfield (testemunha em Duquesne), irei alertar os "carismaticos", terminando a traducao.

cancaonova.net: Como você viveu aquela primeira experiência com os dons do Espirito Santo?Patti: Era um novo e impressionante. Não havia livros escritos sobre a Renovação Carismática Católica. Eu me lembro que uma de minhas amigas, tirou de seu livro um guardanapo escrito e disse: "Eu não sei o que essas palavras significam, mas insistem em vir a minha mente..." Ela estava recebendo profecias mas não sabia que eram profecias. Não sabíamos nada sobre os dons carismáticos. Tudo o que sabíamos era nos abrir sem reservas a Jesus. Rezávamos chamando o Espírito Santo, entoando o Veni Creator Spiritus e repentinamente fomos pegos pela experiência de Pentecostes. Fim???

http://www.cancaonova.com/portal/canais/entrevista/entrevistas.php?id=234

Repare agora pela entrevista original em ingles, que a CN traduz somente ate' onde se diz "experiencia de Pentecostes".

cancaonova.net: How did you handle the Holy Spirit gifts?Patti:It was new. It was overwhelming. There were no books written about the Catholic renewal. I remember that one of my friend took out a little napkin from her book and she said: I do not know what these words mean but they keep coming to me…She was receiving a prophecy but she did not know it was a prophecy. We did not know about Charismatic gifts. All we knew was open ourselves to Jesus unconditionally; we prayed to the Holy Spirit using the Veni Creator Spiritus and suddenly we were caught up in the Pentecost experience.(ate' aqui eles lembraram!)

(parte "esquecida")In the earliest days after the Baptism in the Spirit we received a lot of help from brothers and sisters from the protestant denominations; who had already been walking in the Spirit for a long time.

http://www.cancaonova.net/channels/interview/interview.php?i=233

Traduziremos o ultimo paragrafo "esquecido" pela CN agora, para que a entrevista fique completa!"Logo depois do batismo no espirito, nos recebemos uma grande ajuda dos nossos irmaos e irmas de outras denominacoes protestantes; dos quais ja vinham caminhando no espirito por muito tempo."

Pq sera' que a CN esqueceu de traduzir esta parte???
Abram os olhos "carismaticos"....A igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo precisando de "uma maozinha" dos protestantes para q conhecamos os "carismas"???

Ora, como poderia o Espirito Santo agir em seitas protestantes, sendo que da arvore má nao se colhem bons frutos???

Outra declaracao dessa "lider" Carismatica!"

"If devotion to Mary consisted of saying the Rosary every day, I would be lost."

"Se devoção a Maria consistisse em rezar o terço todo dia, eu estaria perdida".

Que belo exemplo, dessa, que é uma figura "carismatica" tão respeitada, para não dizer outra coisa, no meio "carismatico".

http://www.tldm.org/News8/CharismaticMovement.htm

Declaracao mais completa.....

Patti Gallagher Mansfield, uma das pioneiras carismaticas dos anos 60, palestrou sobre a "Verdadeira Devocao a Maria", de Sao Luis de Montfort. O discurso era um híbrido das teologias que misturam o “bom” do "batismo no espírito" junto com a devoção a Maria. A senhora Patti Mansfield abalou seriamente seu próprio discurso, e destruiu sua credibilidade, indicando que propositadamente não recomendou devoções tradicionais a Maria, tal como a medalha Miraculous, o rosário, etc., porque, em sua teologia, "não importa como você vem a Maria, contanto que você venha"

Desmerecendo ainda mais a importância do Santo Terço com a declaração: “Se a devoção a Maria consistisse em rezar o Terço todos os dias, eu estaria perdida.”

Obs: claro! todos protestantes pensam assim.

Comentário de Inácio

Cometário sobre a passagem desta mulher pelo Brasil:


ESTA SENHORA JÁ ESTEVA EM MINHA PARÓQUIA AQUI EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, EM UMA MISSA. QUASE NO FINAL DA MISSA ELA DEU SEU TESTEMUNHO ENQUANTO OS PADRES PRESENTES VIBRAVAM ENQUANTO ELA (MULHER NO ALTAR) FALAVA. FOI HORRIVEL. PARECIA QUE OS PADRES SONELIZARIAM MAIS A PRESENÇA DELA DO QUE SE ESTIVESSE O PAPA NAQUELE MOMENTO NO ALTAR.DE QUEBRA AINDA NA MISSA, ELA DEU UMA AULINHA DE COMO FALAR EM LINGUAS! "COMECEM COM ALELUIA, AVE MARIA.."QUE NOSSA SENHORA LIVRE NOSSAS PARÓQUIAS DESTA "PROFETIZA" DO DOM DA LINGUAS.

IN CORDE, MARIAE, SEMPER,
DOUGLAS DELLAMONICA

Formação do Gerente de Conteúdo da WebtvCN


É Especialista em Bíblia - Tradição Profética - pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP).

Atualmente é mestrando em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico também na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP).

Em termo de doutrina a C.N. agir, como tanto faz, por isso Denis Duarte, que tem a formação teologica completamente protestante chega a nivel de gerente WebtvCN.

Também o que é ensinado na C.N.,é puro protestantismo.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Exorcista


Um dos quatro critérios para uma pessoa afetada pelo demônio é falar em línguas que a pessoa em estado consciente desconhece.
Grande semelhança com os carismáticos que adoram enrrolar a língua, e dizer que falam em línguas desconhecidas. (falsa oração em língua).
Exorcista mexicano critica sacerdotes que não acreditam em existência do demônio
Recorda que sua existência é um dogma de fé na Igreja

MEXICO D.F., 23 Jul. 07 / 12:00 am (ACI).- O coordenador geral de exorcistas da Arquidiocese do México, Pe. Pedro Mendoza Pantoja, criticou o cepticismo de alguns sacerdotes sobre a existência do diabo e assinalou que embora não sejam muitos os casos de possessão, o são no que é afetação demoníaca, que se deve ao afastamento do homem de Deus.
Ao culminar o 3º Congresso Nacional de Exorcistas, o Pe. Mendoza advertiu que quem não acredita na existência do demônio esquece que se trata de um dogma de fé da Igreja "por mais que queiram dar (a estes fenômenos) explicações de tipo psicológico ou de outra índole".
Em declarações à imprensa, o sacerdote afirmou que na arquidiocese há sete exorcistas e que este número não é sob dado de que tampouco são muitos os casos de possessão; mas, advertiu, "sim o são no sentido de que atualmente muitas pessoas sofrem diversos tipos de afetações demoníacas devida ao afastamento do homem da fé, o que o faz crédulo em magia, bruxaria, malefícios, horóscopos e inclusive na morte, e tudo isto os sacerdotes não o atendem porque não sabem como fazê-lo".
Nesse sentido, qualificou o evento de bem-sucedido porque se conseguiu sensibilizar os bispos participantes para que toquem este tema nos seminários e o número de exorcistas aumente. O Pe. Mendoza assinalou que é necessário tomar consciência da importância do ministério do exorcismo.
Distinguir males mentais de possessões
Por outro lado, durante o evento, o psicólogo e exorcista da Arquidiocese do México, Pe. Enrique Maldonado, assinalou que é necessário distinguir entre uma verdadeira possessão diabólica e uma enfermidade mental. Nesse sentido, afirmou que de cada dez mil casos de suposta possessão apenas um é real.
Acrescentou que por isso é necessário o apoio de especialistas que, sob a guia do sacerdote, poderão diferenciar uma psicopatologia de uma verdadeira influência demoníaca e assim ajudar à pessoa "a encontrar a melhor via para solucionar seu problema".
Por sua parte, o Pe. Jesús Yáñez recordou que na guerra que houve no Céu" não só caiu Satanás, mas também demônios menores que o seguiram; e que "possuído" é a pessoa atacada por Satanás e "diabólico" o invadido por demônios menores [???].
O sacerdote explicou que para estabelecer uma possível possessão se devem manifestar quatro critérios na pessoa afetada: aberração ao sagrado, aparição de fenômenos paranormais "em grau supremo", a "revelação de coisas à distância", e falar em línguas que a pessoa em estado consciente desconhece.

O professo de sofisma Felipe de Aquino



Estou publicando este texto, devido que o professor de sofisma Felipe de Aquino gosta de citar os artigos Dom Estevão Bettencourt. Mas porque não publica este texto no seu site? Será para não ofender os carismáticos? Ou seu líder Padre Jonas? Será que é a lei do,"que serve é só o que me convém"?

Pois, durante as celebrações na R.C.”C”, está lotado de músicas dos hereges protestantes
.


Músicas Protestantes em Celebrações Católicas?

Pergunte e Responderemos do mês de junho aborda a temática através do parecer de peso de seu editor:

“Não é conveniente adotar cânticos protestantes em celebrações católicas pelas razões seguintes:

1)Lex orandi lex credendi (Nós oramos de acordo com aquilo que cremos). Isto quer dizer: existe grande afinidade entre as fórmulas de fé e as fórmulas de oração; a fé se exprime na oração, já diziam os escritores cristãos dos primeiros séculos. No século IV, por ocasião da controvérsia ariana (que debatia a Divindade do Filho), os hereges queriam incutir o arianismo através de hinos religioso, ao que Sto. Ambrósio opôs os hinos ambrosianos.

Mais ainda: nos séculos XVII-XIX o Galicanismo propugnava a existência de Igrejas nacionais subordinadas não ao Papa, mas ao monarca. Em conseqüência foi criado o calendário galicano, no qual estava inserida a festa de São Napoleão, que podia ser entendido como um mártir da Igreja antiga ou como sendo o Imperador Napoleão.

Pois bem, os protestantes têm seus cantos religiosos através de cuja letra se exprime a fé protestante. O católico que utiliza esses cânticos, não pode deixar de assimilar aos poucos a mentalidade protestante; esta é, em certos casos, mais subjetiva e sentimental do que a católica.


2) Os cantos protestantes ignoram verdades centrais do Cristianismo: A Eucaristia, a Comunhão dos Santos, a Igreja Mãe e Mestre... Esses temas não podem faltar numa autêntica espiritualidade cristã.

3) Deve-se estimular a produção de cânticos com base na doutrina da fé.”

(Dom Estevão Tavares Bettencourt, OSB)
Dom Estevão Bettencourt, em Pergunte e Responderemos n. 516

domingo, 15 de julho de 2007

Dom de Linguas

Tomamos por base. Primeiramente, os estudos bíblico do doutor em línguas e literaturas Semitas, Licenciado em Sagradas Escrituras e professor de Exegese da Faculdade de Teologia de Belo Horizonte, Pe. Luiz I.J. Stadelmann, S.J., que alem de várias obras escritas, foi também o tradutor de vários livros do A.T. para a edição da “Bíblia de Jerusalém” da Paulus Editora, e da Bíblia Sagrada da Ed. Vozes.

Uma consideração importante de Stadelmann é sobre os textos bíblicos que se referem ao dom de línguas:

“Nos atos, três passagens mencionaram a manifestação do Espírito Santo falando línguas estrangeiras: a primeira em Pentecoste (Atos 2,4); a segunda, no momento do batismo do Centurião Cornélio (Atos 10,46) e a terceira, por ocasião do batismo dos discípulos em Efeso (At 19,6).

É importante notar que todas essas passagens se referem à fala el línguas estrangeiras.” Alem das passagens acima, o outro texto que menciona o dom de língua é a primeira Carta aos Corintios. Não se encontram outra referencia nem no Antigo e nem no Novo Testamento.

A comunidade de Corinto merece uma atenção especial do autor, contendo em vista que é a única que se menciona tal dom: “A comunidade de Corinto foi fundada por São Paulo entre 49 e 52 d.C., durante a sua permanência de um ano e meio ( Atos 18, 11)... Embora tendo se ausentado, permanência em correspondência epistolas com os cristão de Corinto... que constituíam um grupo segregado, uma espécie de oásis dentro de uma sociedade politeísta, hipertrofiada de hiedonismo: O tempo de Afrodite que abrigava em torno de mil hieródulos e hieródulas...Os cristão tinham duas opções: fechar para evitar a contaminação pagã ou abrir-se para a incorporação de pessoas convertidas do paganismo e comprometidas na ação transformadora ( At. 18,10): “...Perceberem que a comunidade cristã não podia ser uma seita, nem uma associação elitista ou um conventículo fechado, mas um grupo aberto que se alegrava em poder incorporar continuamente novos membros.” Acolhiam judeus, pagãos, ricos e pobres, escravos e legionários; marinheiros, comerciante, funcionários públicos, etc. “ Corinto era uma cidade cosmopolita, com porto marítimo, de rotas internacionais entre o Oriente e o Ocidente...”
Segundo o Pe. LuizI.J. Stadelmann, de acordo com a ciência, é a heterogeneidade típica de Corinto que leva a acontecer ali o fenômeno do dom de línguas, entendendo-o , no entanto, como capacidade de falar e entender línguas estrangeiras.

“O Dom das línguas é a capacidade de transmitir a mensagem de oração em língua estrangeira. Supõe-se uma comunidade heterogenia, cujos componentes eram cristãos, uns nativos do respectivo lugar e outros provindos do estrangeiro..”É de se notar que na 1°. Carta aos tessalonicenses não se menciona o dom o dom de línguas, embora São Paulo a tenha escrito quando estava empenhado na evangelização e na organização da vida litúrgica dos Corintios.

Isso é devido ao fato de que não havia cristãos estrangeiros em Tessalônica e por isso a comunidade cristã era homogênea.

Ademais, essa cidade não era cosmopolita, e sua porto marítimo não estava incluído nas rotas internacionais do navios mercantes.”

“A assídua freqüência à liturgia por parte dos cristãos que falavam línguas estrangeiras surpreendeu os Corintios ao constatarem que esses não levaram a romper a unidade e a paz da Igreja local. Antes, pelo contrario, a presença deles contribuía para uma vitalidade da fé cristã, que só podia ser fruto do Espírito.”

“Os componentes da Igreja de Corinto haviam sido, em grande parte, convertidos ao cristianismo por São Paulo; outros foram atraídos pela fama do grande apóstolo dos gentios.

Alguns podem ter pertencido ao grupo de peregrinos que se encontravam em Jerusalém no dia de Pentecostes ( At. 2,9-11).

“Por isso não é de estranhar que na celebração litúrgica se ouvissem cristão de diversas proviniência, rezando em vários idiomas”.

“Mensagens de oração em idiomas estrangeiros eram recitadas por cristãos que freqüentavam celebrações litúrgicas nos paises onde o cristianismo tinha sido implantado antes da vinda de São Paulo a Corinto. O latim era falado em Roma, donde vieram Áquila e Priscila ( At. 18,2) O etíope era falado na comunidade crista da Etiópia, talvez fundada pelo camareiro da rainha de Candace ( At. 8, 26-29). O Copta era o idioma dos cristãos de Alexandria, donde ceio Apolo 9 At. 18, 24-28). O hebraico era conhecido dos judeu-cristão...”

Afirma São Paulo que sabe falar “...línguas” ( em grego: glossais); o verbo falar( laleo) rege o dativo de modo: “ falar” seguindo do complemento glossais, cujo o sentido é palavras estrangeiras” e não línguas”...Trata-se aqui da capacidade de expressar uma mensagem de oração por meio de palavras estrangeiras. Isso se confirma com o testemunho do próprio São Paulo, que prefere “falar cinco palavras que entende, para instruir os outros, a falar dez mil palavras em línguas” . ( 1 Cor14, 18-19)...Usa, portanto, de hipérbole, como figura estatística,para exagerar o teor de uma afirmação. Convém notar a distinção entre “ palavras que a gente entende, isto é palavras em línguas vernácula, e “palavras em língua”, isto é, palavras estrangeiras de uso corrente nos idiomas falados em outros países, ex: o etíope, copta, licaônio, púnico etc., para citar somente alguns idiomas desconhecidos de São Paulo, que falava o grego, o hebraico, o aramaico ocidental e o dialeto de Jerusalém... Como cidadão Romano conhecia também o latim...”

“Quem “fala em línguas não fala para os homens, e sim para Deus”. Ninguém o entende, pois falar coisa misteriosas sob a ação do Espírito” ( 1 Cor 14,2). “Trata-se, portanto, de uma mensagem de oração enunciada por cristão estrangeiros que frequentavam a assembléia cristã, na qual o grego era a língua oficial...”

Enfim, a conclusão a que o autor leva é a de que aquela comunidade formada numa cidade cosmopolita, composta de tantos e tão diversificados estrangeiros, manter-se única é uma demonstração da ação do Espírito Santo. Mas requeria, porém, algumas normas práticas orientadas os membros, dando contrições de se expressarem e garantindo que houvesse interpretes, afim de que os demais ficasse cientes do que estava sendo falado. “Sobre o procedimento correto na exteriorização do dom das línguas na liturgia na língua, tornou-se necessário traçar algumas normas práticas para não comprometer a celebração principal, que consiste na ação litúrgica sacramental...”.

O que precisa fica claro para a assembléia cristã é a comunidade litúrgica é uma reunião religiosa e não um clube público. Ali as pessoas se reúnem em pequenos grupos e falam entre si em ambiente descontraídos, expressando-se cada qual no idioma próprio do seu país sobre os mais diversos assuntos. Porém, a assembléia cristã tem como objetivo comum o louvor de Deus, prestado em alta voz por todos os participantes. Se todos falassem de assuntos diferentes em línguas estrangeiras, surgiria uma confusão generalizada, levando “ouvintes simples ou inféis a dizerem que estais loucos” (1 cor 14,23).

O texto de de São Paulo traz uma observação de cunho organizativo, de validade perene para a liturgia: não se admite improvisação no culto divino. Tratando-se do dom das línguas impõe-se uma limitação quando ao numero de individuo: não falem se não dois ou três, quando muito ,. Cada um por sua vez” (1 Cor 14, 27).


sábado, 7 de julho de 2007

"Novo Pentecostes"

Texto enviado por Maria Ap. Bonometti

Gustavo Corção

É a última espetacular novidade religiosa que se espalha com grande sucesso no mundo inteiro. Num recorte recente de "Le Monde" lemos a notícia desse movimento cujo sucesso se contrapõe, na pena de Henri Fesquet, "ao declínio das grandes Igrejas" mais ou menos institucionalizadas. Esse movimento de origem protestante, nascido antes do século, cresceu agora rapidamente. O número de "Assembléias de Deus" que era de 264 em 1963 ultrapassa o número de 400 em 1972. Calcula-se em dez milhões o número de praticantes no mundo inteiro", diz "Le Monde"; e como era de esperar anuncia que o movimento já entusiasmou o mundo católico onde ganha o nome de "renovação carismática" e até reclama o mais ousado título de "novo pentecostes".

Em Junho reuniu-se na Universidade Notre Dame, nos Estados Unidos, um "congresso de renovação carismática" com o comparecimento de 25.000 participantes entre os quais figuravam muitos padres, Bispos, e o Cardeal Suhenens, Primaz da Bélgica.

Que dizem de si mesmos esses católicos empenhados em tal movimento? Várias publicações, entre as quais destaco a do jovem casal americano Kevin e Dorothy Ranaghan, num livro traduzido em francês com o título "Le Retour de l'Esprit", apresentam o movimento pura e simplesmente como uma descontinuidade explosiva surgida na História do Cristianismo e produzida, nem mais nem menos, por uma nova descida do Espírito Santo sobre os milhares de adeptos que recebem, por imposição das mãos de outros, o "batismo do Espírito" e subitamente se convertem, mudam de vida, passam da mais profunda depressão à mais jubilosa exaltação, e começam a "falar em línguas", como os cristãos da Igreja nascente, e como os apóstolos no dia de Pentecostes (At 2, 1)

Uma as características do estado de espírito produzido nas assembléias carismáticas é a predominância da exteriorização sobre a interiorização, e a marcada emotividade que leva os adeptos a sentirem a presença do Espírito Santo, e a declararem essa convicção com uma espontaneidade — cada um contando sua experiência própria — que se liberta de qualquer compromisso de submissão à aprovação da Igreja.

Até aqui o nosso espanto não foi excessivo porque este fim de século e o mundo católico dito "progressista" já nos saturaram de extravagâncias, e já nos embotaram a manifestação do espanto. A nossa preocupação começou a ganhar dimensões de alarme quando vimos que o prudente hebdomadário "L'Homme Nouveau", dirigido por Marcel Clement, enviou 7 representantes ao Congresso de "renovação carismática" na Universidade Notre Dame, e que o próprio Marcel Clement, no seu editorial de 1o. de Julho, não hesita em falar de "novo Pentecostes" e de fazer este estranho pronunciamento:

"É uma realidade de Igreja. Equilibrada, serena, poderosa. Não se trata de misticismo exaltado. É verdadeiramente o Espírito Santo que os invade e os faz caminhar muito depressa até à única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo."

A nós nos parece que depressa demais pronunciou-se o Prof. Marcel Clement, como também nos parece incompreensível que se diga "cheminement très vite jusqu'à la seule et veritable Église de Jesus Christ" de pessoas já nela inseridas pelos sacramentos.

Prevemos o caminho de uma luta mais difícil do que as outras que até agora tivemos de enfrentar porque todos terão pressa excessiva de marcar pontos positivos num movimento em que os rapazes e as moças só dizem que querem rezar em "comunidade carismática", porque receberam do próprio Espírito Santo, num novo Pentecostes, dons maravilhosos que os tiraram dos mais profundos abismos e os elevam à mais pura alegria. Quem quererá cobrir-se do negrume de todas as antipatias para enfrentar tão maravilhosa transformação do mundo com um mínimo de reserva ou de exigência?

Para encaminhar adequadamente a questão, amigo leitor, começo por lhe lembrar alguns títulos que nos dão direitos a certas exigências. Somos um povo que há 2 mil anos segue a pista de um Deus flagelado; pertencemos à forte raça daqueles mártires que deram o sangue para testemunhar a verdadeira Religião e para resistir a todas as fraudes; descendemos também daqueles outros que silenciaram nos mosteiros os seus próprios sentimentos e as suas próprias emoções para deixar que só o Espírito de Deus falasse por eles. Pertencemos a um Povo ainda mais antigo que ouviu do próprio Deus o trovão de uma identidade absoluta:

"Eu sou aquele que sou", e o preceito da mais inquebrantável intolerância: "não terás outro deus diante de minha face".

Tudo isto, amigo leitor, nos inclina a uma profunda aversão por tudo que pareça equívoco, e que, em matéria de Religião, mais manifeste as turbulências da pobre alma humana torturada por um mundo encandecido do que as grandezas de Deus manifestas pelos Apóstolos no dia do único e verdadeiro Pentecostes.

Logo a seguir tentarei expor as razões que me levam a ver nesse movimento uma nova feição da "revolução" que quer por vários processos destruir a Igreja.

Aqui trago apenas os títulos que me dão o direito de exprimir tais reservas, e que me lembram o dever de as exprimir. Pecador e inútil servidor, pertenço todavia àquela raça exigente. Sou homem de Igreja que só quer nela viver e nela morrer.

Para comparar o movimento chamado "pentecostismo" com a Igreja de Jesus Cristo, comecemos por comparar a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, no dia de Pentecostes ao "novo pentecostes" que desce sobre cada um dos 25 mil membros do encontro realizado na Universidade Notre Dame (USA).

Há fenômenos semelhantes, como a "glossolalia" ou língua estranha falada pelos crentes do Cristianismo no primeiro século, pelos Apóstolos no dia de Pentecostes, e hoje pela multidão dos pentecostistas. Mas a semelhança termina quando ponderamos que Pentecostes foi, para a Igreja nascente, não uma explosão de manifestações espontâneas e multiplicadas, mas, ao contrário, um atingimento de maturidade e de esplendor de ordem. Foi mais uma cristalização eclesial do que uma explosão carismática. Diríamos até que esse grande dia da Confirmação da Igreja vinha pôr termo à anarquia ou à dispersão informe dos primeiros tempos. Assinalemos que, em Pentecostes, com a evidência das línguas de fogo, a descida do Espírito Santo se fazia sobre a Hierarquia para bem marcar o caráter da Igreja Católica. E as "línguas" que também os Apóstolos nesse dia falaram, usando o dom das línguas que S. Paulo não reprova mas não estimula? Ora, esse ponto de semelhança é na verdade um ponto de oposição porque, enquanto os "pentecostistas" de hoje falam línguas que ninguém entende, nem eles mesmos, os Apóstolos falavam uma "língua que todos os vários estrangeiros presentes ouviram e entenderam como a própria". Torna-se evidente que o Espírito Santo, nesse dia, usou o mesmo dom para exprimir a "unidade de língua" da Igreja e a sua destinação universal. Formalmente, essa "unidade de língua" significa "unidade de doutrina", mas também pode significar a real unidade de língua que a Igreja teria quando recebesse seu o cunho Romano e portanto latino.

Vê-se assim que o "novo pentecostes" é dispersador quando o verdadeiro Pentecostes foi congraçador; que o moderno fenômeno é anarquista onde o autêntico é ordenador e hierárquico; que o moderno fenômeno se traduz em manifestações emotivas diversas e mais ou menos chocantes, enquanto o verdadeiro Pentecostes se arremata por um discurso de Pedro que imprime ao mistério pentecostal todo o seu sentido de unidade eclesial. É especialmente digno de nota o arremate do discurso de Pedro e do capítulo II dos "Atos".

Vale a pena comparar esses textos sagrados com a narração de Irling Shelton, uma das representantes de "L'Homme Nouveau" no congresso de Notre Dame:

"A oração perde seu ritualismo, seu formalismo, sua rotina." (Por que rotina?) Sem rejeitar completamente a oração ritual (...) a tônica é posta na espontaneidade (...) "a expressão dessa efusão anterior pode então se acompanhar de movimentos da sensibilidade. Cantam, riem, choram, batem as mãos, prosternam-se no chão ou elevam os braços (...) Essas manifestações incontroladas da emotividade podem degenerar em atitudes grotescas e até em histeria de grupo. Mas quando o líder (?) controla bem seu grupo de orações, e sua emotividade, as manifestações sensíveis da efusão do Espírito poderão aquecer os corações e servir de edificação para todos".

Chamo a atenção do leitor católico alfabetizado na boa doutrina para a sem-cerimônia com que a autora dessas linhas atribui tais efusões ao Espírito, em vez de atribuí-las à Carne que costuma opor às obras do Espírito esse tipo de exteriorização. Na sadia espiritualidade traçada na Igreja pelos santos doutores aprendemos que os dons do Espírito Santo são recebidos por todos desde o seu batismo, e sabemos também que a espontaneidade sobrenatural é o chamado "modo dos dons" que opera nas almas longamente trabalhadas, arduamente purgadas. Há uma espontaneidade animal, sensível que precede a maturidade e a espiritualização. Qualquer criança a possui. Mas a espontaneidade dos dons é uma longa conquista que só os grandes santos atingem através da noite dos sentidos e da subida do Carmelo.

Estas poucas considerações tecidas no plano da teologia mística servem para mostrar que não há nada mais diverso e distante da verdadeira espontaneidade dos santos do que essa dos novos carismáticos.

Essas e outras notas do movimento chamado "Pentecostismo" mostram, a quem conheça os rudimentos da sagrada doutrina, que se trata de mais uma subversão contra a Igreja, disfarçada na falsa sublimidade de manifestações temerariamente atribuídas ao Espírito Santo. Explicam-se talvez pela extrema miséria a que chegou esta infortunada geração condenada às oscilações vertiginosas que vão da mais profunda depressão à mais delirante exaltação. Dá pena. Sim, dá-nos uma imensa tristeza esse quadro — mais esse! — de uma geração que se precipita na degradação dos mais altos dons naturais e sobrenaturais com uma espécie de irresponsabilidade, de subinocência que nos leva à vertiginosa indagação sobre a origem desse mal. Quem será então o culpado do rapto de crianças? Quem serão os culpados da perversão de toda essa geração dos que já não sabem de que espírito são? Deverei procurar entranhas de misericórdia para não ver culpas nos erros e nas quedas? Não seriam antes entranhas de indiferença que de bondade?

Ah! Se pudéssemos deixar os "pentecostistas" fazerem a grande antepenúltima asneira do século! Se pudéssemos apenas suspirar e lamentar o misterioso consentimento divino! O dia correria mais doce e o crepúsculo da vida teria a suavidade das tardes em que o Céu e a Terra parecem festejar o feliz amadurecimento de um dia do mundo. Mas que contas prestaria eu a Quem me pôs esta pena na mão e esse papel estendido sobre a mesa?

(Revista "Resistência", 15 de Janeiro de 1974)

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Revista Canção Velha (nova)

Frase do Padre Jonas


Alunos e professores desta universidade, vendo as maravilhas que o Senhor estava realizando no meio evangélico através dos dons do Espírito Santo, se perguntava “Porque e que isso não acontece conosco na Igreja Católica? Não será que o que nos falta, e justamente aquilo que a Bíblia chama de” Batismo no Espírito Santo?”“.Revista Canção Nova mês de janeiro de 2007, pág 03.

Lámentavel

Maravilhas, que maravilhas? Afastando cada vez mais os dito “evangélicos”, da verdadeira fé, da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, que fora dela não há Salvação, com seus falsos carismas.

Maravilha? Fazendo com que os “evangelicos”, tenha mais tenha mais ódio a Imaculada Virgem Santíssima Maria, tendo mais forças para blasfemarem contra Jesus Sacramentado e cuspindo todo mal á Igreja Católica Apostólica Romana.

O mesmo “espírito” que da forças e iniciativas para os hereges protestantes pentecostais, blasfemarem todo mal contra a Santa Igreja Católica.é o mesmo “espírito” utilizado pelos “Católicos” carismáticos.

O Espírito Santo que não pode ser!

Como o Espírito Santo vai atacar a própria Igreja que conduz!

Será que este sacerdote esqueceu que as portas do Inferno não prevalecerão contra a Igreja.
Muito fácil de perceber está contradição.As pessoas desse movimento estão envolvidas por uma grande cegueira espiritual.

LEX ORANDI, LEX CREDENDI!
Assim como rezamos, assim cremos!

Gemidos Inefáveis


Os gemidos inefáveis são base para a pratica da R.C."C". abservamos uma contradição interessante.
Inefável é aquilo que não pode ser expresso, não pode ser interpretado. Por isso Paulo falava sobre a necessidade de um interprete. Ora, ser os gemidos inefáveis não pode ser expresso, a oração em gemidos inefáveis não podem ser expressa, a dita oração em gemidos inefáveis do Espírito Santo não pode ser aquela aludida pela R.C."C". já que nestas reuniões carismáticas há gemidos muito bem expressos (talvez em sílabas desconexas, mas expressa e em alto e bom som).
Para um bom entendimento dos gemidos inefáveis o Espírito Santo, que habita em nós pela graça, pode pedir e de fato pede, e por nós intercede, e nós ora de forma que nós não podemos expressar. E nesse caso nada tem a ver com o balbuciar, algum som.
Pergunta-lhe você já ouviu os gemidos do Espírito Santo?
Eu nunca ouvir. Também duvido que alguém já ouviu.
E alguém pode ouvir sussurros de outra “espírito” e achar que é o Espírito Santo...
Agora o que o carismático diz o enrolar de línguas são gemidos do Espírito Santo, ora e quem dá garantias de que o Espírito Santo fala através da boca dos carismáticos?
O enrolar de língua que acontece num terreiro de macumba seriam , gemidos do Espirito Santo?
Isto bastaria para desacreditar a "prova" a que a R.C."C", diz à respeito do balbuciar carismático, entretanto, analisemos o contexto da frase, vendo todo o capítulo para saber sobre o que São Paulo está falando:
Analisarmos Romanos 8. 17-18, vejamos o que São Paulo está falando. Ele fala dos gemidos de dores que os fies emitem Gemidos de dores que os fieis emitem. Gemidos de dor do mundo, como se pode ver em Romanos 8: 17-18:

“Se somos filhos, também somos herdeiros, herdeiro de Deus e herdeiro de co-herdeiro de Cristo, mas isto se sofremos com ele, para sermos glorificados. Porque eu tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não tem proporção com a gloria vindoura, que se manifestará em nós”.
Em romanos 8. 22-23 continua.
“Porque sabemos que todas as criaturas gemem e estão em dores de parto até agora. E não só ela, mas também nós mesmos. Que temos as primícias do Espírito Santo, também nós gememos dentro de nós mesmos, esperando a adoção de filhos de Deus”.
Portanto, os gemidos dos quais São Paulo se referem são os gemidos de dor proferido (internamente, isto é não são audíveis), pelos fies que esperam um dia esta na felicidade eterna junto a Deus.

E ele no trecho citado expressa como consolação, que o próprio Espírito geme, querendo dizer que o Espírito Santo orar por nós junto ao Pai, como “gemido inexplicável”.
Porque os gemidos do Espírito Santo seriam inexplicáveis?

Porque primeiro lugar eles não são audíveis, em segundo eles, não sendo audíveis, são inteligíveis, e em terceiro lugar, porque não tem cabimento a, mente humana compreender o pensamento de Deus, que é inescrutável.

Portanto, este trecho da epistola de São Paulo, nada tem a ver com enrolar de língua dos carismáticos.

Com relação às cartas de São Paulo, nós escreveu, segundo a sabedoria que lhe fala disto, nas quais algumas coisas difíceis de entender, que os indoutor e inconstante na fé, adulteram para sua própria perdição (2 Pedro 3, 15-16).

Não temos condições de conhecer a “linguagem de Deus para Deus por motivos obvio”! Daí que não tem interpretação.
Texto- Paulo Pedrosa
Montfort

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Heresia na revista canção velha (nova).

Rv. CN pg 14. janeiro 2007

Unidas assim, no coração do homem, as religiões terão propostas éticas de Salvação, passando da divisão da Torre de Babel a união do Espirito em pentecostes.Pe. Mario Bonatti revista Cancao Nova, janeiro 2007

Pio XI ao condenar dogmaticamente (ex-cathedra) a mentalidade indiferentista e o próprio falso ecumenismo no Syllabus: "No culto de qualquer religião podem os homens achar o caminho da salvação eterna e alcançar a mesma eterna salvação".

Quem devemos obediência? Ao Papa que ensinou este dogma de fé acima ou os protestante da da revista Canção Velha (nova).

terça-feira, 3 de julho de 2007

Renovação Carismática Católica! Católica?

Artigo enviado pelo Junior Freitas do grupo http://grupoveritas.blogspot.com/

Texto de Rodrigo Maria Antônio da Silva

história da Igreja já conheceu muitas falsas escolas de espiritualidade: certos grupos ou movimentos que, sem separar-se abertamente da Igreja, no entanto difundiam princípios e práticas que não condiziam com as verdades da Fé, com os costumes da Tradição e com os ensinamentos e exemplos dos Santos.
Assim, por exemplo, nos séculos XVII e XVIII, a Europa foi infestada por um “movimento” intitulado Jansenismo, iniciado por um bispo católico (Cornélio Jansênio) e abraçado por uma verdadeira legião de bispos, padres, religiosos e fiéis, com plena convicção de ser este o caminho ideal de santificação para uma alma.
O que os fatos demonstraram, porém, é que o jansenismo, embora jurasse ser um movimento absolutamente católico, e realmente pudesse iludir a qualquer desavisado, era, na verdade, uma infiltração do protestantismo dentro da Igreja Católica, seja por seus princípios, seja por suas práticas. E demorou muito tempo para a Igreja conseguir extirpar o jansenismo................................

Para continuar lendo este texto click nesse link abaixo:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=rcc_catolica&lang=bra

domingo, 1 de julho de 2007

O inicio da R.C"C".


A R.C.”C”. começou com a leitura do livro protestante “ A cruz e o punhal”, de David Wilkerson, que aceitou que se citasse seu livro no “ Católico Pentecostais”, no inicio da R.C.”C”.

Vejamos agora o que diz David Wilkerson sobre os Católicos. (costumado a fazer pregações anti Católica)


“ Sai fora da Igreja Católica Romana, adoradora de ídolos. Ela idolatra inclusive a santa mãe de Jesus, Maria, a qual na Bíblia nunca vemos sendo adorada e muito menos igualada a Deus” ( Toca a trombeta em Sião, David Wilkerson, CPAD,p. 144).

A tremenda contradição:

O mesmo “espírito” que blasfemam do mal contra à Igreja Católica Apostólica Romana, e o mesmo “espírito” que se iniciou a R.C.”C”, que de Católica não tem nada, por isso seria melhor chamar de R.C.P. ( renovação carismática protestante).
Espírito Santo que não pode ser!!
Como poderia o Espirito Santo denegrir e blasfemar todo o mal contra a mesma Igreja em que Ele opera e conduz?

Mateus 7:15 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.

Mateus 24:11 E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.

Marcos 13:22 Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos.

2 Pedro 2:1 E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.

1 João 4:1 Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.

:1 Timóteo 4:1 Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios.