sábado, 24 de fevereiro de 2007

Fotos do Pe. Marcelo .. animando baile de carnaval...





DEPLORAVEL!!!!!! PÉSSIMO SACERDOTE ESSE! PÉSSIMO!!!!! DESGRAÇADAMENTE ESSE HOMEM É SACERDOTE E NÃO HONRA O SACERDÓCIO QUE RECEBEU!... ISSO CLAMA AOS CÉUS POR JUSTIÇA!!!!








18/02/2007 Ritmos sacodem o público

Frevo, axé, samba, heavy metal, dance, forró, salsa levantam fiéis na 1ª Folia de Jesus

Rodrigo Herrero, de São PauloPadre Marcelo Rossi e sua banda mostraram ser possível tocar diversos ritmos musicais numa festa religiosa [??]. Com muita diversão, empolgação e alegria, a 1ª Folia de Jesus, que ocorreu ao lado do Santuário Terço Bizantino, levantou os fiéis que lá compareceram na tarde deste domingo para a celebração costumeira, e que também foram para pular e louvar a Deus no ritmo do carnaval.






Foram executadas 13 canções nos mais diferentes estilos: “O Senhor tem Muitos Filhos” na versão frevo, “Erguei as Mãos” tocada em forró, samba e marchinha, “Iê, Iê, Iê de Jesus” musicada para salsa, funk, rap, reggae, além de “O Senhor é Rei”, feita em heavy metal e dance. Um grande palco foi montado para o evento, que contou com mais de dez músicos na banda, com uma enorme estrutura: duas baterias, dois teclados, duas guitarras, baixo, percussão, vocais de apoio, todos para cantarem os ritmos sugeridos pelo padre.






A folia começou às 18 horas, assim que terminou a missa. Padre Marcelo pôs um gorro preto na cabeça e tirou o paramento da celebração, mostrando sua fantasia: o uniforme da seleção brasileira personalizado, que ele utilizou no jogo do Show da Paz, em abril de 2006. Incorporando um rapper, ele brincava com o público e chamava cada integrante da banda, responsável por um ritmo musical, para apresentar a canção e interagir com o público. Cada chamado provocava gargalhadas em todos, pois os músicos estavam fantasiados, seja com perucas coloridas, chapéus, óculos esquisitos, nariz de palhaço, provocando perplexidade e risos no sacerdote. Havia até um cumprimento que representava a união contra a violência com Jesus, numa posição de paz perante o mundo hoje.






Um dos destaques foi o vocal de apoio Marcelo (apelidado pelos companheiros de Carlinhos Brown, músico baiano), com uma peruca rastafari e vestimenta de rapper, que cantou reggae e rap. “Esse é o careca da banda. Mas ele fez implante na cabeça”, apresentava o padre, apontando para as madeixas dele. Outro momento engraçado foi quando o outro Marcelo, também da banda, foi à frente do palco para avisar que cantaria um funk. Ele colocou uma touca que só dava pra ver seus olhos. Padre Marcelo não perdoou: levou-o até atrás do palco e conversou com alguns policiais que davam a segurança à festa: “Vocês aceitariam um sujeito andando desse jeito?”, questionava, causando risadas nos policiais.Quem também festejou no palco foram o repórter Carlos Maglio e o locutor Ricardo Leite, ambos da Rádio Globo, que acompanham o padre Marcelo no programa Momento de Fé. Eles cantaram, puxaram trenzinho, dançaram o “Vira de Jesus”, interagindo bastante com os fiéis, mesmo que um pouco a contragosto, mas puxados pelo padre.



A chuva ameaçou somente durante a missa, mas, depois da Eucaristia e até o fim do evento, poucos pingos ameaçaram, mas não diminuíram o ânimo do público, que, empolgado pelos ritmos inusitados às canções religiosas, pulou e gritou o tempo todo. Nos intervalos das músicas, padre Marcelo perguntava: “Tem alguém cansado aí?”. E a resposta dos fiéis vinha de bate-pronto: “Nãããããão!”. Acontece que o próprio sacerdote cansou e quase não agüentou os últimos quinze minutos da farra. O evento terminou com um “Pai Nosso” liderado pelo bispo da Diocese de Santo Amaro, Dom Fernando Figueiredo, e, em seguida, padre Marcelo puxou “Invocamos”, numa versão bem pesada e alegre. Ele, inclusive, fez uma avaliação positiva da folia: “As mulheres sempre comparecem nas celebrações e cada vez mais os homens vêm também. E com eventos como esse a criança e o jovem também aparecem mais e isso incentiva a buscarmos alternativas para trazer o jovem para eventos sadios, sem drogas”, afirmou, antes de entrar no carro e acenar para os fiéis que aguardavam um último olhar. Fotos por Juciê Junior e Wilson DiasAcesse a Galeria de Fotos da 1ª Folia de JesusOuça o programa Momento de Fé

Fonte: Portal Padre Marcelo Rossi
Link: www.padremarcelorossi.org.br
Pela foto que vi na FSP, a diferença entre o Pe. Marcelo Rossi ' animando ' a missa e animando o carnaval está na... fantasia!...
Segue abaixo uma notícia publicada no jornal Todo Dia de Americana. Caso interesse à lista."ET VERBUM CARO FACTUM EST, et habitavit in nobis".Wellington - Grupo de Estudos Santo Antônio
http://www2.uol.com.br/tododia/especiais.htm
FOLIA DE JESUS
Fantasiado de goleiro, Padre Marcelo canta músicas em funk, frevo e rap
FolhapressCerca de 35 mil pessoas acompanharam ontem a ``Folia para Jesus'', evento comandado pelo padre Marcelo Rossi em ruas de Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. Diferentemente dos outros eventos promovidos no Carnaval pelo religioso nos últimos oito anos, a festa não teve trio elétrico: sobre um palco montado pela prefeitura, padre Marcelo, fantasiado de goleiro de futebol e com gorro em estilo rapper, cantou suas músicas mais famosas em diversos ritmos, incluindo funk, frevo e rap.
O evento começou por volta das 17h, com uma missa ao ar livre. Durante as orações, Rossi colocou a batina sobre a fantasia. O show durou cerca de uma hora. O padre começou cantando rap, o que agitou o público. Entre uma música e outra, a banda que o acompanhava mantinha a base hip-hop, enquanto ele animava a multidão imitando os trejeitos de rapper. A batida foi aprovada pelos fiéis, assim como as canções em ritmo de funk e frevo. ``Gosto de todos os ritmos. Não costumo ouvir rap, mas aqui está divertido o som'', afirmou a dona de casa Rita Sobral, 32.
Apesar de nos últimos dias o padre ter pedido aos fiéis, durante as missas no Santuário do Terço Bizantino, que eles fossem fantasiados, houve poucas pessoas caracterizados entre o público. Uma das que se animou e atendeu ao pedido foi a empresária Rosalina Marra, 35 anos, que usou uma máscara de mulher-gato. ``Acompanho a folia do padre há oito anos'', disse a fiel, que chegou duas horas antes do evento para conseguir um lugar próximo ao palco. ``Eu prefiro o Carnaval do padre desse jeito, com palco e fantasias'', afirmou
email enviado por - Rodrigo R. Salesi 20/02/2007

CN nega a legitimidade da pena de morte


http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4652Aproveito a oportunidade para desmascarar este sacerdote que nega o Magisterio da Igreja.Padre Silvio Andrei "Santo Agostinho, antes de sua conversão, teve uma vida devassa, e depois se tornou um grande homem, padre, bispo, doutor e santo da Igreja. A conversão pode acontecer. O nosso Deus é o Deus da vida e da vida em abundância. Sendo assim, um católico, um cristão, jamais pode ser a favor da pena de morte e do aborto. Por mais difícil que seja a situação, somos e seremos sempre a favor da vida. O mundo – para ser melhor – não precisa de aborto nem de pena de morte."

O próprio Santo Agostinho desmente este sacerdote.Santo Agostinho "Algumas vezes, seja como lei geral, seja por ordem temporária e particular, Deus ordena o homicídio. Ora, não é moralmente homicida quem deve à autoridade o encargo de matar, pois não passa de instrumento, como a espada com que fere. Desse modo, não infringiu o preceito quem, por ordem de Deus, fez guerra ou, no exercício do poder público e segundo as leis, quer dizer, segundo a vontade da razão mais justa, puniu de morte criminosos; assim também não acusam Abraão de crueldade, mas gabam-lhe a piedade quando, assassino por obediência, quer matar o filho" (Santo Agostinho, A Cidade de Deus, Livro Primeiro, Cap. 21).

Catecismo Novo § 2267 "O ensino tradicional da Igreja não exclui, depois de comprovadas cabalmente a identidade e a responsabilidade de culpado, o recurso à pena de morte, se essa for a única via praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto. Catecismo de Trento É lícito em juízo condenar à morte aos homens e tirar-lhes a vida. A segunda classe de morte permitida é a que pertence aos juízes, a quem se deu o poder de impor a pena de morte, em virtude da qual castigam os homens criminosos e defendem os inocentes de acordo com as leis e o que resulta do juízo.Magistério 3 x 0 CN (Placar apenas a título de ilustração. A derrota é bem mais desproporcional)

Quem devemos seguir a tradição bilenar da Igreja ou a CN.Ai eu penso para que ler as historias dos Santos, sendo que não querem imitá-los, ao menos tentar imitá-los.Será que e só para dizer, que eles foram bonitinho, grandes homens e bajulá-los, como fazem com o nosso João Paulo 2, que não quiseram acatar as ordens, sobre a volta dos confessionários, e muitos outras exortacoes.Os mesmo que bajulam, são os mesmo que desobedecem.Para que o Catecismo da Igreja Católica, sendo que ninguém que seguir, preferem mergulhar nas literaturas protestantes a conhecer o Catecismo da Igreja.Fica aqui meu desabafo!Triste realidade!Salve Regina, Mater Misericordiae!!
Parte deste texto retirada de uma comunidade no orkut montfort Paulo Ghetti

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Testemunho de um arrependido 15

Testemunho de um arrependido
Carta dirigida a Sì Sì No No:

«Gostaria de dar a conhecer minha experiência com a Renovação Carismática e ao mesmo tempo pedir perdão a todas as pessoas, muitas seculares e sacerdotes, que convidei e induzi a entrar em contato com esta nova ‘realidade espiritual’, participando em diversas reuniões de oração de grupos carismáticos que, graças a vossa revista sì sì no no, se me mostram cada vez mais como movimentos de natureza diabólica.
Antes de tudo peço perdão a minha mulher e a minhas filhas por haver sido incapaz de ver os perigos destas ‘seitas’, ou por havê-las conduzido a atividades que, passado o tempo, contribuíram de forma essencial na divisão de minha família e até na nossa separação. Como cabeça da família não fui bem alerta, cegando-me o orgulho carismático; espero que o Senhor, em sua misericórdia, na qual creio, se dignará voltar a unir o que o homem separou.
Realmente podem classificar-se entre as ‘seitas’ os grupos da Renovação Carismática; com efeito, não se pode entrar de fato nestes grupos senão através do ‘batismo no espírito’, e, uma vez que entrou, dificilmente pode alguém sair, já que a Verdade é manipulada, crêem possuí-la, situando-se ademais em um nível espiritual superior com respeito aos demais, que ‘são incapazes de compreender’; não aceitam nenhum conselho, nem sequer de um sacerdote, enquanto este não se mostre de acordo com a visão carismática.
Comecei a assistir, junto com minha futura esposa, ao grupo da Renovação Carismática Comunidade Cristã para uma vida nova, em Villafranca (Itália), no ano de 1981, chegando a ser muito rapidamente um de seus principais membros, e recebendo até pouco tempo depois, como minha mulher, o fatídico e satânico vestígio do ‘batismo no espírito’, dentro já do grupo carismático de Bréscia, o grupo do Pe. Dino Foglio, coordenador nacional da Renovação Carismática.
O grupo, que então contava só com algumas pessoas, centrava-se na personalidade carismática de seu diretor, De Pieri Luciano, de Mântua, que havia sido expulso dos grupos da Renovação em Verona, nos quais eu havia estado, por causa de sua conduta e idéias nada conformes à maioria destes grupos.
Com o tempo, e devido à atração exercida pelo diretor do grupo com seus ‘carismas’ de cura e doutrinamento, crescia constantemente o número de pessoas que participavam nos encontros de oração, os quais tinham lugar às terças-feiras para os ‘renovados no espírito’ (quer dizer, os que já haviam sido iniciados mediante o ‘batismo no espírito’ ou ‘efusão no espírito’, segundo o jargão carismático) e aos sábados para todos em geral. Tais ensinamentos estavam orientados, amiúde, para o conhecimento do Maligno e de suas artimanhas; questões que atraíam a curiosidade dos presentes e que ao mesmo tempo davam a entender, por parte dos que as apresentavam, um profundo conhecimento do mundo referente ao ocultismo. Pouco antes de deixar tudo isso, encontrei no lugar de nossas reuniões, onde rezávamos pelas necessidades dos que se nos encomendavam, um livro de práticas esotéricas e uma pirâmide de metal.
Nas reuniões que se organizavam nos fins de semana sobre diversos temas bíblicos, podíamos ouvir amiúde oradores protestantes, tais como Fred Ladenius, Chablot, Mauro Adragna e muitos outros. Essas reuniões eram também ocasião para recolher fundos (pela inscrição nestes cursos, por fitas cassete e por várias outras coisas). O grupo crescia, muitos receberam a ‘efusão do espírito’, os ‘carismas’ iam aparecendo: amiúde esses ‘carismas’ eram concedidos ou retirados ao bel-prazer do diretor. Os mais solicitados eram os de profecia, discernimento e cura. Era uma espécie de procura dos carismas mais chamativos; só faltava um na comunidade, o principal: a caridade.
Criaram-se pequenos ‘cenáculos’ de oração nas casas dos mais antigos do grupo, para que assim as pessoas iniciadas no caminho carismático pudessem crescer ‘espiritualmente’ de forma mais intensa. Minha casa se converteu em um centro de reunião para um ‘cenáculo’ na sexta-feira pela tarde. Hoje recordo com pesar a decisão nefasta que tomei então: pensava invocar o Espírito Santo, mas invocava, em verdade, o espírito de Satanás; cria louvar a Deus falando diversas línguas, mas, muito pelo contrário, maldizia-o, e isso em minha própria casa, até na Sexta-Feira Santa.
Minhas filhas, com ainda poucos anos, começaram a rezar em línguas estrangeiras. O grupo crescia tanto, que foi necessário fazer duas reuniões no sábado.
Passados dez anos desde o início destas reuniões, teve-se notícia por pessoas de fora das ‘curas’ que ali se produziam; os jornais da região transmitiram as opiniões dos que se haviam sentido ‘beneficiados’, e desta forma o bispo de Verona de então, Dom Amari, enviou um representante seu para informar-se da situação. Este sacerdote não foi bem recebido. Sentado no fundo da sala onde se dava a reunião, não pôde contar com a ajuda dos responsáveis da comunidade para levar a cabo sua missão.
O informe que entregou ao bispo não foi positivo, principalmente por estas três razões:
1) Tempos de oração que se realizam geralmente sob impulsos emocionais, sem espaço para uma adequada catequese que permita uma experiência cristã fundamentada na objetividade da fé e no caráter concreto da vida eclesial.
2) A oração para obter publicamente uma cura, levada a cabo de forma sensacionalista, está centrada na fórmula ‘ver para crer’; tudo isso vivido em um contexto muito emocional, que pode levar a confundir uma sugestão coletiva de pessoas, amiúde em situação difícil, com a intervenção milagrosa do Espírito.
3) A experiência, centralizando-se de forma quase exclusiva na petição de curas, alentava, sobretudo nos enfermos, falsas e ilusórias esperanças que podiam conduzir a uma visão religiosa deformada e às vezes a uma espécie de enfeitiçamento das consciências.
O bispo solicitou aos responsáveis que suspendessem as reuniões, proibindo os sacerdotes, religiosos e religiosas de participar nelas, e de dirigir a intervenção dos fiéis nestes atos, exortando também os seculares a que não comparecessem de maneira alguma. Mas nós, em espírito de ‘obediência’, continuamos com nossas reuniões, afirmando que o bispo não havia compreendido nada e que havia sido mal informado, e que — de qualquer forma — era preciso ‘obedecer a Deus antes que aos homens’.
Enquanto isso, minhas relações com o ‘dirigente’ do grupo se tornaram mais tensas, devido a suas atitudes autoritárias e às decisões pessoais que tomava, pelas quais as pessoas mais humildes eram excluídas amiúde de seus favores. Em nosso grupo se manifestava sempre com mais força o verdadeiro espírito carismático da renovação, quer dizer, os ‘carismas’ próprios do Maligno ou, o que é o mesmo, o orgulho, a inveja, os zelos amargos, e especialmente o ódio e a intolerância para com todos aqueles que se rebelavam contra o chefe carismático. ‘O chefe jamais se equivoca’, dizia-me um membro antigo do grupo. Então eu era o responsável pela seção ‘canto’ dentro da comunidade, mas, por causa destas atitudes contrárias ao que sentiam todos, fui cada vez mais marginalizado. Depois de lançarem contra mim uma mentira que era evidente e dita diante de todos os responsáveis da comunidade, que conheciam a verdade mas não fizeram nada para defender-me, tomei a decisão de deixar definitivamente o grupo.
Neste tempo se foi criando, de forma lenta, uma muito séria incompreensão entre minha mulher e mim, pois ela continuava participando nos encontros de oração. Tempos depois me disseram que sobre ela se haviam pronunciado amiúde orações segundo a maneira típica da ‘Renovação’, com imposição das mãos, invocação do ‘Espírito Santo’, preces em diversas línguas, profecias e leituras de passagens bíblicas. Durante a oração para os enfermos tinha lugar, às vezes, o que segundo a terminologia carismática se chama ‘repouso do espírito’. Trata-se de uma espécie de ‘transe’ consciente, no qual a pessoa afetada chega a ouvir as vozes dos que a rodeiam, mas não pode mover-se. Crê-se que é nesse estado que se está em condições ótimas para a cura.
Dois anos mais tarde minha mulher e eu nos separamos. Durante esse tempo o grupo se havia dividido: a maioria havia seguido o ‘chefe’, instalando-se na nova sede de Peschiera; eu continuava com outros no mesmo lugar, o qual agora era sede de um grupo de Pentecostais de raça negra. Outro grupo se formou graças a novos ‘batismo no espírito’, chegando-se até a pronunciar a invocação sobre um sacerdote, Pe. Saverio Mazzi, encarregado pelo bispo de Verona, Dom Nicora, sucessor de Dom Amari, de estar presente nos encontros de oração. Por essa época conheci um grupo de católicos tradicionalistas de Verona, mas sua Fé católica era incompatível com a minha. Tive de escolher e deixei definitivamente, apesar das dificuldades, a experiência carismática. Dou graças a Deus, o qual me fez conhecer verdadeiros amigos, que nunca me abandonam e que são uma referência constante para mim.
Esses quinze nos passados na Renovação Carismática não deixaram nenhum vestígio positivo em minha vida. Aos 44 anos me encontro sem família, a qual amo e à qual me sinto unido, com a sensação de haver perdido inutilmente tanto tempo e com poucas forças para rezar e seguir o único caminho que considero válido atualmente: o caminho do catolicismo tradicional. De qualquer forma, creio que para os que amam a Deus tudo sucede para seu bem e que Ele pode mudar totalmente em um momento a situação em que me encontro, da qual, ao menos por ora, não vejo saída alguma.
A crise atual da Igreja, da qual Nossa Senhora falou em Fátima e da qual faz parte a Renovação Carismática como elemento principal, terá fim. Acabarão, para maior glória de Deus, as adulações humanas, os falsos carismas e as mentiras dessa espiritualidade demoníaca».
Carta devidamente assinada
Tomado de Sim Sim Não Não, edição brasileira.

Testemunho 16

Testemunho

Juliane
Cascavel – PR

É com muita alegria que volto a escrever-lhes. Desta vez quero relatar alguns fatos presenciados no movimento da RCC. Eu freqüentei alguns encontros carismáticos e fiz um retiro, pois na época eu tinha uns colegas carismáticos e eu tinha curiosidade em saber o que havia de tão bom na RCC e o porque eles agem como se sempre tem a razão em tudo e como se só eles estão certos. Nesses encontros deparei-me com várias coisas um tanto quanto esquisitas. Abaixo as citarei como uma maneira de contribuir para com aqueles que participam ou são simpatizantes deste movimento que está transformando os fiéis católicos em protestantes – isso é lógico pois é um movimento de raízes protestantes! Certa vez eu assisti alguns cultos protestantes e posso afirmar que a única diferença entre a RCC e os protestantes é a veneração à Maria Santíssima.Repouso no Espírito Santo:Nesse retiro “de primeira experiência” que eu fiz, o pregador estava dando uma aula de como repousar no Espírito Santo.Ele dava os passos: 1º você fica numa posição de certa maneira confortável, para que quando repousar não corra o risco de machucar-se; 2º Você começa a orar e pedir para que o Espírito Santo venha batizar-lhe neste momento; 3º Depois disso é só deixar que o Espírito Santo comece agir.Ele chegava até a dar exemplo de como existem pessoas que repousam mais facilmente que as outras; aquelas, quando o pregador mal começava a orar, já caiam ao chão (ou melhor, já repousavam) e estas demoravam um pouco maisE lá se iam as pessoas todas entusiasmadas “experimentar” o tal “batismo”. Era uma loucura, ou melhor, uma falta de respeito diante do Santíssimo Sacramento, o qual era tocado por qualquer pessoa que sentisse vontade. E isso acontece direto.Oração em línguas: neste mesmo retiro o pregador também deu uma aula de como orar em línguas: dizia para começarmos com a palavra “Abba”, repetindo várias vezes até que nos acostumássemos com a série, depois poderíamos variar as palavras e dali por diante nós já estaríamos orando em línguas. Se quiséssemos, também, poderíamos usar a melodia de uma música predileta colocando nela palavras (acho que palavra não é bem o termo, talvez cacófato). Vem ao caso também, contar o que uma amiga minha, que é catequista relatou-me sobre um catequizando dela: a criança chegou toda contente para ela e disse: - Catequista, eu já sei orar em línguas!Ao que ela curiosamente perguntou:- E me diga como você aprendeu e quem ensinou-lhe.- Ah, foi minha mãe. Ela disse para eu repetir bem rapidinho “MARIA, MARIA, MARIA”...Daí eu fiz e consegui!Não necessita comentário....Comentários particulares: eu lembro que quando as pessoas começavam a emitir aqueles sons estranhos e a pular e gritar, eu sentia uma dor no estômago e pensava comigo mesma o que podia haver de errado para sentir-me assim. E eu jamais pude fazer essa dita oração em línguas. Outro ponto interessante era quando chegava a hora das “profecias”. Aí sim era uma coisa ridícula, pois havia pessoas que “falavam” (entre aspas pois, não falavam, emitiam sons estranhos e com a voz alterada) e outras que após o término da “profecia”, interpretavam-na. Lembro que naquele momento eu sentia-me mal, de certa forma até amedrontada, pois nunca havia deparado-me com coisa semelhante. Ao mesmo tempo fiquei com peso de consciência por ter pensado: - Será que aquilo era uma coisa vinda de Deus? Porém mais tarde ao ler as várias missivas a respeito da dita oração em línguas, deparei-me com uma em que o Professor Orlando expunha a idéia que Deus em Sua Sabedora e Inteligência não poderia aceitar que as pessoas se dirijam à Ele de maneira ininteligível e, sendo assim durante essas orações até o Demônio poderia fazer-se presente. Vocês não imaginam como isso aliviou-me!!!Depois que esses carismáticos infestaram a Santa Igreja Católica, Nosso Senhor tem que ficar 24 horas à disposição deles para fazer os milagres que ELES QUEREM e não SE DEUS QUISER CONCEDER AS GRAÇAS, porque o que se houve na RCC é: “Jesus agora está tocando alguém que tem dor barriga, também está tocando uma jovem que está com problemas na família” e blá, blá, blá, como se não existissem milhares de pessoas com este tipo de problemas! Isso é que engabelar as pessoas!!!Se as pessoas não fossem atrás de sensacionalismo e emoção barata e buscassem conhecer a nossa Santa Igreja Católica, elas teriam outra maneira de pensar e viver. E, automaticamente, estariam a cada dia mais felizes por serem parte da Igreja de Cristo.Um forte abraço a todos

Testemunho 14

Testemunho
Giovanni Pessoa De Vasconcelos
Fortaleza - CE, Brasil


Mas quero lhe falar sobre a RCC. Também já fui um deles. E daqueles fervorosos. Dos que deixam a família em casa, abandonada e vai ouvir as queixas dos membros da RCC. Dos que nem se preocupam se alguém em casa está sofrendo, com dificuldades. Mas se preocupam com os de fora, os "irmãos renovados". Porém, fui vendo as aberrações que o senhor já conhece muito bem pelas cartas já enviadas. É incrível como as pessoas ficam cegas na RCC. Eu também já fui. Eu gostava muito de dar palestras, mas sempre direcionava os grupos de oração para o serviço na Igreja. Um dia porém, fui longe demais. Fui chamado para dar uma palestra em um seminário de vida para jovens. O tema era sobre a vida de Nossa Senhora. A Igreja estava cheia. Não se via lugar onde não tivessem jovens. Logo que cheguei, já achei algo estranho. As mocinhas e os jovens que estavam mais atrás do corpo da Igreja, de short, bermuda, calção, andavam de um lado para outro, sem se importar com a presença de Jesus Sacramentado no Sacrário. As que estavam mais à frente, embaladas pelos "puxadores" de músicas "cristãs", dançavam, pulavam, rebolavam e corriam diante do altar e do Sacrário, como se não estivessem dentro de uma Igreja. Eu fiquei estarrecido, apesar de já ter participado de outros seminário, mas não com tamanha "liberdade". Quando chegou a hora da minha palestra, me preparei pra dar a última palestra naquela igreja para grupos de oração. Não que eu não quisesse mais falar em público, mas porque eu sabia que depois daquele dia, nunca mais me chamariam para falar. E eu comecei. Desde os mais novatos, até os coordenadores do grupo de oração, não medi palavras para chamar a atenção e até mesmo, em certas ocasiões, "descer o verbo", como dizem. Falei da Irresponsabilidade em levar tantos jovens ao sacrilégio de profanar o templo de Deus, entre outras coisas. Eu percebi que estraguei, naquela noite, tudo o que eles tinha conseguido erguer nos jovens. E eu sei que o que eles queriam, de fato, era que eu ratificasse o que eles estavam fazendo. Mas eu fiz exatamente o contrário do que eles queriam. E, como eu disse, essa foi a última vez em que dei uma palestra por essas bandas. De lá pra cá, nunca mais me chamaram para falar ao povo. Mas eu sei que fiz a coisa certa. Acho um absurdo o desprezo que se tem com o Sacrário e o Santíssimo. E esse povo que tanto diz adorar Jesus, não tem a menor cerimônia em tê-lo por nada no SSmo Sacramento. Eu tenho muita sede de defender a Minha Igreja aqui em Fortaleza, mas eu gostaria de mais argumentos. O senhor tem conhecimento de algum grupo aqui em Fortaleza que tenha o mesmo nível desse site? E, por favor, quando é que o senhor vem dar uma palestra aqui em Fortaleza? Somos um povo carente de fé também. Perdoe-me a extensão da carta. Eu só queria contribuir, tal qual o passarinho, com uma gota de água no incêndio que consome a Nossa Igreja. Talvez não seja nada, assim como eu não sou nada, mas considero como um alento e um encorajamento para o senhor e sua equipe nessa batalha. Deus há de dar-lhe a graça de vê-lo face a face no Céu e Nossa Senhora há de abraçá-lo agradecida por o senhor não ter enterrado seus talentos.

Testemunho 12

Testemunho

Olegario Nazario De Lima
São Paulo - SP, Brasil

Apenas escrevo essa missiva com o intuito de expor os fatos que por mim foram vividos na tentativa(infrutífera) de fazer apologética em dois seguimentos mais comuns e propagados hoje em dia pela mídia : A RCC e a Canção Nova.Participei - como observador - de seus propósitos, fundamentos e idéias doutrinárias... Causei polêmicas, indignação e ódio dos sectários dessas comunidades.Relato-os agora:A princípio tanto para a RCC e tambem a Canção Nova, não basta ser "apenas" católico. Tem que estar inserido em algum "ministério". Seja ele (ministério) de "cura e libertação", "oração", "intercessão"....E o mais apreciado e concorrido de todos, é o "ministerio de música"..E isso para o senhor, jã não é dificil perceber o porque....(risos).Todos os integrantes desses ditos "ministérios" trazem consigo a mística de possuirem uma missão. Algo quase que sobrenatural, que lhes foi dado por DEUS... São soldados valentes dos padres da Canção Nova.Eles suportam todo e qualquer tipo de ofensa feita pelos protestantes e ateus, à Virgem Nossa Senhora e aos santos da Igreja Católica, mas não toleram em absoluto, qualquer crítica feita a nenhum padre daquela comunidade...Canção Nova e RCC. Aí de quem o fizer!!!!São valentes e muito ecumênicos. Mas o são apenas aos opositores da Santa Igreja. Não existe ecumênismo para quem desfere críticas ao Pe Jonas, Padre Léo, Padre Fábio de Mello...e por aí vai...Ao dizer que sou católico, em seguida se emendava uma pergunta automática: O que voce faz na Igreja? Participa da RCC?... E na resposta dada por m im, de que não participo de nenhum ministério, não faço parte de qualquer comunidade de encontros, que sou apenas Católico, Apostólico, Romano, a réplica igualmente era automática: Eu lamento! Mas Nossa Senhora há de te converter!!!Repito professor, para os sectários dessas comunidades, não basta ser Católico...Tem que ser da Canção Nova ou RCC... E isso para mim, é lamentável.Caso fosse um protestante, alias não se deve pronunciar esse termo, o usual seria "irmãos separados", herege, nem pensar é uma ofensa gravíssima,... teria acolhida e respeito no meio deles....Afinal para eles, os sectários da CN e RCC, os hereges apenas "respeitam Maria"...mas não "são obrigados a Amá-la ou prestar-lhe Culto"... Eles( os irmãozinhos separados) devem ser amados e tolerados...até que Deus os converta.Falando em conversão, não é sadio nem elegante pronunciar palavras como, diabo, inferno, perdição.. O mundo da CN e RCC é "cor de rosa", feito de união, alegria, tolerência e música...muita música...Professor Orlando, a minha constatação nesse breve estudo de 03 meses que fiz nesses movimentos, chega a triste conclusão que : A CN e RCC, para a maioria de seus participantes, esta ACIMA DA IGREJA CATÓLICA. Um absurdo!!!Numa das raras amizades que fiz com uma participante daquele movimento(RCC), que atua no "ministério" de música, consegui expor essas situações abusivas e exageradas que são praticadas pela CN E RCC, e ela muito decpcionada, me confessou o sequinte: "Olegário, estou percebendo que a CN e a RCC deixam as pessoas alienadas...Acho que esses movimentos estão se tornando uma NOVA IGREJA..."Finalizando, acrescento que terminei esse meu "estudo" que partiu de minha livre e espontânea iniciativa, que teve como o único propósito, esclarecer os fatos e pescar almas....Estou um pouco, prá não dizer muito, decepcionado...Não esclarecí absolutamente nada...e "pesquei" menos ainda...Saio dessa atmosfera da CN e RCC certo apenas de uma convicção que eu suspeitava, e que agora ela se faz concreta e absoluta: A CN e a RCC são seitas protestantes infiltradas na Igreja Católica.Fique com Deus

Testemunho 11

Testemunho
César
São Paulo - SP, Brasil

Saudações!Tenho frequentemente visitado vosso site, e me deparado com questões interessantes relacionadas à fé cristã, e percebido como é bela a nossa Igreja, e como é necessário conhecê-la em seus pormenores, em seus fundamentos. Sendo bem sincero, imaginava que sabia muito a respeito d`Ela, e hoje percebo que não sei quase nada...Navegando nos vários temas apresentados, me deparei com muitos movimentos aos quais me deparei no passado, participando quase que ativamente em alguns(Opus Dei, RCC por exemplo). Em relação ao Movimento Carismático, venho percebendo cada vez mais um "Cover" das seitas evangélicas, ou melhor, protestantes(mesmo porque, acredito que um católico que se preze, deva considerar-se Evangélico no sentido mais correto da palavra...não nos deu a Santa Igreja o Doutor Evangélico Santo Antonio?). Há algum tempo percebo que algumas "modas" surgem nas seitas evangélicas( o pregador " sopra" o "espírito santo" através do microfone e as pessoas caem no chamado "repouso no espírito" ;as pessoas vão "orar no monte" para ver a grama ficar incandescente!!! ; entre outras pérolas!!! Hoje no Movimento, percebo trejeitos que alguns amigos ditos crentes já há muitos anos faziam...Concordo com o senhor que devemos ser contra aos maus ensinamentos apresentados em alguns grupos de oração, e não necessariamente contra as pessoas, que muitas vezes de boa-fé, desejam aproximarem-se do Evangelho. Talvez o senhor já tenha percebido o quanto já participei deste Movimento...me recordo que certa vez, num retiro de jovens, com microfone na mão, pude sentir o poder da Sugestão na mente das pessoas...quando um dirigente do Movimento fala alguma coisa, as pessoas obedecem quase que cegamente...sinceramente, nos últimos anos em que participei me divertia injustamente com as pessoas, pois num evento com 300, 400, 1000 participantes os mesmos obedeciam ao meu comando, imaginando em mim alguma espécie de profeta, santo...pobre de mim...mais parecia uma sessão de hipnose!E modéstia à parte, perssuasão é algo que se adquire com prática...e esta eu usava muito bem!Hoje olho com preocupação o crescimento do Movimento, principalmente com as redes de TV que aos moldes dos crentes pedem o dia inteirocontribuições para mantê-las,( " se Jesus vivesse em nossos dias, ceratamente utilizaria a televisão para evangelizar", dizem muitos deles!Será???O senhor acha possível duma mesma fonte jorrar água pura e água salobra??? Veja, não sou nenhum santo volto a repetir, mas, a atriz ex- de Roberto Carlos, Miriam Rios tem um Programa na Rádio Canção Nova...poxa vida!recentemente ela teve um filho com certo ator global...10 ou 15 anos mais velho que ela...O Padre Marcello conheço pessoalmente...mas aquela de "batizar" o Gugu Liberato no Rio Jordão, doeu...mesmo o apresentador afirmando que tal gesto teria valor "simbólico"...Caro Prof., neste momento, estou reerguendo-me na fé católica, junto a minha Esposa e nossos dois filhos, e confusões como estas são durasde engolir...Bem, agradeço sua paciência em ler esta missiva, e o parabenizo pelo trabalho que tem sido feito.Saudações cordiais em Cristo,César.

Testemunho 10

Testemunho
Rafael Maluf Farhat
Amparo - SP, Brasil

Prezados Irmãos,Como posso me concentrar para receber e participar da Santa Eucaristia, transformando-me também em sacrifício juntamente com Jesus em oferecimento ao Pai, se de 30 a 40 minutos antes do horário da Celebração, a “banda” de músicos já está " ensaiando repetidamente de modo quase infernal" uma verdadeira saturação de músicas, com letras extremamente desconexas, que serão vociferadas durante a própria Celebração, impedindo-nos de rezar e desfrutar dos verdadeiros benefícios da Santa Missa ?Já não agüento mais tanta cantoria em detrimento de pouca adoração, contemplação e cumprimento dos deveres Católicos durante a Santa Missa !!!A cada semana os fiéis são obrigados a cantar músicas diferentes, com melodias e mensagens duvidosas e incompreensíveis, como se a cada celebração houvesse o “hit parade” musical da “Pentecostal” Igreja Católica. É óbvio o que se percebe: a grande maioria presente não canta tais canções, e o pior, acabam não tendo a oportunidade e o silêncio necessários para rezar, agradecer, louvar, pedir perdão, etc...Várias orações importantíssimas estão sendo substituídas por cantorias, para que o estrelismo das bandas católicas e seu “ministério” de música estejam sob o olhar de todos, na vã e sacrílega tentativa de transformar a Santa Missa num "show" , com solos de guitarra, instrumentos sem propósito Cristão ( bateria, percussão, contra-baixo,etc...) e com a liderança de vocalistas que se embriagam de feroz e pura VAIDADE !!Profana e nefasta “Renovação Carismática Católica”!!!!Ocorrerá, diante do que se verifica, algum ganho de Espiritualidade ?Acontecerá o aprofundamento da fé Cristã ?Será este espetáculo a que podemos denominar de “ShowMissa”, o desejado pela Igreja Primitiva?Tenho comigo que por muito menos nosso Mestre expulsou os vendedores e cambistas do Santo Templo. O que Ele faria hoje? Quem tiver ouvidos...E o que dizer das “coreografias” executadas durante a Santa Missa, com movimentos dos braços, agitar das mãos, dos pulinhos para o alto(seria uma aula de ginástica aeróbica com Cristo?), sempre incentivados por alguns “Sacerdotes Pentecostais”, que auxiliados por devotadíssimos assistentes leigos, ainda induzem a assembléia à oração em Línguas????Profana e nefasta “Renovação Carismática Católica”!!!!Não estaria completamente distorcida a máxima “ Quem canta reza duas vezes”???Insisto: tenho comigo que por muito menos nosso Mestre expulsou os vendedores e cambistas do Santo Templo. O que Ele faria hoje?Quem tiver ouvidos...Ato de Louvor? Ato Penitencial? Aclamação à Santa Palavra?Nada de oração! Nada de contato com nosso Rabi! Nada de reflexão! Apenas música alta e bater de palmas!Será mais cômodo para a assembléia e para o Celebrante?Será que todos os Católicos estão de acordo ???Nem mesmo durante a comunhão, ponto alto e maravilhoso da Santa Missa, concede-se uns instantes de silêncio para aquele intercâmbio de amor com Jesus de Nazaré!!!Belo exemplo de Eucaristia mostrado pelos chamados “músicos’: devoram freneticamente a Hóstia Sagrada, sem oração, sem nada, para em questão de segundos já estarem a dedilhar seus instrumentos e a impostarem suas vozes a nos atrapalhar. Será que quem canta, dança e bate palmas dentro da casa do Senhor durante a Santa Missa respeita o “FAZEI ISTO EM MINHA MEMÓRIA”?Nosso amado Jesus está lá presente... Tenham certeza disso.Quem tiver ouvidos...Chega-se à máxima heresia de se cantar a mais santa de todas as orações, como se Jesus tivesse pedido aos apóstolos uma banda para lhes ensinar o Pai-Nosso !!!! Profana e nefasta “ Renovação Carismática Católica”!!!! A que veio???Para onde estamos caminhando?Insisto novamente: tenho comigo que por muito menos nosso Mestre expulsou os vendedores e cambistas do Santo Templo. O que Ele faria hoje? Quem tiver ouvidos...Com toda a autoridade que me foi concedida pelo Santo Batismo na Igreja Católica, certo de que esta não é a Igreja herdada do Rabi da Galiléia, exijo uma substancial mudança na celebração da Santa Missa!!O que fazer ??? Abandonar a Igreja ? Jamais!! Seria muito cômodo.“Nada vai me separar do amor de Cristo”. Estou, por amor a Jesus e por amor à minha Santa Igreja Católica, assistindo à Missa com protetores auriculares !!!, na desesperada tentativa de conseguir um mínimo de recolhimento e intimidade com Jesus Cristo lá presente.Quem é mais importante ???? Vou à Missa para orar, louvar, e comungar. Não para bater palmas e satisfazer o ego e a vaidade de certas " estrelinhas" ( líderes de bandas e Sacerdotes). Para a Santíssima Trindade não bato palmas, apenas me inclino e me ajoelho em sinal de respeito, temor e adoração. Profana e nefasta “ Renovação Carismática Católica”!!!!A grande comunidade Católica não tem sido consultada quanto a estas alterações de caráter “Evangélico-Pentecostal”!!!Até quando?Cabe ao Santo Clero, sucessores dos Santos Apóstolos, a fiscalização e o controle sobre estas lamentáveis diretrizes adotadas pelos “ carismáticos”.Quanto a nós, fiéis, cabe a esperança em Jesus Cristo para que os ilumine nestas necessárias mudanças.Permitam-me insistir: tenho comigo que por muito menos nosso Mestre expulsou os vendedores e cambistas do Santo Templo. O que Ele faria hoje? Quem tiver ouvidos..Nos encontraremos todos no Juízo Final, leigos ou Sacerdotes...

Testemunho 8

Testemunho
Marcelo
Maringá – PR

Fiquei muito feliz em saber que existem pessoas preocupadas com a formação católica de nosso povo e quero deixar registrado que por algum tempo de minha juventude eu e minha mãe participamos de centros de umbanda e candomblé durante algum tempo e logo depois meu irmão entrou para a RCC e que dentro da RCC ele aprendeu q esse tipo de "religião" seria algo demoníaco, com muita insistência dele deixamos os terreiros e começamos a aparticipar dos "grupos de orações" durante algum tempo freqüentei a RCC fielmente até que comecei a perceber uma "santidade" ilusória por parte de coordenadores e participante.
Comecei a notar que tinha muitas duvidas a respeito da igreja e religião e que nem coordenadores nem participantes poderiam me fornecer, e minha cabeça começou a ficar ainda mais confusa quando um amigo começou a fazer teologia e me disse q a narrativa da criação seria uma alegoria didática.
Foi quando percebi q o q estava faltando em mim era formação, e percebi também que não era só em mim, mas na maioria das pessoas a qual freqüentava o mesmo grupo e até lideres. Foi através de livros adquiridos em livrarias católicas q comecei a aprender sobre a igreja e sobre sua história, e mis tarde pude fazer dois anos de teologia para leigos que me ajudou muito. Hoje tenho a plena certeza q o que falta para nosso povo católico é formação e uma boa catequese e bons catequistas para desmistificar esse "renovismo”, o que poderia ser um grande bem para a Igreja hoje pode se tornar uma pequena centelha a incendiar os celeiros da divisão de nossa igreja.
Acredito hoje, sim nos dons do espírito não mais pregados como a RCC e sim como a Igreja de Cristo nos ensina. Não quero colocar apenas o que acho sobre a renovão, mas sim o que vi quando participante desse movimento e o quanto eu era movido pela emoção principalmente no chamado "don de línguas".
Sem, mas e obrigado pela atenção.

Testemunho 6

Testemunho
Rodrigo Eduardo
Londrina - PR, Brasil
23 anos

Por vários anos fui membro da RCC, por alguns motivos que não vem ao caso a deixei, e continuo trabalhando fielmente à Igreja na Liturgia e Catequese entre outros.Tenho estudado, rezado e pensado muito sobre o tempo que servi nesse movimento, o de positivo e negativo, porém quero pensar sem sentimentalismo e sem rancor...quero analisar com a razão.Recentemente dando uma olhada na biblioteca da minha paróquia caiu em minha mãos um livro do qual eu ainda não havia ouvido falar "O Fim de Semana de Duquesne"...fala sobre a origem da RCC. A escritora fala da origem da RCC da qual ela, alguns teologos leigos e estudante da tal universidade em Pittsburg-Pensilvania-EUA, desejaram após ler o livro de um escritor protestante (ex-católico) A Cruz e o Punhal,que também queriam ter a experiencia que os protestantes pentecostais tinham com o Espirito.
Engraçado como pessoas que pertenciam a verdadeira Igreja fundada sobre Pedro, pudessem deixar de lado toda doutrina Santa toda Tradição da verdadeira Igreja, para se aconselharem e pedirem para ser batizados pelas mãos daqueles q tanto odeiam a Madre Igreja. Em seus relatos a escritora descreve uma serie de visitas à casa de senhoras e senhores protestantes, estudam a palavra, estudam o referido livro...pedem dicas de como orar em linguas, de como profetizar, e como se abrir ao Espírito e por fim imploram para ser batizados no Espírito. É lastimável!
Em uma festa de aniversario de um padre, é descrito q enqto oravam o Espirito Santo agia da seguinte forma: Um jovem deu um enorme grito e disse que esperimentava naquele momento uma presença tão grade de Jesus como jamais experiementara...outra pessou começou a rir incontrolavelmente, outra começou a chorar e contorcer-se no chão. Muito estranho.Engraçado é que em minha Paróquia várias pessoas que aantes se diziam católicas abandondonaram a igreja para entrar em algum segmento protestante, e foram apoiadas e até aplaudidas por amigos da renovação carismatica...Tudo isso pq? Pq ao invés que estudaram a doutrina da igreja com a razão e com fé, e se submeteram ao Papa, querem antes satisfazer seu caprichos e desejos, quer supostamente orando em linguas ou repousando ou sei lá oquê!
Tudo isso pq? Com q finalidade? Meu ojetivo não é meter o pau na RCC, tenho varios amigos lá, e sim dizer que ao invés de fazer todo aquele discurso bonito e falso sobre a origem da RCC, digam que ela tem origem protestante, falem sob orientação de quem ela começou a aconter...se questionem sobre seus lideres...sobre oque está oculto. Tem muita gente boa lá dentro que acaba sendo iludida e até manipulada pelo enfase e poder das palavras...Pessoas que se convertem momentaneamente pela emoção, e depois de alguns anos se sentem vazias pois a emoção e a novidade acabaram! Como aconteceu comigo... Ou então entram para alguma coordenação de movimento e acabam caindo no farisaismo, não se questionam mais, não se abre a discussões sensatas, enfim se acham os separados e se alguem diz o contrario do que pensam está possuido por um tipo de Demônio.Repito que não odeio a RCC talvés em algum canto do mundo ela seja realmente boa, porém a que eu conheci em vários grupos, varias paróquias e atualmente em minha paróquia não tem nada de boa...algumas pessoas são sim de tirar o chapéu, mas a fé que professam, escorre ou um dia escorrerá como areia atraves do dedos.Hj sou mais feliz...vejo que a Igreja, com Pedro em Roma, me conduz a Cristo, estou mais maduro na fé pois me abri sob orientação da verdadeira Igreja ao conhecimento, e o legal é que mesmo saindo da RCC, que colocou em meus ombros fardos que eu não podia carregar, mantive meus verdadeiros amigo, e o respeito devido ao meu testemunho e trabalho nas pastorais, de todos! Qdo alguem pede algum opnião a respeito da renovação, não exagero em nada, digo apenas a verdade!Peço perdão se ofendi alguns amigos da RCC, mas como diz o Santo Apósto: "É necessário obedecer antes a Deus que aos homens!"Um abraço!P.S > Algguns protestante "admiram", a RCC pq se parece muito com eles, não se iludam...pelas costas, não os seguidores humildes, mas os cabeças do protestantismo apunhalam!

Testemunho 5

Testemunho
Sandro
MG,
28 anos
O que me leva a escrever esta carta é apenas contar rapidamente a minha história.Meu nome é Sandro e tenho 28 anos. Eu era chefe de uma torcida uniformizada e sempre levava violência aos estádios de futebol. Um dia quebrei o braço em uma briga contra a torcida adversária, fui internado e operado. Nesta situação conheci a Renovação Carismática Católica e me converti a única e verdadeira Igreja de Jesus Cristo.Comecei a participar ativamente do movimento RCC, sendo presença constante em grupos de orações, pregações, encontros e demais atividades. Em minha cidade, ninguém acreditou. Até hoje tem gente que diz que eu, de marginal, virei crente . A própria polícia deu graças a Deus pela minha mudança e depois de minha conversão eles nunca mais tiveram problemas após os jogos.Ocorre que, mesmo tocado e transformado, sempre teve algo que me incomodou na Renovação de minha cidade, e que continua me incomodando até os dias de hoje: a incrível facilidade que seus membros tem de marcar encontros, reuniões, pregações e demais atividades nos mesmos horários das Missas. Eu, no início quase completamente ignorante na fé católica, sempre achei aquilo meio esquisito. Já havia aprendido que a Eucaristia é o que temos de mais importante. A chamada casa de formação onde estas atividades extras-paroquiais acontecem está localizada a cerca de 100 metros da igreja matriz No começo eu não questionava muito. Via as obras que eram e continuam sendo realizadas em minha cidade pela RCC e me conformava .Porém, todos lá sabiam que eu sempre chegava atrasado aos encontros porque ia a Missa antes. Mesmo de forma meio ignorante, eu dizia para eles que achava que todos deviam ir a Missa primeiro.Comecei a me apaixonar pela Igreja. Para mim, participar de uma procissão, meramente devocional ou litúrgica, era um grande orgulho. Aprendi com o padre que a procissão servia para a exteriorização da fé . Nunca mais esqueci esta expressão. Eu simplesmente queria gritar para o mundo que eu era Católico, que Jesus tinha mudado a minha vida. Quando ganhei um livro chamado Católicos perguntam , li sobre os passos dos judeus pelo deserto com a Arca da Aliança a frente, rumo a terra prometida. Li também como Josué deu sete voltas por fora de Jericó, e após tocar as trombetas, os muros caíram. Eu sempre me senti um guerreiro de Josué durante as procissões, sabendo que quando as trombetas soarem no final dos tempos todos os muros cairão, sobrando somente a glória de Cristo e de sua Igreja triunfante.Estas analogias me fizeram chorar por diversas vezes enquanto caminhava atrás dos andores de São Benedito, de São Sebastião ou de São José. Que dirá de Nossa Senhora!Em minha ignorância, agora não tão ignorante, eu percebia que o povo da Renovação não participava das procissões (e continua não participando). Comecei a questionar muito isto. E comecei a perceber também que em nenhuma das atividades da paróquia os carismáticos estavam presentes. Nem procissão, nem via-sacra, nem adoração ao Santíssimo Sacramento. Não posso ser injusto, na Missa de Domingo todos vão. Mas eu achava que esta participação era ínfima, ou seja, pessoas consagradas comungarem uma única vez na semana. Na minha visão, aquilo era muito pouco.Participei por alguns anos consecutivos de encontros para pregadores da RCC. Neles, apesar de muitas verdades serem ditas, como a carência e a sede que o povo se encontra de Deus, também me incomodava a recomendação de que apenas Jesus deveria ser pregado em nossos grupos.Preguem Jesus morto e ressuscitado , diziam eles, e eles serão levados pelo Espírito Santo . Eu pensava comigo: se eu pegar o microfone um dia, prego Jesus na hóstia sagrada, e digo que se tiverem que escolher entre um grupo de oração e a Missa que acontecem no mesmo horário, deveriam escolher a Missa .Professor, nesta época eu NUNCA havia ouvido falar em Renovação do Sacrifício do Calvário .Sempre gostei de ler e para mim a Bíblia e o Catecismo da Igreja Católica viraram companheiros inseparáveis. Fui me aprofundando e começando a entender melhor as coisas.Conheci o site www.veritatis.com.br e achei que tinha encontrado o paraíso na terra. Quanto informação! Ele me ajudou a crescer e a partir daí eu já questionava abertamente os líderes do movimento em que eu ainda participava. As respostas não me convenciam, porque eram algo como: a Renovação foi suscitada para levar Jesus e o Espírito Santo . Eu argumentava: Ora, isto é muito bonito, leve Jesus e o Espírito Santo, mas leve também Cristo Eucarístico. Levar este Jesus é pregação protestante. O Jesus Católico é corpo, sangue, alma e divindade, e quem separa a alma e a divindade do corpo e do sangue é anátema . Nunca concordaram comigo, mas também nunca me deram argumentos para justificar que uma comunidade católica consagrada pudesse viver tão a margem da Eucaristia e da Igreja. O que eles insistentemente utilizam como argumento é a passagem onde diz que cada membro tem uma função no corpo, escrita por São Paulo. A mão não pode ser o pé , fui obrigado a ouvir por di versas vezes. Como se pregar Jesus Eucarístico fosse uma deformação aos princípios da RCC .Um belo dia, por misericórdia de Deus, acabei conhecendo o site www.montfort.org.br. A partir daí minha vida realmente começou a mudar, e para melhor, muito melhor. Comecei a ler sistematicamente os artigos e muitas coisas ainda nebulosas passaram a fazer sentido. Um tal professor Orlando Fedeli, que a princípio achei meio zangado , foi o instrumento usado por Deus para que eu de fato começasse a crescer na fé. Quantas e quantas horas, noites, madrugadas e finais de semanas lendo seus inúmeros textos. Marcos Libório Fernandes também me ajudou muito.No princípio as críticas a RCC me incomodavam. Mas percebi que o professor Fedeli era muito sincero e simplesmente dava sua opinião, baseando-se em inúmeros documentos. Quando li que o professor Felipe Aquino, que eu admiro muito, recusou um convite para conversar pessoalmente com o professor Fedeli, então entendi muita coisa. Nem sempre o silêncio é sinal de sabedoria e muitas vezes quem cala, consente.Hoje, caro Fedeli, creio que os grupos de orações não são maus, mas devem acontecer após as Missas, dentro da igreja, e de forma adequada ao que prega o catecismo. Porque é bonito católicos se unirem em oração, cantando belos hinos e recitando salmos. Porém, Missas-shows e comunidades carismáticas paralelas não passam de protestantismo penetrando lentamente no catolicismo.Uma prova desta afirmação é um fato ocorrido comigo, em uma das últimas vezes em que entrei na comunidade carismática de minha cidade. Lá existe um grupo de recuperação de alcoólatras e drogados, que eu ajudava a coordenar. Tal grupo inicia seus encontros as 19h30. Eu sempre fui a Missa antes de ir ao grupo, e um dia sugeri aos presentes: vamos todos a Missa antes, e posteriormente iniciamos o nosso encontro. Como dependentes químicos, o melhor remédio para vocês e que irá curá-los é a hóstia sagrada . Todos os iniciantes concordaram, porém os mais velhos disseram que tal mudança atrapalharia o grupo, que teria que começar mais tarde, as 20h00min. Eu disse que não, que na verdade iria começar mais cedo, as 19h00min, e que a participação na Missa seria a primeira etapa dos encontros. Uma das pessoas, que graças a Deus está limpo das drogas a um ano e seis meses me disse: olha, Sandro, eu acho que nós temos todos os dias da semana para irmos na Missa. As sextas -feiras são as nossas reuniões. E depois, tem outra, quem mudou a minha vida foi a Renovação Carismática, e não a Igreja Católica . Tive misericórdia daquele recuperante e lhe perguntei quanto tempo ele estava freqüentando aquela comunidade. No fundo, sabia que a culpa não era dele. A culpa é da coordenação, que não leva as pessoas a Eucaristia, e sim ao batismo no Espirito Santo , a sentir Jesus queimando no coração e a tantas outras experiências místicas que geram conversões de no máximo dois anos, ou que fazem da Renovação porta de entrada para as garagens protestantes.Outra prova de que comunidades carismáticas paralelas não passam de protestantismo penetrando lentamente no catolicismo se deu no último dia 12 de outubro de 2003, dia de Nossa Senhora, mãe de Deus e da Igreja. Este para mim é um dia muito especial, e acredito que para os católicos verdadeiros também. Neste dia acontece em minha cidade a mais longa caminhada do ano, cuja trajeto é de seis quilômetros. Posteriormente é celebrada a Missa. Pois bem, em dia tão importante o grupo de jovens da RCC realizou uma gincana.Cerca de 150 pessoas entre 12 e 18 anos participaram. O evento aconteceu em uma fazenda, com vários jogos e atividades que duraram o dia inteiro, terminando por volta das 18h00min. A procissão começa as 16h00min e a Missa por volta das 18h30min. Em outras palavras, quem participa da gincana, não tem condições de participar das atividades da paróquia. O fato da gincana ter acontecido nesta data verdadeiramente me revoltou. Procurei um dos principais coordena dores do movimento e falei-lhe sobre o meu descontentamento: você acha certo retirar 150 jovens no dia de Nossa Senhora e levá-los para o meio do mato para jogar peteca? , questionei. Ele respondeu algo do tipo: ah, eles não iriam a procissão mesmo . Eu contra-argumentei: pode até ser que estes jovens não fossem, mas vocês precisariam ir. E depois, como eles vão se não forem convidados? Vocês dizem para 150 jovens que em um dia de Nossa Senhora não é preciso participar das atividades da Igreja, e tudo bem. Eles virarão adultos que certamente não iram participar de procissões, das Missas e das demais atividades litúrgicas, porque aprenderam que esta participação não é necessária. Serão 150 pessoas a menos na Igreja de amanhã, e certamente elas irão para outras garagens .Professor Fedeli, quem são mesmos que realizam atividades paralelas a Santa Igreja no dia de Nossa Senhora?Talvez existam comunidades carismáticas bem orientadas, cujos fiéis participem ativamente da Missa e das atividades paroquiais, e preguem Jesus inteiro, sem deformações. Mas estas eu não conheço.Ao invés de sair descendo o pau na Renovação de minha cidade, participei por mais uma vez de uma reunião com a chamada equipe de serviço . Em uma quarta-feira, levantei-me e diante de 200 pessoas disse que aquela comunidade precisava ter uma vida Eucarística mais ativa. Que precisávamos pregar Jesus na hóstia sagrada. Que era preciso falar de Nossa Senhora e que ali ninguém comparecia as atividades paroquiais. Nas minhas palavras, muitos dos textos extraídos da Montfort.De lá para cá, tenho procurado sistematicamente nossos párocos para tentar trazer aquele povo para a Igreja. Engraçado, eles agora me dizem que foi graças a Renovação que eu me converti. Eu respondo que realmente isto é verdade, mas que quando eu entrei na Igreja eu não encontrei a Renovação lá dentro. Este movimento para mim assemelhou-se a um pai que leva seu filho a Missa e que o deixa a porta, sem entrar, sob o pretexto que está lá fora indo e voltando buscando mais filhos perdidos. Porém, não percebe que nestas andanças, gasta muito combustível e consegue trazer meia dúzia de gatos pingados. Se entrasse na Igreja, com seu testemunho e participação, atrairia muito mais pessoas.Pois bem, professor, esta é a minha breve história, da qual o senhor faz parte, e que ainda não acabou. Só Deus sabe como vai terminar.De certeza na vida só tenho uma: Jesus Cristo é o Senhor e presente está na Eucaristia, que quando levantada pela Igreja tem o poder de atrair tudo a si. E que esta Igreja tem como mãe Nossa Senhora, Maria Santíssima!Professor, aceito toda e qualquer crítica e correção fraterna a minha carta. Entre os muitos sonhos que eu tenho na minha vida, um deles é conhecer o senhor pessoalmente. Nem que seja por um breve minuto. Se isto não for possível nesta vida, espero encontrá-lo na eternidade.Um abraço mais do que fraterno.In corde Iesu et Mariae (que eu nem sei o que significa, mas acho que é no coração de Jesus e Maria).

Testemunho 4

Marcelo
Rio de Janeiro – RJ
28 anos
Estou revendo todos os meus conceitos, a respeito de vários temas que envolvem a Igreja.- RCC
Eu sempre achei que havia algo de podre no reino da RCC. Desde que a conheci. Aquele discurso emocionalista, irracional, seu pentecostalismo explícito e suas glossolalias (as tais "orações em línguas") me causam ojeriza.Eu já fui a eventos ditos "carismáticos", como os acampamentos da Canção Nova, os retiros de carnaval "Rio de Água Viva", no Maracanãzinho, e a festivais de música dita "católica", mas nada disso me satisfez. Hoje, não tenho paciência para esse oba-oba pentecostal. Não se pode ter paciência para asneiras ou heresias. Não acompanho mais essas coisas. Nem via TV ou rádio.E a minha ojeriza a RCC aumentou mais ainda, quando conheci os textos a doutrina Católica.
A propósito, gostaria que a Igreja desse seu parecer sobre o trabalho igualmente herético do Pe. Alberto Gambarini, de Itapecerica da Serra (ele também prega na RCC e celebra "missas de cura e libertação").Também queria um parecer da Igreja sobre outra figura polêmica da RCC, o prof. Felipe Aquino, de Lorena. Ele dirige o portal http://www.cleofas.com.br .- Canção Nova
O covil do neo-adventismo infiltrado na Igreja tem constrangido as mentes mais fiéis a Jesus e à Igreja fundada sobre Pedro. De lá saem os maiores absurdos!"Cristo desposando esta terra"? "Segunda vinda de Jesus"? "Nosso trabalho só vai terminar depois que tivemos estabelecido a verdadeira religião sobre a Terra"? "Restabelecer a Igreja"? Estas são algumas heresias do Pe.Jonas."Cristo desposando esta terra" e "Restabelecer a Igreja" não são somente heresias. São blasfêmias, mesmo.Um dia, o cantor Ricardo Sá ("consagrado" da Canção Nova, ou CN, na forma abreviada) disse, em entrevista na Catedral FM (da Arquidiocese do Rio), a respeito do modo como José cuidava de Jesus e Nossa Senhora: "São José era um omisso".No programa "Deus Proverá" (a "prestação" de contas da CN sobre a campanha Dai-Me Almas), o prof. Felipe Aquino disse, certa vez: "A Canção Nova VENDE salvação" (o grifo é meu). Eu perguntei sobre isso a ele próprio, e ele afirmou não se lembrar mais do que falou!E o cantor Dunga ("consagrado" da CN, como o Ricardo Sá), querendo incentivar os homens a não praticarem masturbação, apelou para o erotismo explícito! Ele disse ao vivo no programa PHN (TV Canção Nova) que os homens poderiam "pedir a Deus por poluções noturnas", para evitar o acúmulo de sêmen e a tentação da masturbação!Será que o sr. Dunga sabe que poluções noturnas acontecem naturalmente, sem precisar pedir a Deus???Não me surpreende que a Canção Nova tenha apelado até para apoio de políticos (tipo Salvador Zimbalde, deputado federal do PTB-SP) para conseguir mais canais para a TV. A CN se seculariza cada vez mais.E esta campanha "Coração Solidário", a versão carismática para o Criança Esperança, da TV Marinho? Daqui a pouco, vão querer que a Campanha da Fraternidade arrecade doações para a TV liderada pelo neo-adventista Pe. Jonas Abib...Na TV Canção Nova, só se salvam hoje as transmissões dos pronunciamentos do Papa, que obviamente eles têm obrigação de mostrar. Não é mérito algum para a CN. E viva o Papa!Aproveito para pedir perdão, por já ter sido defensor do "Espírito do Concílio". Nunca é tarde para aderir, com minha inteligência, àquilo em que o Papa manda crer. Prefiro adotar agora a postura do Arcebispo Emérito, Cardeal D. Eugenio Sales, que adota a total obediência aos ensinos do Papa, ao escrever sobre os assuntos.- Demo-cracia
O que o Brasil vive hoje, depois do regime de 1964, não é democracia. É demo-cracia, porque vem do Demônio, ou do maligno.Todos criticam a Igreja, que queimava livros heréticos no passado. Mas ninguém criticou o gay que queimou documentos da Igreja, num recente protesto de ONGs, em frente à paróquia Nossa Senhora da Paz (Ipanema), contra o documento do Vaticano a respeito das "uniões civis gays".Os bispos e padres vermelhos não reagiram, quando uma figura do Governo Lula insinuou que o Papa pode estar cometendo "crime contra a Humanidade" ao desaconselhar o uso de preservativos e recomendar a castidade.Por sinal, o Governo Lula está conseguindo reunir heréticos farsantemente "diferentes", como os bispos vermelhos da CNBB, os padres de passeata (Comissão Pastoral da Terra incluída) e as nefastas figuras da igrejola de Edir Macedo, como o deputado Carlos Rodrigues e o senador Marcelo Crivella.É por tudo isso que digo: o Brasil (e o Ocidente em geral) vivem numa "demo-cracia" (assim mesmo, com travessão, para realçar).- Missa e Igreja
Compreendo perfeitamente que sou membro pecador da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Eu não sou igreja, nem A Igreja. Eu não vivo fé. Eu devo é aderir à Fé deixada por Jesus aos Apóstolos. Entendo também que ninguém deve celebrar a Missa, se não for o padre ou o bispo celebrante.Aquelas musiquinhas pseudo-litúrgicas que dizem "Nós somos a Igreja, você é Igreja", me fazem doer os ouvidos, agora. Obrigado pela atenção e pela paciência.

Testemunho 3

Thais Lombardi Campinas - SP,
Quero primeiramente vos apresentar a minha alegria em poder contribuir com o pouco que sei sobre a Renovação Carismática a fim de que tal movimento, tão suspeito e tão infrutífero (como a árvore seca!) possa ser questionado e combatido.Atendendo a vosso pedido, esta é uma pequena descrição das minhas infelizes lembranças em relação a certas "experiências" do movimento chamado renovação Carismática, a saber: a oração em línguas, o repouso no espírito e o baile do "Espírito". Relatarei na seqüência em que os presenciei.A oração em línguas Todas as citações são do livro: "Os dons de cura do Espírito Santo" de Agnes Sanford, 5 edição, 1983, Paulinas, que trata da RCC. Segundo Sanford "Desde o começo a religião tem sido uma experiência subjetiva... e o cristianismo teria sido, durante a História, rebaixado em algo materialista ou racionalista"(pág. 8). Segundo os Carismáticos, a Igreja teria se esquecido do poder do Espírito Santo e de Sua atuação na História.Ora, mas isso é falar que a Igreja esqueceu de Deus!Mas "hoje em dia, há um despertar deste torpor, pela ênfase no poder do Espírito Santo que habita em nós e que nos transforma em novas criaturas. No mundo todo tem pessoas que impõe as mãos sobre outras e pedem, orando (em línguas) o batismo do Espírito"(pág. 9). O parêntese é meu. Todos poderiam receber este "batismo", batizados ou não, ou seja, católicos ou não. Este "batismo" seria a fonte dos demais "fenômenos de cura e libertação", seria o mesmo fogo que desceu sobre os Apóstolos em Pentecostes, seria um "novo Pentecostes".Sanford relata seu batismo: "Deitei-me sobre as folhas dos pinheiros sentindo o calor do sol penetrando em todo o meu corpo. [...] Orei pedindo que a vida de Deus me fosse dada através dos raios de sol. Então o Espírito de Deus entrou de uma maneira inexplicável[...] e por um fração de segundo vivi com plena consciência da bem-aventurança da eternidade" (pág 19). Toda manifestação do Amor de Deus, deveria ser mística, pois todo e qualquer tipo de racionalidade é condenada como sendo "barreira" para a ação do Espírito que 'é vento e sopra onde quer".Bastaria pois, estar entregue a esta manifestação que se daria pelo dons, mais comumente o de línguas.Sanford tem toda sua teoria sobre este Dom baseado no inconsciente coletivo de Jung: "Quando o homem não podia mais ouvir a voz direta de Deus, Ele falava pela linguagem obscura dos sonhos, movendo-se misteriosamente no íntimo do inconsciente[...] através de símbolos[...] que provém do inconsciente coletivo da raça"( pág 151). Para resgatar a idade dos sonhos, após a idade da razão, "o Espírito Santo fala no indivíduo e através dele, numa linguagem que a pessoa na sua consciência, não conhece. Isso é chamado Glossolalia, ou falar em línguas" (pág 152) E apesar de esta linguagem ser considerada "inarticulada ou histeria" ( pag 150), segundo Sanford, ela teria suas razões pois "existe uma ligação misteriosa entre o inconsciente de uma pessoa e outra[...] que permitiria estabelecer relacionamento de pensamento com alguém que já viveu ou que ainda vai viver, ou mesmo, como a Bíblia repetidamente afirma, com os seres celestes" ( pág 152).Que idéia mais espírita! Queria eu saber de que parte das Sagradas Escrituras esta senhora tirou tal absurdo!Pois ela diz basear-se em I Cor 13, 1.: "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos...". Eu própria escutei várias vezes, que a oração em línguas seria "a língua do Céu ou dos anjos". A pessoa falaria uma "língua que o seu consciente desconhece mas que seu inconsciente (coletivo) conhece" ( pág 152). Parênteses meus.Embora sendo uma manifestação "totalmente mística", haveria uma função para a glossolalia: "a finalidade do Espírito é comunicar-nos sua força"( p 153). "A energia recebida por nós deve ser usada para formar a nova criação: o reino de Deus sobre a Terra"( p 155). Em outra parte do livro: "este Dom é um instrumento com o qual fazemos a nossa parte na construção do Reino".O que este Dom me garantiria?Sanford diz: "Muitas pessoas aprenderam que a salvação se realiza automaticamente quando aceitamos Jesus Cristo. Outros estão persuadidos de que o Espírito Santo tira todos os nossos temores e tentações. Algumas vezes, Ele o faz.". Esta idéia é visivelmente protestante.Outra pergunta seria: Como funciona este Dom?Sanford: "Pela imposição de mãos de maneira sacramental...assim que minhas palavras (do ministro) chegam à sua consciência (daquele que recebe a oração), as palavras de Deus fluem através do meu corpo e de minhas mãos para dentro de seu corpo e atingem seu inconsciente". Claro que os pobres ministros que conheci não sabiam disso, simplesmente impunham as mãos por crer ser esta a vontade de Deus.Sobre os ministros, diz Sanford: "As pessoas precisam de um mediador, de pastores. Sabem disso, digam o que disserem as determinações regulamentares da sua igreja" (p 35).Não da Igreja, mas da sua igreja, qualquer uma.E mais "Pode ser que Deus pense em você quando diz : 'Apascenta os meus cordeiros"(p 30). Que interpretação absurda da ordem que N. Senhor dá a S. Pedro. Então qualquer um poderia ser ministro, padre ou não."Aquele que tem o Dom de línguas, não fala aos homens, mas direto com Deus, como Adão"(p. 159).Sobre a confissão escreve Sanford: "para certas pessoas ela ainda tem sua força. Mas para outras ou ela não é possível, ou a sua força não é tão grande em virtude da falta de fé. Alegremo-nos, portanto de que Deus não pode ser limitado por nenhum formulário, mas que seu Amor ainda vence barreiras para chegar até nós por caminhos além de nossa compreensão "(p 114) E como o Espírito lhe falaria? Sanford: "...a voz do Senhor [...], é a voz serena e tranqüila que fala dentro de nosso ser. A compreensão da natureza das perturbações (em geral) é trazida por ele (Deus) do meu inconsciente" ( p 99). Parênteses meus.Então eu já conheceria a natureza e as soluções para todos os problemas. Deus só faria que este conhecimento saísse do meu inconsciente.Segundo Sanford, seria nossa obrigação escutar a "voz do Senhor"e obedecê-la.E como convencer as pessoas?Sanford: "Meu amigo[...] escrevo a você que está querendo obedecer o Senhor e procurar salvar aqueles que estão perdidos".Só Deus sabe o quanto sofri e o quanto tantos sofrem por pensar que são infiéis a Deus, por não rezarem em línguas. Meus colegas me excluíam e me diziam que eu não devia ter fé, pois se a tivesse, Deus se teria manifestado.Esta seria, então a "cura das lembranças feita pela 'transferência de pensamento' que é redenção. É a salvação da alma. É realizar através de Jesus a obra que nosso Senhor fez sobre a cruz"( p 120).Esta frase me parece absurda, como esta senhora pretende realizar a obra de nosso Senhor se ela mesma afirma que Ele já a fez?Como tratar a pessoa que está sendo curada?"Mesmo que a pessoa diga seus segredos mais escabrosos[...] deve-se olhá-lo como um filho de Deus, um santo de Deus...E transformar na imaginação as sombras em virtudes. Isso é redenção" ( p 131) "A terapia que cura as lembranças é chamada de perdão dos pecados...e o ato de ir ao ministro é a confissão. Esta é apenas a maneira estilizada pela qual a Igreja fez a oração para a cura da alma. Mas acaso ele (o pecador) precisa de mediador? Em muitos casos ele naturalmente não precisa. Não vamos ao confessionário toda vez que dizemos mentiras"(p 111) Parênteses meus.Como assim?Então não vamos ao confessionário quando pecamos, seria ele inútil, ou melhor, serviria apenas para curar as lembranças e traumas da pessoa?Afinal "Nosso Senhor, quando tomou sobre si os nossos pecados, uniu-se a nós. Tornou-se parte da mente coletiva da raça, parte de sua consciência está nas profundezas do homem. Quando o invocamos, ele sai da consciência da raça e fica conosco, então o pecado recebe um golpe mortal...e nós passamos a ser a nova criação" (p 119) Seríamos então a nova criação por simplesmente invocar o nome de Nosso Senhor de maneira mágica. Deve ser por isso que meus colegas invocavam tantas vezes o nome do Senhor, como se fosse uma fórmula, repetindo-o à exaustão.A oração em línguas é um conjunto desconexo de sílabas e é falada ou cantada, normalmente "provocada" pela presença do SS. Sacramento ou de um oração livre à SS. Virgem. Era acompanhada de revelações de visões interiores, nas quais haveria algum ensinamento moral de confiança em Deus (sempre e apenas confiança!). Em seguimento, sempre alguém teria tido uma iluminação sobre uma passagem bíblica (qualquer uma, vinha o nome do livro, o capítulo e o versículo) a ser lida como mensagem de Deus ao grupo.Nesses "retiros", como seria inevitável, ocorriam graves incidentes morais: uso de drogas e outros, sendo que ouvi falar que foram achados preservativos usados, e até mesmo uma menina que teria voltado grávida do retiro.Os sinais de conversão seriam ou a oração em línguas, ou um choro descontrolado, sendo que cheguei a ver pessoas se debatendo e rolando no chão, pessoas com contrações musculares violentas, pessoas que falavam sozinhas, que olhavam para o nada com expressão apática.Presenciei dois casos interessantes em que uma garota teve que ser retirada do local, totalmente apática, sendo que não respondia a chamados, e embora não estivesse sendo violenta, apenas horas depois ela teria voltado ao normal. Outro caso foi o de uma colega que teria ficado muda após a "experiência", sendo que nenhum médico foi capaz de detectar a causa e a menina só voltou ao normal semanas depois.O repouso no EspíritoPresenciei este "fenômeno", num retiro menor, com cerca de vinte pessoas. Eram programadas grandes vigílias noturnas de adoração ao SS. Sacramento. Naquela noite, nas trevas, além da oração em línguas ocorreria também o repouso no qual N. Senhor "nos levaria a descansar nos prados e Campinas verdejantes". Nós "descansaríamos em Deus, sendo uma experiência prévia do céu". Consistia em ficar algum segundo de olhos fechados e concentrado, ou de pé ou sentado, e abandonar o corpo (como num desmaio), permanecendo no chão, tendo visões e delírios sobre o céu (ou fingindo ter); tudo isso realizado diante do SS. Sacramento. Para que as pessoas não se machucassem ao cair, havia aqueles que se encarregavam de segurar os colegas e deitá-los no chão. As pessoas permaneciam nesse estado de letargia por meia hora, mais ou menos, sendo que alguns dormiam...O Baile do "Espírito"A mais demoníaca das experiências foi o baile. Não me constranjo em dizer tal coisa pois, uma experiência que nos retira de todo o controle de nós mesmos, não só racional, mas físico e espacial, em que se perde a noção de quem se é, para misturar-se a um grupo coeso e massificado controlado por não sei quem, em que movimentos são feitos inspirados por "nada" e que não levam a lugar algum, só podem ser do demônio.Num terceiro retiro fomos convidados a participar de um baile, de uma festa, em que dançaríamos a noite toda, no escuro, e que nosso par seria o "Espírito Santo". Para que isso pudesse ser realizado, todos estaríamos descalços, sem relógios, pulseiras e brincos e andaríamos ou dançaríamos a esmo de olhos fechados, num certo salão que tinha suas portas fechadas e vigiadas. Eu quis sair, não me deixaram. Inevitavelmente, os mais empolgados, trombavam-se constantemente, tropeçavam e caíam, apesar do fato de haverem jovens "responsáveis" por não permitir que se trombassem. A única coisa que não podia era: abrir os olhos. Enquanto isso, tocava-se uma música romântica que levava os presentes a chorar e aos poucos as pessoas iam caindo no chão, pois havia começado o "repouso". Viam-se pessoas com os braços erguidos, pessoas orando em línguas, pessoas impondo as mãos, pessoas no colo umas das outras, e invariavelmente eu mesma pisava em alguns colegas, sem querer. Tinha entendido o porquê de se tirar os sapatos!Eu não podia crer, , que a minha salvação estivesse em perigo, caso não falasse em línguas (eu era batizada, comungava, era crismada..), tinha me cansado da hipocrisia dos que se diziam "santos" e me tentavam como demônios...eram inúmeros os palavrões. Recusei ser coordenadora do grupo, coloquei-me contra um seminarista que insistia em que eu rezasse em línguas (nem que eu tivesse que fingir!), foi o escândalo. Mas o que mais me consumia de raiva era a irreverência com o SS. Sacramento, tocar-Lhe, sendo que chegavam a dormir (!), na capela, só para estar "pertinho" de N. Sr.Graças ao bom Deus, isso agora é passado, e espero que este relato ajude aqueles que apenas esperam uma luz, uma saída para continuarem sendo católicos (ou mesmo se converterem) sem ter que entrar então na Teologia da Libertação, que acreditava eu, ser a única alternativa à RCC.Bendito o Santo Deus e a Sua Santa e única Igreja

Testemunho 2

Testemunho

Ângelo
Rolândia – PR
24 anos

. É com muita alegria que venho dar minha colaboração com este testemunho com o escopo de elucidar os consulentes a respeito dos erros da Renovação Carismática Católica, à qual servi no chamado "ministério de música", por algum tempo, porém o suficiente para depor contra os erros lá ensinados e perpetrados. Saí da RCC, porque eu estudava, e eu tinha que dar explicação da minha vida a todos os membros do movimento apenas por faltar em algumas reuniões que eles promoviam e que a presença era de obrigação dos servos. Quando eu faltava, já me ocorria à sensação de pressão que eles fariam na reunião seguinte. Preocupava-me em não perder a cabeça e pedia que não se preocupassem, pois meus sérios e que eu não era displicente nas minhas obrigações como católico. Respondi isso num questionário, que fomos obrigados a motivos eram preencher. Lá respondi que eu jejuava uma vez por semana, que rezava o terço todos os dias, adorava o santíssimo semanalmente, me confessava periodicamente etc. E realmente eu o fazia, aliás, diferente de muitos que não me imitavam. No fim, eu era um "diabo" pra eles, então "pedi as contas". Depois soube que eles confabulavam a minha "demissão". Tudo por causa de um único dia que eu não ia à tão "importante" reuniãozinha. Lembrando aos leitores que as reuniões tomavam tempo de no mínimo 4 dias de nossas semanas. Em todas se orava em línguas e se agia do modo que todos aqui estão cansados de saber. Concordo com tudo que já foi escrito aqui nesta página. Realmente as coisas se passam assim mesmo. Não preciso acrescentar nada.Hoje sou um isolado de minha paróquia, mas me sinto feliz. Andei plantando a semente da verdade no coração dos que participam e percebo que eles no final deixam de me chamar de "irmão", pra dizerem apenas: "E aí? Beleza?. Poucos concordam. Minha família, graças a Deus, já não apóia este movimento que mais se preocupa em números e conversão por emoção.Eu li um livro do professor Felipe Aquino e quero transcrever aqui o absurdo que ele ensina aos leitores de seus livros. Livros considerados, pelos que o "conhecem", como livros da mais alta sabedoria. Ele tem fama de sabichão sim, e não adianta negar.Eis o execrável: "A grande maravilha que Deus está fazendo na sua Igreja, por meio da Renovação Carismática Católica, é renová-la no Espírito Santo. Quem não se fechar a esta chuva de graças, poderá experimentar uma religião viva, não ritualista, mecânica, sem vida e sem sentido. Será um cristão novo, renovado." (Aquino, Felipe. "Sede Santos!...", editora cléofas, 4ª edição 2003, pág. 86.)Isso dá náuseas!!! Ele, o professor Aquino, determinou que a Igreja "era", antes da RCC, morta, ritualista, mecânica, sem vida e sem sentido. Isso deve receber uma atenção especial de Roma. Eu simplesmente não acreditei quando eu li. Fora os outros absurdos contidos nesse livreco. Desculpe usurpar a expressão que o sempre usa quando se refere à certas obras literárias. Mas são livrecos sim, se comparados às riquezas escritas por Santo Agostinho e Santo Anselmo por exemplo, que são canonizados e considerados santos hoje. Doutores da Igreja. Portanto merecem mais atenção.

Testemunho 1

Testemunho
Plínio Juliano Ramos Testemunho
Itabira - SP, Brasil.
29 anos


Como muitos, eu também participei ativamente da RCC. Em 1995 eu era coordenador da secretaria Marcos, que caminhava com a.
Juventude. Na ocasião nosso interesse era participar de forma ativa na Evangelização. Algumas coisas pareciam contraditórias, por exemplo: era preciso, antes de qualquer atitude, ouvir o que o Espírito Santo impulsionava, "mas desde que isso não contrariasse a organização diocesana", isso nunca foi levada em conta à opinião do Bispo. Pregava-se uma unidade, mas o que era claro é que, desde que fosse favorável aos seus propósitos, em uma ocasião em que me lembro bem: fomos conversar com o coordenador da secretaria Pedro, que era a Pregação. Nosso propósito era pregar a Liturgia diária no grupo de oração, ou então como a "RCC" sempre dizia: ouvir o Espírito Santo, mas fomos impedidos, pois na ocasião havia umas seqüências de leituras para serem refletidas no GO. Apartir disto surgiu uma divisão que era dita como os adultos e os jovens. No ano de 1999, em preparação para o Jubileu, formamos uma equipe e iniciamos uma caminhada de estudo do CIC e outros documentos, nos reuniam aos Domingos às seis horas da manhã, rezávamos e estudávamos. Então fomos para as comunidades rurais e fazíamos aí um dia de oração e reflexão do que havíamos estudado, o encerramento dessa caminhada foi uma cruz em cada capela, escrita: Missão Jovem. Até hoje permanecem como marco de uma caminhada, nossa cidade possui dezoito mil habitantes, em um dos sete encontros que organizamos chamada Convivência Jovem, conseguimos reunir seiscentas e vinte e dois jovens só da nossa paróquia.Hoje sou Testemunha Qualificada do Sagrado Matrimônio e dirigente de uma comunidade, meu desafio nas reuniões para preparação do batismo que acontece na casa do candidato é: dizer que: O Batismo é Sacramento INDELÉVEL, onde o ser humano torna-se filho de Deus e recebe pela vontade de Deus o Espírito Santo, e que, se não fosse pelo Sacramento, a quem Deus ouviria, ou obedeceria, ou quem seria digno de tão grande dádiva, e por fim por que alguém se destacaria perante Deus sendo mais ou menos digno de receber o Espírito Santo, e ainda a questão do Repouso no Espírito Santo, que na verdade, ninguém tem real certeza de ter acontecido de fato ou não, em uma ocasião uma pessoa rezava por mim e como nada acontecia, literalmente fui empurrado para que me deitasse, isso aconteceu com todos naquele dia, houve em meu coração uma dúvida que demorou um bom tempo para que as coisas ficassem esclarecidas. Isso é o maior absurdo pensar que Deus pode estar sob nosso domínio e que obedeça nossas ordens. A partir disto surge dúvidas e protestos, enquanto que a grandeza do Evangelho fica obscura. O que tento dizer é que a tudo Deus estabeleceu uma ordem natural para que as coisas aconteçam, infelizmente estão querendo alterar isso. Se soubéssemos nos contentar e seguir realmente o que a Igreja em sua divina sabedoria nos adverte, seria tudo mais simples, mas vejo que a RCC, em nome de um "discernimento" institui pessoas sem condições alguma tanto psicológica, emocional e sem o mínimo de bom senso para dizer das coisas que são determinantes em nossa vida...

São muitas experiências que me ensinou o que não fazer para ser um cristão, quando vejo meus amigos naquela correria, onde não se encontra tempo para os filhos e a esposa, até o ponto de haver separação das famílias, eu me pergunto: e o que isso está trazendo de benefícios para a Igreja e para a sociedade? Precisamos ser pessoas admiradas e respeitadas pelo nosso caráter que deve ser fruto de nossa fé, e não criticados e zombados por dizer aquilo quem nem nós mesmos fazemos, se a RCC nos faz especiais, porque ainda há tantas resistências com aquilo que não pertence ao movimento?Obrigado por poder desabafar um pouco daquilo que por muito momento ficou calado em mim diante de dos momentos em que a caminhada da Igreja é substituída pelos encontros e formações, etc, etc, etc...

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Frase carismática

“Será que os senhores já se sentiram assim em suas vidas?”
Não.

Não senti.

A fé não é um sentimento. Deus pode nos dar, por vezes, um sentimento de alegria espiritual, mas não é o sentimento que prova que estamos com Deus. Antes, a Igreja previne que não nos deixemos enganar pelos sentimentos. É a Fé que importa e não os sentimentos. E a Fé é uma virtude intelectual e não um sentimento. Foram os Modernistas que reduziram a Fé a um sentimento interior, e eles foram condenados por isso pelo Papa São Pio X, na encíclica Pascendi. Santo Afonso Maria de Ligório (1696-1787), bispo e Doutor da Igreja, talvez a maior autoridade em Teologia Moral e também conhecido como "Doutor da Oração" (se dedicava cerca de oito horas diárias à oração), em sua obra "A Oração", de 1758, diz: “Bela advertência de monsenhor Palafox: ··É de utilidade citar aqui uma bela advertência de monsenhor Palafox, piedosíssimo bispo de Osma, às pessoas piedosas que procuram santificar-se, em sua anotação à 18ª carta de Santa Teresa ao seu confessor. Ali lhe a Santa todos os degraus de oração sobrenatural com que o senhor lhe havia favorecido. ·A este propósito, o mencionado prelado prescreve que estas graças sobrenaturais, que Deus se dignou conceder à Santa Teresa e tem concedido a outros santos, não são necessárias para alcançar a santidade, porque muitas outras almas chegaram à santidade sem estas graças extraordinárias e até há muitas que, apesar de terem recebido aquelas graças, estão condenadas. Portanto, diz ser coisa supérflua e”. Presunçosa desejar e pedir tais dons sobrenaturais, quando o verdadeiro e único caminho para a santidade é o exercício de todas as virtudes, especialmente do amor de Deus; e a isto se chega por meio da oração e pela correspondência às luzes e aos auxílios de Deus, o qual outra coisa não quer senão a nossa santificação. "Esta é à vontade de Deus: a vossa santificação" (1 Ts 4,3).”·(Afonso Maria de Ligório, Santo. A oração: grande meio para alcançarmos de Deus a salvação e todas as graças que desejamos. Tradução do original por Pe. Henrique Barros - 4ª edição - Aparecida, SP: Editor Santuário, 1992 - destaques nossos)·”.

"Era preciso, antes de qualquer atitude, ouvir o que o Espírito Santo impulsionava”, mas desde que isso não contrariasse a organização diocesana ““.

Afinal, se o Espírito Santo é Deus, por que Ele estaria subordinado à decisão do Bispo?
Essa contradição põe a nu, o delírio da RCC que pretende ser guiado pelo Espírito Santo, e que, portanto, não se submete à autoridade da Igreja. Os pretensos carismas da RCC anulam, tornam inúteis os Bispos e o Papa. Porque quem tem o Espírito Santo não precisa ouvir mais ninguém, nem padre, nem Bispo e nem Papa.
O carismatismo destrói a autoridade da Igreja hierárquica.

A RCC e o protestantismo são sim uma doença. Só mesmo num século louco como este para se pensar que a arvore má do protestantismo pode dar bons frutos. Contudo, não tememos que a Igreja seja destruída pelo Câncer protestante, pois Nosso Senhor nos prometeu, ao fundar a Igreja sobre Pedro, que "As portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus, 16:18).

Observação

Permita-me, entretanto, observar que é inteiramente lícito acusar um sacerdote de heresia. Lutero foi padre e foi herege. Ario era padre, e foi herege. Nestório era Bispo, e foi herege. Jansênio era Bispo, e foi herege. Loisy era padre, e foi herege. São Paulo diz:
"Ainda que nós mesmos, ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos temos anunciado, seja anátema" (Gal. I, 8).
informações retirada da MONTFORT Associação Cultural

"O Carismático é o protestante que saiu e voltou pra igreja. Ou pior, ser carismático é treinar pra ser protestante"

" Na RCC, essa recusa da Igreja hierárquica é muito sutil. Na RCC, não se faz uma recusa explícita da Igreja Hierárquica. Mas, se as pessoas possuem os dons do Espírito Santo, e se elas fundamentam sua religião numa "experiência interior com Deus", é evidente que a Igreja visível e hierárquica deixa de ter importância. Para que precisa da Igreja, aquele que possui um contato direto, pessoal, experimental e interior com o Espírito Santo?Nesse caso, a Igreja passa a ser desnecessária. Daí, o individualismo e a divisão dos grupos carismáticos que tendem a se constituírem em pequenas igrejolas dentro da Igreja institucional, reunindo-se mais em casa do que na Igreja.Decorre daí, o fluxo contínuo, agora, de carismáticos para as seitas protestantes. Porque não se vê diferença entre o que acontece na RCC, e o que acontece nas seitas pentecostais protestantes, que pretendem ter carismas de línguas, de curas, etc. E até a doutrina dessas seitas heréticas e da RCC é a mesma. Os hereges pentecostais expõem a sua posição religiosa com as mesmas palavras que os carismáticos católicos usam: todos alegam ter os carismas de língua, de profecia, e de cura. Todos alegam ter tido a mesma "experiência com Jesus". Todos alegam a mesma "religião do coração".Se a Teologia da Libertação é mais brutalmente e mais claramente herética, a RCC é mais perigosa, exatamente porque mascara seus erros doutrinários, falando de Jesus, rezando etc. Conclusão: a Teologia da Libertação racionalista e a RCC irracionaliza, ambas são as duas pontas de uma mesma pinça com que se pegam e arrastam os católicos para a heresia. A RCC não é um movimento "como outro qualquer". Ela é um movimento que confessa ter-se originado no protestantismo, que foi condenado solenemente pela Igreja. Como pode uma árvore má produzir bom fruto?

informações retirada da MONTFORT Associação Cultural

Professor Felipe Aquino, mais mentiras1.

Texto que encontrei no site Cleofas? Ele fala que os tradicionalistas seriam Neo-jansenistas.

» Jansenismo (Séc. XVII).
Jansenius, bispo de Yvres, França deu início a essa heresia num jornal em que ele escreveu sobre Santo Agostinho, no qual ele redefinia a doutrina sobre a graça. Entre outras doutrinas, seus seguidores negavam que Cristo morreu pela salvação de todos os homens, alegando que Ele havia morrido apenas por aqueles que serão finalmente salvos (ou seja, os eleitos). Este e outros erros Jansenistas foram oficialmente condenados pelo Papa Inocêncio X em 1653.
· O jansenismo, infelizmente, é hoje encontrado em muitos meios ditos "tradicionalistas". Este debate é freqüentemente provocado pelas objeções que muitos fazem à má tradução do Cânon Romano, que traz "por todos" (e não "para muitos") como tradução de "pro multis". Esta tradução está errada como tradução, mas não é teologicamente errada, pois afirma ser o Sacrifício de Cristo suficiente para todos. Os neo-jansenistas, porém, afirmam que teologicamente também está errada.
Jansênio, Bispo de Ypres, escreveu um livro intitulado Augustinus, no qual defendia, entre outras a tese de que as pessoas nascem predestinadas ao céu ou ao inferno. Deus não daria a graça suficiente para alguns se salvarem, de modo que tais pessoas inevitavelmente se perderiam.

Como você pede ver, o Jansenismo tinha ligações profundas com a teologia protestante, especialmente com o Calvinismo.

Na moral, os jansenistas defendiam um rigorismo que os levava a considerar Deus sem misericórdia. Daí, eles combaterem a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, fonte de misericórdia.

Como seus antecessores protestantes, eles eram contra o culto aos santos, e, principalmente, contra a devoção a Nossa Senhora. Como os liturgicistas atuais, eles se diziam cristocêntricos. O que não os impedia de cultuarem os santos deles, de sua seita, ainda que não fossem canonizados. Eles organizaram, um verdadeiro culto para um dos membros da seita, o Cônego Paris, no cemitério de St Médard, em Paris. Distribuíam suas relíquias, e nas orações que faziam junto ao túmulo desse pseudo-santo, eles entravam em falsos êxtases. Culto de relíquias e varadas nas costas dos membros da seita eram atitudes comuns na seita jansenistas. Há exemplos atuais parecidos em cemitérios de São Paulo.

Na organização da Igreja, os jansenistas desejavam uma diminuição do poder papal, com o aumento do poder dos Bispos, que seriam eleitos. O Jansenismo defendia também a eleição dos párocos. Eram eles, pois, democratizastes na esfera eclesiástica, o que os fez conseqüentemente, na civil, apoiarem a Revolução Francesa.

Em matéria de Liturgia, eles defendiam a Missa dita na língua do povo. Eram contrários à pompa. Também eram favoráveis a uma maior participações do povo na Missa. Foi um padre jansenistas que organizou, ainda antes da Revolução Francesa, Missas com procissão de ofertório, com o povo levando mantimentos ao altar. Desse modo, como você pode vê que ao contrário do que diz o texto do site cleofas, os jansenistas eram o oposto dos atuais tradicionalistas.

Este texto é preconceituoso contra os tradicionalistas.

Entretanto, a crítica do autor desse texto a eles é absurda.

O autor do texto concede que a nova tradução da fórmula da consagração do vinho "pro multis” (por muitos) como “por todos” de fato está errada, e depois garante que, embora errada como tradução, estaria certa teologicamente. E este é o absurdo maior do texto dele.

Os méritos de Cristo são infinitos e, portanto, objetivamente suficientes para todos os homens. É o que se chama de Redenção objetiva.

Entretanto, nem todos os homens aproveitam dos méritos infinitos de Cristo, por recusarem o batismo, ou recusarem a Fé e os sacramentos. Estes sujeitos que tal recusa fazem, não se salvam por não quererem se aproveitar dos méritos infinitos de Cristo. Por isso, se ensina na doutrina católica, que embora a redenção seja objetivamente suficiente para todos, ela não é aproveitada por todos, mas só por muitos. Daí se distinguir redenção subjetiva de redenção objetiva.

Portanto, traduzir "pro multis" como "por todos" é teologicamente errado. Fazer isso é cair na heresia da salvação universal, que é a heresia muito ensinada hoje.


Hoje o Vaticano mostra quem esta errado!

Tradução de "PRO MULTIS" é "Por Muitos” · Vaticano manda que a tradução em todos os missais seja "por muitos" e coloca um fim na baderna das traduções atuais deste texto.
http://www.cwnews.com/news/viewstory.cfm?recnum=47719
http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2003-2-promultis.htmhttp://www.fsspx-brasil.com.br/page%2007-b-promultis.htm

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=imprensa&subsecao=igreja&artigo=20061118&lang=bra


informações retirada da MONTFORT Associação Cultural

Professor Felipe Aquino, mais mentiras


- No, dia 21 de setembro, novamente no programa do Professor Felipe Aquino, destilando sua formação modernista, afirmou que o Pentateuco foi escrito por sabe lá quem, e que a crença de que teria sido escrito por Moisés é algo do longínquo século XVIII! Os padres formadores do pseudodoutor nunca lhe mostraram este parecer da Comissão Bíblica, no tão próximo século XX:
“Dúvida I: Se os argumentos, acumulados pelos críticos para combater a autenticidade mosaica dos livros sagrados que se designam com o nome de Pentateuco são de tanto peso que, sem ter em conta os muitos testemunhos de uns e outros Testamentos considerados em seu conjunto, o perpétuo consentimento do povo judeu, a tradição constante da Igreja, assim como os indícios internos que se tiram do próprio texto, dêem direito a afirmar que tais livros não têm a Moisés por autor, mas que foram compostos de fontes, na maior parte, posteriores à época mosaica. Resposta: negativamente”. (Resposta da Comissão Bíblica em 27 de Junho de 1906. Cfr. Denzinger, 1996).
informações retirada da MONTFORT Associação Cultural

Padre diz que a história de Adão e Eva é uma "lenda" site do Pe. Cleodon

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A primeira coisa que se deve ter em mente, é que os judeus não quiseram escrever um livro que fosse científico e explicasse a origem de tudo. A intenção dos judeus é apresentar Deus de uma maneira maravilhosa através de contos, lendas, novelas...Quando uma pessoa escreve uma história, ela pode usar vários recursos literários para comunicar o que quer. Há várias figuras de linguagem que ajudam neste processo. Por exemplo: nosso Hino Nacional diz: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas...” ·As margens plácidas têm ouvidos para ouvir? É gente?Chamamos de linguagem figurada.Há também o que chamamos de "gêneros literários". São formas de se contar uma história de maneira interessante a ponto de prender o leitor.Vejamos então: 1. Adão.A palavra Adão, inicialmente, não era nome de gente. É uma palavra hebraica, Adam, que significa ser humana, humanidade. Se a tradução da palavra é humanidade, como posso pensar que significa um homem só?Os pesquisadores bíblicos colocam várias maneiras de você entender essa palavra: ··(a) o nome de uma pessoa: eles não descartam a possibilidade de ser o nome do primeiro ser vivo que existiu.b) o nome de um clã: grupos comandados por homens; c) o nome de grupos coletivos: grupos só de homens ou cuja maioria dos participantes era homem.Por outro lado, essa palavra Adam vem de outra palavra hebraica: Adamah, que significa terra fértil. Neste sentido, essa palavra assume um significado ainda mais forte, pois terra fértil lembra plantação, colheita, comida, sobrevivência. Portanto era o símbolo da vida e da fecundidade. Eles levavam a fecundidade muita a sério; tanto que os deuses da fecundidade eram muito comuns na época.É importante levar em conta que muitas pessoas viviam de trabalhos artesanais: vasos, cântaros, panelas, jarros, copos, garrafas, imagens...2. Eva.Essa palavra começou a ser empregada também como se fosse o nome de uma pessoa, mas no início não era assim.Ela também vem do hebraico, HAVVAH, que significa "mãe dos viventes". Esta palavra também está ligada ao verbo hebraico, Hayah, que pode ser traduzido por "viver".(Com isto, os pesquisadores da Bíblia também abrem margem para algumas interpretações: ··(a) o nome de uma pessoa: eles não descartam que Eva tenha sido a primeira mulher que houve no mundo; ··b) o nome de um clã: era comum grupo dirigido por mulheres - as matriarcais. (Elas não aceitavam a liderança masculina; ··c) o nome de grupos coletivos: grupos só de mulheres ou cuja maioria dos participantes era mulher. Esses grupos eram comuns e não aceitavam em hipótese alguma a presença masculina dominadora.Se você achar que Adão e Eva eram os nomes do primeiro casal que existiu, quantos filhos esse casal teve?Dois - responderia. Caim e Abel.Caim matou Abel. Mas a Bíblia diz que ele foi para um lugar da terra bem distante e ali se casou (cf. Gn 4,17). Como? Se só havia Caim e Abel?(Portanto, tanto a palavra Adão como a palavra Eva pode significar: ··(a) nome de gente; ··b) nome de vários grupos dirigidos por um homem, no caso de Adão ou nome de vários grupos dirigidos por uma mulher, no caso de Eva.c) Adão poderia ser o nome de grupos só de homens ou que os homens dominavam. Eva o nome de grupos só de mulheres ou que as mulheres controlavam, como as Amazonas, por exemplo.Imagine: um grupo só de homem (Adão) encontrando um grupo só de mulheres (Eva). De repente, com a intercessão de Deus, conheceram-se e deram-se bem. Namoraram e casaram, os homens de um grupo com as mulheres do outro grupo. Interessante, não?A história de Adão e Eva, na Bíblia, faz parte de um gênero literário chamado "lendas". Essa palavra não tem o mesmo significado de lenda para nós hoje. Com uma linguagem bem simples, como de parábolas, historinhas de criança, a Bíblia nos transmite verdades de fé muito profundas.Acreditar em paraíso, em serpente que fala, em serpente que andava de pé (pois só depois da sedução de Eva que Deus a condenou a se rastejar), em árvore do bem e do mal... Tudo isto são características literárias de lendas.De repente, você se sinta meio decepcionada, achando que as coisas que a Bíblia fala não são verdadeiras. Não é isso. São verdadeiras, mas depende da maneira como você as interpreta.Eu não disse que a história de Adão e Eva é falsa ou mentirosa.Apresentei outras maneiras de você interpretar o que a Bíblia fala. Se quiser continuar acreditando que Adão foi o primeiro homem criado e Eva a primeira mulher, sinta-se livre. Por outro lado, como boa estudiosa e pesquisadora, você não pode descartar as outras formas de entender o texto. Isto só a enriquece mais ainda.

Pe. Cleodon, Teólogohttp://www.catolicanet.com.br/gf/conteudo.asp?pagina=1837
Refutação
Esse padre Cleodon se não é herege ainda, quer ser o quanto antes. É simplesmente de estarrecer o que esse padre quer que a tal consulente acredite, ou propõe como explicação histórica. Então Moisés, quando diz que Deus criou um homem com o limo da terra, contou um conto? Ou, ainda, uma novela? Então Moisés não é um autor inspirado por Deus, mas um grande poeta que vale de “recursos literários“ para contar um romance belo e agradável para ensinar uma doutrina que depende de “pesquisadores bíblicos“ para dar uma série de possibilidades de interpretação, de modo que o leitor aprecie como quiser, como num self-service? Então o Papa não serve para nada? Além disso, com respeito às mãos consagradas desse pobre sacerdote, é difícil crer que tenha realmente estudado teologia católica (pois se intitula teólogo). Qualquer um, até mesmo eu, que praticamente nada entendo de teologia, é capaz de ver que a teologia da Igreja Católica, que é Santa e infalível, jamais ensinaria afirmações como as defendidas por esse padre. Veja por exemplo: “A palavra Adão, inicialmente, não era nome de gente”. Mas inicialmente quando, se foi Deus que Deu o nome a Adão? E Adão significa terra, como bem disse o padre Cleodon. Porém, por que não aceitar a doutrina da Igreja que ensina o que está escrito no Gênesis, que o homem é limo da terra? Por que inventar que o termo “terra” pode estar referido às atividades artesanais de um grupo de homens? Por que se distanciar tanto da verdade, apenas para não querer acatar ao que a Igreja sempre ensinou? Em resumo, esse padre aceita tudo, menos a explicação tradicional da Igreja. Porém, toda a explicação diferente a tradicional conduz a erros relacionados à economia da salvação, portanto heresias. Explico-me. Se o primeiro homem não existiu concretamente, criado por Deus, apareceu como? O padre Cleodon não trata do assunto, pois seria mais escandaloso ainda reconhecer que teria sido fruto da evolução. O primeiro grupo de homens veio da onde, de Marte? Ou descendeu evolutivamente de uma população de símios? Pesquisadores bíblicos não seriam, na verdade, paleontólogos ateus? Assim, não havendo um primeiro homem, quem cometeu o pecado original? Se Adão é apenas um nome de um grupo de homens, quem destes pecou? Então haveria duas linhagens de homens: uma que herdara as conseqüências do pecado original e outra intacta… é o que defendia o nazismo e muitas outras correntes gnósticas e cabalista. Pior seria se o padre não aceitasse a “novela” do pecado original e da natureza corrompida do homem. Mas o pior ainda está por vir: se não houve pecado original, pois não houve um casal original, mas um grupo de homens, por que seria necessário Deus encarnar num homem para pagar a divida do pecado original? Então, toda a economia da salvação seria uma “lenda”, inventada por alguns judeus? Então haveria um grupo de homens concebidos sem pecado no grupo de Adão? Então Cristo seria uma “lenda” também? Repare, meu caro Cláudio, as conseqüências graves de se afirmar apenas à possibilidade de uma interpretação diversa do livro do Gênesis. Isso é gravíssimo, pois levaria muitas almas ao inferno. A começar pelas almas dos que ensinam esses erros… A Igreja católica não oferece possibilidades, mas ensina certezas. Se um padre oferece explicações alternativas à doutrina da Igreja, esse padre é herege. Se um padre ensina ao fiel o livre-exame da Bíblia, ao dizer “Apresentei outras maneiras de você interpretar o que a Bíblia fala”, isso é heresia protestante. Se um padre defende que a Bíblia é contraditória se não for interpretada como “contos, lendas, novelas…”, isso não é catolicismo, mas modernismo exegético, ou seja, outra heresia, condenada por São Pio X na encíclica Pascendo. Se um padre não ensina como tolice monumental que a tese de que Adão é “o nome do primeiro ser vivo que existiu” (ainda que tenha sido o ultimo ser criado, segundo o Gênesis…), então esse padre não pactua com o bom senso. Se um padre acha “interessante, não? [sic]” a tese de que havia apenas dois grupos de homens na terra que não se conheciam, um só de homens e o outro só de mulheres, e que foi a providência quem os fez se encontrarem, então esse padre permite que seja propagado um desvairo insano pouco comum no terreno das loucuras. Minha cara irmã, é uma pena que esse tipo de resposta seja publicada num meio como a Internet, ainda mais redigida e assinada por um membro do clero e teólogo. O mal que isso faz a uma alma é incalculável. Se o leitor não tem bom senso e crê, cai em heresia; se tem bom senso e não crê, cai em descrédito quanto ao nível intelectual dos teólogos da Igreja Católica, cuja doutrina é perfeita.

informações retirada da MONTFORT Associação Cultural