quarta-feira, 23 de maio de 2007

“Shambalá”

“Shambalá”
Carismáticos invocando o reino de Lúcifer?


Ouvimos, com muita freqüência, relatos sobre pessoas que, falando em línguas, ficaram repetindo: ‘shambalá, shambalá, shambalá,... .`Essas pessoas não se preocupam nem um pouco com o que estão falando, o importante é “falar em línguas”. A palavra shambalá vem dos meios esotéricos e significa o centro a partir de onde o seu deus “lúcifer” manifesta a sua vontade. Esta expressão se tornou mais conhecida com a divulgação dos ensinamentos do movimento “Nova Era”, que adota os ensinamentos do esoterismo. Veja como é a hierarquia deste movimento, e o que alguns autores escrevem sobre o Shambalá:


Estes três centros estariam interligados pelo arco íris, ou seja, o antacarana, que seria uma ponte de espíritos ou energia espiritual.

Alice ª Bailey, uma das principais líderes do movimento “Nova Era” escreve no seu livro: “O Reaparecimento do Cristo”: O Festival de Wesak é o Festival de Buda, o intermediário espiritual entre o centro espiritual mais elevado, Shambalá, e a Hierarquia... . Pág. 123. Para esta autora, portanto, o Shambalá é o centro espiritual mais elevado do movimento da “Nova Era”.
Katrin Ledermann, ex-adepta do movimento da “Nova Era”, e agora convertida, escreve no seu livro “Der Griff Nach Unseren Kindern”, citando também Alice Bailey: “Uma última citação de Bailey como fato: “Vocês estão, (à sua maneira) se esforçando a alcançar a sua adaptação à Hierarquia, construindo constantemente a antarcana. Desta forma vocês estão ajudando a construir a Antarcana que liga a humanidade com a Hierarquia. Os primeiros fios deste caminho imaginário foram tecidos por ocasião da fundação da Hierarquia aqui na terra, debaixo do sacrifício de alguns Filhos de Deus. Agora a Hierarquia trabalha para construir o caminho dela para o Shambalá ....”” Pág. 77
Alice Bailey, dirigindo-se à conferência da Arcane School, disse: A decisão de colocar a força de Shambalá durante este século em contato direto com o reino humano é um dos atos finais e mais compelidores para a preparação da “Nova Era”.
“A Força de Shambalá é destrutiva e expulsiva... . Esta é a força... que vai desencadear a tremenda crise, a iniciação da raça nos mistérios das épocas... .” (Citado por Texe Mars no seu livro “The Dark Secrets of The New Age” pág. 156)
Constatamos, pois, que Shambalá é o centro espiritual principal do poder que é adorado pelos adeptos da “Nova Era”, cujos adeptos recebem de lá o poder para preparar o futuro governo mundial, do anticristo. Alice Bailey define o Shambalá também como “o centro onde a vontade de deus é conhecida ou Shambalá dos esoterístas". (O Reaparecimento do Cristo pág 33) Convém lembrar, porém, que o deus dos adeptos da “Nova Era” não é o Deus da Bíblia. Outro adepto deste movimento, David Spangler, afirma: Lúcifer vem para nos dar a... iniciação luciferiana final... isto é, um convite para a Nova Era... Cristo é a mesma força que a de Lúcifer... Lúcifer prepara as pessoas para a experiência crística... Lúcifer trabalha em cada um de nós para nos levar à perfeição enquanto estamos indo para a Nova Era.”(Citado por Texe Mars no livro: “The Dark Secrets of The New Age” pág. 73)
O deus da “Nova Era” não tem nada a ver com o Deus da Bíblia, o cristo da “Nova Era” não é o nosso Cristo.
Fica, portanto, claro, sem margem de dúvida, de que Shambalá é o reino de Lúcifer.
A revista Ano Zero, 3/93, afirma que existe ainda um Shambalá terrestre, reflexo do Shambalá celeste. Neste Shambalá terrestre estaria o Rei do mundo. Seria, portanto, o local onde estaria residindo o homem que pretende ser o (anti) cristo.
“Mas quando eu falo em línguas eu estou falando do Shambalá da Bíblia” me disse um jovem carismático. Ele estava se referindo a algumas passagens do livro de Neh. 2:10; 4:1 13:28). Evidentemente este jovem era semi-analfabeto, pois as passagens (bíblicas) não falam de Shambalá e sim de Sambalá, que era um dos inimigos de Israel, e cujo nome significa “O deus da Lua”. Se ele estava falando “Sambalá”, enquanto falava em línguas, estava adorando o Deus-Lua e invocando mortos. Se estiver falando “Shambalá” estava invocando o reino de Lúcifer, ou então o próprio anticristo, que realmente pretenderá receber adoração de todos. (II. Tess. 2:4 e Apoc. 13:1-18).
Estaremos, então, hoje numa situação em que, dentro do próprio meio, chamado carismático, já se presta culto a lúcifer e ao anticristo – enquanto se fala em línguas? Tudo indica que sim.

texto -Peter Unruh

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