segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

"O Carismático é o protestante que saiu e voltou pra igreja. Ou pior, ser carismático é treinar pra ser protestante"

" Na RCC, essa recusa da Igreja hierárquica é muito sutil. Na RCC, não se faz uma recusa explícita da Igreja Hierárquica. Mas, se as pessoas possuem os dons do Espírito Santo, e se elas fundamentam sua religião numa "experiência interior com Deus", é evidente que a Igreja visível e hierárquica deixa de ter importância. Para que precisa da Igreja, aquele que possui um contato direto, pessoal, experimental e interior com o Espírito Santo?Nesse caso, a Igreja passa a ser desnecessária. Daí, o individualismo e a divisão dos grupos carismáticos que tendem a se constituírem em pequenas igrejolas dentro da Igreja institucional, reunindo-se mais em casa do que na Igreja.Decorre daí, o fluxo contínuo, agora, de carismáticos para as seitas protestantes. Porque não se vê diferença entre o que acontece na RCC, e o que acontece nas seitas pentecostais protestantes, que pretendem ter carismas de línguas, de curas, etc. E até a doutrina dessas seitas heréticas e da RCC é a mesma. Os hereges pentecostais expõem a sua posição religiosa com as mesmas palavras que os carismáticos católicos usam: todos alegam ter os carismas de língua, de profecia, e de cura. Todos alegam ter tido a mesma "experiência com Jesus". Todos alegam a mesma "religião do coração".Se a Teologia da Libertação é mais brutalmente e mais claramente herética, a RCC é mais perigosa, exatamente porque mascara seus erros doutrinários, falando de Jesus, rezando etc. Conclusão: a Teologia da Libertação racionalista e a RCC irracionaliza, ambas são as duas pontas de uma mesma pinça com que se pegam e arrastam os católicos para a heresia. A RCC não é um movimento "como outro qualquer". Ela é um movimento que confessa ter-se originado no protestantismo, que foi condenado solenemente pela Igreja. Como pode uma árvore má produzir bom fruto?

informações retirada da MONTFORT Associação Cultural

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